Céus vazios

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Talvez consigamos adiar para nunca o susto de enfrentar uma versão humana da gripe das aves. Mas estaremos, sem de tal nos lembrarmos, a correr o risco de amanhã acordar debaixo de um céu totalmente desabitado, onde nem um pardal sobrevive?

6 thoughts on “Céus vazios”

  1. Lembro-me de há uns dias ter visto uma notícia sobre o desenvolvimento de uma galinha genéticamente modificada, “resistente às gripes”, destinada, como não, a substituir todas as galinhas existentes no mundo… patenteada, naturalmente, como o Tamiflu, esse outro milagre tecnológico da Gilead Inc, empresa do sr. Rumsfeld.

  2. Há duas faces da moeda. Uma, a ameaça que não deixará de ser a versão humana da gripe das aves. A outra, o facto de só se poderem criar vacinas quando esta versão humana existir e for descoberta.

  3. Não se preocupe. Nenhuma doença mata 100% de uma população. Sobreviverão sempre algumas (provavelmente, muitas) aves que, por algum motivo, resistirão à doença. E se propagarão. E voltarão a encher os céus. Mais fortes e resistentes do que as anteriores.

    A natureza é assim.

  4. Há uma doença que extermina tudo em que toca. Populações inteiras. Provávelmente vai conseguir exterminar-se a si própria como as bactérias num caldo de cultura.
    Chama-se espécie humana e a extirpe virulenta é a da classe “Civilização Ocidental”, variante “Capitalismo Global”.

  5. Se do extermínio de toda e qualquer ave depender a nossa sobrevivência, não tenho dúvidas de que será essa a nossa opção. Não me admirava nada se fossem alguns humanos a arder naquelas fogueiras para que outros se pudessem salvar…

  6. Se do extermínio de toda e qualquer ave estiver dependendente a nossa sobrevivência, não tenho dúvidas de que será essa a nossa opção. Não me admirava nada se fossem alguns humanos a arder naquelas fogueiras para que outros se pudessem salvar…

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