8 thoughts on “Para quando em Portugal?”

  1. Como foi possível que um ideal de emancipação, de fraternidade universal, se transformasse, logo após Outubro de 1917, em doutrina de um Estado todo-poderoso, praticando a discriminação sistemática de grupos sociais ou nacionais inteiros, recorrendo a deportações em massa e, com demasiada frequência, a massacres gigantescos?

    Hoje, a rejeição do comunismo pela maioria dos povos envolvidos, a abertura de numerosos arquivos ainda ontem secretos, a multiplicação dos testemunhos revelam o que amanhã será uma evidência: os países comunistas foram mais bem sucedidos a fazer crescer os arquipélagos concentracionários do que o trigo, a produzir cadáveres do que bens de consumo.

    Uma equipa de historiadores e de universitários empreendeu a tarefa de estabelecer um balanço tão completo quanto possível dos crimes cometidos sob a égide do comunismo, continente a continente, país a país: os lugares, as datas, os factos, os carrascos e as vítimas, que se contam por dezenas de milhões na URSS e na China, por milhões em pequenos países como o Camboja e a Coreia do Norte.

    In o LIVRO NEGRO DO COMUNISMO de Stephane Courtois – Nicolas Werth – Jean Louis Panné – Andrzej Paczkowski – Karel Bartosek e Jean Louis Margolin.

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