Mais coadoção: atitudes

De um lado:

parlamento, democracia, debate sem insulto, legitimidade do vota contra ou a favor ou da abstenção, aprovação na generalidade, discussão democrática na especialidade, na qual se ouvirá vozes contra e a favor, onde se terá em conta estudos das mais respeitadas instituições que são referência mundial e nacional, que, estudando as famílias em questão há décadas, são um apoio à coadoção (Instituto de Apoio à Criança, as Ordens pertinentes nacionais, a Associação americana de psicologia, a Academia americana de pediatras, a Associação de psiquiatria americana, a Associação americana de psiquiatria infantil, a de pediatras, a de médicos, etc), onde se ouvirá argumentos contrários, votação final global, mais uma vez democrática, uma perspetiva perderá, outra vencerá, todos aceitaremos o resultado;

De um outro lado:

uma ideologia de terror e uma espécie de crime de ódio:

O Dr. Marinho Pinto é um troglodita mas… desta vez FOI BRILHANTE! A Dra. Isabel Moreira deveria ter vergonha e enfiar-se pelo chão abaixo tal a figura INDECENTE que anda a fazer!E a ofender GRAVEMENTE o PAI e a Mãe que tem

Maria Teixeira Alves

13 thoughts on “Mais coadoção: atitudes”

  1. as marias peixeiras e as isabéis dos congelados disputam o comércio e venda de peixe, uma anúncia com a bíblia e a outra abana tecnologia americana, tudo a bem do consumidor que que lhes paga o ordenado. ninguém pesca nada do assumpto, mas isso tá relacionado com o abate da frota.

  2. Ola,

    Depois de ler o inacreditavel texto do Marinho Pinto sobre as recordações que tem do seu proprio nascimento (…), ouvi o excerto disponibilizado no link e, o que me custa mais a acreditar, é como a sua posição assenta numa falacia perfeitamente inadmissivel para um jurista.

    A adopção não é natural. Por hipotese. Trata-se de uma instituição social que procura corrigir injustiças “cometidas” pela natureza. Neste caso especifico, “imitar a natureza” seria… voltar a matar os pais do orfão, ou dar de novo à criança pais incapazes de a educar…

    Que se possa debater a questão de saber quais devem ser os moldes da familia de acolhimento da criança adoptada, tendo em conta o superior interesse da criança, tudo bem. Discuta-se esse ponto. Pessoalmente, concordo com a posição da Isabel Moreira e de muitos outros. Mas admito que o assunto é melindroso e não me parece que devamos disqualificar por principio quem pensa de outra maneira. Devemos mesmo ouvir com atenção qual é a fundamentação desta posição.

    Agora defender que a co-adopção é inadmissivel porque é anti-natural substituir uma mãe é apenas estupido.

    Estupido… e inadmissivel da parte de quem tinha a obrigação de saber do que fala quando se refere à adopção.

    A não ser que Marinho Pinto tenha compreendido que não existem argumentos racionais em favor da sua posição e que não lhe resta outra alternativa do que apelar a reacções emocionais. O que também pode ser o caso…

    Boas

  3. Que vergonha, Mariazinha! Não teve quem lhe desse educação em sua casa?

    Mas é muito bem feito, para o “troglodita” (sic…) ver o tipo de canalha reles a quem está a juntar a sua voz!

    Marinho Pinto é sem dúvida um orador brilhante, um homem de convicções, honesto e frontal, mas tem de ter algum cuidado com as subtis tentações da demagogia fácil. Argumente com firmeza e seriedade, sim, mas sem invocar os pais e as mães de ninguém, que isso nunca é relevante em qualquer discussão que se preze, muito menos elegante, ok?

    E já agora, se quer mesmo aprender com quem sabe, seja humilde e aprenda com o Povo, que a sabe toda, há séculos: ao seu tão demolidor quanto lamecha “Mãe há só uma”, vai responder-lhe a sabedoria popular, do fundo dos tempos e do coração, com o seu eloquente «OU SANGUE, OU CRIAÇÃO»! Não me diga, nunca ouviu?? Duvido muito, tratando-se de um homem do Povo.

    Mas se nunca ouviu mesmo (e não me acredita), nem quer ir ouvir “in loco” (qualquer Aldeia ou Vila a mais de 40 km de Lisboa ou Porto serve), olhe bem à sua volta. Olhe, até eu conheço casos de pessoas com duas mães e dois pais igualmente verdadeiros, uns biológicos, outros afectivos, pessoas que, note bem, por acaso até não estão nada longe do seu mundo pessoal… Não me obrigue a ser mais explícito, que eu nunca usarei os seus recursos argumentativos de mais baixo nível, apesar de até nem estar a ser lido por uma décima milésima das pessoas que, até ao momento, já ouviram a sua mais famosa arenga.

    E não me leve a mal, olhe que eu ainda não pus completamente de parte a hipótese de votar em si para Presidente, já que não se pode votar para eleger o Ministro da Justiça…

  4. Só uma precisão. A frase não é da Maria Teixeira Alves – ela escreve concordo depois, o que vai dar ao mesmo.
    Já agora, queria dizer-lhe que não sei como se consegui conter no PeC e não insultar o Marinho Pinto. Eu não tinha opinião formada sobre ele: depois do que vi no prós e contras ( e não tem nada a ver com o que ele defende, tem a ver com o que ele fez consigo e com as duas mulheres que iam ser mães) percebi que aquilo é mesmo má rés. E esta maluquinha, que não está longe de inimputável, merecia exactamente o mesmo.

  5. “… a esquerda “avançada” respaldada por instituições americanas!”

    claro, queres melhor lobby gay que a administração publica americana? lá como cá certificam-se a eles próprios.

  6. ignatz – Mai 30th, 2013 at 16:33
    Deixa-te de gracinhas porque no próximo passo levas com o “carimbo” de homofóbico! Ou então de inculto…

  7. Olá, quero pedir à autora deste post, que eu não conheço nem do “carro eléctrico” (nem quero conhecer), se pode retirar o meu nome do seu post, uma vez que erradamente me atribui uma frase que não é minha e usa o meu nome (abusivamente) para fazer “ link” a um post que não é meu.
    Obrigada

  8. «De um lado: parlamento e doutrina psi e bla bla bla e patati e patata» diz a Isabel Moreia. E do outro, é claro, a plebe que não deve ser ouvida pelas vanguardas que a representam. Aliás é daí que vem o termo plebiscito: não faltava mais nada!

  9. Quando se percorrem os estudos politicamente correctos sobre o assunto é interessante notar a confusão habitual em torno de asserções dos seguintes tipos:

    A) A homossexualidade é socialmente tão desejável e normal como a heterossexualidade, logo o seu incremento pode até ser considerado um bem, na medida em que minora a percepção negativa de uma minoria.

    B) A parentalidade homossexual não se revela pior para a criança do que a parentalidade heterossexual.

    C) A orientação sexual prevalecente no meio em que a criança cresce e é educada não influi no desenvolvimento da sua própria sexualidade.

    — A asserção B é muito frequente e tem todas as hipóteses de ser estatisticamente verdadeira, a partir do momento em que a asserção A é considerada axiomática e indiscutível, como é sistematicamente o caso.

    — Mas, é claro, em relação a A, o que existe é muita doutrina e endoutrinação, sem pesquisa ou contraditório que não suscite desmaios, gritos, agressões e possíveis fins de carreira.

    — Quanto à asserção C, muito pouco ruído, mas forte probabilidade de ser falsa [*].

    E o resto é psicodrama com «oprimidos» estridentes e «opressores» a tremer que nem varas verdes.
    ________________________________________

    [*] Da Wikipedia, a título de exemplo (fontes insuspeitas indicadas no artigo): “Fluidity of sexual orientation — The American Psychiatric Association (APA) states that ‘some people believe that sexual orientation is innate and fixed; however, sexual orientation develops across a person’s lifetime’. In a statement issued jointly with other major American medical organizations, the American Psychological Association states that ‘different people realize at different points in their lives that they are heterosexual, gay, lesbian, or bisexual’. A report from the Centre for Addiction and Mental Health states that, ‘For some people, sexual orientation is continuous and fixed throughout their lives. For others, sexual orientation may be fluid and change over time’. Lisa Diamond’s study ‘Female bisexuality from adolescence to adulthood’ suggests that there is ‘considerable fluidity in bisexual, unlabeled, and lesbian women’s attractions, behaviors, and identities’.”

  10. Edie, clica onde diz: «fontes insuspeitas indicadas no artigo». Por comodidade eliminei a numeração que remete para as notas, mas encontras no artigo.

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