Dixit

 

 

 

 

“Senti, tenho de admitir, ao ouvir-te dizer, alto e bom som, que a tua mulher é uma reles pêga barata, uma enorme inveja de ti. Na verdade, só seria capaz de afirmar tal coisa alguém que recebe, mensalmente, um avultado salário.”

38 thoughts on “Dixit”

  1. Vamos fazer greve: deixar de comentar esta bodega que apareceu no «Aspirina». É uma ideia. Talvez o «chinês» deixe de nos chatiar com a mania de que é bom. Não tem graça, é ordinário e quanto a pensar que é um filósofo, deve estar a precisar de internamento! A Sinhã, qual pulga no cão, deve fazer-lhe companhia. Olha que dois!

  2. Gostei do teu riso,
    Carlos.

    Vá: deixa-te de fantasias, Cláudia “Mãos à Greve”. E deixa de te “chatiar”, está bem?
    Toma lá mais um beijinho lindo.

  3. Mãos à greve tem razão. Este é o meu último comentário num post da recente aquisição do Aspirina. Só comentarei em posts do Valupi ou do jcfrancisco. Será a minha forma de protesto: ignorar o medíocre que se meteu cá dentro. Acredite que vá embora de moto próprio. Não tem a persistência do Valupi. É tudo uma questão de tempo.
    Faço notar que também ignorarei a Sinhã, mesmo que me interpele em outros posts.

  4. Uma das belezas deste blogue é a absoluta imprevisibilidade do seu autor fantasma, volúpia maior da sua prestação logo a seguir à qualidade regularmente superior do seu raciocínio. Tem o seu próprio timming para cada movimento que dele se espera, nesta fase da vida do blogue mais apetecido do momento, em termos de aparentes vagas aparentemente por preencher. É uma sala compostinha, bom ambiente e nome feito com reputação de qualidade, com uma mesa ao centro sobre a qual repousa um pratinho dos mais apetitosos croquetes, escassa meia dúzia que a multidão presente finge ignorar por educação. Só que o tempo passa e o mestre sala teima em não distribuir o pitéu, a educação começa a perder para a gula daqueles olhos que já não despegam, não largam, já se começam a ouvir palpites daqui e dali, bocas que sobressaem do fru-fru, foi assim que aconteceu a vaia, o pessoal está impaciente, já há sombras de mãos sobre os croquetes, daqui a pouco…
    Eu tenho saudades do Fernando Venâncio, muitas. Nem vou desenrolar a carpete de elogios onde pisam, por direito próprio e sem favor, ele e o Daniel de Sá e outros nomes que faziam o Aspirina quando eu o descobri, imperdoavelmente tarde. Era um Aspirina, aquele. Antes já tinha sido outro Aspirina, com outros nomes, outras escritas, saberão os senhores incomparavelmente melhor do que eu que é verdadeiro este retrato. E hoje é outro Aspirina, com os nomes que o fazem e onde se destaca o de valupi, (naturalmente sem qualquer desprimor para o JCF, goes without saying, são produções em tudo diferentes) por todas as razões que lhe conhecemos na escrita mais a tal imprevisibilidade que referi no início, fechando assim a pescadinha desta conversa no ponto que a fez nascer.
    Eu percebo que fosse esperado dos autores residentes uma ‘corrida às aquisições’, como outros blogues fizeram, ‘reforçando o plantel com nomes sonantes’ para usar expressões que vejo utilizar na discussão deste assunto. E o que foi que aconteceu, na prática? O nosso fantasma aspirínico foi escrevendo e escrevendo e escrevendo e com tanta ou tão pouca qualidade e quantidade que o blogue manteve o seu lugar no grupo dos de leitura indispensável, concordando ou não, embora com natural mudança de conteúdo. Mas sem truques, reconheça-se, sem esquemas malaicos, artistices de feira para mostrar sei lá o quê, que não aconteceu. E ainda bem, estaremos de acordo. Porque pode-se gostar ou não do valupi, ter ou não razões passadas ou presentes de antipatia, mas não se pode, em rigor de consciência, acusar este blogost de incompetência no desempenho da terefa a que meteu unhas. Tem tocado limpinho, acordes em tudo naturais, nele. Não armou ao pingarelho, julgo. Foi ele próprio, o costume do que já era, bom como era, mau como era. E assim chegámos aqui a este ponto onde estamos, os croquetes a arrefecer e o apetite a crescer, mai’la impaciência da rampaziada que tem inclinações sobre o assunto porque é da casa, faz a casa e mora nesta casa, dentro ou fora da password. De tal forma que o assunto já é assunto em html e ele na dele, qual fantasma de meretriz idosa, cumprindo impávido por ser, de resto, a única postura que poderia ter pois nunca outra seria a da inteligência. Eu cá acho bem, acho interessante. Porque é que disse isto tudo? Sei lá, pus-me a começar e olhem, saiu isto. Querem que apague?

  5. ai de ti, ruizinho. ai de ti. :-)
    sabes, o outro lado da postura inteligente é, sem dúvida, fazer uso, bom uso, das palavras. estas sairam coloridas, limpinhas e sorridentes. :-)
    e
    o meu único lamento
    é que venhas como o vento
    porque sempre que vens, eu sento
    e leio, e rio e lembro
    sinhô, sinhã
    (é bom ter-te por cá
    obrigada, hoje
    voltas amanhã?)

    :-)

  6. :),
    Sinhã.

    Não: por favor, não, Cláudia. Sabes que não posso viver sem ti, não sabes?

    Clap, clap, clap, rvn. Leio e releio. E gosto e regosto.
    Grande abraço.

    Grande abraço,
    meu amigo Trolha.

  7. Logo vi. A sinhá ou é o cc, ou é a amante! Bota la ver as postadas que ele lhe deixou no blog… :-D

    “Gostava de te devorar de um trago, apenas. Amarrar-te a uma cama – a nossa- com loucura e dor: prazer. Muito prazer. Intenso prazer. O de te ter.
    Enlouqueces-me. Estou carente. Muito.
    Beijo em ti.
    CC

    Desnudo-me aqui, arrisco-me. É apenas um desabafo, mas faço parecê-lo muito mais, uma confissão. Confio em ti, estranhamente. Confio-te:somo-nos tanto. Tanto. Mesmo.
    Beijo
    CC”

  8. anónimo: trata, com celeridade, da tua acuidade visual. o CC não trata mal, assim, a escrita. esta imitação não passou
    (venha a próxima).:-)

  9. Obviamente falso, juliet. Só quem não me conhece a escrita o poderia questionar, minha cara.
    Beijo. E abraço forte no Romeu. Dizem que é gay – true or false?

  10. O Aspirina não precisava disto. Daqui por diante, provavelmente, o Valupi fica na sombra ensombrado por esta «anedota» blogueira que dá por CC. Mal vão as coisas com posts e comentários deste género. Vulgaridade a roçar o inacreditável. Será que não me enganei no blog? Espreme-se e não deita sumo. É pena, principalmente por respeito ao Valupi e ao José do Carmo Francisco. Bom, e já agora, por respeito a quem já foi colaborador do Aspirina e também aos seus leitores. CC, Sinhãs e outros que tais não ajudam à qualidade literária a que o Aspirina nos habituou. Lamento. Não estou interessada em perder o meu tempo. Não voltarei aqui.

  11. José do Carmo Francisco pergunta, pergunta-se:

    “Qual é o sentido desta frase? Qual é o contexto ?”

    O sentido da frase é ela mesma. O contexto estrito é o Aspirina. O contexto mais geral é (ou era, helás!) o blogue AS INTERMITÊNCIAS DA CORTE, que foi, anos a fio, um dos mais curiosos, e incómodos, blogues portugueses. Dizem as línguas que vai sair, um dia, em livro.

    Seu autor era (ou é, praise the Lord!) este impagável chinoca.

  12. Isto quer dizer que custamos todas muito e só os que ganham bué nos acham baratas? Puxa pá , acho que a Claudia tem alguma razão. Misógino , o chinoca.

  13. É um prazer voltar a lê-lo CC. Tem sido muito divertido ver as reacções que o seu humor invulgar provoca e verificar que não deixa de ser comentado apesar de aparentemente não agradar a muita gente. Embora correndo sérios riscos, pela enorme intolerância que aqui se tem manifestado, atrevo-me a dizer que gosto do seu sentido de humor deliciosamente irritante, inesperado, inteligente e desconcertante.

  14. Sinhã, Homem Absurdo, João Trolha e Lenor,
    que bom é ter-vos aí. Abraços muitos.

    Meu amigo Venâncio,
    esse chinoca sou eu? Muito obrigado. Saudades de te ler.
    Abraço de amigo.

    Baralhar para voltar a dar,
    meu amigo Luis.
    Enorme abraço.

    Seja bem-vinda,
    Mulher.
    Beijo.

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