5 thoughts on “Excelente post do Hugo: austeridade versus democracia. Aquilo que devia estar a ser repetido sem parar”

  1. Nada como conhecermo-nos a nós próprios, lá o dizia Sócrates, o outro!
    Nisto, aqui o meu antecedente revela-se um excelente socrático. Duro e rural como a pedra dura, não hesita em reconhecer-se como tal. Benza-o Deus, se para isso tiver pachorra!

  2. TESTEMUNHO DE UM BÁSICO ILETRADO E INDIGENTE VADIO

    APOIO JUDICIÁRIO

    Devo confessar a mais profunda decepção e indignação com a conduta de grande parte dos Advogados. “Ser Advogado é um dever de auxílio ao nosso semelhante” (Bastonário Coelho Ribeiro, Estágio Profissional para o Exercício da Advocacia”, in B.O.A., 13, 6.) e o patrocínio oficioso não deveria ser, como é, a fonte de sustentação de um enorme grupo, no universo dos Advogados. Partindo desta premissa, não despicienda (embora, compreendendo que a situação actual e do passado, mais ou menos, próximo, decorre, entre outros, de uma série de factores conexos à democratização acelerada – logo disfuncional – do acesso ao ensino superior), a realidade mostra-nos três factualidades, muito nefastas:

    1. A falta de competência de um elevadíssimo número de Advogados.

    2. A displicência (sendo simpático na escolha do termo) com que a maioria dos Advogados, inscritos no Apoio Judiciário, encaram o exercício do patrocínio.

    3. A desonestidade que grassa no seio da advocacia, num volume muitíssimo superior ao «tolerável» (utilizando-se este termo por se conceder que nenhuma classe profissional será «pura», na integralidade dos seus membros).

    Por outro lado, existe uma cultura de veneração e de elite que, decorrendo de factores históricos, começa a revelar-se anacrónica. O EOA está polvilhado de prepotências corporativas e de inconstitucionalidades materiais.

    Sem querer ser exaustivo e, muito menos, maçador, diria que a Justiça só voltará a encarreirar quando todos os operadores judiciários forem sindicados por entidades externas e independentes.

    Por fim resta-me afirmar que, apenas eu próprio, tenho cinco participações disciplinares pendentes (apreciação liminar) no CDLisboa, três processos disciplinares instaurados e três recursos, sobre arquivamentos liminares, pendentes no Conselho Superior …, contra outros tantos Advogados. É demasiado para a experiência pessoal, no contacto com a advocacia, de uma só pessoa.

    Beijinhos e abraços.

  3. A fascinating discussion is definitely worth comment.
    I believe that you ought to write more about this topic,
    it might not be a taboo subject but usually people don’t speak about these subjects. To the next! Kind regards!!

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