26 thoughts on “Se desculparem a interrupção…”

  1. Eh pá, tou lá batidinho. Sem querer desmerecer a relevância do evento, informo os interessados que o Clube Académico do Porto tem (tinha?) a mais bela empregrada de balcão que já vi na minha vida.

  2. E para quando a criticazinha, Fernando? Ou é preciso inventarmos que um autor foi raptado para que saiam essas linhas?

  3. E tendo em conta que este autor se limita a publicar textos já lançados no seu blogue, porque não fazer uma apresentação online, com webcams? Numa delas estaria uma stripper, pronta a entrar em acção mal a coisa começasse a derrapar para a patacoada literateira de meninos-que-querem-ser-como-o-Lobo-Antunes-quando-forem-grandes…

  4. Fernando Venâncio, leu o livro ou é amigo do autor?

    Depois de ler este seu escrito sobre o livro “E Deus Pegou-me pela Cintura”, a dúvida impõe-se:

    “Conheço o autor há dezenas de anos, ele foi meu aluno, somos amigos. Era razão suficiente para alinhar na lúdica marosca.
    Mas outra coisa é o meu juízo sobre o romancista. E esse juízo, bem viu, não é de entusiasmos.
    Comentário de: Fernando Venâncio | abril 9, 2007 02:16 PM ”

  5. Sim, Fernando, meu fofo, para quando a crítica? Teria dado muito jeitinho tê-la neste último número do Expresso, seu malandreco… Ai, mas enfim, se quiseres, eu e o Paulinho podemos amarrar-nos juntos, pormos ketchup nos lábios e fazermos um filmezito para pôr do YouTube e tu podes dizer no blogue que fomos raptados por anarquistas maus e feios… Até lá, fofo!

  6. Isto resolvia-se se a “crítica literária” tivesse as mesmas directivas deontológicas da profissão de jornalista. E se assim fosse, onde ficaria um crítico que admite publicamente promover um livro antes de o ler, por amizade ao seu autor? Na rua, obviamente.

  7. Sai Venâncio, entra Pitta. Treinasse eu o Expresso e era esta a substituição imediata… E a coisa afinava!

  8. TheCynical,

    Tu habitas um mundo são, impoluto, asséptico, angelical (cortar o que não serve). Nunca vamos, pois, encontrar-nos. Deverei sorrir, ou deprimir-me? Prometo pensar.

    ALC,

    Há uma regra em redacções literárias, e essa prescreve que quem apresentou um livro não faz ali a crítica. Acho acertado.

    Reservo as primícias das minhas impressões para quem estiver no Clube, no Porto. Mas o blogueiro dormiria demasiado em mim, se alguma coisa, depois, não extravazasse para aqui. Sê paciente.

    Anonymous das 04:37 PM,

    Já escrevi sobre o autor, há anos, num conhecido (e antigo) semanário de sábado. Também fui muito bem recebido, no seu círculo literário, num botequim (o Alinhavar) no centro de Leiria. O Paulo Kellerman é um dos nossos grandes contistas do momento (a APE, aliás, também acha). Se sou amigo dele, francamente, já não me recordo bem. Mas, se sim, que honra a minha!

    Treinador de bancada,

    Eu também trocava. Já. Mas quem é que os convence?

  9. A sua sorte é não ter os directores dum New York Times, duma New Yorker ou dum Guardian às costas, Fernando… Bem haja

  10. Cynical,

    Se eu fosse sacana, punha-te aqui uma listinha de autores que cortaram comigo depois de alguma, quase sempre suavíssima, reserva nos jornais. Sim, eu que sou a caridade em pessoa. Que faria…

    Mas também gramei das boas. Do meu primeiro livrinho, disse a Maria Regina Louro, no Expresso, que a literatura não tinha estado à minha espera.

    Recentemente, a Clara Ferreira Alves (pronto, lá vai um nome, mas isto é público) declarou-me, no JN, ignorante, de alto a baixo, em terreno literário. Isto, depois de eu, num conhecido (e antigo) semanário de sábado, não escrever só maravilhas (porque algumas escrevi) sobre um livro de contos dela.

    Ambas tinham, evidentemente, razão. Tu, I’m really sorry, não és o primeiro. Também, suspeito, não serás o último. É a vida.

  11. Seja sacana ao menos alguma vez na vida, homem! E honesto, já agora: ponha lá essa lista online. E, já agora, a lista dos autores no activo e de quem já foi professor e de quem é amigo.

  12. Não sei onde estás, Cynical. No Uganda? Na Cochinchina? Em Lhasa? Em Machu Piccu?

    Eu estou em Amsterdão, 25 graus à sombra esta tarde. Temperatura adequada (se não culpada) para estar de conversa com um desconhecido, que digo eu, de conversa com a História.

    Não, não levas a lista, pá. E só penso sem ti, ahn? Podias assustar-te. (Estou a falar com a História, obviamente).

  13. Acalme-se, Fernando. Entre as incongruências dos seus argumentos e os eflúvios canábicos dessa doce Amsterdão, o seu discurso começa a resvalar. Vá, vá lá ajudar os seus amigos escritores/editores, e tenha uma boa vida. E lá me vai evitando o gasto de dinheiro em livros que as suas “maroscas blogosféricas” tornam, num repente, tão pouco apelativos…

  14. Crítico, s. m. – Profissional dos media que, em nome da amizade, escreve textos ou emite opiniões sobre obras de arte ou literárias. (Ver Marosca, s. f.)

  15. JP,

    E é. Quero dizer: há mais gente assim, generosa como tu, para «Os Esquemas de Fradique». Mas a MRLouro falava de certa coisa ante-diluviana, que dava pelo nome de «Noites de Amsterdão». Era, ainda assim, o meu primogénito querido. De resto, esgotadíssimo, e sem planos de reimpressão. Se calha a Louro não viu mal.

  16. Calma, F! O Manel Fonseca ou esse gajo meio obscuro da Deriva hão-de de lhe fazer o gostinho de lhe editar algo, homem, tenha calma e aproveite a onda. ;) De um amigo seu que não gosta de o ver mais atarantado nas desculpas do que o Sócrates aos papéis na tv.

  17. Anónimo das 12:23 AM [estas pacóvias, americanas, designações das horas…],

    Desconheço os dois sujeitos que citas, e assim não poderei contar com as suas disposições. Mas comove-me, imensamente, a tua preocupação com a minha carreira.

    De resto, estimado TheCynical (supondo que ainda por cá andas, agora mais encapuçado que de costume – e vai aqui mais uma confidência), o meu problema, neste momento, já não é tanto editar, é mesmo mais… escrever.

    E acredita: o Sócrates pode ter estado a fazer um grande teatro. Atarantado é que não estava. Há uma diferença perceptível. Mas, aí está, não me pareces esperto a esse ponto.

  18. “Desconheço os dois sujeitos que citas”
    Ah, a ingratidão, FV! O “Manel Fonseca” é o benemérito editor (i.e., o que entra com o guito) do seu apaniguado Carmelo; o “gajo meio obscuro da Deriva” é o editor perto de quem sentará o seu rabinho no próximo dia 20, como tão freneticamente nos quis anunciar. E sobre quem já proferiu grandes encómios. Lá está: essa sua fraca memória não o vai ajudar na escrita, homem…

  19. Fernando, apague estes comentários! Faça o que eu fiz no meu blogue. São péssimos para a promoção do livro… Pense nisso, por favor. Isto é tudo canalha a brincar, não lhes responda.

  20. ALC,

    O tal homem (ou senhora) é basto ordinário. Mas ainda não foi ofensivo. Encontra-se em modo ‘sugestão’. É um ressentido, mas não vamos sacrificá-lo só por isso.

    Agradeço-lhe, sim, a advertência. Mas que se trate de «tudo canalha a brincar», tipo toca-a-campainha-e-foge, duvido muito. O fulano tem contas a ajustar. Fá-lo aqui. E o Aspirina sempre teve essa queda terapêutica.

  21. Pronto, Fernando, como queira. Eu e Paulo esperamo-lo no dia 22, não se atrase! E não podia pedir a alguém que escrevesse uma crítica ao livro aí no Expresso? O Paulo e eu ficar-lhe-íamos eternamente agradecidos.

  22. It takes one to know one, Fernando, veja lá… Pelo menos foi o que li num jornal “sem patamares de qualidade” do Mississipi.

  23. Ó Fernando, sou eu, caramba! Que maroto! Esses ares de Amsterdão fizeram-lhe mal! Vá, não se esqueça das críticas, sobretudo ao livro da Filipa, OK! Jocas!

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