9 thoughts on “Not my fault…”

  1. Desculpem a minha ingenuidade. Será que isto terá alguma coisa a ver com a enorme quantidade de gays e fufas que se vêem para aí ?

  2. A demografia é um bico de obra.
    A velha Europa, e as sociedades brancas mais evoluídas do hemisfério norte, apresentam números preocupantemente deficitários. Mas esse défice preocupa apenas por razões ’tácticas’. No geral do planeta, a carga demográfica aproxima-se do esmagador. O crescimento dos últimos cem anos, só possível à custa do banquete do petróleo, quase assusta.
    Imaginemos que todo o oriente, e o hemisfério sul, começavam a consumir recursos como tem feito, e faz, o homem branco! No dia seguinte o planeta fechava para balanço.
    Petróleo, gás, água, variedade genética, ambiente…
    Desde o séc.XVI, e sobretudo nos últimos 150 anos, o homem branco capturou, em benefício próprio, os recursos do planeta. Vive num regabofe consumista, suicida e imoral, que só a penúria dos restantes sustenta. 5% da população mundial, a da América, consome 25% da energia disponível.
    Isso vai ter que mudar, e não há bombardeiros estratégicos que o possam impedir. Não demorará meio século. A irracionalidade dos modos de vida humana actuais anda no ar, corta-se à faca!
    Tome-se este facto: Entre o primeiro ensaio de vôo da passarola dos irmãos Wright, e a chegada do primeiro homem ao chão da Lua, mediaram pouco mais de 60 anos!
    Claro que há sempre espíritos que ficam fascinados com os avanços da ciência, e com as espantosas capacidades de realização humana, e outras epopeias mitológicas.
    O que este facto patenteia é a aceleração vertiginosa da correria humana. É a dimensão da escala. É o excesso de velocidade disto. Isso tem um preço, ético e sobretudo contabilístico. Porque as leis da Física não foram revogadas.

  3. Ainda gostaria de saber a quem é que poderá servir uma Associação Portuguesa de Demografia. E o resto dos especialistas também não são melhores. Ora acham que é progresso desejável, ora pensam que se as coisa continuarem assim vai tudo acabar mais triste que a barraca do Zico Galfarro, levada pela enchente juntamente com os tarecos. Ninguem fala do esprema-tezóide em crise, nem mesmo quando estatisticamente confessam que metade das famílias não têm filhos. Dão voltinhas às lapiseiras, miram gráficos e acabam por dizer muito pouco em que se possa fazer fé.

    E depois ainda apanham com o Jagudi em cima, muito oleoso e energético, a falar de barcarolas e todo convencido que o homem meteu a pata na lua há muitos anos. Querem mais inocência em conta? Esperem pelos saldos..

    TT

  4. — Não é difícil de ver o óbvio:
    -> as medidas de incentivo à natalidade… embora possam fazer com que a Taxa de Natalidade dos Nativos Europeus aumente… no entanto… a Taxa de Natalidade dos Não Nativos Europeus vai AUMENTAR MUITÍSSIMO MAIS.
    [ nota: tenho conhecimento da existência de franceses de origem árabe que – para aproveitarem as medidas de incentivo à natalidade do Estado Francês – possuem 10 (e mais) filhos ]

    — Ora, na Europa existem Vários Povos(Raças) – dotados de nacionalidades europeias – que possuem uma Taxa de Natalidade superior à Taxa de Natalidade dos Nativos Europeus…
    — Portanto… ‘é só somar 1+1=2…’: -> basta a evolução demográfica dos Não Nativos Europeus – que possuem nacionalidades europeias – para que a longo prazo os Nativos Europeus fiquem reduzidos a uma MINORIA RESIDUAL!!!…

    CONCLUSÃO ÓBVIA: Para que, a longo prazo, os Nativos Europeus possam ter o SEU espaço no Planeta… o caminho a seguir só pode ser… o SEPARATISMO!!!
    SEPARATISMO-50
    [ A constituição de Espaços Reserva Natural de Povos Nativos ]

  5. caro pvnam,

    concordo inteiramente consigo: vamos a criar essa reserva ou acabamos todos de burka e babuchas.

  6. caro josé mário,
    os portugueses andam tristes,infelizes e sem cheta.os que ainda têm alguma para a sopa, este governo está a tratar de lhes acabarcom ela.terem filhos para quê? para esta vida sem segurança nem futuro? não têm filhos e fazem eles muito bem. há vidas que não valem a pena ser vividas.

  7. É no que deu a mania do pós-modernismo… De desconstrução em desconstrução, chegaram enfim ao ponto de contestar (eles preferem o termo “transgredir”…) as leis mais imutáveis da natureza. Agora já não se fode…
    Gandes panascas, sim senhor…

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