Marcelo, um católico 2.0

Espanta-me a falta de curiosidade dos nossos jornalistas. De todos os que costumam seguir o nosso Presidente para todo o lado, aparentemente, nem um se lembrou de lhe perguntar o que pensa acerca do conselho do cardeal patriarca aos católicos recasados. Mas espanta-me ainda mais que o próprio não se tenha pronunciado de livre vontade. É que para além de ser católico, tudo indica que não só concorda como pratica os ensinamentos de D. Manuel Clemente.

Depois de uma semana a ser brindado com mimos de toda a espécie, aposto que o cardeal não se teria importado de receber um pouco do afecto que o seu amigo tem para dar e vender a toda a gente.

8 thoughts on “Marcelo, um católico 2.0”

  1. detestei ler o que escreveste, Guidinha. até achei piada ao título – encheu-me de curiosidade. depois fui ver se tinhas descoberto algum facto que o justificasse e nada. pareces ignorante. desde quando não coabitar significa não foder? e desde quando alguém tem alguma coisa que ver com os amigos e a religião do Presidente? e por que raios e coriscos Marcelo tem ou não de concordar com as aleivosias inerentes às religiões em geral e com a qual se identifica em particular?

    2.0 sou eu, tens de concordar. :-)

  2. Guida, és uma moça nova e faz um esforço, tenta!, e não te deixes encantar com os prazeres do néctar. Não agora, mas à noitinha, lê um livro de poesia, pensa um bocadinho nas palavras, vê um filme, ou uma série, e depois escreve sobre o que quiseres que assim, cheia, vais ver que depois te sentes melhor contigo e com os/as outros/as.

  3. Quem é católico tem de o ser inteiramente! Ou então será um simpatizante,um curioso,um diletante, um mirone,um espreita,um comentador, qualquer coisa… algo católica!

  4. ai um gajo pode escolher só a parte da religião que lhe dá jeito? e pode mudar de religião ao sabor das conveniências também? impecável
    se soubesse que era tão fácil ainda chegava a Papa

  5. é assim que nasce o fanatismo, o terrorismo, o machismo, o filhadoputismo e outros ismos, arrisco: nasce da ausência de massa crítica perante uma fé, viva a redundância!, absolutista. :-)

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