É este, exatamente este, o ponto

“Quem deve estar a dar pulinhos
de contentamento são os sectores mais
obscurantistas da nossa comunidade
jurídica que nunca aceitaram a existência
do Tribunal Constitucional”

Francisco Teixeira da Mota, hoje, no “público”, acerca da partidarização subjacente à escolha de candidatos o Tribunal Constitucional.

Com efeito, já há prosa velha feita nova, do Paulo Otero, por exemplo, aproveitando o episódio, defendendo a extinção do TC.

7 thoughts on “É este, exatamente este, o ponto”

  1. Pois, a questão é saber do porquê da existência de um tribunal constiticional, onde senta o «legislador» a defender os interesses de gente de bem. Ou duvida? Dê uma voltinha nas insconstitucionalidades do CPP e já agora como certos preceitozinhso foram declarados inconstitucionais. Um tribunal deve fazer justiça «cega», o pior é que quem se senta lá, tem os olhos muito abertos e regra geral são visionários.

  2. tem piada… acabo de candidatar um projecto de cria & engorda de melgas com biokill aos fundos que a cricas disponibilizou para apoio de projectos biológicos

  3. Ó BIOKILL, tu é que devias estar com medo, primeiro da tua ignorância ( podes provar que és burro que eu prometo analisar a coisa), segundo, devias estar com medo da MERDA que o dito tribunal constitucional tem feito e vai continuar a fazer. Política e justiça, ó carapau, não combinam, tás a morder, meu? Visão, só mesmo nas bancadas do parlamento, regra geral, escorada na experiência do passado.Por isso, ó BIOkiLL, dá umas voltinhas por onde deves e até podes, para perderes «os três» nas tuas estultas palavras, meu. Sabes, ó mata-ratos, a minha fonte não é o correio da manhã nem a Judite Sousa.Remete-te ao teu trabalho de «engorda», pázinha.

  4. Já agora, o que ele escreveu também foi isto: “«….o Partido Socialista, provavelmente empenhado em ser o coveiro do TC, parece querer manter a candidatura como juiz do político em causa, apontando, como forma de ultrapassar as dúvidas legais da presidente da Assembleia da República, a apresentação de um pedido para o seu reingresso na magistratura. Reingressado na magistratura activa, nem que fosse por um só dia, o candidato já seria um juiz e podia ser nomeado para o TC!

    O menos que se pode dizer é que quando os mais altos responsáveis políticos actuam publicamente como «chicos espertos» como se as leis da República só tivessem de ser respeitadas formalmente porque a essência das mesmas não interessa ou é para os parvos, estamos muto perto do grau zero da credibilidade das instituições e dos políticos.»

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