34 thoughts on “Dixit”

  1. :-D

    olha, CC, ficas a saber que as pernas são disfuncionais e juntas não servem para nada.

    (nem para pinar: juntas não há lanço para ficarem no ar e a cabeça no chão) :-)

  2. Senhorita Sinhã, não terá visto por estas paragens o Sr. Nik? A minha investigação não tem avançado.

  3. e como é, afinal, esse nik que tanto a pj procura?

    (nas minhas paragens, hoje, só tive, sentado ao meu lado, um fedorento que cheirava a suor-cebola. que nojo) :-)

  4. Pelas descrições avançadas por fontes femininas, pois claro, o Sr. Nik é jeitoso, bom como o milho, mas com esta descrição, como podem imaginar, não posso avançar muito na minha investigação. Mulheres…

  5. A Senhorita Sinhã não gosta de Corn Flakes? O que come de manhã, se não é indiscrição?

  6. Tenho de informá-la para seu bem que os ovos são bombas de colesterol. Mais vale prevenir do que remediar. Quanto às laranjas, concordo plenamente. Pão, sim, logo que seja somente pela manhã. Nada de abusos. Se abusar, terei de multar a senhorita.

  7. Anda cá que já vou buscar o reboque. Já andas a cantar de alto. Ai essa faltinha de respeito! No meu tempo, já estavas engaiolada, andorinha.

  8. dourada, de pé alto e circular. o baloiço de interior deve ser almofadado e nas bolsinhas para a comida colocar, por favor, uma adicional para tabaco grego.

    (fico mesmo sensual a baloiçar…) :-D

  9. Ó malandra, que vais já levar com o meu cacete! Que falta de respeito pela autoridade! No meu tempo não era assim!

  10. Estás enganada, Sinhã. Olha que mesmo com as pernas juntas dá para pinar. E, às vezes, até sabe melhor.
    (desde as minhas bricadeiras de menino que não ouvia dizer “pinar” e ainda me recordo de ir ver ao dicionário o que estava lá escrito. fiquei desiludido com a explicação «meter pinos». estava è espera de encontrar «meter a pila na pita».

  11. não mário. quem está, aqui, enganado és tu.

    (pinar é fazer o pino – ora vê lá bem se o consegues fazer com as pernas juntinhas) :-)

    então volta para trás.

    (ou passo-te eu à frente, inspector. como queiras.) :-)

  12. “Abre as pernas, coração”. Era a frase que a fazia rir, que ela esperava para por fim aos preliminares e saber que ele a ia penetrar. E ela abria as pernas e recebia-o entre elas. Cruzava-as nas costas dele, abraçava-o com as pernas, abertas, à volta dele.
    Um dia ele não o disse. Disse “vira-te”. Ela espantada olhou-o com ar surpreso, mas ele insistiu, vira-te. Ela virou-se, sentiu-o a tentar penetra-la por trás, alçou o traseiro, empinou a garupa para ele o enfiar mais facilmente, resultou. Foi bom mas não foi a mesma coisa. J´não abria as pernas como dantes. Sentia a respiração dele, ofegante, no pescoço e na nuca. Mas podia ser ele ou podia ser outro, naquela posição não era ele, era um homem, qualquer, um homem que se satisfazia nela e com que ela se satisfazia. Continuaram a faze-lo assim, muitas vezes, sempre.
    Quando ele não estava ela arranjava outro que a satisfizesse. Um qualquer, sempre assim, virada, por trás. Tanto fazia, era um homem que ela ja não abraçava com as pernas abertas….

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