24 thoughts on “Mudanças de opinião”

  1. … orquestrada pelo patrão do crespo, com factos confirmados pela vítima. oh isabel! o que é que o cabotino te fez? eram tão amigos.

  2. Isabel,
    Ainda há pouco o Amorim, monte de banha da cobra, na rtp em confronto com J.Galamba dizia coisas semelhantes e equivalentes.
    Repentinamente, parece que a estes troca-tintas contumazes aconteceu um acidente cerebral grave mas não é isso: este tipo de gente tem sempre e só o pensamento em carteira. A propriamente dita.

  3. E em simultâneo, na Tvi24 estava o Medina com a Judite e na RTP Informação o António Barreto.
    Como se vê, um ramalhete bem composto, certamente dispostos e capazes de bater forte e feio nessa muito injustiçada Madre Teresa que é esse perseguido proto-licenciado Relvas.
    Fiquei estarrecido e “zappei” em frente, prevenindo qualquer achaque resultante das alarvidades que estes faróis da verdade têm por norma verter sobre o pobre coitado.

  4. Segundo Crespo, devidamente acompanhado pelo CAAmorim, a perseguição dura há um ano e é movida pelo patrão da Impresa. O patrão do Crespo!!! Crespo não disse; Amorim explicitou. E a Ongoing ali tão perto…de Crespo.

  5. Mário Crespo não é um ser humano normal. É o resultado da clonagem entre uma bosta de vaca e o testículo de um burro.

  6. O seboso Crespo defende o relvoso Miguel porque este, é bom não esquecer, chegou a prometer-lhe o cargo de representação da RTP em Washington, nos States. Estava tudo encaminhado, mas houve alguem que bufou prós jornais… e a promoção do seboso Crespo foi-se pelo caneiro dos compadrios. Este caso explica o rancor do encrespado Crespo.

  7. Quanto mais os sabujos se aplicam a justificar o injustificavel, mais relembram as pessoas de que o miserável tem um canudo conseguido com batota. E ninguém gosta de ser enganado por batoteiros labregos.
    Por mim que continuem, que falem, falem muito e não deixem as pessoas esquecer o caso. Quando voltarem de férias nem sabem o que lhes espera…

  8. isabel, acabei de te ver na porqueira do crespo. Foi porqueira dupla. Com que então a maioria do desemprego não se verifica no sector privado, hein? E falas em propagandas mentirosas, hein?
    E achas que é inconstitucional ir aos subsídios dos funcionários públicos, essas “vitimas e malandros em que estão a ser transformados”, talvez com uma pequena ajuda tua, não é? Mas já não achas inconstitucional confiscar o subsídio de Natal dos privados, hein?

    Todas estas perguntas já te fiz mil vezes, mas resposta não há.

    Tiveste a lata de dizer que os grandes sacrificados da crise foram os funcionários públicos por ficarem um ano sem os dois subsídios. Gostaria tanto que tivesses um pouco de mais vergonha na cara e de menos corporativismo na cuca, para perceberes, que os grandes sacrificados da crise não o foram este ano, têm sido muito antes e não merecem defesa de direitos constitucionais por parte dos deputados como tu.

    Com isto, voltamos à descriçao do parasitismo do Eça sobre a vossa classe. Vergonha, Isabel, vergonha.

    P.S. Alguém comentou, ao ver a tua intervenção: esta gaja está completamente insegura e não larga a cassette da vitória. Vitória para quem? Para ti? Tens um problema de afirmação pessoal para resolver?

    Não representas os teus eleitores, insultaste-os hoje com todas as palavras, fazendo a distinção de não merecer referência quem de facto está a pagar esta crise e o super-mega-aparelho de estado com as regalias “absurdas” que o Crespo quis abordar mas das quais te desviaste habilmente.

    Precisamos dos funcionários públicos? Precisamos. De todos os que estão lá? Nem de longe. Precisamos de funcionários públicos com estatuto diferenciado em regalias, excepções e isenções e o caralho que os foda? Não, não precisamos, Isabel. E nesse sentido não precisamos de ti.

  9. Senhor Eddie, desculpe intrometer-me. Pode por favor especificar se o “super-mega-aparelho de estado com as regalias “absurdas” é dirigido aos Funcionários Públicos ou a outro tipo de servidores do Estado (assessores, administradores públicos, etc). Caso seja dirigido aos primeiros, pode enumerar essas regalias que considera absurdas?

  10. Senhor Antonio Nunes,

    Em primeiro lugar não sou homem, em segundo lugar não me chamo Eddie, que é nome de homem, de facto.

    Para começar, faça uma leitura na diagonal da Lei 23/2012, vulgo Código do Trabalho e veja se encontra alguma semelhança com as condições dos funcionários públicos (o caso dos gestores públicos é um limbo em que pelos vistos vale tudo como no farwest). Depois veja se alguma delas é mais favorável comparativamente ao que acontece no sector público.

    Aviso já que a lista é longa, mas dou como exemplos a redução dos dias de férias (no público, aumentam com a antiguidade, não é? tenho amigos com 32 dias de dias úteis de férias/ano, mas não é máximo), o aumento de horas trabalháveis gratuitas, o despedimento livre e independente do tipo de contrato; as indemnizações humilhantes (agora parece que vão baixar mais), etc. etc.

    Outro exemplo – já disse que a lista é longa – veja o tipo de serviços de saúde que os do sector público têm e o que pagam por exames, consultas, emergências, intervenções cirúrgicas e todo o tipo de acto médico (nada ou ridiculamente pouco – ah, descontam 1,5% para o efeito, não é?) e compare com os privados que têm de recorrer ao SNS – o que obtêm e o que pagam por isso.
    Suponho que viva em Portugal e que não seja necessário explicar com mais pormenor que há milhares de pessoas que não estão a fazer exames nem tratamentos médico porque não têm dinheiro para pagar a brutalidade de taxas moderadoras dos mesmos.

    Sabe, por exemplo, que um deputado recebe entre 40 e 69 euros extra por cada dia em que participa num plenário ou numa comissão, sendo que isso faz parte do trabalho de suas excelências?

    E por aí fora…desculpe não ser exaustiva, mas tenho de ir trabalhar.

  11. edie:

    quem é que estiveste a ouvir? nada de significativo do que disseste foi afirmado pela isabel moreira. que estiveste a ouvir foi o ranhoso do crespo, esse sim, pôs o tema nos oldes em que o aqui apresentas. faltaste a aulas de língua portuguesa?

  12. ouvi até muito bem, aliás nada de novo quanto ao que tem vindo a dizer e a defender e também a deixar de defender – que é como quem diz, defenda-se os direitos de certos grupos, deixe-se passar leis criminosas e inconstitucionais contra outros – “pares”; eleja-se um grupo vítima (do qual se faz parte), e declare-se vitória. É uma vitória pirrónica e que nos sairá cara. A rainha vai nua e não me importo de ser a única aqui a dizê-lo.
    Fora desta farmácia, há mais.
    Quanto à língua portuguesa, ela tem muitas subtilezas, por vezes há que saber ler nas entrelinhas. Mas nem foi o caso: mal o cresposo contrapõe que os principais sacrificados em termos de desemprego são os do privado, eriçou-se logo toda,”não, não, olhe os médicos, olhe os enfermeiros…”. Deixa-se enganar quem quer.

    Eu não quero.

  13. oh jrrc! o crespo só convida quem se presta a fretes e que não alinha não volta a por lá os butes. se desfolhares o portfolio do crespim encontras a nata dos wannabes nacionais, só de passar à porta cheira mal.

  14. só falta atribuirem prémios de produtividade a quem der notas mais baixas para acabarem de vez com o sindicato do nogueira. o crato é um eugénio, nem é preciso de esfregar a lamparina que a coisa trabalha sózinha.

  15. o que eu percebi foi isto:
    a isabel moreira não concorda que, com o argumento do estado de necessidade se faça o seguinte silogismo:
    o estado está em dificuldades;
    os funcionários públicos (fp) são privilegiados;
    os trabalhadores do privado ganham menos e não têm segurança no trabalho;
    logo, os fp que paguem a crise, mesmo que seja inconstitucional;
    ou eu percebi mal, ou o que a isabel defende é que o estado de direito deve prevalecer, mesmo em situações de estado de necessidade.
    O que outros defendem, é que mesmo sendo inconstitucional, prevalece sobre o estado de direito.

  16. ora voilá* uma boa oportunidade para a isabel esclarecer a questão em vez de andar para aí a exibir as suas performances televisivas contracenando com mário, o crespo.

    * não confundir com a sindicaleira

  17. jrrc,
    respeito o teu entendimento, mas, desculpa parafrasear-te, “ou eu percebi mal” ou o estado de direito só existe se se aplicar a todos os cidadãos.
    Ora a lei laboral base – CT – privada é (quase) toda ela uma enorme inconstitucionalidade.
    Mas neste caso, pelos vistos, já não relevante.
    A partir daqui, o que resta é conversa da treta e do umbigo da srª deputada e afins.

  18. edie:
    com todo o respeito, estás completamente equivocada; restrições aos direitos liberdades e garantias estão consignadas na constituição da república relativamente a universos da administração direta do estado. e, portanto são constitucionais. a tua opinião é respeitável, mas não passa disso mesmo…
    talvez se fizeres uma pesquisa entre o artº 20º e 30º…

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