72 thoughts on “Denúncia”

  1. «Frases como “são as empresas que criam emprego” (Paulo Portas) não são apenas frases: são demissões.»

    Ora como há muitos trabalhadores DESEMPREGADOS,onde estão os empregos por eles criados?
    Algum CARTAZ nesse sentido?

    EVIDENTEMENTE que são as EMPRESAS, os EMPRESÁRIOS que criam EMPREGO.
    A esquerdalha é especialista na MATANÇA da GALINHA.
    irra. Vem esta malta com direitos e direitos e direitos e mais direitos. Um pouco à semelhança da ANTIGA LEI DO ARRENDAMENTO – misérias de rendas e grandeza de exigências de reparações. O locador tinha que pagar, pois um contrato era um contrato. O locatário tinha direitos…

    ESPERO BEM QUE A ESQUERDA NÃO GANHE. COMUNAS.

  2. Sim camelo, e as “empresas” não vivem em Sociedade e não precisam do Estado nem dos cidadãos , vivem como eremitas no deserto!
    E anda esta besta quadrada a chamar burros aos outros.
    Fascista , vai viver sozinho para o meio do monte a ver se assim te livras dos comunas.

  3. Eu ainda não li o artigo, Isabel Moreira.
    Mas, mesmo sem ler, acho que tem razão.
    A culpa é toda do anormal do cegueta.

  4. PRUNES,

    Dá-lhe razão, dá. Sabes que a moreia «fanatiza» os assuntos…é saudosista do «O povo unido jamais será vencido», mas aposto que gosta do «Bairro alto», «24 de julho» etce e tais e se a FOLEIRA da Madonna viesse à horta, ela gastaria o necessário para a ver…. Hum, aposto que gosta do Bieber…e que faz fotos com os seus ídolos.

  5. só não percebo porque é que o governo embandeira e deita foguetes quando o emprego sobe 0,1% e faz previsões de 165.000 novos empregos nos papéis que manda para bruxelas. o governo pode projectar o que quer, martelar o que lhe apetece, esconder o que lhe dá jeito e mentir a toda a hora. já a oposição não pode apresentar um programa económico baseado em projecções europeias e apresentar números das suas previsões. vão-se catar e revelem mazé os vossos números para o pessoal poder fazer contas à aldrabice.

  6. IGNARATZ, pá, os TRABALHADORES é que CRIAM EMPREGO, pá. Ora se assim é segundo a doutrina da Moreia, pá, temos que se há desemprego é porque os TRABALHADORES XUXAS são preguiçosos.
    Portanto, tu queres saber quantos preguiçosos há neste país? Ficas mais doente do que aquilo que já és. Capisce?

  7. eu é mais parque edu7 e catarina dos 9, tamém faço branca de neve com fardas e desloco-me ao alfeite se for preciso. alguma coisinha mi liga: 213 927 380.

  8. Muito bem, Isabel, mas quem vai ler o teu artigo e saber das tuas razões? O erro dos políticos do PS é não conseguirem falar em linguagem simples para fazer chegar a mensagem ao maior número possivel de pessoas. Não ficarei nada admirada se o Passos der uma “banhada” ao Costa no frente-a-frente programado para a campanha. Bastar-lhe-á repetir meia dúzia de vezes que o PS levou o país à bancarrota (Costa, pelo seu silêncio, parece já ter interiorizado, em pleno, a narrativa da direita) e apontar a corrupção (nem precisa explicitar o nome do mestre da corrupção, Sócrates) como o maior cancro da nossa democracia. Depois acrescenta mais uns chavões como”tiramos o país do buraco”, “mandamos embora a troika que o PS chamou”, “restabelecemos a credibilidade externa do país” (para Portas e Passos o nível “lixo” em que continua a República não significa nada (e para a maioria dos eleitores também não) etc. Pensemos um pouco, Isabel. Que sabe a esmagadora maioria das pessoas sobre economia ou macro-economia? Zero, mas foram muito bem informados sobre a bancarrota-PS e sobre quem chamou a troika de todos os sacríficios exigidos ao país. A direita vai atribuir à troika, logo ao PS ,a responsabilidade por 4 anos de sacrifícios. Quanto à corrupção, o PS nem aborde sequer o assunto, pois o pior exemplo de corrupção vem do PS com o seu ex-PM preso, julgado e cumprir pena em Évora! Vendo bem, a direita, no que toca a cartazes de eficácia garantida, tem dois arrasadores: PS-Troika e PS-corrupção Sócrates.
    Perante tanta aselhice do PS, estas eleições podem vir a ser o fim-de-festa para o partido, que não quis ou não soube desmantelar a narrativa da direita. Penso que, na verdade, não quis e a prova aí está: Costa declara-se admirador de Ferreira Leite e Pacheco Pereira, dois verdugos da anterior governação. Em pleno Parlamento, Ferreira Leite chegou a afirmar que tudo o que fosse para derrubar Sócrates era bem bem-vindo. Tudo, é tudo, seja intentona de Belém seja Face Oculta.
    Para Costa isto são normalidades da lita política. Ganha quem der os melhores golpes. Nem percebeu, ainda, que a arena está completamente armadilhada.
    Espere-se pelos cartazes da direita, mais lá para diante, e verão bancarrota, troika e corupção coladinhos ao PS.
    A esta campanha, maquiavelicamente urdida, PS responde com “as contas certas” para a legislatura, que a maioria das pessoas nunca vai ler e, muito menos, entender.

  9. IGNARALHO, presumo que ainda estarás no ZOO, aproveitando o bilhete e o que vem com o mesmo, não é? Tu é que informaste a audiência que o bilhete inclui «enrabadela». PORCO:

  10. O que terá pensado Isabel Moreira de alguns, senão todos, dos comentários que o seu artigo aqui suscitou?
    Naturalmente, que já está habituado aos mesmos, se é que os lê.

  11. cada vez que se lhe toca na paulette fica assim, resmunga coisas a despropósito, arma em desentendido e porque teve uma esmerdada educação em colégio de freiras responde derivativos de caralho, merda, foda-se e mais uns quantos rematados a sufixo atz.

  12. Poizé mas começou com o Inacio Brioches, e ou há moralidade ou comem todos.
    Ou defendes aqui priviligiados, ó Manolas ?

  13. Cegueta, meu filho!
    Os únicos trabalhadores que criam emprego são as p…..as!!!!
    Sabes como se chama um empregado de uma p….a?
    Bem… Mas o que queria perguntar-te era se já abandonaste o p…. lá de trás.

  14. Caro PRUNES,

    Tem V. Ex.ª razão. São as únicas TRABALHADORAS ( lato sensu) que criam EMPREGO aos EMPRESÁRIOS e, também, aquelas que despudorada e descaradamente FOGEM aos TRIBUTOS. Não será, isso, então DISCRIMINAÇÃO em sede de SUJEITOS TRIBUTÁRIOS?
    Reflita, por favor, e brinde-nos com mais uns pensamentos estruturados no seu tão conhecido MÉTODO. Poderá, permita-me a sugestão, compulsar os conhecimentos do UGLINARATZ, técnico de pauzinhos e atento leitor dos bilhetes do ZOO português.

  15. Caro MANOJAS,

    De facto assim é. Porém, é tudo pessoal XUXA. De mim, não lerá V. Ex.ª. um palavrão e, anoto, Tony Bosta, é simplesmente o qualificativo à ausência de política do seu patrão.
    Quanto ao que a Autora pensa dos posts supra, não interessa. Interessa, isso sim, o que os ELEITORES pensam do que a mesma escreve. Fui.

  16. oh da esmerada educação, coméquié? queres mais uns exemplos de ignorância para mudar de nick e dizer mais umas asneirolas?

  17. ignorância javarda, aí vai: lembras-te do processo kafka, aquela cena que pensavas ser uma marca de café design para tótós.

  18. Ó cegueta!
    És um anormal!
    As putas nunca fogem aos tributos! Não podem. Os tributos das putas são pagos pelos patrões.
    Mas olha. É cedo ainda para iniciarmos uma conversa acerca dos tributos.
    Queres falar sobre tributos e crimes tributários?
    Pensa bem.
    Se quiseres diz.
    És mesmo um anormal. Vais acabar a dar cabo da vida de muita gente.
    Já não vou conseguir chegar a tempo para ser o primeiro a partir-te o focinho.

  19. O minorca e desbocado Marques Mendes acabou de dar um “furo” à bocado na SIC. As alcoviteiras de serviço às vezes abrem demais o bico.

  20. Eu também almoçava, por vezes, numa mesa circunvizinha dos magistrados, num restaurante no Parque das Nações.
    A gíria não se aprende nas faculdades.
    Há categorias do direito que se aprendem e ensinam ao almoço.
    ”In vino veritas”.

  21. O CASTRETA CASTRADO nunca conclui. Coitado. Também não inicia.
    PRUNES, aposto que o teu reposteiro já tem a marca das tuas patas, hum?

  22. Então, ó PRUNES andas metido no TCIC, hum? Gostas de colarinhos num é? cor branca, claro. Com tanta bacorada e trampa que produzes, sempre pensei que também honrasses a cor na coisa, mas preferes ir logo para a pesada, porque tu és « Eu sou o Manuel de Castro Nunes». Fui.

  23. Cegueta!
    Aguardo que tu concluas.
    Fiz-te uma pergunta.
    Sabes qual é?
    De seguida concluo eu.
    Estou ansioso por falar acerca de etologia.
    Em termos de marketing eleitoral e de cartazes, o Valupi é mestre em sociologia do consumidor.
    Eu sou mais afim da etologia do produtor.
    A sociologia deu o que tinha a dar. Já não sai da cepa torta e dos lugares comuns. Quando o verbo já não tem solução nem caminho para andar, recorre-se às muletas do Aristóteles e do Mark Twain. E do soldado Schweik.
    A etologia é a ciência do futuro.
    Mas responde-me, cegueta.
    Sabes qual é?

  24. “São os empresários ou empresas criam empregos.”

    Esta é mais uma falsidade histórica que o pagode, de tanto ouvir todo o mundo de todos os quadrantes confirmar, já nem pensa na sua verdade superficial que esconde o fundo da questão.
    Então quem nasceu primeiro, as empresas ou os trabalhadores? Os empresários antes de serem empresários eram ou foram o quê? Conhecem alguém que tenha nascido empresário? Que foi ensinado a empresário e empregador na barriga da mãe?
    Só se faz empresário quem passou por trabalhador e são, precisamente, os trabalhadores mais ou menos afoitos, inteligentes, empreendedores, audazes, capazes de correr riscos ou mais espertos e sobretudo os que dominam bem as técnicas em que vão criar empresas e investir o seu dinheiro; uns singram e fazem-se empresários outros ficam na miséria e voltam a ser trabalhadores como antes.
    Uma visão correcta sobre a fundamentação do nascimento de um empregador diz-nos precisamente, que um bom, inteligente e diligente trabalhador de uma dada área de conhecimento, devidamente apoiado pela comunidade ou sociedade, pode tornar-se rapidamente um poderoso empresário criador de empregos.
    A única matéria prima donde pode sair um bom empresário é um trabalhador, pois que o empresário não nasce de sementeira nem cai do céu.
    A ideia fixa que só empresários criam emprego implica contar a história a partir da criação das empresas; uma mistificação histórica.

  25. Neves!
    Então, um trabalhador só cria emprego na condição de se ter tornado empresário. De preferência, um PODEROSO!!!! empresário.
    O que é um poderoso empresário?
    ”Só se faz empresário quem passou por trabalhador (…)”
    Ai sim?
    Muito me contas.

  26. NEVES, cala-te. LOL. Eheheheheh. Cada um que aparece.

    Os empresários, portanto, são …preguiçosos também. Por isso, o tecido empresarial português se transformou em «Lá tinha».

    Lol, ó NEVES, descobriste a RODA.

  27. Eheheheheh. Ó NEVES, devias ser emoldurado e posto lá bem em cima com o título «Este está irreversivelmente inflamado». ehehhehe. Vou ler outra vez. Já é noute e preciso das tripas limpas…

  28. «Só se faz empresário quem passou por trabalhador e são, precisamente, os trabalhadores mais ou menos afoitos, inteligentes, empreendedores, audazes, capazes de correr riscos ou mais espertos e sobretudo os que dominam bem as técnicas em que vão criar empresas e investir o seu dinheiro»

    Não há daquilo em Portugal….LOL.

  29. «Uma visão correcta sobre a fundamentação do nascimento de um empregador diz-nos precisamente, que um bom, inteligente e diligente trabalhador de uma dada área de conhecimento, devidamente apoiado pela comunidade ou sociedade, pode tornar-se rapidamente um poderoso empresário criador de empregos.»

    Por exemplo, Carlos Santos Silva, Dias Loureiro,

    Queres consultores, hum, queres…?

  30. «A ideia fixa que só empresários criam emprego implica contar a história a partir da criação das empresas; uma mistificação histórica.»

    Aquela é matéria para o PRUNES que com seu MÉTODO desmistificará até o impossível.

  31. Cabrão!
    Não te aproveites de mim para gozares com o Neves!
    Facho de merda!

  32. Ora, voltando ao ponto de antes do último, permito-me devolver à procedência todos os epítetos dignos da ELEVAÇÃO do «Eu sou o Manuel Casto Nunes».

    Podemos, contudo, sumariar o que o ANIMAL na linguagem que lhe é própria, é, qual seja, um ASSHOLE, one big ASSHOLE, que, por isso, verte, verte recorrentemente TRAMPA discursiva ad nauseam.

    A «pintura» do ANIMAL está, portanto, ilustrada.

  33. Cegueta olha que está a ficar tarde; logo tens que ir rezar ao Josemaría na igreja do Estoril. Perde mais um minuto e diz-me a que horas vais. A semana passada estava ausente pelo que não me foi possível confirmar se foste ou não à dita. Como moro em S.Pedro, tenho sempre a possibilidade de te ver se me confirmares a hora. Gostava de te apertar os ossos…

  34. adenda II,
    Para ser mais preciso o 1º parágrado dever-se-á ler assim,

    Esta é mais uma falsidade histórica que o pagode, de tanto ler e ouvir todo o mundo de todos os quadrantes repetir e confirmar, já nem pensa na sua verdade aparente que esconde o fundo da questão onde está verdade.

  35. ”(…)” pois que o empresário não nasce de sementeira nem cai do céu.”
    Ó Neves! E um bom trabalhador, nasce de onde? Da árvore das patacas?
    Desculpa lá! O que nasceu primeiro? O trabalho ou o emprego? O patrão ou o servo? O homem ou a ferramenta? A árvore ou a semente? O ovo ou galinha? Deus ou o crente? A criação ou a criatura?
    Estou a tentar entender a tua ordem de prioridades.
    Mas há um conselho que se dá sempre a quem escreve uma tese. Não se deve trocar o lugar do prefácio pelo da conclusão.

  36. Cegueta, eu não vou à missa nem entro dentro da igreja. Sinaliza-te de forma a que eu saiba quem és. Sei lá; a cor do fato e gravata, se vais com óculos de sol ou incolores, se vais só ou acompanhado, se és careca ou tens cabeleira farta. Procura dar o maior número de elementos possíveis não vá eu apertar os ossos a outro.

  37. O cegueta é este, Ferreira. Vais reconhecê-lo.

    numbejonada
    23 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 1:08
    MANUEL CASTRO NUNES

    TOMA ISTO COMO AVISO MUITO SÉRIO: NEM TENTES. SABES PORQUÊ? EU EMPENHO-ME EM NÃO LARGAR O OSSO! JÁ SEI QUE SABES O CAMINHO DO CAMPUS DE JUSTIÇA! A GRANDE LISBOA É PEQUENA.
    PERCEBESTE O QUE VAI NAS ENTRELINHAS?

    Agora, falo contigo em «letra minúscula» – o dono do blog, Valupi, disponibiliza este espaço para interação entre pessoas, abstraindo-se das mesmas. Tem tomado aqui uma posição de não admitir a usurpação de identidades para este efeito, fazendo valer, por isso, uma conduta decente nesse concreto aspeto. Tomando tal posição como uma caraterística definidora daquele, presumo que s ele estiver atento, perceberá porque escrevo esta pequena «memória» para ti.
    Portanto, meu caro, tenta não arrastar quem te proporciona espaço para te divertires, para a tua JAVARDICE.
    Tu, pela alucinação que aqui te têm caracterizado, já ultrapassaste a linha em várias situações e não sabes onde e como parar. Assim, para que EU não tenha que me INCOMODAR contigo, digo-te assim: toma atenção no que me concerne. Como fazes prints, eu também, já fiz os meus. ALCANÇASTE?
    PULGAS como tu, já eu cacei muitas, não raro, com simples perguntas. Novamente: ALCANÇASTE? Good.

  38. E agora vou dormir, senhor cegueta. Amanhã cedo volto.
    Vou andar por aqui na sua peugada. Sempre que aqui vier, virei atrás de si, para expor a nu a sua identidade.
    Passemos a conversa séria.
    E tenha muito cuidado, muita prudência, não ponha um pé em falso.
    Quando não tiver capacidade para argumentar pelo sério, não se coloque no meu caminho.

  39. Adelino Ferreira,

    Se te marcar encontro, o gajo contrata dois mercenários para o representar. O segundo é para o caso de chegares para o primeiro. Acaso não saibas, é assim que funcionam os cobardes.

  40. Rocha.
    Falando em abstracto, na ausência do concreto, um covarde nunca estará, para os devidos e expressos efeitos, no lugar onde diz estar.
    Se lermos nas entrelinhas da ameaça covardemente velada que me dirigiu, estará no primeiro dia útil de Setembro no Campus de Justiça.
    Mas poderá até não estar em lugar algum. E isso seria um abominável abuso de confiança, mandar ler nas entrelinhas o que lá não está mas, para quem lesse nas entrelinhas, obviamente estaria.
    Mas concordo contigo, quem vai ser viso, hoje à tardinha, na Igreja de Santo António, é o Ferreira.
    Se estás perto do Estoril, vai lá também, Rocha, se lá estiverem muitos, ninguém conseguirá ver a árvore, só verá a floresta.
    Ora, à missa, pressupostamente, só vão beatos e beatas. O Ferreira apresentar-se-á devidamente identificado. Será o único que, por respeito pelo sagrado, ficará à porta.

  41. MROCHA,

    Então, pá, reconheces os malucos não é? Não me digas que fugiram contigo, também?

    ADELINO,

    Já sabes onde ir. Reconhecerás sim. Claro está que não entras numa igreja. Olha que novidade. Nem te deves aproximar cinco metros, não é? Sentes-te mal e começas a fugir.

    PRUNES

    Ar e vento. Aparece também. Tu até já mostraste a tua cara. ÉS BURRA mesmo.
    Peugada? Tens a certeza? Está bem.
    Pôr um pé em falso? A sério, sério, sério? Está bem, vou ter muito cuidado contigo, BURRA CEGA.
    Olha, como és forte, aparece, de facto. Podes vir acompanhado. Não mandes os outros, parece mal.

  42. PRUNES,

    Não fiz AMEAÇA. Nunca ameaço. fiz-te um AVISO. Um AVISO que não é VELADO. É EXPLÍCITO.
    Volta à exégese…

  43. Só vou responder, senhor cegueta, a matéria objectiva e explícita.
    Pelo que noto que não me fez uma ameaça mas um aviso explícito de que me encontraria consigo, não na missa do Estoril, mas no Campus de Justiça.
    Esta é a notificação da recepção do aviso.

  44. PRUNES,

    AR e VENTO. Queres dicas? Espera sentado. A surpresa é o melhor remédio para malucos como tu.

    A GRANDE LISBOA, de facto, é muito pequena. E tu, desgraçadamente BURRA e ESCANCARADO, serves o prato. Lê mais, estuda mais e comporta-te. Quando há uma causa, há um efeito. E tu, genialmente BURRA, encarregas-te de fazer a ligação. Estás a ver no que dá seres fala – barato, muito fala – barato?
    Não vês. És cegueta. Tu e os teus derivativos. GRANDE BURRA me saíste.

  45. E já lhe expliquei, nas linhas, que não vou processá-lo, senhor cegueta.
    Vou alegar, publicamente e em todos os foros, judiciais e extrajudiciais, que sou alvo de uma ameaça ou aviso explícito, que foi dirigido por um alegado magistrado. Que recorrerá abusivamente aos poderes públicos que lhe foram conferidos por representação ou inerência, para punir um delito de opinião, após consecutivamente me ordenar que me calasse sempre que me referia à Operação Marquês.
    O senhor cegueta, que me parece ter dificuldade em ler ou em ver, ouve?
    Posso transmitir-lhe o teor desta por telefone.

  46. Vê lá, IGNARALHO. Vê lá se te cai em cima, o que gozas nos outros. FOLEIRO.
    Porque não publicas uma foto tua, em vez de gozares com a doença dos outros, ORDINÁRIO?

  47. ”Ega, já furioso, franzia a testa. Mas o Neves, com todo o sangue na face, teve ainda uma revolta àquela ideia do Dâmaso se declarar bêbedo.
    – Isso não pode ser! É absurdo! Aí há história… Deixa ver a carta.
    E, mal relanceara os olhos ao papel, à larga assinatura floreada, rompeu num alarido:
    – Isto não é o Dâmaso nem é letra do Dâmaso!… «Salcede»! Quem diabo é «Salcede»? Nunca foi o meu Dâmaso!
    – É o meu Dâmaso, disse o Ega. O Dâmaso Salcede, um gordo…
    O outro atirou os braços ao ar:
    – O meu é o Guedes, homem, o Dâmaso Guedes! Não há outro! Que diabo, quando se diz o Dâmaso é o Guedes!…
    Respirou com grande alivio:
    – Irra, que me assustaste! Olha agora neste momento, com estas coisas de ministério, uma carta dessas escrita pelo Guedes… Se é o Salcede, bem, acabou-se! Espera lá… Não é um gordalhufo, um janota que tem uma propriedade em Sintra? Isso! Um maganão que nos entalou na eleição passada, fez gastar ao Silvério mais de trezentos mil reis… Perfeitamente, às ordens… Ó Pereirinha, olhe aqui o Sr. Ega. Tem aí uma carta para sair amanhã, na primeira página, tipo largo…
    O Sr. Pereirinha lembrou o artigo do Sr. Vieira da Costa sobre a «Reforma das Pautas».”

  48. Deixe-me só explicar-lhe outra coisa, senhor cegueta, porque o senhor é de compreensão lenta.
    Se acaso não dispõe de algum poder público em que tenha sido investido por representação ou inerência, sediado no Campus de Justiça ou a ele recorrente, a que abusivamente possa recorrer para realizar a sua ameaça ou aviso e tudo não passar de basófia, levianamente emboscada em entrelinhas, estaremos face a um abominável abuso de confiança. Inaceitável.
    Eu também prezo as instituições judiciais, senhor cegueta. E anseio por prezar os sujeitos delas.
    Este detalhe escapou-lhe, tenho a certeza.

  49. Mais uma coisa, senhor cegueta.
    Se por acaso recorrer ao telefone, não perca tempo a tentar ensinar-me a ler por telefone. Porque eu não ouço.
    O senhor é cego e eu sou surdo.

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