O Insurgente e o seu Guru

O Insurgente acaba de descobrir o seu Grande Educador nos domínios sempre traiçoeiros da Política Internacional: Ribeiro e Castro.
Aparentemente, este “considerou ontem ‘preocupante’ que haja jovens que têm como ícone Che Guevara, ‘um dos grandes assassinos do final do século XX’. O líder do CDS defendeu que ‘é importante que a esquerda se saiba libertar dessas suas referências tremendas de violência, crueldade e intolerância’.”
É claro que o bom Ernesto não foi o anjinho que a hagiografia oficial pinta. Mas, assim de repente, parece-me que talvez fosse mais importante e relevante para os dias que correm reconhecer erros recentes e ainda emendáveis. Coisas como apoiar uma invasão que nos foi “vendida” com argumentos falsificados e que já causou a morte a milhares e milhares de inocentes. Mas talvez só no século seguinte ao dos acontecimentos sábios do calibre de um Ribeiro e Castro consigam mesmo abrir os olhos.
Atenção, que ainda há mais sabedoria a derramar-se deste crânio privilegiado. Ele tem a Grande Teoria para explicar “o terrorismo contemporâneo”. Preparem-se: esse flagelo “tem origem numa deriva totalitária do pensamento marxista-leninista” e isso “tem que estar presente no consenso do combate ao terrorismo”.
Quem andava convencido de que Osama foi treinado e armado por uma certa super-potência, na altura cheia de vontade de incomodar a outra, está a leste. Quem alimentava delírios sobre fortunas sauditas (mais malta de esquerda, suponho) a financiar redes de terroristas islâmicos faria melhor em acordar para a realidade: os terroristas de hoje são sim fãs de Marx e Lenin.
Mas, pensando bem, professar admiração por esta espécie de “pensamento” fica bem a um blogue que ainda há pouco denunciou a condição de milionário de Fidel Castro. Citando um resumo de um artigo mas esquecendo-se (ai, estas cabeças…) de ler como é que a isenta Forbes calculou a suposta fortuna do ditador cubano: “In the past, we have relied on a percentage of Cuba’s gross domestic product to estimate Fidel Castro’s fortune (coisa bem científica, portanto). This year we have used more traditional valuation methods, comparing state-owned assets Castro is assumed to control with comparable publicly traded companies.” Pois. Aquele delicioso e mui rigoroso “is assumed” diz tudo; menos, claro está, a quem nada quer ouvir.

32 thoughts on “O Insurgente e o seu Guru”

  1. Tinha em relação ao Ribeiro e Castro a impressão de que era um político de direita com alguma coerência.
    Agora, se ele resolve dizer algumas parvoíces…
    Bem, o problema é dele.

  2. O Ribeiro e Castro não foi vice do João Vale e Azevedo?

    Se não foi… parece…

    Já só falta dizer que o ataque às torres gémeas foi preparado pelo Álvaro e pelo Jerónimo… Estes gajos não sabem quem ensinou os Talibans a combater um regime comunista no Afeganistão…

  3. Pergunto-me o que leva a querer defender o Che Guevara e o Fidel Castro.

    Há um complexo ideológico óbvio na forma como se atenuam as atrocidades de indivíduos intrinsecamente maus, que foram capazes de matar em massa.

    Não é possivel separar a mensagem de Che e Fidel dos seus actos, e quem o faz e idolatra a sua herança necessariamente é confrontado com o lado negro do estalinismo latino-americano.

  4. O livro é apenas o que o título diz: uma compilação dos relatos dos diversos “comandantes” desses dias de combate antes da vitória. O de Che é sobre o ataque em 14 de Jan. de 57 a um quartel na desembocadura do rio De La Plata, na Sierra Maestra. Tem fotografias e tudo, se bem que não muito nítidas.

  5. Mas claro que alguém como Sharon, apesar dos massacres de Sabra e Chatilla, é uma boa alma. E Bush, pese embora o número de mortos que causoua invasão do Iraque, é uma figura estelar, não é, RAF?

  6. Lá porque a invasão do Iraque matou milhares de pessoas (que por acaso na sua grande maioria até são provocadas por terroristas e não por soldados americanos. Pormenores…) não lava a imagem do Che.

    Não há paciência para argumentos dos tipo: “O meu ditador matou menos que o teu ! Ora toma !”

    Quanto á fortuna pessoal do Castro, se num estado comunista o Estado controla os meios de produção e Cuba é um estado comunista governado por Fidel Castro, então parece-me correcto afirmar que Castro controla empresas publicas.

    Mas alguém acredita que o Fidel Castro vive com as mesmas condições do cubano médio ?

  7. Não sei se o Luís é admirador do Che, ou do fidel, presumo que não. O problema é que o Raf, apenas vê um lado, a isso chama-se sectarismo…

  8. E se a fortuna de Castro foi estimada, então é perfeitamente normal que se critique apresentado provas em contrário.

    Porque em ciência, estimativas e incertezas são o pão-nosso de cada dia. Probabilidades, então, são imprescíndiveis em qualquer ciência que se preze. O Luis Rainha ficaria surpreendido com a quantidade de engenhocas que funcionam graças ás probabilidades.

  9. Mencionar esse “pormenor” só revela alguma ignorância da Convenção de Genebra: a potência ocupante é responsável pela segurança das populações.
    E não quis lavar ninguém; afirmei a minha desconfiança da “hagiografia oficial”.
    Por outro lado, esse seu contorcido sofisma é giro: como o estado português controla a CGD, poderemos incluí-la no rol da fortuna pessoal de José Sócrates. Claro que sim.
    E olhe que até já passei alguns dias num hotel num pântano cubano onde o Fidel costuma passar férias: aquilo nem “aceitável” seria pelos nossos padrões. Não duvido nem um pouco que ele seja, como o nosso Salazar, algo monástico e espartano de hábitos.

  10. No caso do Iraque, acredito que sejam os EUA são responsáveis pela segurança da população. Mas isso não retira a responsabilidade das mortes aos terroristas e bombistas suicidas.

    O Che realmente mandou fuzilar pessoas por motivos ideológicos o que não é aceitável, sejam eles quais forem. Sob a mesma desculpa da ideologia, foram torturadas pessoas na Argentina e Chile por pessoal de direita.

    Quanto á CGD, obviamente que no rol da fortuna pessoal do Sócrates não pode ser incluida. Apenas e porque já faz parte do acervo do PS e PSD. Como aliás as demais empresas públicas. No entanto, em Portugal o Estado não têm o monopólio dos meios productivos ao contrário de Cuba. O problema de ser o Estado a controlar os meios de produção é mesmo este: só são beneficiados os que estão no poder. Os restantes que se lixem.

    Quanto aos hábitos espartanos do Fidel Castro, tenho as minhas dificuldades em acreditar. Em ditaduras os governantes e demais corte, enchem sempre os bolsos á custa da população. Mas acreditemos que sim, o que não o torna menos culpado da situação actual de pobreza que se vive em Cuba.

  11. Nelson,

    Estou a ver que não discordamos em nada importante. Quanto á pobreza actual de Cuba, importa fazer algumas ressalvas: o estado da ilha antes da revolução, sendo uma mera filial da mafia, a posição que hoje ocupa no índice de desenvolvimento humano da ONU, onde ainda vem no primeiro pelotão e o estado deplorável de muitos países naquelas bandas que nem têm a desculpa do embargo.

    João,

    Agradeço a oferta, mas já tenho uma namorada apoiante de Cuba e herdei assim a biblioteca temática respectiva…

  12. Luis,

    Concordamos em que motivos ideológicos não justificam barbáries. No resto discordamos e muito.

    E em jeito de comentário final, lembro-lhe que todos os continentes estão mais ricos do que no passado. E que muitos dos vizinhos de Cuba também experimentaram ditaduras, o que explica o seu sub-desenvolvimento. Por isso atribuir o desenvolvimento actual ao regime castrista, é ignorar o resto do mundo. O bloqueio americano não se justifica, obviamente. Apenas e só porque remete os cubanos á pobresa.

  13. Valha-te a namorada Luís… Mas sabes, embora eu não seja o João da Biblioteca, espero que não pensem que por as empresas públicas estarem em dificuldades é preciso mandar um cabaz de natal ao Sócrates…
    O que custa a certa malta é o fidel não ter um rancho na california… O Batista, que se passeou na madeira salazarista a seguir à revolução para alguns fazedores de opinião era um democrata… Com gente a pensar assim, nada a fazer

  14. A pobreza em Cuba também não será assim tão tenebrosa; pelo menos não era há 2 anos quando dei uma volta quase completa à ilha.
    Quanto a isso das ditaduras, julgo interessante ver o ranking das NU, por exemplo aqui.

  15. Já o disse anteriormente, não sou admirador incondicional de Cuba, longe disso…

    Mas Nelson, explica-me lá, que regime está instaurado, pelo Estados Unidos no Iraque… E quem é que suportou anos a fio o Sadam por aquelas bandas? Sabes certamente quem mandava na associação de amizade Portugal Iraque? Sabes que no tempo do Sadam Também havia eleições? Sabes que o presidente George foi eleito, da primeira vez, com menos uns largos milhares de votos que o seu opositor?

    Sabes também, certamente, que uma monarquia não pode ser entendida como uma democracia completa?

    E quantas monarquias tens tu na Europa Ocidental?

    E como vivem esses reis?

    Quem paga?

    Em nome de quê?

    Porque se o Fidel fosse rei de Cuba já estaria tudo bem…

  16. Este post começou bem: concordo totalmemnte com tudo o que diz acerca do CDS-PP. Mas acabou mal: acabou a branquear um regime nada democrático e muito autocrático: Com que então “is assumed”! Eles devem ter feito a estimativa por baixo, de certo! Se fosse a estimativa real os bens do Fidel Castro & Ca. seriam muito mais.

  17. Fátima,
    Não tentei branquear regime algum: chamei “ditador” ao Fidel, com clareza. Agora que ele seja um cleptocrata é que já me causa grandes dúvidas. Quando estive em Cuba, travei amizades com gente de um grupo oposicionista de Cienfuegos; acusavam Castro de muita coisa mas não de enriquecimento ilícito. Aliás, na mesma altura, acabara de “aparecer” num campo de reeducação o ex-ministro Roberto Robaina, que era acusado em surdina de andar a desviar dinheiro do turismo. Alguma verdade devia haver no rumor; e se tais comportamentos eram castigados mesmo tratando-se do então promissor delfim de Fidel…

  18. Fátima, espero que não pense que por a empresa pública CP, estar em falência técnica o “eng” sócrates esteja a passar tempos de dificuldades financeiras lá em casa…
    Porque estes cálculos, a que o Dr Ribeiro se referiu são feitos mais ou menos nesta base…
    De estatistica, como ciência, nada têm… Tem apenas de canalhice, o resto é misturar a realidade com o que desejariamos que ela fosse…

    O Fidel pode não ser bom, mas não é tão mau como a Fátima desejaria que ele fosse…

  19. Não seja assim João…
    A Forbes é uma revista prestigiada….
    Pode aliás saber-se lá, não por qualquer aldrabice, mas baseado em cálculos reais qual a riqueza das familias “reais” europeias.
    Mas essas familias, como o meu caro amigo deve saber, foram eleitas democraticamente para, superiormente, dirigirem os seus países… Ou a Forbes, claro está, realizou um estudo em que se porva, por A+B, que apesar dos imensos cruzamentos intra-familiares, geneticamente são estas, as “reais”, que estão melhor preparadas para viver à grande…. Não que a reprodução e os partos se façam nestas, nas “reais” claro está, de forma substancialmente diferente das demais. Os canais utilizados são os mesmos, só os edificios serão, porventura, mais espaçosos… mas a genética tem destas coisas… e como nos garante a Forbes, as familias “reais” são filhas da mãe, as outras….

    Mas não se incomode Fátima, o Fidel é bem pior do que isso, riquissimo… é vê-lo a passear pelo Mónaco eo outros locais da nossa, deles desculpe, praça…

    Se puder diga-me quanto é a riquesa do Bush e como ele a conseguiu?

  20. O João representa aqui uma coisa que eu pensei que fosse simplesmente uma mera caricatura: alguém que desculpabiliza o regime de fidel, mas que se atira…às monarquias euriopeias! sim cuba é um paraíso, e países como a dinamarca devem ser uma fonte de opressão dos cidadãos.
    Parece-me que, à excepção de Inglaterra, as repúblicas têm bem mais gastos com os respectivos chefes de estado que as monarquias. Aliás, os monarcas europeus até têm de mostrar uma certa austeridade e desprendimento. Não me parece que Fidel ande de metro normalmente, tal como o fazia o rei da Noruega.
    no geral, cocordo com o Nelson e a Fátima. Ribeiro e Castro entrou em delírio, mas e modo algum a ditadura cubana é defensável. Nem a fortuma que Castro, tal como Pinochet, acumulou.

  21. completamente desajustado. é o comentário que me merece este post.

    A questão não está em que existam crimes cometidos por ditadores de tipo A ou de tipo B, está em que algumas pessoas, e aqui é inegavel que essas pessoas são normalmente jovens de esquerda têm como idolo alguem que cometeu muitas atrocidades.

    Quando eu vir por aí grupos com tshirts de george w. bush aceitarei é legitima a comparação entre este e a dedicação que algumas pessoas lhe dedicam e aquela que outros dedicam ao criminoso che

  22. João,

    “Sabes que no tempo do Sadam Também havia eleições?”

    OK, no tempo do Salazar também. Eleições não são sinónimo de liberdade ou de democracia.

    “Sabes que o presidente George foi eleito, da primeira vez, com menos uns largos milhares de votos que o seu opositor?”

    Os americanos são livres de escolherem o sistema politico que bem entenderem. Incluindo um em que ter mais votos não significa ganhar. Em Portugal passa-se exactamente o mesmo, como o Santana Lopes mostrou (e por favor o problema não é o Santana, mas sim o sistema).

    Os iraquianos, por outro lado apenas agora podem escolher o sistema político. A invasão do Iraque é certamente criticável, mas os iraquianos têm agora uma maior defesa quanto aos abusos que sofreram. Lembro o caso da prisão Abu-Graib em que os responsáveis foram levados a julgamento. No tempo de Saddam, um dos seus filhos torturava impunemente.

    A monarquia, concordo não faz sentido numa sociedade liberal. Mas nos países ocidentais as monarquias são símbolos de poder. São caras ? E a républica portuguesa, com todos os incentivos e pensões vitalícias custa quanto ?

  23. Talvez me possas explicar em que momento os Americanos escolheram o seu sistema…

    O que eu qis dizer com as eleições do tempo do sadam apenas foi que são tão fraudulentas como as que se fizeram agora no iraque – nada mais

    Quanto aos gasto, para que saibas, os gastos da familia real espanhola são mais de 10 vezes superiores aos gastos da presidencia da republics portuguesa…

    Mas mais, o sr presidente da répública portuguesa foi eleito, o monarca escpanho foi lá colocado pelo generalissimo franco.

    Quanto à suécia e à dinamarca e tudo o mais não conheço a realidade dos gastos dessas familias reais mas, pelo pouco que sei de genática, ainda não encontrei qualquer razaõ para esses senhores terem um vida de previlégios…

    passa bem, bom natal

  24. Que revistas é que o Nelson e o João Pedro iriam ler se não existissem Monarquias?
    Teriam que ler a Maria?

    Nunca elogiei o regime de Fidel agora é sectário dizer que o senhor é, ou está, riquissimo…

    O gajo até era filho de Latifundiários pelo que se o desejo era continuar a ter uma vida á grande o Batista servia perfeitamente…

    O Mal do Fidel não é esse…
    Esse argumento é pequenino, muito pequenino…
    E como vocês devem sabe, melhor do que eu, para pertencer ao clube dos amigos dos americanos nunca foi necessário ser um democrata…
    Recordo-lhe um caso, que me é muito próximo, que foi a autorização para invadir timor… Autorização dada pelo presidente americano ao seu amigo ditador indonésio (isto é realidade histórica, devidamente documentada)

    Mas isso não vos choca porque a Fretilin é Marxista…

    Estamos conversados

  25. João,

    “Talvez me possas explicar em que momento os Americanos escolheram o seu sistema…”

    O processo de construção e modelação de instituições numa sociedade demora o seu tempo, e continua ao longo curso da historia. Se os americanos não gostassem do sistema eleitoral que têm já o tinham mudado.

    “O que eu qis dizer com as eleições do tempo do sadam apenas foi que são tão fraudulentas como as que se fizeram agora no iraque – nada mais”

    Pode ser. Mas a diferença é que antes não podiam reclamar.

    E já agora gostava que ficasse claro que não sou monárquico. Apenas quis lembrar que os diferentes sistemas politicos têm custos, e que não se podem comparar sistemas com base no custo dos mesmos. Afinal, as pessoas não são números….

  26. Caro amigo um monárquico para mim não é democrata. ponto final…

    Pura e simplesmente porque não pode existir democracia quando existe um chefe não escolhido.

    Quanto às eleições no Iraque e à liberdade de reclamar… tenho as minhas sinceras dúvidas…

    Quanto ao modelo de democracia americano, centrado em 2 partidos, cujas diferenças reais são, para mim, dificeis de identificar, acho que deixa, no mínimo, muito a desejar…
    Mas claro é a minha opinião…
    O que aconteceria neste país se o próximo presidente fosse eleito com menos votos que o adversário… ou se os nossos votos se materealizassem com um furinho num papel…

  27. Cao João, já vi que para si não sou um democrata. Só que você também inventa números à força: onde é que encontrou essa dos gastos da família real espanhola serem dez vezes superiores aos da República em Portugal? Pelo contrário, fique sabendo que são metade dos nossos. Quanto ao argumento de Juan Carlos ter sido “nomeado” por Franco, apenas lhe relembro que esse mesmo Rei é o responsável pela existência de Democracia em Espanha. E lá se vão os seus argumentos da “Monarquia vs Democracia”. É que a monarquia, actualmente, e fora os absolutismos árabes, implica que haja igualmente democracia. Reconheça-se que tem cumprido esse papel com muito mais competência que gande parte das Repúblicas actuais.

    José Pereira, uma vez que me parece que não nos conhecemos, gostava de saber como é que sabe que revistas é que eu leio ou deixo de ler.

  28. O pá tenham dó , tanta mariquisse pegada, obrigam-me a ser malcriado, Foxxxx.
    Misturam Fidel Castro com Pinochet, dizem que o Rei Juan Carlos é democrata apesar de ter sido colocado lá por franco.
    Que mentes baralhadas que voçês apresentam , abram os olhos voçês são prisioneiros, são escravos mas não conseguem ver as correntes.
    Já agora quem me refere um documento credivél onde diz que Ernesto Guevara de La Serna mandou fulzilar pessoas, mandou fuzilar.
    Pá leiam e depois falem mas leiam aprofundadamente pá.
    Chiça

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