78 thoughts on “Dixit”

  1. excelente esposa não sei se é (segundo os desígnios do casamento, não é de certeza, mesmo que o “infeliz” goste de usar um capacete de viking), mas boa amante é de facto.

    não gosta é de exclusividades…

  2. Há muitos anos, uns 15, conheci, profissionalmente, certa senhora.
    Foi uma pessoa por quem senti uma empatia especial desde o primeiro momento. E o mesmo aconteceu com ela a meu respeito.
    Por obrigação profissional tivemos encontros semanais durante uns 3 meses.
    Quando o projecto acabou, não seguimos cada um o seu caminho, fomo-nos encontrando de vez em quando, e a conversa entre nós que tinha sido uns 95% profissional, sobre o trabalho conjunto, passou a pouco e pouco para assuntos mais gerais.
    Sabia que era casada e a zona onde morava, mas da sua intimidade pouco mais soube, e raramente foi assunto abordado. De mim soube ela que era divorciado e pouco mais.
    Passado um mes eramos amantes. Ela nunca mais falou do marido, eu nunca lhe perguntei. Fantástica na cama, não sei nem imagino como poderá haver melhor.
    Durou 6 meses. Com o tempo o fascínio deu lugar ao hábito e seguiu-se para rotina. Quase sem darmos por isso fomo-nos separando cada vez mais, e por fim desaparecemos da vida um do outro.
    Passados uns 5 anos conheço um amigo de um amigo, tipo porreiro, entrou para aquele grupo restrito que muitos de nós temos, companheiros de copos e jantaradas. Pois, era o tal marido.
    Pois têm que ir lá a casa, fazemos uma almoçarada do caneco, a minha mulher faz uns grelhados no jardim e vai ser uma tarde formidavel.
    Os grelhados bestiais, a tarde boa, ela era mesmo uma formidável dona de casa, mas foi um susto dos diabos, para mim e para ela, tocar à campaínha do tipo e ela abrir a porta e ficámos feitos tontos a olhar um para o outro… mas tudo se resolveu.
    Continuamos amigos, eu e ele, mas arranjo sempre desculpa para não voltar a casa dele, sei lá o que pode acontecer.

  3. Anónimo, não vales nada e ela ainda muito menos. Dois hipócritas fingidos, sem palavra.

  4. Conclusões muito apressadas. Então ele diz “pelo pouco que me é dado a observar” e classifica de excelente? Que terá ele observado, um avental genial? Isto deixa as restantes apreciações… :)

  5. e tu gostas luís eme? :-)

    uma observação pertinente: conheces bem? :-)

    obrigatoriamente anónimo – nota-se que gostas de acentos (e de assentar?) :-)

    não, guidinha: um avental genital. que tal? :-)

    5m certeza, luís oliveira (o forno já cheira).:-)

    trilema é giro, chess. qual é o teu? :-)

    casos da vida é contigo, carmencita?:-)

    claudinha
    não vais levar a mal
    mas humor é fundamental :-)

  6. Sinhazinha, o “amigo” e marido cornudo é que devia saber das aventuras da mulher e do grande amigalhaço que tem… Que exemplos!

  7. Entortam sim, Sinhã. Não chegam a entortar até um ângulo de 90º. Não vamos exagerar.
    Certos homens mereceriam que elas entortassem bastante :-)

  8. lol. Não sei mais. Pergunta aos senhores que andam por aqui.
    Mas os gajos como o anónimo, entre outros, mereciam tê-la torta ou cortada.

  9. Obrigatóriamente Anónimo,
    Um amigo assim eu dispenso.
    Não o critico por se ter envolvido com a dita senhora, mas continuar amigo do marido depois do tal episódio é que me escapa.
    Reservo a palavra amigo para aquelas pessoas por quem tenho verdadeira afeição (e presumo que seja recíproco). Por isso, e para mim, a amizade é incompatível com a mentira, mas que há “estômagos” para tudo, lá isso há.

  10. Claudia, eu é que não quero conversa contigo. Tu é que és uma cobardola não assumida que és incapaz de assumir o teu estatuto de pecadora!

  11. O chofer de táxi:
    Numa viagem “corrida de táxi” como se usa dizer, um passageiro sentado no banco de trás, entabula conversa com o referido chofer de táxi. Conversa vai, conversa vem, o taxista resolve contar uma peripécia passada antes uns dias. Foi ao aeroporto buscar três pessoas que faziam parte da tripulação de um avião. Eram duas mulheres e um homem que era usual no regresso a casa aproveitarem o mesmo transporte. Chegaram a uma rua e deixaram uma passageira – sem antes deixar de referir esta frase dita aos três: a tripulação de um avião é como Deus devemos estar sempre com ele.
    Seguiram os outros dois e aí o homem combinou com a companheira de profissão se podia ficar um pouco em sua casa para fins conhecidos “relação sexual” e disse ao taxista para as tantas horas o vir buscar. Aproveitou para telefonar para esposa a dizer que o voo teve um pequeno atraso e que ia chegar atrasado umas quatro horas – o aeroporto era noutra cidade – para ir buscar o filho à escola.
    A esposa foi buscar o filho à escola. No regresso ao carro este encontrava-se com as rodas bloqueadas – mal estacionado – e como tinha pressa resolveu apanhar um táxi para a levar a casa. Chegou a hora combinada o taxista foi buscar o tripulante do avião para o levar a casa e chegado a uma rua este diz-lhe qual a direcção. Ficou espantado e ainda mais quando vê surgir a passageira que antes tinha transportado e esta lhe diz: ainda bem que é o senhor, porque assim sabe onde me deve levar. Com esta declaração o marido, porque era dele que se tratava, ficou apreensivo não fosse o taxista contar o sucedido.
    A viagem e a conversa ia decorrendo sem contudo o passageiro perguntar ao taxista se contou à esposa o sucedido, obtendo como resposta, que não, não era nenhum delator. Disse o nome da rua para a qual devia ser levado e aí chegado estava uma senhora à espera. Esta abriu a porta entrou para o táxi e cumprimentou o passageiro de beijo indo este pôr-lhe o braço para a entrelaçar quando ouve: que feliz coincidência. Como não obteve resposta e para lhe avivar a memória resolveu pronunciar esta frase: a tripulação de um avião é como Deus devemos estar sempre com ele. Na certeza porém já não foi envolta pelo braço do namorado.

  12. Essa é boa. O Luís é um santo: nunca pecou. Anda lá, atira-me a pedra. Pode ser que ela faça ricochete e te acerte nesse olho cegueta.

  13. Ana,
    “Um amigo assim eu dispenso.
    Não o critico por se ter envolvido com a dita senhora, mas continuar amigo do marido depois do tal episódio é que me escapa.”
    Talvez tenha exagerado quando escrevi que continuo amigo. Utilizei o termo amigo para definir uma relação em muito inferior à Amizade (com maiúscula). Vemo-nos de vez em quando, numa jantarada, num encontro de copos, etc. Intimidades zero, para além das que existem entre um grupo de homens nos cinquentas a falar das recordações da juventude e a mentir igualmente sobre as performances actuais.
    Se o Pedro (nome obviamente fictício) desaparecesse, creio que só daria pela sua falta passadas umas semanas.
    Mas pergunto, que querias tu que eu fizesse?
    Que lhe dissesse, epá, sabes que andei a comer a tua mulher durante uns tempos?
    E o resto dos conhecidos a perguntarem-me se ela era boa? até era, e muito, mas não vem para o caso.
    E o Pedro, que eu não sei nem quero saber se sabia ou sabe das facadas matrimoniais da mulher (segundo confidência dela eu teria sido o quarto a ser comido, um namorado, o marido, um amante anterior, moi meme, ignoro o que ela andou a fazer estes anos).
    Dás-me uma solução? Não vale dizeres que nunca devia ter ido para a cama com ela, devia sim, podia estar ali a mulher da minha vida, e na altura parecia que estava.
    Afinal só a encontrei anos mais tarde, mas isso é outra história.

  14. Já estava com saudades do CC! E desta obcessão de pensar que o sexo da vizinha é muito melhor que o da minha. E da confissão que falta, sempre, de que adora o sexo da vizinha, porque nunca foi capaz com o «sexo da minha». Ajuda, desabafar!

  15. Obrigatóriamente anónimo,

    Considerei interessante o teu primeiro texto, desde logo pela exposição pessoal, embora condicionada ao necessário anonimato, depois pelo que a história encerra em si e que tem que ver com o instinto. Não devo estar muito enganada se disser que escreveste exactamente o que pensas sobre esse teu caso.

    Acontece que com o desenrolar do tempo, foste empurrado para o campo da Moral, esse conceito algo castrante do nosso instinto e que finge regular a esfera do social. De certa forma fiquei triste com o teu segundo texto, porque sucumbiste à ilógica moral. Que Pena!

  16. Devem ser QUASE todos católicos, por aqui – que merda de post – de preconceitos e de hipocrisias não estamos todos já fartos? Para que casam ou continuam casados? Divorciem-se e depois metem os cornos pelo cu acima!!!

  17. Sinhã, mas um avental genital é um avental genial, vai dar ao mesmo. Não prova é que a senhora seja uma excelente esposa, seja lá isso o que for. :)

  18. Obrigatóriamente anónimo,
    Só costumo dar conselhos aos amigos quando mos pedem, ou, então, aos meus filhotes. Mas já que me coloca a pergunta, vou dizer-lhe o que eu, em princípio, faria se estivesse em situação similar: afastar-me-ia de vez do marido, eliminando qualquer hipótese de situação embaraçosa capaz de colocar em risco aquela relação já de si periclitante. Aliás, tenho a certeza que o meu relacionamento com o marido seria rapidamente intoxicado pelo incómodo da velha máxima: não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.

  19. Deve perguntar ao Obrigatóriamente anónimo. É a pessoa indicada para ter opinião credível (A experiência é que conta. É isso que ouço dizer).

  20. olha, ana, eu não sou pomba-correio: sou andorinha-pensadora. :-)

    (e faz-me um favor – faz de conta que voo em espanhol e trata-me por tu) :-D

  21. Quanta hipocrisia vejo por aqui!

    Devem ser “todos” catolicos bem praticantes.

    Que pecado! vamos todos para o Inferno…

    Será que vão mesmo? ou estão preocupados com isso?
    não me parece!!!

    Quem vive as situações é que sabe e ninguém deve julgar….

    qui se encaixa “quem nunca pecou que atire a primeira pedra”

    Alguém se aventura?

    Senhora casada que tem alguém é puta?

    Os casados que têm amantes quem são? Machos?

    Hummmmmmmmmm……

  22. OK, Sinhã. Vou tentar, mas não prometo nada. O problema é que nunca me habituei aos costumes dos nossos hermanos. E não foi por falta de esforço da minha parte, garanto.

  23. shark
    Abr 13th, 2010 at 19:05
    Em nenhuma passarinha vi até hoje um piercing, quanto mais uma aliança…

    Posso perguntar que idade tens?

    Devem se muito poucos……

  24. Eu depilo-me todinha Sinhã…

    Tenho culpa se amo alguém que é casado?

    No coração não se manda.

    Venha ele para mim eu depois conto-te o nosso final..(espero que feliz…porque eu sou cinderela) :) e ele…..meu princípe.

  25. Carmen, serei um moralista, paciencia. Não me considero tal, mas o meu medo de ferir desnecessariamente os sentimentos dos outros pode realmente ser confundido com isso, nada a fazer, c’est la vie.
    Ana, não te vou explicar mais nada, as senhoras que dizem “filhotes” tiram-me do sério. E com a idade descobri que nada do se lhes diga as fará mudar de opinião, seja do que for.
    Sinhã, isso dos e das amantes é completamente irracional, por isso tem tanto sucesso, de coisas racionais estamos todos fartos no dia a dia. Chamo amantes aos casos em que um ou os dois são casados com terceiros, os quais desconhecem oficialmente o que andam os conjugues a fazer nos tempos livres.
    Que tambem há os que sabem e não se importam, ou até gostam. Ou incentivam a mulher a ter alguem que lhe trate das necessidades sexuais que eles não podem ou não querem suprir.
    E sei do que falo….

  26. pronto, está percebido que não acreditam no casamento de uma pita com uma pila

    (eu fico a comandar do alto: já temos um tubarão e um burro. quem será – que se segue – que vai entrar na arca?) :-D

  27. Amante para mim é quem se ama.
    Se é (mal)casado….porque os bem casados não têm amantes, podem ter aventuras, a esses eu chamo animais irracionais.
    O que importa é o amor e esse poucos conhecem.
    O difícil realmente é enfrentar a merda de sociedade que temos que tudo julga, porque afinal a quem interessa um amor verdadeiro? (raros o têm) O que é isso?. Pedras em cima deles. São pecadores.

  28. obviamente que ninguém, aqui, está a duvidar da tua capacidade de interpretação do post: é um post de amantes de amor. :-D

    (Oh CCord).:-D

  29. Obrigatóriamente anónimo

    “….Ou incentivam a mulher a ter alguem que lhe trate das necessidades sexuais que eles não podem ou não querem suprir.”

    peço desculpa pelo comentário se fôr para o próprio.

    Esse tipo de desculpa serve para o incapacitado que ama a sua mulher e a quer a seu lado e feliz. (será que o consegue admitindo traição?).

    Na minha opinião: mulher que ama o marido não trai. Aguenta sem sexo o resto da vida ao seu lado.

    Afinal há tanto brinquedo no mercado ….para quê brincar com seres humanos que têm um coração que bate?

  30. Questão, aqui vai a resposta.
    “Esse tipo de desculpa serve para o incapacitado que ama a sua mulher e a quer a seu lado e feliz. (será que o consegue admitindo traição?).”
    Concordo contigo sobre a motivação do tal senhor, e como tu confesso a meu desconhecimento e dúvida se o conseguirá.
    Quanto à mulher, é-me dificil avaliar a situação. Sou tentado a concordar contigo, mas não tenho 100% de certezas.
    O único caso que conheço ele amava-a e não a queria perder mas não lidava lá muito bem com a situção. Ela não o amava já, tinha-lhe carinho e um certo sentimento de culpa pelo que não o queria abandonar. Partilhavam a casa, os filhos, o gato e as férias. Pouco mais.
    Situação complicada que não desejo a ninguém.

  31. Questão, não quero estragar a festa, mas podes chegar a velha e ele continuar com a outra. Uma relação tem de ser construída em alicerces reais.

  32. 32 Mas o homem que comete adultério
    não tem juízo; qualquer pessoa que assim
    procede a si mesmo se destrói.

    33 Sofrerá ferimentos e vergonha, e a sua
    humilhação jamais se apagará,

    Provérbios de Salomão

  33. (desculpem, só uma perguntita: nesta e noutras caixas de comentários, tenho visto várias referências ao(s) cônjugue(s). O que é um cônjugue?)

  34. edie, cônjugue quer dizer aquele que partilha o jugo do casamento. :-D (Tenho preguiça de ir ao dicionário). Côn jugue.

  35. Carmen, tens que ler um pouco de tudo. Não te podes restringir aos teus livros de culinária ou a livros género “100 maneiras prazeirosas para ter um orgasmo”. :-D

  36. Ó Laida, que é feito do teu marido ou do teu amante? Estou a investigar o caso a pedido de familiares. Foi visto na ceia pascual, pascal ou pasconça, já nem sei, a arrotar postas de anho. Desde esse dia, desapareceu sem deixar paradeiro.

  37. adelaide, obrigada pela rectificação. O acordo ortográfico não mexeu nessa merda? Devia… Esta palavra também não tem lógica nenhuma.

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