14 thoughts on “A PMA ainda não é para todas”

  1. Numa longa entrevista de três páginas ao “Público”, anteontem, António Costa diz coisas muito acertadas, faz diagnósticos muito correctos sobre o país e a Europa, mas, se me perguntarem hoje o que disse ele de novo ou de importante (considerando que até aqui não tinha dito rigorosamente nada), confesso que não me consigo lembrar de coisa alguma, só generalidades inócuas. Perguntado como vem acompanhando a situação na Grécia, responde com o Governo português.

    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-antonio-diga-qualquer-coisa-porra=f909807#ixzz3R17rrR2Q

  2. Ó inócuuo, oCosta fala pouco, mas fala bem. Provavelmente não faz o teu estilo, preferes mais fala-baratos né?
    Se não te lembras do que ele disse devias tomar memofante.

    Ah e quanto ao post reparo que nada dizes, vieste aqui só ao confessionário está visto.

  3. olha, Isabel, a minha admiração por ti hoje – e agora – desfez-se em água tal e qual a Amèlie. a ironia, o gozo e a sátira com que desdenhas da concepção biológica de um filho (e aqui poderá colocar-se a questão filosófica do que é fazer um filho? o que é um filho enquanto união de energia sexual resultante de afectos) é que é ultrajante. e depois o teu exemplo como estandarte das mulheres solteiras e valquírias – o cúmulo da presunção.

    se calhar era bom pensares um pouco nas mulheres, qualquer uma, que querem ter filhos de forma saudável e natural – porque não desdenham do macho que por acaso é determinante nisto de fazer filhos e porque não têm qualquer disfunção no aparelho reprodutor – e não podem porque não conseguem assegurar-lhes a existência: poque não têm emprego nem condições que lhes permitem tomar essa opção de fazer crescer a família. isso sim é um direito fundamental de qualquer mulher e também de qualquer homem. é que, como bem disseste, quem tem dinheiro faz o que quer e quando quer.

    em outra perspectiva, essa forma merdosa de desprezar o homem naquilo que é ter filhos de facto é feminista demais para a inteligência humana.

    mais uma coisa, porque entendo que ainda mereces a minha opinião absolutamente sincera, desagrada-me profundamente que desprezes por completo os leitores aqui ao contrário do que fazes nas redes sociais – local onde, obviamente, a visibilidade e o protagonismo visual te serão altamente favoráveis.

  4. “… o que é um filho enquanto união de energia sexual resultante de afectos…”

    eheheh… a bimba é de partir a moca

    “… desagrada-me profundamente que desprezes por completo os leitores aqui ao contrário do que fazes nas redes sociais…”

    ah! poizé… querias trela, mazéla quer votos

  5. Isabel, qual é a admiração de três mulheres deputadas, duas da direita, uma do PCP, terem atacado a tua proposta? Ficaste até chocada, dizes no video. Parece que, na tua opinião, por serem mulheres não deveriam ser antifeministas. Na verdade, o antifeminismo e os movimentos ditos pro-vida são hoje muitas vezes protagonizados por mulheres.
    A inseminação artificial, a fertilização in vitro e futuramente (?) a clonagem, replicando indivíduos sem intervenção de estranhos na reprodução (oh, suprema liberdade da mulher… e do homem!) põem problemas que vão além do medo irracional à mudança ou da vontade de oprimir e discriminar minorias. É preciso ouvir os argumentos dos outros, que os há muitos e variados.
    A PMA surgiu, historicamente, para ajudar casais com problemas de infertilidade. Logo pareceu a feministas e a lésbicas que qualquer mulher tinha direito às mesmas técnicas para poder ter filhos dispensando o sexo heterossexual. A alguns homossexuais masculinos pareceu que era enfim a maneira de poder ter filhos. E porque haveriam essas mulheres e esses homens de ser discriminadas, de facto? Seria uma discriminação inaceitável se se baseasse apenas em preconceitos ou diferenças de mentalidade.
    Intromete-se aqui porém o inevitável ponto de vista da Constituição: o interesse da criança, isto é, dos futuros filhos. É ou não interesse da criança ter um pai e uma mãe? Quem decide esta questão e com base em quê? E terá ou não terá o Estado o direito de se intrometer, dificultando ou facilitando a multiplicação de filhos sem pai, só com mãe? Eis algumas questões que acho pertinentes e se deveriam discutir à exaustão. Não me deixa muito boa impressão a simples insistência no direito à não discriminação, que parece pretender esquivar todas as outras questões.

  6. Ora beie, no dia em que a Procriaçãoe da Isabel morreira benssere, bamus bere o ótro braço dela com maiis uma tatoagem. ó pazinha, num tenhu passienssia pra tie, minha.

  7. Ó IGNORANTZIA, destes em birgem ofendida, e em maria patarreca sem bisita, hum? pur içu é ca te metes cum a Olinda, seue bazio riscadu. Oqueie.

  8. As minorias são uma porra.
    Têm lata suficiente para calar as maiorias.
    Daí as maiorias silenciosas que deixaram fazer as maiores merdas nesta Europa toda rota.
    Que pariu!

  9. “É ou não interesse da criança ter um pai e uma mãe? Quem decide esta questão e com base em quê? ”

    Ainda há gente a fazer esta demagogia de pergunta para se esquivar a admitir que se é preconceituoso…
    O superior interesse da criança é ter alguém QUE A AME, porra.
    Depois de se saber que em Portugal, uma em cada 4 crianças passa mal, quem é que se preocupou com o superior interesse da criança?!
    Ide contar histórias da carochinha para o regaço da direita. Parem de justificar preconceitos com o superior interesse da criança. É atentatório da inteligencia de quem vos lê e fica-vos mal.

  10. ó gatu badio, tá beie, mas oube, dispença os palabrões, pá. Andas aí meiu varalhadu. oube, atãe a daputada em cauza num é xupialista, pá? bê lá se ela pença em fazere ótra leie, pr exemplo, apanhare os prujanitores que dizem que num teem rendimentu e andam montadus em topos de gama, tás a bere? oqueie.

  11. “… num teem rendimentu e andam montadus em topos de gama, tás a bere? ”

    tô a bere tô, mazé a tua mãe a sere montada no topo da cama e tu a bateris palmas.

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