Cavaco, sempre sem surpresas, a inventar o sentido de estado que nunca teve

Já não vale a pena recordar o historial de um PR que põe a sua agenda pessoal acima do interesse de Portugal.
Podemos ir somando as suas pegadas nesta impressionante caminhada politica rumo a um espelho.
Cavaco olha para uma crise de governo muito, muito grave e aceita, claro, falar com Seguro.
Mais resolve convocar o Conselho de Estado, Órgão a que pertence, naturalmente, Passos, pois é PM, mas, perante a crise instalada dentro do Governo e em cada porta de cada casa, tenha ela o nome que tiver, Cavaco, “institucionalista”, “imparcial”, chama à reunião V. Gaspar.
É certo que Portas não faz parte do Conselho de Estado – Cavaco pode nomear cinco membros, mas não lhe ocorreu nomear o líder do Partido coligado com o seu -, mas por que raio não quer o Presidente ouvir Portas?
Faz sentido ouvir toda a gente implicada no desastre ou na solução do problema governamental exceto Portas?
Num mundo normal, não.
Num mundo onde rivalidades antigas e agudas enterram ainda mais qualquer hipótese de um PR primus inter pares faz.
O sentido de Cavaco é Cavaco.
No P3

5 thoughts on “Cavaco, sempre sem surpresas, a inventar o sentido de estado que nunca teve”

  1. Ainda estou a tentar perceber porque carga de água vai o ministro das finanças ao Conselho de Estado.
    Será para mostrar os modelos?
    Será porque o Passos não sabe explicar porque quer alterar a TSU?
    Será que vai explicar o “sucesso” das suas medidas?
    Será que é apenas para aumentar o poder do “sim”?
    É que já sabemos o que pensam Passos Coelho, Vitor Bento e Filipe Menezes, mas do outro lado estarão Rui Ramos, Mário Soares, Jorge Sampaio, Bagão Felix, Alfredo de Sousa, Carlos César, Manuel Alegre e António Seguro.
    Faltam clarificar as suas posições Assunção Esteves, João Jardim, Ramalho Eanes, Lobo Antunes, Rebelo de Sousa, Leonor Beleza, Marques Mendes e Pinto Balsemão.
    Como do PR não sabemos nada e certamente cairá para o lado que lhe der maior popularidade a incógnita é grande.
    Não me custaria ver Lobo Antunes, Ramalho Eanes ou Pinto Balsemão a ficar do lado dos que se opõem, mas nada é certo.
    Atendendo ao grupo, estou esperançado num “nim”

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