4 thoughts on “Vidas de santo (1)”

  1. Tens que me emprestar um dos manuais que o teu pai trouxe de Moscovo, senão não consigo descortinar o nome do heroi. Mas é pena morrer antes dos 50, lá isso é. Espero que não tenha sido a construir campos de concentração na Polónia.

  2. Pirolito amigo,
    Não foi a construir campos de concentração na Polónia. O homem em questão morreu enforcado no Japão, foi episodicamente fundador da Escola de Frankfurt, funcionário do KPD, jornalista brilhante e claro: agente de Moscovo. Já dá para descobrir?

    José Tim,
    Afinal não te crimaste em Margarida

  3. Nuno,

    Já desvendei o mistério: gostas de pescar nas águas da Wikipedia aos fins de semana. Tipico na rapaziada que abandonou o comunismo com uma filosofia doente nos braços. Vê lá se descobres nessa ilustre pedia, quando lá voltares calçado de galochas até à virilha, por que é que a Maçonaria do Roosevelt fingiu que não sabia que os japoneses iam atacar Pearl Harbour. Duvido que encontres algo verdadeiramente informativo, mas há sempre uma esperança quando se vasculha bem. E, já que estamos com a mão na massa, seria interessante saber por que é que os comunistas modernos e antigos, que é como quem diz tu e os que não te apertaram a mão por despeito quando partiste, nunca tiveram a honestidade de nos explicar essa passagem histórica muito tenebrosa.

  4. Sorgito,
    Apesar das minhas linhas voluptuosas eu não sou a Bomba Inteligente, gosto do papel, tenho umas dez biografias do homem. E raramente vou à Wikipedia, sem conferir o texto: tenho medo que escrevas lá tu, e lá se ia a precisão.
    A parte das galochas e das mãos é incompreensível, não devias misturar comprimidos com bebidas espirituosas.

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