Dissimulação ou simulação?

 Ministra das finanças

 

– Chegou-se aqui por causa do que se passou antes de nós chegarmos aqui.

– Governamos para os técnicos da troica.

– Medida louca para reequilibrar a economia: imposto sobre o gasóleo.

– A economia vai crescer mais dos que desceu (o ano passado?).

– Desemprego é para 17%. Vai descer 17, 4%. Acertamos sempre.

– A dívida pública vai aumentar em termos absolutos e diminuir em termos relativos. Acertamos sempre.

– 2013: o défice de 2014 seria sempre o mesmo: 5, 8% do PIB.

– Coisas que o governo não controla: medidas de outros governos (está tudo explicado).

– Temos mais pensionistas, o que é uma “pressão orçamental” (eliminar os velhos?).

– Cortes: vamos também a outros que os velhos não deram para o gasto. A política estava certa, mas aquele buraco rapado não deu para tudo.

– 2014: redução da despesa pública (sempre previsto no memorando, sempre, salários dos funcionários públicos, cortes atuais e retroativos de pensões. Diz que estava no memorando). Deve haver por ali uma cópia do memorando original adulterado.

– Os 70% da despesa que são prestações sociais devem ser vistos como um ato isolado apresentado para desatar ao tiro.

– 3200 milhões de euros: chatices sociais.

– Funcionários públicos: redução entre 2, 5 e 14% a partir de 600 euros. Bem melhor do que em 2011, hum?

– Acalma-te: 600 euros é onde começam os ricos.

– Tribunal Constitucional: ainda não deu para ultrapassar o obstáculo.

– Subsídio de natal em duodécimos: é porque o governo sabe governar o dinheiro melhor do que aqueles que têm direito a ele. Não é por mais nada. Nadinha.

– Convergência, revisão das pensões de sobrevivência, cortes retroativos: tudo justo, equilibrado e motor do prometido crescimento económico.

– 300 milhões de euros na educação e outros na saúde.

Está tudo certo. Não havia mais austeridade.

É que é no plural: austeridades.

As taxas de IRS mais as novas é o quê? Os FP vão perder os dois salários com a conjugação de tudo.

Este OE é indigno: atacar FP que auferem 600 euros é querer uma declaração de inconstitucionalidade.

Vítor Gaspar não podia continuar a ser MF depois de 2 chumbos, certo?

Pelo menos foi o que ele escreveu.

10 thoughts on “Dissimulação ou simulação?”

  1. um miudo de massamá entrou armado na escola e feriu tres colegas. como compreendo o desespero deste rapaz.ter um vizinho que há muito devia andar a salto,vira a cabeça a qualquer um!

  2. Oh ignatz tás com os parafusos mal apertados. Pagar no carro ou no combustível é diferente? Se calhar era melhor pagar no combustível. Assim, se eu tivesse o carro parado não pagava. Vai vender Passos para a tua rua!!! E já agora vende também cagalhões!!! enrolados no Passos.

  3. “Pagar no carro ou no combustível é diferente?”

    tanto é diferente que descobriste logo que se fosse no combustível saíria mais caro a quem usa a viatura. mas tá bém, para quem és qualquer isabelada serve e quem não estiver de acordo com o estilo e rigor literário da deputada, anda necessariamente a vender passos e cagalhões. em tempos de crise, o que ainda nos vale são estes goumets políticos.

  4. são mesmo para lá de nojentos, estes palhaços:.
    “O Tribunal Constitucional é a única instância judicial superior que verá o seu orçamento cortado no próximo ano…” (Público, hoje)

  5. “o riso é um mecanismo de defesa do organismo em situações de stress”

    sim, deve ser o stress da loirice. a bécula é praticante diária nos caixotes de aspirina.

  6. Volta o velhinho imposto de compensação dos veículos a gasóleo; é fasntástico, vão pôr a taxa por sobre o consumo de mais baixo valor acrescentado (gasóleo), para a malta voltar para o de mais alto valor acrescentado (gasolina)!

    E Portugal passa a ser exportador de gasóleo, em vez de gasolina, o que também é óptimo, pois assim consumimos nós o produto de maior valor acrescentado (gasolina) e exportamos para a über europa o produto que vale menos no mercado internacional (gasóleo).

    Um sabotador não faria melhor à nossa economia. Isto é o que dá ter um governo ao serviço dos inimigos da nação portuguesa.

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