O caso Rui Pinto ou a última tentação do MP. Sempre no caminho da total alienação do Estado de Direito em Portugal.

1º Acto – Roubar um banco! Pessoalmente nada contra mas uma sociedade que não condene o roubo...

2º Acto – Roubo, chantagem e tentativa de extorsão a um fundo de investimento, no caso a Doyen Sports. Mais conhecido como Doyen a quem doer para outro trafulha como o BdC. Vale apreciação semelhante.
Mais uma série de roubos e acessos ilegítimos e violação da privacidade e sabotagem informática a uma série de sociedades comerciais e uma sociedade de advogados e até imagine-se uma das principais Instituições da República. Nomeadamente da área da Justiça, nomeadamente a PGR.

3º e espera-se derradeiro Acto – Rui Pinto vai finalmente começar a ser julgado em Tribunal por quase uma centena de crimes, a partir do dia 4 de Setembro.

Até lá e como de um dia para o outro alguma magistratura do MP e a própria PJ conseguiu lavar por completo a imagem de um ladrão informático e transformá-lo em mais um justiceiro da luta contra a corrupção. E desta feita ao serviço do Estado?! Quando o MP já o trata como uma testemunha do Estado protegida e arrependida, dos seus próprios actos criminosos aliás. E a PJ já o trata como colaborador – ainda a fazer lembrar o fantasioso FBI Tom Hanks no “Catch Me If You Can” do Spielberg com Di Caprio - deve estar para breve o anúncio da nova categoria aí como alto oficial da mais alta pantomina da Gomes Freire. A quem até a magistratura judicial, por pressão, já foi obrigada a vergar-se. E que diga ele ou os seus, entretanto contratados advogados, o que disserem hoje, é notório por onde começou todo seu empreendedorismo. Ou como era costume dizer, a sua motivação criminal – pelo belo do proveito próprio. Já que não consta que alguma vez o fruto do seu primeiro saque, que o próprio banco se viu obrigado a esconder, tenha beneficiado mais alguém além do próprio. E a sua namorada ao que parece. Também parece que a extorsão já contemplava um advogado do mesmo saco. Do interesse público que caracteriza os whistleblowers é que nem sinal. E quando numa sociedade os princípios começam a justificar quaisquer meios já deixamos de viver num verdadeiro Estado de Direito Democrático.

Aliás, ao pé disto a inversão do ónus da prova, ainda recentemente chumbada na AR, era uma brincadeira de crianças. E o que se seguirá? Recomeçar finalmente a tão ambicionada recompensa de todo o género de bufaria - que até a mãe vendiam - de forma oficial e à velha maneira da António Maria Cardoso? Ou talvez a demissão total da PJ de toda a investigação criminal, económica e financeira? Ou a demissão total do MP da obrigação de defender sempre a legalidade democrática e os interesses que a lei determina? Logo agora, que nunca têm meios para nada e ainda assim parece que finalmente conseguiram perceber o que ainda ninguém tinha percebido. Ou seja, que os capitalistas do velho regime afinal nunca meteram 1 tostão no business as usual além dos Milhões todos que o Cavaco generosamente lhes ofereceu. E alguém tinha que pagar as reprivatizações. Várias vezes. Ainda assim parece que têm algum pudor em chamar-lhe um esquema em pirâmide. Que foi o que o BES sempre foi. Uma pirâmide de dívida até ao dia… Neste caso, até ao crash, para sermos inteiramente francos. Não, espera lá! Parece que isso tudo já aconteceu.

Até a MJM já veio juntar-se à festa como sempre. Para depois algures mais à frente também ela se mostrar novamente uma verdadeira arrependida. Desta feita para dizer que lhe faz muitas impressão ouvir um hacker em 2019 a repetir o que ela já tinha dito em 2002, que: “O futebol é um mundo de branqueamento de dinheiros sujos com promiscuidades políticas indesejáveis”. Futebol com o qual o hacker colabora mas adiante. E nós perguntamos: - e o que é que o MP e a PJ fizeram entretanto? Ou também andaram muito ocupados, com os meios que nunca têm, a tentar mudar o regime?

Investiguem-se e criminalizem-se todos os crimes pff. Ou será que já é pedir muito?

P.S. Como sempre aberto a todas as concordâncias e a todas as discordâncias mas poupem-me a “ingenuidade” dos doutos e do estatuto whistleblower. Uma ideia que só surge na mente do meliante quando já acossado pela justiça. Enquanto foi caindo o dinheiro dos e-mails nunca se lembrou de denunciar quem efetivamente beneficiou da sua divulgação. Depois até tinha alguns documentos da PLMJ mesmo ali à mão. Deixa lá criar uma cortina de fumo e passar por bom samaritano. Enquanto também ia controlando o andamento da investigação através da violação da privacidade de vários magistrados e outros tantos elementos da Administração Interna. Através da violação informática da própria PGR!

Rui Pinto só se move por interesses pessoais como até a juíza de instrução fez questão de deixar bem explícito na acusação. De resto, há de tudo no mercado. Parece que o “grande” constitucionalista Bacelar Gouveia - mais um com ligações ao génio do BdC – também acabou de descobrir alguns conceitos novos na nossa Constituição como, por exemplo, “Estados Regionais”. Para satisfazer a ambição dos clientes das ilhas do costume. Desta feita em acabar com integralidade do nosso território marítimo. Já com os olhos em algum lucro dos minérios no fundo do “mar dos Açores”. E todos sabemos no que toca aos governos autónomos das ilhas as transferências de recursos só podem fazer sempre um caminho. O de casa. E juristas com pareceres consoante os clientes é o que há mais no mercado. É mesmo para isso que são pagos. Em mais um excelente texto do PTP, completamente perdido no Obs. A apelar ao último sentido de Estado do PR. Depois do falhanço clamoroso da AR!

 

Repórter P

22 thoughts on “O caso Rui Pinto ou a última tentação do MP. Sempre no caminho da total alienação do Estado de Direito em Portugal.”

  1. “Rui Pinto só se move por interesses pessoais como até a juíza de instrução fez questão de deixar bem explícito na acusação.”

    todo o mundo se move por interesses pessoais, até burros e a juíza o fazem, não havia necessidade de botar em acta. a juíza ganha a vida a defender a comunidade e o pinto ganha a vida a chantagear a comunidade, ambos vivem de segredos que descobrem por chantagem/violência ou roubo cibernético. o pinto leva vantagem não bateu em ninguém e já era altura de se deixarem de hipocrisias sobre escutas e violações de correspodência electrónica que todo o mundo faz, menos a polícia portuguesa por serem uns cepos na matéria. o “verdadeiro crime” que o gajo cometeu foi ter entrado nos segredos do ministério público e havia a preocupação do que iria revelar, não revelou e devolveu a mercadoria, tudo bem és um dos nossos e siga para bingo.”

  2. Pelo andamento que o processo está a tomar, Rui Pinto irá no próximo 10 de junho, ser agraciado pelo PR com uma Comenda……

  3. 2º Acto (b) chamar o BdC à liça e esquecer “os do outro lado da 2ª circular” que são dos mais afectados pelas “intrusões” esclarecedoras do hacker, é querer branquear branquear o estado lâmpianico. Que não é acto habitual deste blog!!

  4. A PJ, que nunca tem meios para nada, tem dezenas de informáticos ao longo do país com muito mais formação que um puto que nem a faculdade acabou. Por mais que pareça um génio à Ana Gomes. A diferença é que por norma não evadem a privacidade alheia nem varrem sistemas informáticos sem mandados judiciais. Logo num verdadeiro Estado de Direito, sem o circo mediático de palhaços como o Chico Mota ou Ana Gomes, há muito tempo que tinha aparecido um juiz com tomates a dizer que os discos do puto em Tribunal só podiam servir para o incriminar ainda mais. Já que dada a forma ilegal como foram obtidos nega-lhes logo qualquer outra validade em Tribunal. E como provas para o entalar é o que não falta… Posto que até já deviam ter sido destruídos porque as personalidades a quem foram subtraídos também têm direitos. Como a droga apreendida em casa dos traficantes.

    Quando a PJ e o MP aparecem tão interessados em enfiar umas grandes orelhas de burro, quase de joelhos a pedir para o puto desencriptar o que nunca terá qualquer validade em tribunal, devemos desconfiar. O que o MP, a PJ e populistas como o Chico Mota e a Ana Gomes querem há muito tempo em Portugal já nós estamos fartos de saber o que é. Um regresso mais ou menos ao passado. Como o Moro conseguiu no Brasil. E sociedades com piratas informáticos ainda têm menos a ver com um verdadeiro Estado de Direito. Assim de repente em Portugal métodos parecidos só me recorda o Estado Novo. E como prezo muito a liberdade….

  5. Com a “velha senhora” de botas tínhamos os bufos pagos com um empregozinho fardado de contínuo, uma casa de renda social, um pequeno comércio aberto ao público para “escutar”. etc.
    A “justiça” era executada com admoestações terríveis aos pobres diabos e nos tribunais especiais aos opositores políticos do regime para os engaiolar.
    Agora chegámos ao requintado bufo, informático ou não. Ultrapassados historicamente as “confissões” por tortura, depois a bufaria por “escutas” de café, estamos na fase moderna do gatuno-bufo que rouba documentos e segredos valiosos. E aqui tão valiosos são os segredos para roubar empresas, empresários ou políticos como são valiosos, ou mais, os segredos roubados aos doutos senhores de magistraturas que aplicam a justiça segundo preceitos a título “interpretativos” ou “indicativos” segundo uma ideia pessoal da política.
    Um assalto informático à casa e conta bancária do cidadão não dá para o espectáculo da PJ a tirar impressões digitais e correrias de carro a buzinar atrás de ladrões: até nem os próprios percebem patavina como a coisa se faz.
    Logo, se não sabes não podes, então alia-te a eles.
    Pinto, um puro caso de polícia e devido julgamento pelo crime praticado, é feito herói porque sabe de mais de muitos e importantes dirigentes, chefes, directores, empresários da bola e outros sabidos de quem o Pinto sabe as trafulhices escondidas sob respeitabilidade.
    Pinto, assaltante, deveria primeiro ser julgado pelos crimes praticados e segundo, coagido a colaborar com a Justiça entregando a esta toda a documentação que seja prova de corrupção política ou económica, sem mais.
    Pinto não pode, sob descredibilização total da Democracia, ser elevado à categoria de pessoa de bem porque a justiça se corrompe totalmente fazendo prevalecer a bufaria sobre o criminoso.

  6. pois claro, o rui esse pirata cheio de milhões da corrupção e do tráfico de droga a assustar as pessoas de bem da PMLJ e dos panama pappers e da máfia benfiquista. maldito, devia bater com os costados na cadeia por andar a extorquir a doyen, esse conglomerado de boas intenções e melhores práticas.
    já diziam os antigos, ladrão que rouba ladrão tem 1000 anos de preventiva e ainda tem de ouvir quem sempre viveu bem com e até a mão apertou aos ladrões a perorar sobre o estado de direito.
    é o que há

  7. claro que vai se a ver e o rui até já quase que cumpriu a pena pela extorsão de que é acusado enquanto que os criminosos que revelou andam em à vontade pelo país fora, abraços aos representantes do estado de direito incluidos. mas isso são pormenores. o importante é defender a privacidade dos ofshores porque sem a fuga ao fisco como é que o capitalismo anda pra frente?

  8. … como bem notou o fulano que escreveu o texto infra, já foi assim como o pito dourado e com cenas afins, e viva a republica advocática de portugal, até ser extinta e dar ligar à próxima, a bela democracia orgânica atual que temos com leis feitas pelo legislador manso neto e outros metralhas, não lí o texto lá de cima, que é capaz de ser do penalonga comentador P, que também assina comentário intra-muros, de resto lá está o tontinho neves com o discurso falido e a treta habitual do abuso e coisa e tal bafiento-inquisitorial, para esconder o que realmente quer, que é o abafanço, mais nada.

    https://www.jn.pt/opiniao/paulo-baldaia/os-poderosos-estao-a-ganhar-11781165.html

    “ Os poderosos estão a ganhar
    04 Fevereiro 2020 às 00:00

    A Justiça portuguesa funciona como uma casa sem dono, de porta arrombada, e onde cada um faz o que quer. Digo, sem margem para dúvidas, que Rui Pinto deve ser julgado pelos crimes que tiver cometido, inclusive o de ter entrado ilegalmente em caixas de correio que não eram suas. Mas vamos ao resto!

    A grande criminalidade organizada, os vilões de colarinho branco, sempre gozaram de maior proteção do que aquela que é dada a um pobre coitado que roube porque tem fome. Não, não estou a dizer que Rui Pinto agiu por necessidade ou puro altruísmo, estou apenas a lembrar que a Justiça nunca deixou de ter dois pesos e duas medidas.

    Sobre corrupção, branqueamento de capitais e fuga ao Fisco, estão os de fato e gravata obrigados a reportar às autoridades factos que considerem suspeitos praticados pelos seus clientes, mas quase ninguém o faz. Os advogados por objeção de consciência; os auditores por incapacidade visual; os reguladores por manifesta incompetência e os bancos porque está na sua natureza.

    O novo bastonário dos advogados ajudou-nos a perceber como é que a coisa funciona. Toda a ilegalidade tem qualquer coisa de legal. Para que toda a gente percebesse que não vale nada o que Rui Pinto denuncie, Menezes Leitão deu-nos o exemplo de uma casa arrombada. Se eu, ou você que me lê, arrombarmos uma casa para roubar o que tem lá dentro e depararmos com alguém que já pôs as joias e o dinheiro no saco, nem vale a pena fotografarmos o meliante, porque isso não servirá como prova. Nada lhe acontecerá, mesmo que ele tenha matado o proprietário. A prova é ilegal, a lei protege o criminoso que chegou primeiro.

    Que me prendessem a mim e investigassem o assassino era o que eu esperava, mas tendo em conta o caso Rui Pinto, parece que o melhor é esquecer. Está tudo a defender os seus clientes. Os bancos defendem quem tem lá muito dinheiro; as auditoras defendem os grandes gestores; os advogados de Rui Pinto defendem o Rui Pinto e os escritórios de advogados dos denunciados por Rui Pinto defendem os denunciados por Rui Pinto. Até ver, estão a ganhar os poderosos. Dizem que só por clubite se pode estar contra isto!

    Jornalista “

  9. Ai os poderosos, sempre a enrabar a gente de bem, kórror, que pavor! Segui, ó gente de bem, o conselho de um despoderado avisado, que rezava assim: “A mim ninguém me enraba, que eu ponho o cu no chão!”

  10. Objectivo: o maldito nome do inominável.

    Método: pesca de arrasto. De cada vez que, num dos 666 benditos discos rígidos, um herói justiceiro tropeçar no nome do mafarrico n° 1 (porque um qualquer caramelo diz que, estando um dia a mijar atrás de uma figueira, o viu passar ao longe, com as mãos nos bolsos, certamente escondendo provas de corrupção), extrair uma certidão e promover um crowdfunding para aquisição da tacinha de cicuta que se usa com mafarricos inomináveis sobejamente nomeados.

  11. Ó d’ “A prova é ilegal, a lei protege o criminoso que chegou primeiro.”

    Deus escreve direito por linhas tortas mas tu escreves torto por linhas direitas, direitinhas, direitolas do teu apoio jornalístico via Baldaia esse reconhecido universalmente por grande perseguidor de presidentes de clubes, empresários, banqueiros e tudo que é ddt e utilizador de off-shore para corrupção.
    Se o Baldaia é o teu exemplo de combatente ao lado de Pinto contra a corrupção e crimes económicos de clubes, políticos e empresários estamos perfeitamente esclarecidos. E se ainda assim pensas que sou que quero abafar o caso, mais esclarecidos ficamos.
    Repito o que não leste à primeira; o Pinto tem de ser julgado pelos crimes graves que cometeu como qualquer outro criminoso e só depois deve ser coagido, não subornado, comprado ou vendido por negociação com a justiça a troco de nova corrupção de parte a parte.
    A Justiça existe para combater o crime como a corrupção e não para fazer entendimentos com criminosos ou justa.

  12. Então vai lá assaltar uma casa e pelo caminho mata o proprietário e depois vem cá contar que leis é que não se aplicam para passares uns bons anos no chilindró. E o mesmo em relação à corrupção. Então ainda agora o MP acabou de acusar o Salgado por não sei quantos crimes e ao que consta não precisou de leis especiais nenhumas. E o mesmo em relação à operação furacão e ao monte branco, só para citar dois casos recentes onde o Estado recuperou inclusive muitos milhões. Já em relação ao apito dourado quem devia explicar aos portugueses o fracasso tim tim por tim era a Morgado e a corrente do MP que acha que com não sei quantos anos de escutas resolve qualquer crime. O MP e a PJ estão mais que apetrechados para combater qualquer crime sem recorrer a qualquer ilegalidade. Bufos inclusive que até podem querer lixar só alguém em particular em proveito próprio. Ou ainda pior estarem a ser utilizados pelo MP para tramarem alguém politicamente ou o que quer que seja. O MP não actua só por denúncia. Ao MP cabe-lhe estar atento à sociedade em geral e exercer a penal sempre que há razões para isso. Algo que a magistratura judicial validará ou não. A parte em que são apanhados muitas vezes a dormir não se resolve com leis. Assim como outras tramoias mais recentes.

  13. “Então vai lá assaltar uma casa e pelo caminho mata o proprietário e depois vem cá contar que leis é que não se aplicam para passares uns bons anos no chilindró.”

    quem é que assaltou casas e matou proprietários?

    “E o mesmo em relação à corrupção. Então ainda agora o MP acabou de acusar o Salgado por e ao que consta não precisou de leis especiais nenhumas.”

    o problema chama-se incompetência, não investigam, deliram uma tese e depois cagam na lei. no fim do processo quero ver quantos serão “não sei quantos crimes”. delirar é fácil, provar dá trabalho.

    “E o mesmo em relação à operação furacão e ao monte branco, só para citar dois casos recentes onde o Estado recuperou inclusive muitos milhões.”

    iá… bué de milhões. já falta pouco para o novo banco dar lucro

    “Já em relação ao apito dourado quem devia explicar aos portugueses o fracasso tim tim por tim era a Morgado e a corrente do MP que acha que com não sei quantos anos de escutas resolve qualquer crime.”

    tens razão, o fracasso são os delírios do ministério público. não me tinha passado pela tola que havia um bom e um mau como naquela história do bes.

    “O MP e a PJ estão mais que apetrechados para combater qualquer crime sem recorrer a qualquer ilegalidade.”

    não sei, mas tendo a acreditar que sim, apesar dos sindicatos passarem a vida a dizer o contrário.

    “Bufos inclusive que até podem querer lixar só alguém em particular em proveito próprio. Ou ainda pior estarem a ser utilizados pelo MP para tramarem alguém politicamente ou o que quer que seja. O MP não actua só por denúncia.”

    tou de acorde e diria mais, os bufos tendem a salvar a pele e o ministério público aceita encomendas de políticos ou para chantagear políticos. há uns tempos atrás havia uma sociedade entre um inspector que está agora com uns processos às costas e um juiz de aveiro para chantagear suspeitos com base nas investigações da judiciária. agora o ministério público quer tudo para ele e não dá nada à judiciária.

    “Ao MP cabe-lhe estar atento à em geral e exercer a penal sempre que há razões para isso. Algo que a magistratura judicial validará ou não. A parte em que são apanhados muitas vezes a dormir não se resolve com leis. Assim como outras tramoias mais recentes.”

    não percebi, mas tamém não faz mal.

  14. ===A Justiça existe para combater o crime como a corrupção e não para fazer entendimentos com criminosos ou justa. …===

    Justa ? Qual Justa ? A chefe Justa ? Seta meda já mete culinária ? oh, fdass, eu nem sei quem é o Baleia, a chefe justa cozinha baleia ???

    ===o Pinto tem de ser julgado pelos crimes graves que cometeu ===

    Quais quimes gaves ? Que cometeu ? Eu não conheçu nenhuns . sbes mais que eu, caalho ( caramba )

    ===como qualquer outro criminoso===

    já stá fodid ! Já stá condenadu na paça púbica, coitadinhu.

    === só depois deve ser coagido, ===

    sóss qzer ! fassa cumu o outo :

    “A mim ninguém me enraba, que eu ponho o cu no chão!”

    ===não subornado, comprado ou vendido por negociação com a justiça a troco de nova corrupção de parte a parte.===

    rrupçon de pat a pate ? e pod sere de ladu a ladu ?

  15. Já previa que o facto de deixar passar restos perdidos do texto, neste caso o “ou justa”, sem fazer propositadamente uma errata a esclarecer do caso haveria de ser o leit-motiv para uma palhaçada de argumentação de palhaceiro sem palhaço dentro.
    Era fatal; o estilo de argumentação sem argumento vira-se necessariamente para o ridículo.
    Não só para ter argumentos racionais é preciso estudo, também para ser humorista é preciso não só ter estudo para que o humor tenha sentido e significado como ter algum jeito humorístico para haver humor.
    O d’ “A prova é ilegal, a lei protege o criminoso que chegou primeiro.”, que nem percebe que o texto do Baldaia é precisamente do tipo “baralhar” para proteger, abafar ou fazer o frete aos corruptos dos off-shores e branqueamentos de capitais, habitualmente seus patrões empresariais, e portanto é um ignorante ou é um deles a fazer-se despercebido sob a capa de humor rasca.

  16. O Rui Pinto não passa de um balão de ensaio para uma alteração legislativa que visa alterar o regime da colaboração dos arguidos no processo penal, segundo o próprio Ventoinhas e há muito tempo ambicionado pelo MP. Ou seja institucionalizar oficialmente outra vez a bufaria em Portugal. Por alguma razão o Moro vem muitas vezes a Portugal.

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