19 thoughts on “Corte dos subsídios e das pensões: o que está em causa na decisão do TC”

  1. Parabéns. Excelente defesa da constituição e até da importância da actividade parlamentar. Não é possível disponibilizar o link deste video? Não consigo encontrá-lo e também não consigo partilhar.
    LA

  2. Bem na explicação de todo o processo e bem a sair das armadilhas do entrevistador.
    Meteu o Crespo das camisolinhas no bolso. Com essa garra e esse saber ainda vai longe. Pode ser que o exemplo seja contagioso…

  3. Concorde-se ou discorde-se, é esta a forma de estar na politica que dá gosto de ouvir e que cada vez mais rareia. Atrevo-me mesmo a dizer que o seu posicionamento e consequente defesa, foi digno de um presidente da República. Fica o exemplo!

    Obrigado

  4. não tenho som, mas como foi na porqueira deve ter sido um mix de frete ao regime e autopromoção da excelência da convidada. se conseguires 20 comentários de apoio e outros tantos elogiosos podes trocar por créditos na aquisição de um honório crespus. bora lá cambada, todos a a puxar pela sótora.

  5. é isso aí, Isabel, defender o Estado de direito é um dever de todos aqueles que integram os órgãos de soberania. Coragem!

  6. Embora só tenha conseguido ouvir até à imbecilidade atroz da frase “os desempregados estão todos no sector privado” (03:15), os meus parabéns e admiração por conseguir resistir com esta serenidade à presunção e matreirice do entrevistador.

    É bom que se repita até à exaustão que o que está em causa na decisão do TC não é o estatuto dos Funcionários Públicos (que óbviamente pode ser discutido), nem dos Pensionistas e Reformados do Estado (idem), é antes do mais a igualdade perante a Lei.

    Seja qual for o ponto de partida, o que não pode existir é um norma legal que faça tábua-rasa dele e descrimine Cidadãos apenas pelo motivo de terem um determinado empregador.

    Tudo o que seja argumentos fora deste cerne da questão, é desconversar, ou melhor, conversar ao lado. E o assunto é demasiado melindroso e delicado para se discutir sem ser duma forma séria.

  7. Daí que me pareça conveniente evitar, a este propósito, uma argumentação defensiva do género “progridem mais devagar”, ou “também já podem ser despedidos”, ou “ganham menos (ou mais) em média do que no privado”, precisamente porque nunca serão planos de argumentação válidos numa discussão que envolva um princípio tão básico e fundamental do Estado de Direito como é a igualdade perante a Lei. E que foi grosseiramente violado por normas do OE de 2012.

  8. Ó Isabel,
    Afinal tinha uma máscara na vez de uma mordaça. Mas caíu, tudo bem.
    Vou confessar-lhe: penso muitas vezes que o país estaria melhor sem a farsa Passos/Cavaco/comunas de Março de 2011 e a anterior legislatura fosse cumprida até ao fim. Ouço-a e essa ideia passa-me.

  9. tive a paciência de ver até ao fim e acho que ambos estiveram bem, o crespo bastante comedido, por sinal e a isabel a vender o peixe com vista a sacar votos na função publica, no fim teve direito a torrão de açúcar pela performance televisiva. hoje de manhã tinha visto sem som e fiquei com receio de ter sido injusto no comentário que fiz na altura, afinal enganei-me, a coisa ainda foi pior.

  10. Oi pessual, olhem-me só o que mapareceu na internete pás.
    Que acham, hein?
    Aí baie:

    Assunto: Diário Republica

    Subscrevo…exemplo e coerencia precisam-se

    Alteração da Constituição de Portugal para 2012, já em marcha!
    Pensam que poderá ser uma ideia interessante?
    Se sim, muito bem, toca a actuar.
    Se não, paciência, não façam nada.

    Alice Carvalheira R. Borges
    Universidade de Lisboa – Serviços de Acção Social

    Gabinete Jurídico

    Tel. 21 781 74 40 Ext. 305

    E-mail; alice.borges@sas.ul.pt

    Assunto: Alteração da Constituição de Portugal para 2012

    Peço a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contactos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.

    Em três dias, a maioria dos portugueses lerá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.

    Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

    1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.

    2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos.

    Todos os deputados ( Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.

    3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.

    4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.

    5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde actual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.

    6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses

    7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.

    O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.
    Assim é como se pode CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

    Se você concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE.
    Se não, PODE DESCARTÁ-LO.
    Você é um dos meus 20 contactos.
    Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR.

  11. Cerbeja,

    porque achas que essas e outras bofetadas dadas pelos representantes da nação nos representados foram aprovadas? E não te parece que pelo mesmo motivo, a sua alteração nunca o há-de ser? Dá jeito invocar a Constituição, mas só quando em proveito próprio.

    Acho que o texto peca por falta de pontos….

  12. Cortes no quê? Subsídios? despesas? Não, nada disso: ajudas de custo quando se deslocam mais de 5 KM e (?!?) 100 € por cada avaliação(!!!!!!!!!!!!) Senhores, isto não existe em lado nenhum, nem em países ricos, quanto mais aqui que o pelintra do contribuinte já pouco mais tem por onde ser chulado. Haja vergonha e limites à parasitagem.
    http://www.publico.pt/Educação/docentes-vao-receber-cem-euros-por-cada-colega-que-avaliem-1555407

    P. S. No DR, surgem quase semanalmente os anúncios de criação de novos gabinetes não sei de quê e respectivas nomeações. Isto já não é gordura, é obesidade mórbida. A besta terá mesmo de rebentar, o pior é que levamos todos com a merda que está lá dentro.

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