É urgente discutir a Europa

Entao não percam esta iniciativa: os Institutos de Direito Europeu e de Direito Económico, Financeiro e Fiscal organizam um importante congresso internacional no final deste mês: “União Europeia – onde estamos? Para onde vamos?”, tendo como comissão organizadora Eduardo Paz Ferreira, Luís Morais e Teresa Moreira.
Ora espreitem.

5 thoughts on “É urgente discutir a Europa”

  1. “Onde estamos? Para onde vamos?”
    Mas quem é que está, e quem é que vai? É que esta coisa do colectivo tem muito que se lhe diga.
    Em Portugal por exemplo o sucesso de uns tem de passar pelo empobrecimento da maioria.
    Eu sei onde é que estou e também sei para onde é que os mandava.

  2. A Grécia e a Itália já seguiram a opinião de Manuela Ferreira Leite.

    Interrupção Voluntária da Democracia.

    Já teem governos sem eleições.

    Lá iremos nós em breve.

  3. Se não fosse incontroverso que as instituições europeias são imperfeitas, hibridas e que se prestam infelizmente a todo o tipo de instrumentalização, se por conseguinte fosse necessario demonstrar esse ponto, o video postado pela Edie viria mesmo a calhar.

    Ai temos a prova definitiva da fraqueza do sistema, bem patente aos olhos de todos : ele da visibilidade a cretinoides da laia do reles demagogo que é entrevistado na peça, que tem feito carreira politica à custa disso, ele, como antes dele o Senhor Le Pen, e provavelmente muitos outros por esta Europa fora.

    E’ necessario resolver a crise europeia. Claro que é.

    Mas apenas começaremos para caminhar para la quando nos deixarmos de merdas. Contrariamente ao que vejo escrito por ai, a integração europeia foi democraticamente escolhida pela maioria dos cidadãos dos paises europeus. Em Portugal como noutros paises. Foi escolhida da mesmissima forma do que os Portugueses escolheram pagar um imposto sobre o rendimento. Não gostam de o fazer. Quando podem (infelizmente) fogem a ele. Criticam os impressos. Acham as regras caricatas e absurdamente complexas, etc. Mas ninguém se atreve a dizer que os Portugueses não escolheram democraticamente pagar um imposto sobre o rendimento.

    Ora bem, com a integração Europeia, passa-se a mesmissima coisa. Alguém duvida que, em 1985, o povo português escolheu aderir a um projecto que era, ja na altura, o de uma união economica e monetaria caminhando para uma aproximação dos Estado que pende para uma logica de tipo federal ?

    Claro que nada é irreversivel, claro que a democracia implica também o povo decidir sobre se quer permanecer na União tal como existe hoje, e que deve mesmo poder sair (lembro que os Estados europeus reconhecem o direito de autodeterminação popular, pelo que em rigor, também consideram que os alentejanos podem decidir amanhã separar-se do Estado português, ou os escoceses do Reino Unido, etc.).

    Mas sera legitmo considerar que hoje uma maioria dos portugueses pretende sair da União, ou inverter a tendência no sentido da des-integração ? Com base em quê ? Os partidos pretensamente cépticos, à direita ou à esquerda, por acaso vão a eleições com um programa nesse sentido ?

    Não me lixem.

    Pura irresponsabilidade e falta de sentido civico é o que vejo…

    Os portugueses, ou alias os franceses e mesmo os britânicos, querem tanto inverter o processo de integração como querem não pagar o imposto sobre o rendimento. E, curiosamente, ha extactamente o mesmo numero de partidos politicos a apresentarem-se às urnas com um programa que vai claramente no sentido da saida do seu pais da União europeia do que partidos que defendem que o imposto sobre o rendimento pode ser abolido.

    A unica diferença é que, no caso da construção europeia, tratando-se de um processo complexo e delicado, existem mais possibilidades de agredirmos o funcionario das finanças sem ir parar de cana.

    Que é onde deviamos estar ha muito tempo, pelo menos a julgar pelo grau de imaturidade politica que grassa por ai.

    Bom agora força, caiam-me em cima.

  4. Bom isto foi antes de ser relido, desculpem as gralhas, em maior numero do que habitualmente. Mas é mais ou menos isso.

    Boas

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