3 thoughts on “Jogo floral”

  1. Estranho é este país, onde o discurso social é feito por um presidente de direita. Enquanto o governo eleito pelos votos de esquerda, teima em arrasar os vestígios do estado social.

  2. Sendo legítimo a pessoas que se querem “de esquerda”-seja lá isso o que for- reivindicar um discurso consonante com os valores dessa mesma “esquerda” – seja lá isso o que for- parece-me que deveria ser igualmente legítimo a quem quer que fosse, neste Portugal actual, pronunciar-se sobre assuntos passados, presentes e futuros, sem a chancela do “imprimatur” dessa tal “esquerda”- seja lá isso o que for e que não se sabe o que é…

    A dicotomia que essa mesma “esquerda” estabelece desde tempos imemoriais, mas que começaram a vicejar no PREC, entre “nós” e “eles”, deveria dar lugar a uma saudável conversa em que os símbolos não tivessem que se impor a todos, como indiscutíveis.
    Um cravo é um cravo. Como símbolo, quem quiser que o use, mas não imponha nem espere que outros o façam, para normalizar procedimentos rituais.

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