A nova luta da CGTP

Ao contrário do que seria de esperar, ou talvez não, os sindicatos têm assistido tranquilamente à destruição levada a cabo por este Governo de todos os direitos pelos quais dizem que lutaram durante décadas. As poucas manifestações com impacto nos dois últimos anos não foram organizadas pelos sindicatos e, por estranho que pareça, até na direita há vozes mais críticas do que as dos sindicalistas. Mas eis que o Arménio Carlos descobriu uma forma de a próxima manifestação da CGTP ser um sucesso. Desta vez o sucesso da manifestação não dependerá do número de participantes, isso era dantes, dependerá de conseguirem manifestar-se no local brilhantemente escolhido pelo Arménio, pelo que podem ser apenas meia-dúzia de manifestantes a atravessar a ponte para que no fim se grite vitória. Mas não serão os únicos vencedores. O Governo nem precisa de esperar pelo dia da manifestação para reclamar vitória, afinal, pode continuar a anunciar medidas e cortes brutais diariamente sem ter de se preocupar com a reacção dos sindicatos, que por estes dias andam entretidos com esta nova luta: o direito a poderem atravessar uma ponte.

90 thoughts on “A nova luta da CGTP”

  1. Tenho em breve de regressar a estas lides por causa da questão europeia, que uma lesão tem-me afastado das teclas.

    Mas tanta má-fé, desonestidade e cegueira provam de modo ululante que há dois anos que deve andar vivendo na lua ou num país diferente daquele que tão mal e erradamente descreve.

    Será absolutamente catastófico para a História que uma calamidade leve todas as fontes deixando apenas textos como este, um tratado de fanatismo.

  2. nm, até da Lua se pode ver que este Governo é o que tem sido menos castigado por manifestações organizadas pelos sindicatos. Mas se não é assim, tens aqui espaço para fazeres justiça e repores a verdade, diz lá onde foram essas grandes manifestações. Olha as dos professores, por exemplo. Daqui da Lua vejo mais professores agrupados à porta dos centros de emprego do que em manifestações. Mas devo estar a ver mal.

  3. pois é, oh nanómetro! as autárquicas deixaram muita gente lesionada. se fores à manif, enche os bolsos de pedras e atira-te ao rio, que o sindicalismo agradece.

  4. Estes textos demonstram que as manifestações da CGTP contra os governos do PS só pecaram por não serem mais. O Partido dos Swaps (PS) já não engana – é uma bengala dos mesmos interesses a que servem o PSD e o CDS. Por isso o PS (Partido dos Swaps) já vai avisando que coligações só à direita.

  5. Exato João. assim é que foi, por o povo na miséria, que é, na realidade, o projeto do comunistas. Quem não anseia pelo nível de vida de Cuba, ou da Venezuela a caminho do “socialismo” com prateleiras vazias e inflação galopante?
    Pecaram por de menos pois. Lixaram bem o Sócrates, não foi? O gajo agora está marado, imagino, com um bom trabalho numa multinacional, a ganhar bem, mais o Amado na Banca, a ganhar melhor, e o povo de rastos….eis a grande vitória do sindicalismo português, que aliás muito se assemelha a este governo: de vitória em vitória, até a derrota total…mas como isso de ser comunista também é coisa do âmbito da metafísica, estamos conversados…

  6. Inácio de Loyola, sem dedos que permitem para já teclar: vai pó caralho

    Guidinha: pede ao Proença que a UGT se chegue à frente, ao Vieira da Silva que não agrave o código de trabalho, ou aos deputados do PS que não deixem passar as alterações ao mesmo código feitas pelo Governo de PAssos Coelhos. O teu fanatismo cega-te. O teu post é uma mentira que só oligofrénicos e selenitas engolem.

  7. O Sócrates é que nos lixou. Autostradas “galore”, para quê? Porque não investir aquele dinheiro em produção? Ah. O PS concorda com a direita relativamente ao Estado não poder ter empresas produtivas, indústrias. Pois é. O Estado para as empresas só serve para encher a mula das empresas dos ex-ministros. O Estado serviu para nacionalizar, ou seja, colocar os reformados a pagar, o buraco do BPN mas já não serviu para nacionalizar o que dos donos do BPN, a SLN, era lucrativo.

    Estamos na situação em que estamos devido aos 35 anos de alterne PS/PSD.

  8. O que tenho visto e ouvido nos últimos anos no comportamento da nossa “esquerda” em particular por parte do PCP e de que aqui o comentador que me antecede é bem um exemplo, leva-me a que deixe aqui uma passagem do célebre CAFÉ REPÚBLICA de Álvaro Guerra que há dias me deu para reler. Refere-se ele à opinião divulgada pelo EXECUTIVO DA INTERNACIONAL COMUNISTA sobre a ascensão de Hitler ao poder. Diz então o tal EXECUTIVO:

    “A instauração de uma ditadura fascista, dissipa as ilusões democráticas das massas, libertando-as da influência da social-democracia e acelera assim a marcha da Alemanha para a revolução proletária”

    Nem mais! Ao menos estes não tinham medo das palavras e não tentavam enganar ninguém. Por cá é indiscutível que estas palavras têm sido a bússola orientadora do nosso PCP. Uma tristeza, que mais uma vez leva a pensar nas célebres palavras de Hegel quando diz que, se alguma coisa a História nos ensina é que os homens são incapazes de aprender o que quer que seja com ela!

  9. Duas coisas sobre o sr. Cícero:

    Se o actual governo PSD/CDS é análogo a uma ditadura fascista então o PS claramente coloca-se como partido social-fascista uma vez que desde a sua fundação que o PS faz coligações com o PSD e o CDS tendo há pouco já renovado a sua disponibilidade para mais uma coligação.

    Depois, numa nota meramente académica, a razão de Hegel para a incapacidade de aprender com o passado é a da ‘urgência do presente’ – o que ele quer dizer, então, é que o presente tem uma liberdade própria em relação à simples continuidade ou fluxo vindo do passado, uma liberdade, ou momento de independência, esta do presente, para a qual não há aprendizagem possível.

  10. empresas comunistas que vão animar a temporada económica 2013-2017 e gerar emprego, c.m. constância, c.m. peniche, c.m. alpiarça, c.m. s. m. agraço, c.m. loures, c.m. benavente, c.m. avis, c.m. monforte, c.m. mora, c.m. arraiolos, c.m. almada, c.m. sesimbra, c.m. setúbal, c.m. seixal, c.m. barreiro, c.m. moita, c.m. palmela, c.m. alcochete, c.m. montemor-o-novo, c.m. évora, c.m. vila viçosa, c.m. alandroal, c.m. alcácer do sal, c.m. grândola, c.m. alvito, c.m. cuba, c.m. vidigueira, c.m. moura, c.m. barrancos, c.m. serpa, c.m. beja, c.m. santiago do cacém, c.m. castro verde e c.m. silves.

  11. Val,
    esta foi escarrapachadamente para chamares os comentadores comunas espicaçados, certo? Tem a sua graça, porque eles resistem e espalham-se ao comprido: temos agora a revelação de que a maioria do povo votante nestas autárquicas é social fascista.
    Agora outra questão, sem ser a cgtp, que oposição e mobilização de massas (de rua, de ponte, de autoestrada, o raio que parta) é que está a ser feita?

  12. Uma análise bem “terrena” e muito fidedigna do que se passa neste quintal à beira mar!
    A capacidade de mobilização sindical já teve melhores dias, maior parte dos sindicalistas
    estão engajados nos partidos, as tais associações para tratar os interesses próprios, ao
    eleitor basta depositar o voto … eles tratam do resto, dizem ser a democracia!
    Continuam com palavras/bandeiras do século passado, desatentos da realidade de hoje,
    sem qualquer prospectiva do que seja o futuro que, pelo caminho que seguimos poderá
    ser um cruel regresso ao passado … sem voz, sem direitos e, com codeas porque o mio-
    lo será para os serventuários dos algozes!!!

  13. nm, insistes em dizer que é mentira o que escrevi, mas, vá lá saber-se porquê, não repões a verdade como te sugeri.

    E onde é que está o fanatismo? Estás a dizer que só o fanatismo pode levar alguém a criticar a actuação dos sindicatos? Que os sindicatos são entidades acima de qualquer crítica e que os seus dirigentes nunca, mas nunca cometem erros e que as decisões que tomam têm de ser acriticamente aceites por todos? E eu é que sou fanática. Pois.

  14. p.s. curioso que ainda não tenha visto aqui uma manifestação- sócrates ou pós-sócrates- defendida como boa. Gostava de saber, autor, quais são as formas boas que o povo tem, na tua opinião,de se manifestar.

    zzzz….

  15. ena, isto está com um dinamismo de resposta e contra-resposta, que fica animado – e desencontrado. De qualquer forma. Val, aplica o conselho ti próprio- vê a trave no olhito que te provoca a visão do argueiro no olhito alheio. Iso não é resposta, é falta de argumento. E não respondeste, essa é que é essa. Quais são as formas, Val??? Comentar no aspirina não chega, postar também não, condenar todas as formas de manifestações -partidárias ou não, também não. So?

  16. Será que os comunas, que têm todo o direito de existir, não são oportunistas políticos, marimbando-se nas ideologias comunistas, quando se aliam à direita mais reaccionária do país para fazer seja o que for? Que integridade é esta? Não se sentem minimamente culpados da actual situação? Porque é que, depois de 40 anos pós 25A74, ainda não arranjaram força para governar? Oportunistas da trampa!

  17. Mobilizar todas as pontes do Tejo, é que seria imaginativo. E os cacilheiros também

    A Ponte Salazar, a Ponte Carmona e a ponte Dom Luís em Santarém por serem antigas, para os velhos aposentados do Estado e os políticos da Pensão vitalícia.

    Por serem enormes e modernas e com trânsito quase inexistente, a Vasco da Gama, Salgueiro Maia e Carregado, para todos os desempregados e desocupados, e se não chegarem mobilizam-se os cacilheiros.

    Os maquinistas ferroviários e metropolitanos, grevistas mensais, Pontes ferroviárias Salazar e Abrantes.

    Não esquecer mictórios para o pessoal da prostata, que os golfinhos merecem respeito.

  18. estando eu de acordo com o que a guida. jrrc, torres. J. Madeira et al :) repito-me: quais as alternativas que defendem – realizadas ou por realizar com impacto e mobilização? O que é que acham que se deve fazer face ao grito de guerra lançado por estes governantes aos seus governados?

    zzz…

  19. guida,
    “até da Lua se pode ver que este Governo é o que tem sido menos castigado por manifestações organizadas pelos sindicatos”. Concordo.
    acrescento que ao contrário de condenar mais manifestações sindicalistas ao actual governo, se devia apoiar. O outro dizia, em situação de impasse, que eram todos berlinenses. E agora, não somos todos portugueses? Já agora, que te respondi, peço resposta à minha pergunta em comentário atrás.

  20. edie, mas onde é que me viste condenar a realização de manifestações sindicalistas ou outras? Mas isso não significa que apoie o Arménio neste finca-pé que dura há dias, até porque ainda não percebi, nem aqui ninguém me explicou, qual é afinal a vantagem da manifestação ter de ser realizada na ponte. Tirando, claro, a parte em que o Governo deve estar a adorar…

  21. edie, não desconverses, não é a manifestação é o finca-pé quanto ao local. Chamas estrebuchar ao que se tem visto? O Governo até agradece.

    Mas diz-me lá qual é a vantagem de ser na ponte. É que, de repente, ocorrem-me algumas desvantagens. Se fosse idosa não punha lá os pés. Levar os meus filhos, nem pensar. Se fosse sindicalista se calhar tinha como objectivo a participação do maior número de pessoas e não cantar vitória só porque levei a minha avante e atravessei a ponte. Mas não sou sindicalista, não percebo patavina de organização de manifestações.

  22. guida,
    não tens lido os jornais? o governo não tem agradecido, tem feito coisas muito diferentes do agradecimento: “mudem para a vasco da gama, aqui não!” E tu vais na conversa da segurança? Crianças e idosos nem pensar? Porquê? Que diferença faz em relação a manifestações realizadas noutras pontes? E se é verdade que as manifs da cgtp não têm expressão numérica, actualmente, qual a diferença face às maratonas dos 8 aos 80 que lá se fazem?

    P.S. Continuas sem responder à minha pergunta, antes acrescentando outras perguntas à minha resposta. Eu respondi às tuas, por duas vezes. Estamos a chegar ao limite da (falta de) honestidade no debate.

  23. Se não quiseres responder à pergunta de fundo (já vi que não consegues) ficamos assim, não te incomodo mais. Explica pelo menos, ao menos, pelo mínimo, porque é que “É que, de repente, ocorrem-me algumas desvantagens.” assim, já posso adiar o zzz… até uma resposta cabal.

  24. edie, comecei por criticar a ausência de manifestações e a tua pergunta de fundo é o que devem as pessoas fazer para se manifestarem, queres que te responda o quê?
    Dei-te exemplos do que, para mim, são desvantagens, no caso de se pretender uma forte adesão à manifestação. Obviamente, podes ter opinião diferente, já comparares manifestações a maratonas, enfim.

    E agora já podes acrescentar mais um zzzz.

  25. fraquito, muito fraquito. O que começaste por criticar não foi a ausência de manifestações, mas o facto de haver menos manifestações contra este governo do que quanto ao anterior (o meu ponto de concordância).

    Quanto à tua pergunta- resposta à minha – seja, já que criticas esta forma, que forma defendes, respondes “queres que te diga o quê?” . queria que me explicasses o que te vai na cabeça, se tens alguma solução alternativa às poucas manifestações ou aos locais das mesmas, que criticas, com base em critérios que também não consegues explicar.

    Está arrumado. És um “Eu acho que acho porque acho porque acho”. Pareces os do governo. Desilusão e zzz. encerrado.

  26. reflexão final… é esta forma de pensar, cujas amostras temos aqui patentes, que enfraquecem a capacidade de liderança do PS atual. Não concordam por argumentos consentâneos com os do governo mas também não propôem soluções mobilizadoras e diferenciadoras da esquerda da treta e da direita violadora de tudo o que, enfim, , se pode designar como estado de direito. Um imenso nim que não convence o povo menos distraído. Quanto mais este.

  27. Para quem já esqueceu ou não se quer lembrar! Na Rep. de Weimar, antes da ascensão de Hitler ao poder, numa situação política e social catastrófica resultante dos efeitos da derrota na 1ª Guerra, Ernst Thälmann, o chefe dos comunistas alemães declarou às massas, alto e bom som, a mando de Stalin, “que venha Hitler! Nós seguiremos Hitler!”
    Claro que Thälmann foi das primeiras vítimas dos nazis.
    Mas ainda hoje, para os comunistas portugueses, o PS é igual ao PPD, se não for muito pior.
    A isto chama-se enganar as pessoas. E a prova de que o crime compensa é que, dois anos depois de abençoar o Relvas e o Passos, servindo-se dos portugueses como de carne para canhão, o PC foi o único que ganhou quota de mercado nestas eleições, e não foi pouco.
    Não ter a noção disso é fazer o papel do corno ou andar a dormir na forma!

  28. A novela da ponte é uma farronca aventureira e manobrista que o governo não deixará de agradecer.
    Se os argumentos de segurança não forem verdadeiros (e são-no pelo menos numa restrita parte!) eles passam por sê-lo para uma grande parte da opinião pública. Pretender desconhecer as características físicas da ponte; pretender confundir a fauna duma maratona com a fauna duma manif.; fazer finca-pé num local de demonstração como aquele, é agitar uma bandeira que é claramente falsa.
    Dar ao poder qualquer pretexto, seja de que natureza for, é passar-lhe as armas para as mãos. É trair as pessoas, é levá-las ao engano, é servir as oligarquias com um intuito qualquer.
    O sr. Nogueira também comandou exércitos de professores contra a ministra sinistra por causa da avaliação e em defesa da escola pública. Hoje promove espectáculos de marionetas à porta dos centros de emprego, para ajudar a passar o tempo a dezenas de milhares deles transformados em lixo reciclável. A escola pública foi codilhada, e vai em passo acelerado para a destruição. O PC é corresponsável por isso.
    A actual direcção do PS não presta. Não é preciso ler nenhum tratado para ver isso. Mas isso não anula o facto de que nada se mudará sem o PS.
    Combater o PS como fazem certas múmias ideológicas é um manobrismo que só serve a direita e as oligarquias, à custa do desespero da canalha. É gato escondido com rabo de fora, o resto são tretas com o rótulo de científicas.

  29. se o arménio assinar uma declaração de responsabilidade civil e criminal pelo que possa acontecer na manifestação e pagar o aluguer do terrado à lusoponte, não vejo inconveniente para que a coisa se faça em cima da ponte ou mesmo por baixo. a pior solução será proibir este fiasco e ter que gramar com as memórias dos feitos gloriosos que esta grandiosa jornada de luta contra o capital e por um governo patriótico de esquerda poderia ter tido. deixem a rapaziada afogar-se à vontade nas tretas do gerómino sem direito a desculpas, pode ser que na próxima tenham vergonha da anterior e resolvam manifestar-se na linha azul.

  30. o armenio é um hiperactivo no descanço.escolheu a ponte 25 de abril por que já sabia que ia dar “pano para mangas” com a oposiçao do governo.a vasco da gama é grande demais! onde estão os trezentos mil da epoca de socrates? sempre desmentidos pelos não crentes na comunada! armenio vai para o caralho!

  31. voltando às manifs da cgtp e da sua afluencia, nos tempos do governo ps.metam 5 manifs. num metro quadrado e constatam que ficam colados uns aos outros.dividam os 3oomil manifs, por 5 e chegam ao resultado de 60.mil m2.um hectare equivale a 10.000 m2. 60.000m2 ,corresponde a mais de 6 campos de futebol.pergunto quando a manif termina e se concentra num determinado local pergunto: ocupam 1,2,3,4,5,6 campos de futebol? o embuste teve a cobertura dos jornais ao serviço da direita,mas foi desmontado pelo jornal “el pais” que sempre contestou os valores das manifs.saibam qual a area da praça do comercio e façam contas.estas contas saõ generosas.1. um campo de futebol tem menos metros do que um ha.2.numa concentraçao não é possivel ter 5 pessoas num m2.

  32. penso que a manifestação deve ser na ponte, e que só não será porque o governo é cobarde, quero dizer, é um governo de cobardolas.
    outra coisa, diferente, é a CGTP, e os fundamentos para as greves e manifestações. E aí são uns cobardolas, (palavra que já li algures): são a correia do PC, não a defesa dos trabalhadores… se alguém não percebeu, faço um desenho….

  33. “Os socialistas contra os sindicatos.”

    nada disso, contra os sindicatos está a unicidade sindical, a famosa central única dos trabalhadores controlada pelos comunas para eliminar a concorrência. vergonha é coisa que não vos assiste.

  34. Eliminar a concorrência? Mas não à a UGT e os TSD? Se os trabalhadores que ainda se sindicalizam confiam mais na CGTP do que nos sindicatos da eterna coligação PS-PSD por alguma razão é.

    Quanto ao mais sempre podes bater palminhas e dar saltinhos quando os governistas atacarem a CGTP. Oportunidades não te faltarão para isso.

  35. joão,os sindicatos operarios estao na merda na mão do pcp.acordos por assinar(trabalhadores descontentes é que é bom).pergunto e o dos professores e da funçao publica,como estão? melhor, com a desgraça que se abateu na classe com o derrube do governo anterior? se não houvesse a ugt este pais já tinha afundado há muitos anos,pois era esse o caminho que interessava as filhos da puta que defendem projectos muito lindos no papel,mas na pratica rejeitados por milhoes de vivos e outros milhoes de mortos na sua luta pela liberdade:puta que os pariu!

  36. Nuno, você é mais um centrista, do arco da corrupção, a falar contra o sindicalismo. Não há nada de novo. É um apoio directo e militante ao governo actual que pensa exactamente da mesma forma.

  37. O prazer dos “socialistas” é falar à esquerda e fazer swaps à direita. Quantas centenas ou milhares de milhões é que nós estamos mesmo a pagar da “Sociedade PS-PSD Swaps Ilimitada”? Quantos milhares de milhões pela sociedade PS-PSD-BPN? Quantos portugueses tiveram de ser expremidos pelo PS-PSD-CDS para pagar isto?

  38. a grande maioria dos suópes foram para fazer os hospitais que agora a comunada reclama, para pagar as referes, cêpês e os metros que empregam os motoristas das greves sindicais e para construir as autoestradas que a comunada usa para fazer as rodagens aos bê-émes seminovos que transpiram leasing preto pelo escape e cujas portagens não querem pagar. cambada de inutéis, sempre do contra para não serem responsabilizados por nada, nem se dão conta das contradições que defendem e dos absurdos porque lutam.

  39. Swaps ruinosos para fazer hospitais que agora o povo não vai ter dinheiro para utilizar. A lógica do PS é fantástica.

  40. tamém houve suópes para construir étares e centrais para tratamento da merda comunista, outro vespeiro do enxame cgtp às ordens da abelha carlos e ao serviço do zangão gerómino em dia greve-geral.

  41. joao, o que hoje existe e não usufruismo,mais tarde com outro “regime” fãrao de si um homem feliz.fui sindicalista,num sindicato importante afecto ao pcp,mas impus regras que foram aceites para defesa dos interesses dos trabalhadores que eu representava . .eu não sou anticomunista,mas anti social fascista que é a ideologia do pcp e que voçe adora, para um dia poder mandar nem que seja por um dia,como se viu nas empresas que tomaram de assalto para mais tarde irem a correr chamar o patrao.tenho memoria

  42. Guida, Reponho a verdade para quê?

    Tu deves sabes ler, basta-te ler uma cena chamada jornal e contar as manifestações e intervenções da CGTP do tempo do Sol na Terra socrático e agora. Espero que saibas também contar.

    Depois tenho muitas dúvidas de que não sejas o Val, armado ao pseudónimo Stau Monteiresco. o Estilo canalhazito da mentira propalada para depois pedir ao outro que faça o trabalho que devia ser dele. Tempo a mais, distribuído por dois pseudónimos para que o povo não saiba que são a mesma desocupada pessoa.

  43. nm, enganas-te, não sei ler e pelos vistos nem com bonecos lá vai. Abro os jornais e nem a porra das fotos dessas manifestações e intervenções, de que falas, consigo vislumbrar.

    E também te enganas quanto à minha identidade. Tenho tanto tempo livre que distribuí-lo apenas por dois pseudónimos é pouco. Ficas a saber, sempre que vês alguém a criticar, mesmo que ao de leve, neste blogue ou por essa Internet fora, o partido comunista ou os seus sindicatos, sou eu. Se pensares bem, é o que faz sentido. Se o PC tem os votos da esmagadora maioria dos portugueses, pode lá haver mais do que uma pessoa a atrever-se a criticar. E logo duas no mesmo blogue, impossível.

  44. Lamentável espectáculo.

    O PS de cu gordo, que não mexe uma palha para combater EFICAZMENTE esta canalha, fica amuado por ver a CGTP ter um rasgo de génio e encostar a merda à parede!

    Porra, caralho, guardem as críticas para os momentos certos. Não se deixem cegar pelo ódio anti-comunista primário como alguns esuqerdistas se deixaram cegar pelo ódio a Sócrates! O inimigo é a trampa que se governa à nossa custa, certo?

    Haja lucidez no meio da tormenta. Inteligência e cabeça fria, que eles já são superioes em muita coisa.

    Parabéns, edie.

    E, já agora, Parabéns Arménio Carlos! Mesmo sendo eu um crítico feroz da CGTP. Mas não inimigo. Essa é a diferença. Que, pelos vistos, certos alucinados daqui não conseguem ver. Ou então, se calhar, não vêem porque não existe…

  45. Conde, tens toda a razão, temos de ser inteligentes e lúcidos e esquecer o passado. Esquecer o magnífico trabalho que a extrema esquerda fez para derrubar o anterior Governo sabendo bem quem a trampa que estavam a empurrar para o poder.

    E temos também de esquecer o presente. É que se antes a culpa era do Sócrates, parece que o Seguro também não serve aos génios que defendes e, apesar de este ser o pior Governo de que há memória, a extrema esquerda não só critica o PS tanto ou mais do que a direita como mete tudo no mesmo saco. Só eles é que não podem ser criticados, que isso é estar cego pelo ódio.

    E, já agora, esquecemos o futuro, porque é fácil imaginar o que acontecerá. Se estes trastes que nos governam forem substituídos por um Governo socialista, com Seguro ou outro socialista qualquer, esses que agora queres que todos aplaudam e que não são inimigos de ninguém, farão o que sempre fizeram. Recusar-se-ão a assumir qualquer compromisso, muito menos farão qualquer acordo com quem quer seja, e tudo farão para combater esse hipotético Governo. E, se depender deles, este ciclo repetir-se-à infinitamente.

    Estás a pedir que ignore tudo isto, ou seja, estás a pedir que desligue o cérebro. Não desculpo o mau jeito. :)

  46. o problema da ponte 25 de abril é que está carregada de simbolismo, não é por acaso que o arménio faz finca pé, ao contrário do seu adversário que não tem feito finca pé nenhum: foi de lá que caiu o governo cavaco. A pnte está associada a isso como a cadeira ao salazar. Daí que para o governo tudo bem, desde que vão correr riscos na ponte ao lado.

  47. a próxima fica já reservada para o 13maio em fátima, tamém tem simbolismo, não atrapalha o trânsito e podem partilhar o merchandising.

  48. Conde de Oeiras,a importancia da cgtp,não se vê só nas manifs ,mas tambem na sua politica de traiçao para os sindicatos.Em 35 anos de empresa, a cgtp só assinou dois acordos colectivos.mais: quando não havia limite de tempo para as negociaçoes, foram dois anos perdidos sem aumentos e todas as outras regalias. A cgtp não faz politica preventiva com os seus associados.Só aparece nas empresas quando a falencia já está decretada, mesmo tendo conhecimento da sua real situaçao por documentaçao que lhe é obrigatoriamente facultado.O armenio como bom social fascista quer é folclore. Este caso da ponte,faz lembrar as divergencias entre Rui Rio e Filipe Meneses,sobre o fogo de artificio na ponte d.luis.nas festas do S.joão.eu se fosse governante não autorizava e ponto final.,

  49. uma manifestção que não atrapalhe o trânsito?:D essa é que seria uma grande novidade. e um argumento a juntar aos outros, igualmente bons, que levaram à proibição da manif.

  50. alguém me explica qual a razão sindical desta manifestação, tirando alimentar o umbigo do gerómino e a barriga do arménio. já repararam que o bloco deixou de alinhar nas manifestações promovidas pelos comunistas, porque terá sido?

  51. ó porra, ignatz, onde é que tens estado? estás mesmo a pedir a K7: contra os despedimentos na FP, contra os cortes nos salários e nas pensões, etc.

    P.S. Acho mal que o governo não tenha as mesmas preocupações de segurança com os cidadãos do Porto que vão para ponte do Infante. Isto é centralismo do mais infame :))

  52. A Ponte é linda.

    Que bonito seria no Natal um enorme presépio suspenso sobre o Tejo.

    Então as marchas de Santo António a desfilar naquele tabuleiro, que maravilha.

    Faça-se um feriado nacional, o Dia da Ponte, em honra de Salazar, no dia do aniversário da sua inauguração.

  53. Guidinha, tenho uma coisa a dizer-te, prova que não és Val e que Val não é a Guidinha.

    Enquanto proposição essa minha de que vocês partilham a mesma identidade é tão boa como a de que a CGTP faz manifestações para apoiar o Governo PSD-CDS/PP ou a alternativa também muito boazinha de que a CGTP não tem feito manifestações.

  54. fui ler o folheto explicativo e os motivos gerais são estes:

    «pelo emprego com direitos e o aumento dos salários, pela defesa das funções sociais do Estado e a melhoria dos serviços públicos, pelo aumento da produção e criação de riqueza, pela demissão do Governo e convocação de eleições antecipadas, devolvendo ao povo o poder de decidir sobre o seu presente e futuro, viabilizando uma política alternativa que valorize o trabalho e dignifique os trabalhadores, uma política de esquerda e soberana, rumo a um Portugal solidário e de progresso»

    cuja tradução é esta:

    ▲ Pela renegociação da dívida e o fim dos juros agiotas

    ▲ Pela subordinação do défice ao crescimento económico

    ▲ Pelo aumento da produção e da riqueza

    ▲ Pela redução da dívida e da dependência externa

    ▲ Pelo direito ao trabalho e ao trabalho com direitos

    ▲ Pelo aumento dos salários e das pensões

    ▲ Pelo pagamento do trabalho suplementar segundo estipula a contratação colectiva

    ▲ Pela defesa e reforço da protecção social e dos apoios sociais

    ▲ Por mais e melhores serviços públicos

    ▼ Contra o «memorando» das troikas, que agride, humilha e empobrece os trabalhadores, o povo e o País

    ▼ Contra a política de degradação e destruição das funções sociais do Estado e dos serviços públicos

    ▼ Contra o bloqueio patronal à negociação da contratação colectiva

    ▼ Contra o aumento do horário de trabalho, o roubo dos feriados e o roubo no pagamento do trabalho suplementar

    ▼ Contra a redução do poder de compra dos salários e das pensões

    ▼ Contra o aumento dos impostos e do custo de vida

    ▼ Contra a política que lançou um milhão e meio de pessoas no desemprego, 600 mil das quais com menos de 30 anos

    ▼ Contra os despedimentos, mesmo que lhes chamem «rescisões amigáveis» ou «requalificação», e contra a redução do valor das indemnizações

    ▼ Contra a redução do valor dos subsídios de desemprego e de doença

    ▼ Contra a retirada do abono de família a mais de 500 mil crianças

    . são demasiados assuntos para resolver em cima dos tabuleiros de 2 pontes
    . em democracia os governos não são derrubados na rua e muito menos em cima de pontes.
    . é estranho que tudo o que agora reivindicam nunca tenha tido a concordância do pcp ou assinatura da cgtp, era sempre pouco e queriam sempre mais.
    . nestes rituais comunas os armónios & geróminos de serviço têm por hábito empolgar as massas com discursos anti-ps. é preciso ser muita masoquista para aturar estas merdas e bater palmas a estes idiotas.
    . as últimas manifestações foram autênticos fiascos comparadas com as gloriosas jornadas de luta no tempo do sócras, portanto há que arranjar pretextos que justifiquem a falta de adesão popular.
    . normalmente estas manifestações são muito certinhas e a bagunça só começa depois do sacristão sindical dar o acto por terminado, quer dizer: a-partir-de-agora-não-somos-responsáveis-pela-merda-que-possa-acontecer. no último evento os bravos foram traídos e abandonados à sua sorte, portanto temos mão e arbusto, mas vai ser difícil convencer os pedreiros.

    literatura associada:http://www.avante.pt/pt/2080/emfoco/127295/

  55. normalmente estas manifestações são muito certinhas e a bagunça só começa depois do sacristão sindical dar o acto por terminado, quer dizer: a-partir-de-agora-não-somos-responsáveis-pela-merda-que-possa-acontecer. no último evento os bravos foram traídos e abandonados à sua sorte, portanto temos mão e arbusto, mas vai ser difícil convencer os pedreiros.”
    Mas esse risco existe em todo o tipo de manifestações.Então assim proiba-se todas,em coerencia

  56. ignatz,
    sim, já me assoei nele, que estou um bocadito constipada. É a mesma coisa que dizer que a manif de 15 de setembro era só e exclusivamente contra a redução da tsu.

    Também se nota que haja aqui quem fale sem saber do quê. Já estive numa manif promovida pela cgtp com adesão de outras entidades – dezenas de associações em nada comunas, nem cheirinho disso. E quem esteve lá percebe que aquilo não são só comunas. E que fossem. Desde quando há o direito de proibir manifestações sem argumentos plausíveis?

    Deixo aqui uma sugestão: se não se optar por seguir o conselho do Nicolau para contornar o impedimento inventado pelo governo nos últimos dias e que alguns inteligentes aqui engoliram com tanta convicção, que se faça uma concentração junto às portagens em Almada e outro do lado de Lisboa. Assim, não correm risco de saúde e não violam a proibição. Atrapalha o trânsito. Sim. Mas não deixa de ser um desafio interessante para a criação de novos argumentos contra a manif tanto do governo como aqui dos inesperados apoiantes.

  57. Já que estamos em maré de lençóis, listo aqui alguns dos magníficos argumentos dos que criticam esta manifestação:

    – as manifestações têm sido poucas
    – as manifestações não têm tido impacto
    – as manifestações não têm adesão
    – a escolha da ponte é para disfarçar a falta de impacto e de adesão
    – isto só dá força ao governo, o governo agradece
    – a vitória do sindicalismo foi ter lixado o Sócrates
    – continuam com palavras do século passado
    – aliaram-se à direita reaccionária
    – foram defensores do Hitler
    – no futuro vão continuar a fazer ainda mais manifs contra um governo PS
    – eu cá é que não ia, nem os meus filhos por causa da segurança (ninguém obriga, digo eu)
    – não se compara uma manifestação da cgtp a uma maratona para efeitos de segurança
    – depois das manifestações da cgtp há sempre confusão (é um exclusivo que eles têm, digo eu)
    – são demasiados assuntos para resolver numa manifestação

    Até posso concordar com a maioria das frases (outras são manifestamente parvas e/ou reaccionárias), mas quando estas passam a ser consideradas bom fundamento para a crítica ou oposição à realização desta manifestação, estou fora. Esta manifestação tem de ser feita.

  58. tá bem, eu acrescento à lista dos argumentos contra a manif:
    – eles não defendem a liberdade de expressão
    – eles não representam solidariedade sindical

    E no entanto…ela move-se, ela, a democracia, tás a ver?

    todos esses argumentos – e os outros- só te (vos) colocam mais do lado da barricada que julgas (julgam) atacar.

  59. nm, pedes então que te prove que existo. Mas se eu te mandasse documentos ou, sei lá, amostras de ADN, aposto, que a tua dúvida se manteria intacta, certo?

    E depois misturas a minha identidade, ou falta dela, com o que faz ou deixa de fazer a CGTP, que tem tudo a ver. És um génio! E digo isto sem te pedir que me proves nada. Já li mais do que o suficiente. :)

  60. A ponte é um ícone da cidade, ligação do norte ao sul. Pouco importa quem mandou
    construir esta ponte. Pouco importa quem organiza a manifestação. É contra o (des)
    governo e basta. Estou inteiramente de acordo com Edie, o momento não é para
    divisões e ressentimentos à esquerda.
    E a coisa foi bem pensada: se a ponte encher as imagens serão espectaculares, assustadoramente espectaculares, para os que tanto desgovernam. E se essas
    imagens tiverem difusão internacional, melhor ainda.
    Para já, a guerrilha da proibição transformou a manif num êxito potencial, traindo
    assim os temores da direita.

    Se a manifestação se realizar lá, eu vou.

  61. “Se a manifestação se realizar lá, eu vou.”

    se levares uma tshirt do ps, não te esqueças do para-quedas e de fazer seguro de vida. leva tamém pastilhas rennie para pores nos ouvidos quando o camarada arménio chamar nomes aos socialistas.

  62. Garbosa guida, continua a discutir com esse teu sectarismo velado, que estarás apenas a discutir contigo própria (não tenho mais nada a dizer-te quanto a este assunto).

    Diz o palavroso: «Em Democracia os Governos não são derrubados na rua e muito menos em cima de pontes» – vê-se à légua que percebes disto a potes, meu! Continua assim, que um dia “ades” ser um homenzinho.

    Maike, filho, estás a falar de quê, completamente ao lado do tópico?

    Resumindo e concluindo, tudo o que vier das bandas da CGTP é mau e só vem atrapalhar. Aguardem calmamente pelo génio do Seguro e pelas eminências pardas que o acolitam dentro do PS, que ele um dia arranjará maneira de derrubar o PSD e o CDS na AR, mesmo só com os votos do PS. Milagre da multiplicação dos Deputados…

    Entretanto, vamos esperando. Comendo e calando a carpir o chumbo do PEC 4. E vendo, entre outras coisas espantosas, o próprio Carlos Silva, da UGT, a apoiar a manif da CGTP, claro! E era bom que o Sócrates, no Domingo, fizesse o mesmo, para pôr estas guidinhas todas à procura do tal botãozinho que é suposto desligar as meninges. É que, se trabalham assim, mal empregadas sinapses…

    Não façam nada, não vão às manifes, tenham esperança no Seguro e vão comentando aqui no Aspirina. É isto, o atual PS…

  63. “se levares uma tshirt do ps, não te esqueças do para-quedas e de fazer seguro de vida. leva tamém pastilhas rennie para pores nos ouvidos quando o camarada arménio chamar nomes aos socialistas.”

    Não levo camisola de clube, nem deste nem de nenhum outro. Pastilhas, idem. Bandeira
    do PS também não levo, tenho uma guardada desde tempos antigos mas não uso
    enquanto o Seguro lá estiver. Quanto à bandeira nacional, vou pensar nisso.

  64. “Não façam nada, não vão às manifes, tenham esperança no Seguro e vão comentando aqui no Aspirina. É isto, o atual PS…”

    O Conde Marquês tem e não tem razão: o PS actual continua a ser muito mais que o Seguro.
    O problema é que as lideranças políticas em Portugal são todas, sem excepção, de baixo nível.

  65. “que se faça uma concentração junto às portagens em Almada e outro do lado de Lisboa.”
    ó camaradas da cgtp, só do lado do acesso por alcântara também não está mal e é mais concentrado; agora aguardamos mais uma habilidade do macedo esbugalhado, que isto de cortar o trânsitopara a ponte também deve ter proibição assegurada pelo tal decreto do estado novo, de 1934 de que ele se socorreu. Basicamente, os manifestantes não morriam do mal, morriam da cura da bala de borracha e da cassetada. Simpatias partidárias à parte, o facto é que o arménio mostrou ser mais responsável que o marmanjo das polícias.

  66. ena, das outras manifs reuni no máximo 5 amigos, agora vai em 10, será sintomático ou o burro está a ficar farto de ser calado e tratado como burro? – embora, para minha surpresa, haja aqui quem pape o tratamento e o defenda, o que me desilude…mas com esta fiquei contente e ainda faltam 2 dias… esperneiem, vá, ignatz, guida e cª.

  67. 10 já dá para alugares um mini-bus e irem fazer piscinas para a ponte enquanto esperneio uns crustáceos aux bjekas no ginjal. leva a revista do expresso para abanares os suores e spray anti-raquelvarela por causa das melgas.

  68. o popular “conde de oeiras”,já não se deve recordar, que a grande manifestaçao que houve nos ultimos 30 anos, foi a não organizada pelo braço armado do pcp,e por isso nunca a ela se refere.com a cgtp, em termos de conquistas,tem sido um trajecto de vitoria em vitoria até a derrota final.onde devem estar( nas negociaçoes) fogem delas como o diabo da cruz,abandonando dessa forma (sem mandato para tal) os seus filiados,que todos os meses pagam a sua cota. para terminar deixo uma pergunta: qual a razaõ, para já na reforma muitos dirigentes e delegados sindicais,mandarem o pcp à merda! e que felizes que eles andam!

  69. Organizem outra manif. mas sem “campinos de vara na mão”,e os portugueses responderão com força idêntica a da grande manifestação dos indignados e afins.

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