5 thoughts on “Mirza”

  1. É verdade Susana, este é o bionicle Roodaka, o que para o caso não é relevante.
    Eu vejo-o antes como um Mirza, filho de Emir (filho de todos os Bush que há neste mundo).

    Valupi, não compreendo bem a dúvida, em termos técnicos a fotografia é bastante simples, um boneco, duas luzes e um fundo. É interessante dizer que é sensual, eu fi-lo pensando no ritual de devoção cristã (rezar), mas como ao longo de séculos as igrejas cristãs utilizaram a sensualidade e o êxtase nas suas imagens, faz sentido.

  2. Desonheço quem tenha sido o Mirza. Mas a forma como animas com significado brinquedos de plástico é fabulosa. E o pormenor da lança caída ao lado do guerreiro em oração é muito bom.

  3. Obrigado, Júlio – era isso mesmo que queria saber, da técnica. Se quiseres revelar mais pormenores, tens aqui um leitor. Se for segredo, tens aqui um observador.

    Já agora, só para os distraídos é que não há sensualidade na expressão espiritual. Mas essa é uma outra conversa.

    O teu trabalho não pára de me surpreender. E agradar.

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