Males do Norte, males do Sul

No Público de hoje há dois textos obrigatórios:

– o artigo de Joaquim Sá Couto, «Deixem-me ser muito sincero sobre os males do Norte»

– a ‘carta ao director’ «Um mar no deserto», enviada por João Bárbara, de Setúbal.

Um bom dia.

5 thoughts on “Males do Norte, males do Sul”

  1. Joaquim.
    Se te debruçasses sobre os males do sul!Nâo seria mais indicado?Olha coméça por ver a desertificaçâo do teu pais,e o outro ao lado chamado Espanha

  2. Fernando:
    É natural, numa visão de médico, tratar o doente com aspirinas. Mas sendo o paciente a sociedade do Norte, duvido da eficácia dos placebos idealistas.
    Mítico é, desde logo, este Norte, lugar da sinceridade, da simplicidade, da lealdade, da família e da tribo. Mais a sul também há disso, e com mais sol. Não me consta que em Mértola seja precária a lealdade, e só por lá sobrevivam aparências e fingimentos.
    Sá Couto toma uma parte do Norte e usa-a como se fosse o todo. Depois pega na parte contrária e faz a mesma coisa. Ora a sinédoque só faz figura séria na literatura. Na realidade da vida não é bem assim.
    O declínio nunca é resultado das qualidades. É-o, sempre, dos defeitos. E se eu der de barato que tais ‘qualidades do Norte’ residem em 50 mulheres que cosem camisas numa cave, ia jurar que não habitam no 1º andar. Onde um empresário de sucesso faz entrega do lote encomendado, compra um carro vermelho, monta uma casa a madame, e encerra a chafarica, que deixou de fazer falta.
    O Norte não tem que se render às aparências e ao fingimento, seja lá isso o que for. O que lhe convinha era manter as qualidades, e render-se, isso sim, às realidades.

  3. Fernando.
    Sinto-me culpado!So desejo que nâo seja esse médico,para nâo ter dissabores com a pide tinha a banda da guarda républicana nos festivais que organisava.Bono e outros idolos que passavam por là,Fernando:apresento as minhas sinçéras desculpas

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