Antes das autárquicas vem a época de incêndios

Rui Rio, que seguramente não tem um espelho em casa, defendeu que com um governo fragilizado em funções quem perde é o país. A remodelação, diz, devia acontecer “o quanto antes”, logo, antes das autárquicas marcadas para 26 de setembro.

Ora, vamos imaginar que o primeiro-ministro faz a vontade ao líder da oposição e substitui o ministro da Administração Interna a poucas semanas da época crítica de incêndios. Que dirá o Rui Rio, e todos os que como ele estão cheios de pressa para ver o Governo remodelado, se nas próximas semanas forem os incêndios, em vez da pandemia, a abrir os telejornais? Será que continua a defender que o melhor para o País foi a substituição, nesta altura, do ministro da tutela? Ou, pelo contrário, virá lembrar que não é no meio das batalhas que se mudam os generais?

37 thoughts on “Antes das autárquicas vem a época de incêndios”

  1. Conseguir que haja uma época de incêndios menos grave inclui, necessariamente, menos incendiários. Ou seja, a neutralização dos pirómanos, com adopção dos procedimentos adequados à sua imputabilidade diferenciada e diverso grau de reincidência.
    O que – pode dizer-se – já aconteceu com dois dos mais destacados incendiários deste blogue: vieira e camacho. Eles, que antes se pavoneavam neste blogue, inchados e de peito feito, desertaram agora para parte incerta. Vergados ao peso da derrota.

  2. O Ruizinho-dos-bons-conselhos-desinteressados!

    Ele é bom menino, só quer ajudar:

    “Era importante para o país que o governo ganhasse novo ânimo, nova dinâmica, nova organização. Com a composição que tem está gasto.”

    O Ruizinho deseja que o governo ganhe um novo ânimo, uma nova dinâmica — certamente para melhorar a sua imagem e subir nas sondagens. Tá-se mesmo a ver, não tá?

    Ele anda tão preocupado com o alegado “desgaste brutal” do governo… Quer salvá-lo!

    E se fosses levar na bilha, Ruizinho?

  3. Já estou comprometido, ó pide “erudito”, mariconço n° 2. A minha namorada é a Miss Piggy von Porcalhatz, mas, por estes dias, nem a ela consigo dar assistência em condições. Mas não sou ciumento, podes esfregar os teus miseráveis entrefolhos nos dela que eu não levanto problemas, estão bem um para o outro. Ao contrário de vocês, pides merdosos e mal pagos, há quem tenha vida para além deste pardieiro e, quando cá vem, é para conversar com calma, com quem quer e sabe fazê-lo e não apenas para largar peidos ou aturar heteropanascas como tu. Viste o solinho que esteve hoje, mariconço n° 2? Mar, pôr do Sol, brisa suave a afagar a tola, não te diz nada, pois não? Nem pode. No teu caso não é tola, é mesmo é cornos, seria um desperdício de brisa. A propósito, como vai o outsourcing da tua mulher?

    Acabou o intervalo, cabrão, tenho um filme para ver e não dá tempo para te continuar a foder.

  4. P.S. — Como já deves ter percebido, heteropanasca cabrão, precipitaste-te a peidar o relatório final e o wishful thinking vai valer-te uma redução nos ossos de frango da ração. O mais certo, porém, se forem espertos, é os donos devolverem-te ao canil. Olha que o pitbull residente morre de saudades tuas, bobi, é bom que lubrifiques bem as hemorróidas e o intestino grosso.

  5. Vem aí os incêndios ! Quem o diz sabe do que fala.
    Só falta dizer ao povo que sempre que virem uma estrada rodeada de fogo , que avancem pelo meio das chamas,aconteça o que acontecer !
    Será a plenitude para os Correios das Manhãs e o delírio para jornalistas manhosos,até para os que vêem Canadairs a despenharem-se no meio das labaredas!
    A inconsciência e o despudor voltarão a atacar !!!

  6. Um jornalista mediamente honesto estaria agora a perguntar aos leitores se a limpeza à volta das habitações, estradas e bens já estava feita !
    Proclamar que aí vem lobo, na sua estação, é habilidade mixuruca, ao alcance do idiota da aldeia.
    Falar da prevenção e cuidar dos meios que a possibilitem em tempo, os conscientes fá-lo-ão .

  7. hoje não há notícias de moscovo, nem putinadas. só uns impropérios em vernáculo gótico que revelam convulsões cerebrais graves na produção e abastecimento de metano ao caixote de comentários do aspirina.

  8. Lançada no final de 2005 pela agência de notícias governamental russa RIA Novosti e criada por Mikhail Lesin, antigo Ministro da Comunicação e ex-conselheiro de Vladimir Putin, a RT tem vindo a cumprir com zelo a sua missão de instrumento de soft power do Kremlin. Violando reiteradamente as regras básicas da ética jornalística e não tendo escrúpulos na escolha dos meios usados na sua guerra de propaganda.
    A postura “alternativa” da RT é tanto método de persuasão quanto linha editorial politizada. Essa postura traduz-se numa cobertura mediática dos movimentos sociais do Ocidente, feita no registo da ampliação tablóide das situações de crise e de contestação, com o objetivo de fixar nos ecrãs a imagem impactante das fraturas sociais, políticas e religiosas das sociedades ocidentais e, subliminarmente, de desmistificação da capacidade das democracias liberais e pluralistas garantirem a ordem social e resolverem pacificamente as suas tensões.
    A abordagem seletiva da realidade feita pela RT serve um propósito de autodefesa e autojustificação que lhe é característica, propondo-se como fonte de informação fidedigna que, em nome do combate à “desinformação”, revela a verdade oculta pelos media mainstream ocidentais, supostamente unívocos.
    Com os seus fluxos de imagens em bruto, a Ruptly, agência vídeo da RT, é meio instrumental dessa estratégia de reivindicação de uma presumida capacidade de apresentar os acontecimentos sem qualquer filtro, “tal e qual como eles existem”.
    Através dos seus conteúdos e escolhas dos convidados, a RT veicula uma combinação de valores antiliberais, não tanto no plano moral quanto nos planos político e institucional, em que a Rússia é apresentada como estruturalmente oposta ao Ocidente liberal intervencionista.
    Seja visando o neoconservadorismo russófobo de certas elites americanas (RT Internacional e RT América), seja assumindo o discurso anti-imperialista da esquerda socialista e bolivariana (RT em Español), seja ainda favorecendo a defesa da estabilidade política dos regimes laicos autoritários do mundo árabe, com uma abordagem céptica das “primaveras árabes” de 2011-2012 e a responsabilização do Ocidente pelo fracasso dessas sociedades (RT Arabic).
    Através das suas filiais europeias RT France, RT UK e RT Deutsch, a RT explora o filão ideológico do soberanismo e do eurocepticismo, no qual desaguam as correntes políticas não liberais de esquerda e de direita, unidas na rejeição comum da União Europeia, propagando, nuns casos, a rejeição do multicuralismo e o nacionalismo xenófobo, noutros, o combate à globalização e a apologia das dissidências e rebeldias anti-sistémicas.
    No caso francês, são eloquentes as ligações estalecidas entre Alexander Orlov e o seu conselheiro Leonid Kadishev e a Frente Nacional de Marine Le Pen, que resultaram, no verão de 2012, no lançamento da cadeia de televisão ProRussia.tv, protagonizada por antigos quadros da Frente Nacional como Gilles Arnaud, Roger Holeindre e Pierre Descaves e da GRECE, como Philippe Milliau e Michel Marmin. E ainda Bruno Gollnisch (ex-Frente Nacional), Jacques Bompard (membro fundador da Frente Nacional em 1972), Jean-Yves Le Gallou (ex-Frente Nacional), Marion Maréchal-Le Pen, deputada da Frente Nacional e Evgeni Fedorov, deputado da Duma russa e figura próxima de Vladimir Putin.
    É, pois, sem surpresa que a RT France dá não apenas voz à extrema-direita francesa como qualifica politicamente a Frente Nacional, atribuindo-lhe o título de “partido da França n.º 1” e elevando Marine Le Pen ao estatuto de “grande dama da política”. Neste último caso, um sinal mais da estima recíproca existente entre a líder política francesa e o senhor do Kremlin, sinalizada nos encontros de Marine Le Pen e Marion Maréchal-Le Pen com duas personalidades da cúpula do regime russo, Serguei Narichkin e Dmitri Rogozin.
    A ação de desinformação levada a cabo pela RT (à semelhança da Sputnik) consiste, nomeadamente, na invenção de factos noticiosos, de que é exemplo, em 2016, o chamado “caso Lisa”, criado em torno duma suposta violação coletiva perpetrada por migrantes árabes sobre uma jovem alemã de origem russa, usada para efeitos de fragilização política da chanceler Angela Merkel.
    Consiste também na fabricação da realidade, conforme ilustrado na campanha de manipulação mediática levada a cabo, também no ano de 2016, com o objetivo de descredibilizar o Estado estoniano, apresentando-o como pró-nazi ou ainda na manipulação de provas, conforme sucedido aquando da divulgação de imagens de satélite que supostamente provavam que a queda do voo comercial MH17 em 2014 tinha sido causada por um míssil ucraniano.
    O canal russo RT é hoje espaço de eleição para a fauna de jornalistas, bloguistas, políticos, académicos e ativistas difusores da interpretação conspiracionista anti-americana e anti-israelita, o que inclui a difusão de comentários veiculando a tese conspiracionsta do 11 de Setembro e uma ligação próxima com o site Reseau Voltaire de Thierry Meyssan, conhecido protagonista do conspiracionismo internacional e colaborador da Al-Manar, a cadeia de televisão do Hezbollah, emissora de folhetins televisivos inspirados nos “Protocolos dos Sábios de Sião”.
    Seguindo uma técnica comprovada, a RT dá voz e visibilidade a personalidades oriundas das franjas mais radicais do espectro político, muitas produzindo um discurso clássico paranóico ou até delirante.
    Figuras como Alain Soral, Thierry Meyssan, Julien Teil e Lyndon LaRouche, Alex Jones e Jesse Ventura, Webster Tarpley, Wayne Madsen e William Engdahl, Daniel Estulin e Michel Chossudovsky, David Ray Griffin e Giulietto Chiesa, Cynthia McKinney e Ron Paul, Peter Joseph, Luke Rudkowski e Kevin Barrett.
    Mas também William Rodriguez, Dylan Avery e Jason Bermas. E igualmente com honras de microfone, a já referida Marine Le Pen (admiradora de Putin, o “grande irmão de Leste”), Marcel Ceccaldi e Roland Dumas. Ou ainda Malik Zulu Shabazz e David Duke (supremacista branco e ex-Grande Feiticeiro do Ku Klux Klan) e Donald Boström, jornalista sueco que acusou Israel do tráfico de órgãos extraídos dos cadáveres palestinianos, e fazendo coro com antisemitas da cepa de Hervé Ryssen e Boris Le Lay e participantes no site conspiracionista Mondialisation.ca como Silvia Cattori ou Gilad Atzmon, contribuinte ativo na difusão dessa reinvenção contemporânea do mito repulsivo do homicídio ritual judaico.
    E é nesta fonte de água poluída com muitos e variados excrementos que camacho mata a sede. E pelo que afirma, sabendo-lhe a mel aquela água suja. Quase tão suja como a sua língua de sabujo e pederasta homofóbico.
    Chamando aos outros “pide”, camacho não faz outra coisa além de manifestar a natureza pidesca da sua intolerância, na versão peculiar da vitimização paranóica. Cada insulto que profere é, afinal de contas, exercício de autodegradação, recalcamento da consciência do próprio fracasso.
    Não haja ilusão: camacho é combatente imaginário, caricatura de revolucionário. Nem sequer sombra de Che, mas, na melhor das hipóteses, versão pífia do mito argentino, emburguesado, decadente e lúcido na cobardia.
    Quando camacho chamar a alguém “pide”, lembrem-no de que ele não vale uma pulga dum catre da Prisão de Caxias. E que a sua imbecilidade o habilita a ser apenas moço de recados de Silva Pais ou engraxador dos sapatos de Barbieri Cardoso.

  9. cada vez que a vaca vai pastar à wiki e engole kinkylharia fica a arrotar scrooges como se tivesse comido lagosta de escabeche com pepino salteado.

  10. adoro água das pedras , mas agora não . toma lá mais um aperitivo dos canibais :

    https://www.jornada.com.mx/2009/08/23/opinion/014o1pol

    “Según Larry Rohter, de The New York Times (23/5/04), el israelí Ilan Peri es el cerebro tratante del mercado negro del transplante global de riñones por conducto de la empresa TechCom, con sede en Tel Aviv. Después de haber sido expuestos en Sudáfrica y Brasil, los traficantes israelíes de órganos trasladaron a China gran parte de sus operaciones.”

    felizmente na américa do sul ainda não têm os complexos europeus.

  11. a água das pedras era para digerires os anglicismos martelados que alimentam o pedantismo que exibes.
    não deixa de ser curioso o nome do moço ser russo/israelita e o negócio ter começado com importação de rins da rússia e depois outros países de leste, é o que li no original do nyt. pode ser que o teu amigo capacho esclareça com uma rajada de linques rt.

  12. Na falta momentânea da mula-russa camacho, acode a nossa yo, parola por vocação, covid-negacionista de conjuntura e paranóica a tempo inteiro. Citando artigos dos reputados jornais de referência que criteriosamente seleciona em jeito de “Readers Digest” altermundista e prestando a vénia ao prof. Alfredo Jalife-Rahme, ilustre académico distinguido pela Reseau Voltaire, essa escola de boa informação.
    Diz que “felizmente na américa do sul ainda não têm os complexos europeus”. Compreende-se: avessa a vacinações, a nossa yo vive integralmente sem complexos. E sem vergonha na cara.

  13. Caro RT do PIDE Camacho
    Já li o essencial do texto que publicas na versão que reputo de original. Muito mais escorreita, sem erros de significados nem de pontuação. Tradução abaixo de medíocre, com (des)arranjos à maneira para parecer fabrico nacional…citar nomes sem o devido contexto tem o impacto de uma pagela…
    Atira ao Camacho com a Enciclopédia Britânica em livro, sempre é mais pesada e aleija mais !
    Enfim, exemplo do que se faz quando o desespero os entala : carradas de prosa ininteligível.
    Passe cá por casa, ainda prova o presunto !
    .

  14. Olá companheiros de luta.
    Olá, tamém (erro propositado), filhos da puta.
    Confesso que o (cada vez mais ) idiota do trolha/ignatz já chateia de tanta burrice. Faz perder um pouco da pica e tenho outras coisas para fazer além do bate-boca com cavalgaduras.
    Gostava, no entanto, de chamar a atenção para o outro palhaço sem nick que por aqui aparece a bolsar merda e que, pelos vistos, não incomoda o trolha/ignatz se confundirmos os dois.
    Fora a grouppie que aqui apareceu a elogiar a cavalgadura (deve ser a mãe) o triste ressabiado está só e, se me permitem a contradição, mal acompanhado pelo cabrão do watchdog.
    O watchdog de merda copia textos sobre os assumptos (wink, wink), adapta-os e tenta espalhar a confusão, mas percebe-se bem quem são os alvos a abater e porquê. E o trolha, todo contente c’o amiguinho novo, nem pia.
    A propósito, watchdog: Os teus amigos da moçada lá da ponta do mediterrâneo nunca te contaram que a Marine Le Pen os apoia? E que foi essa uma das principais divergências que teve com o papá?
    E a catrefada de grupos extremistas de direita, considerados xenófobos, racistas, alguns declaradamente neo nazis que têm relações amigáveis com eles? A mentora do Breivik, por ex. Claro que te lembras do cabrão que matou uma data de putos do partido trabalhista que se manifestaram a favor de um boicote aos teus amigos.
    Tem piada que até a RT fala deles com algum cuidadinho.
    E ainda te queixas…

    Já agora, para comentar o post digo:
    Há muito que afirmo que a maioria dos incêndios têm origem criminosa e intenções principalmente políticas.
    Como é possível o nº de ignições tão elevado sem que ninguém ache anormal?
    Os mérdia atacam imediata e concertadamente o governo (PS, claro) , sem que se saiba de resultados de hipotéticas investigações e acaba por encobrir os criminosos.
    Quando são apanhados c’a boca na botija, a bófia culpa sempre um desgraçado com perturbações mentais ou dizem que foi uma queimada ilegal.
    Calculo que o sentido que dei não fosse a ideia da GUIDA, mas aproveitei. Peço desculpa.
    Não liguem. Sou eu que sou maluquinho e teórico da constipação. Até tenho um chapéu de folha de alumínio na tola e tudo.

  15. putin com le pen,
    le pen com ventura,
    só não rima com
    quem não vos atura

  16. A estupidez e primarismo dos pides de serviço ao pardieiro chegam a ser confrangedores. Diria mesmo constrangedores. Lembram aquele idiota da agremiação que, no tempo do botas, numa rusga a casa de um antifascista, lhe apreendeu um livro sobre cubismo como prova de que o homem era comunista. Cubismo-Cuba-comunismo, topas? Foda-se!

    Bueno, mas agora tenho que fazer, volto mais logo para vos meter de novo o dedo no cu. É só para ver se têm ovo, nunca se sabe.

  17. “Já li o essencial do texto que publicas na versão que reputo de original.”

    claro, contigo só originais e reputas. mas é muito coirente, mas é o que temos.

    “Muito mais escorreita, sem erros de significados nem de pontuação.”

    mas uma grande seca para os caça vírgulas & pintelhos ortográficos

    “Tradução abaixo de medíocre, com (des)arranjos à maneira para parecer fabrico nacional…citar nomes sem o devido contexto tem o impacto de uma pagela…”

    um gajo que se expressa por metáforas gongóricas e hipérboles abstratas dá notas críticas e exige contextos sob pena de excomunhão da comunidade literária acetilsalicílica.

    “Atira ao Camacho com a Enciclopédia Britânica em livro, sempre é mais pesada e aleija mais !”

    ah… vieste socorrer o camarada da luta. já tinha percebido antes, confirmei agora.

    “Enfim, exemplo do que se faz quando o desespero os entala : carradas de prosa ininteligível.”

    vê lá se te decides, começas por perceber e acabas a desperceber. vontade de apostar em todos os números do milhões sem ter de pagar por isso.

    “Passe cá por casa, ainda prova o presunto !”

    só se for o da tua mulher, manda fotografia para ver se vale a pena.

  18. Uma vez mais, vieira despeja as suas imundices de sanita entupida.
    Cagalhão de mão cheia e corno manso, vieira faz-se acompanhar das caganistas adjacentes. Somados, dão-nos a mais-valia duma boa porção de merda.

  19. abrão da cabra leiteira :
    Não o sabes mas vou ensinar-to. Em qualquer lugar a educação revela com quem falamos, melhor que o mais detalhado curriculum vitae.
    De tal maneira que até no Inferno, conta quem sabe, Satanás requinta as suas maneiras e acções de uma aristocracia e elegância que,infelizmente não vemos neste blog.
    As suas primeiras palavras, quando lá chegamos, são para pedir imensas desculpas pelas deficiências do ar condicionado,há uma eternidade com falhas. E por aí adiante…
    Aquela de trazeres a minha mulher à baila, não tem a menor importância. Como abelardizado completo que ostentas ser, só podes incorrer no pecado da contemplação.
    Muita saúde

  20. podes começar por ensinar educação e boas maneiras ao teu amigo camacho, que deve ser o maior javardo que por aqui apareceu mais a escória que o aplaude, mas aparentemente isso não te incomoda. só chateia quando atinge as tuas convicções xungosas.

    eu sei que não tem a menor importância trazer a tua mulher à baila, nem sei porque reparaste nisso e teces considerações de pecados ou cenas congéneres. mas fotografia do presunto , tá quieto.

    pleased to meet you, hope you guess my name, but what’s puzzling you, is the nature of my game

  21. O bully mariconço, cobardola e intriguista, que anda aqui há anos, diariamente, quase de minuto a minuto, a chamar nomes a tudo o que mexe (idiotas, parvos, estúpidos, burros, burros do caralho, etc.), de repente fica chocado com a falta de educação e boas maneiras do gajo que, farto de ser bem-educado, lhe deu a provar, em dobro e em triplo, a sua própria peçonha de malcriadão. Tadinho, que sensível que ele é, o mariquinhas. E a seguir, como prova de boa educação, e pela centésima milésima vez, não se aguenta e vai chamar vaca à garina lá de cima. Ainda que discorde radicalmente de praticamente tudo o que ela opina, gostava de estar presente no dia em que te atrevesses a chamar-lhe vaca presencialmente. Suspeito que a rapariga, sozinha, chegava para te ensinar boas maneiras, mas, se lhe desse para o pacifismo, quem te partia a tromba, na hora, era eu, porco. E depois repetia-te, de viva voz, todos os mimos com que te tenho brindado aqui (até fazia previamente uma lista, para não esquecer nenhum). E depois, ainda, convidava-te a fazer o mesmo com o que, em relação a mim, por aqui tens bolçado.

  22. Porco, não sou um valentão. Sou um gajo que sente por ti um enorme desprezo e um profundo nojo, pelo que és, pelo que fazes, pelo que representas. Um nojo de tal tamanho que, se não fosses uma completa besta e conseguisses aperceber-te de um décimo da sua dimensão, te metias num buraco e tentavas tapar-te com os milhares de arbustos que diariamente usas para esconder o focinho e a peida. E se, por milagre, conseguisses adquirir um milésimo da vergonha que é normal no cidadão comum, nem assim te sentias confortável.

  23. Pide mariconço n° 2, até no copianço és incompetente, javardo, apanhado com a pata na caixa das bolachas com uma pintarola do caraças, sem apelo nem agravo. Agora é que te devolvem mesmo ao canil, plagiador infantilóide, estás tramado! Tramado e inseminado, coitado. Olha, ouvi dizer que o pitbull residente, o tal que está cheio de saudades tuas, fez negócio com um rottweiler recém-chegado para te repartirem os entrefolhos. E parece que está também a caminho um rafeiro-alentejano, bicho de dimensões avantajadas que também quer uma talhada. Tás lixado, pide mariconço n° 2, ficas com um tal calo na peida que vais ter de gastar as economias todas em pomada para tirar calos.

  24. menú do dia:

    3 entradas rt à escolha:
    . melão assange com tintol d’almeirim
    . smetana negacionista au covid
    . borscht nazionista

    2 pratos principais:

    . porco desprezível com molho kamachov
    . pide mariconço à chefe

    sobremesa:

    . o grande jimmy dore e seu esplendor

    dass… e não saímos daqui

  25. Faço saber aos pacientes desta enfermaria que, se persistirem em se agredirem mutuamente, a direcção clínica deste Manicómio terá de equacionar o recurso a adequadas terapias psicoactivas e electroconvulsivas. O uso do colete de forças não está excluído.
    Lisboa, 7 de julho de 2021
    Dr. Segismundo Curatolas
    Manicómio de Rilhafoles

  26. Mais cidadania do grande Jimmy Dore, americano de lei e cidadão do mundo, sobre a testemunha-chave da bófia mafiosa do império do bem contra Julian Assange, que admite agora ter inventado os “factos” que a máfia imperial considerou cruciais para a acusação. Edificante é também o facto (e não “facto”) de esse bufo aldrabão ter no currículo várias condenações por abuso sexual de menores, desvio de fundos e outras vigarices, todas elas do conhecimento da bófia mafiosa do império, que lhe prometeu imunidade para crimes ainda não julgados se ele vomitasse aldrabices em relação a Assange.

    https://youtu.be/WlZwnBWvvpU

  27. O pide mariconço n° 2, agora escondido em Rilhafoles, mudou o nome ao arbusto para ver se ganha tréguas dos pontapés no cu que tem levado. Só depende de ti, palhaço.

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