A REVOLUÇÃO LIBERAL ( DO PORTO ) EM PORTUGAL

Viva a primeira tentativa de implementar a Liberdade em Portugal! Viva a Revolução Liberal de 24 de Agosto de 1920 do Porto. Viva para sempre o bom liberalismo, o dos valores humanistas da Revolução Francesa! Viva a primeira Constituição Portuguesa de 1822 e a separação de poderes! Viva a primeira Assembleia Parlamentar de Representação Nacional. Infelizmente tudo sol de pouca dura em Portugal! Num país com quase 900 anos de história e em que todos os portugueses ainda tiveram que esperar pelo 25 de Abril de 1974 para nos libertarmos das últimas amarras e passarmos finalmente a viver em Liberdade.

E depois pelo 25 de Abril de 1975 para as primeiras eleições livres com sufrágio universal à Assembleia Constituinte para erigirmos todos um verdadeiro Estado de Direito Democrático. E finalmente pelo 25 de Abril de 1976 e a Constituição da República Portuguesa. Como lei suprema, que define o nosso sistema político democrático e um Estado Social com quatro órgãos de soberania, separação de poderes, direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. Assim como a verdadeira Casa da Democracia Portuguesa. Uma Assembleia da República com os representantes do povo, eleitos por cada um de nós, como a verdadeira sede da Soberania Nacional. Para nunca desprezarmos um valor tão precioso como a Liberdade, que muitos dão sempre como adquirido e afinal, tão raro e tão difícil de alcançar em Portugal.

E como é que devemos continuar a preservar a Liberdade todos os dias em Portugal? Com a Verdade! Sempre com a Verdade e só com a Verdade se combate todos os dias todos aqueles que atentam contra essa mesma Liberdade e das mais variadas formas. Isto até a propósito do fenómeno Chega que não passa de um saco de gatos e banha da cobra, com o pateta do Pacheco de Amorim como ideólogo, que de ideólogo não tem nada mas que muita gente publicita - nomeadamente os media - e muito pouca gente se preocupa em rebater com argumentos ou até em desmentir as falácias mais descaradas do Ventura. Logo a começar pelos partidos políticos, se quisermos de espectro mais democrático ou de sempre da nossa ainda muito jovem Democracia. Porque a Democracia é a casa da Verdade e dos amantes da Liberdade, por excelência. Porque Verdade e Liberdade são dois conceitos absolutamente indissociáveis.

Repórter P

6 thoughts on “A REVOLUÇÃO LIBERAL ( DO PORTO ) EM PORTUGAL”

  1. Chega de publicidade ao Chega ! Ele tem o cheiro, a consistência, a cor ,a origem e o futuro de todo o excremento anal.
    Deixemos o estrume ser estrume e tratemos da vida .
    Os seus antecessores foram vencidos na teoria,na guerra,na praça, nas eleições. Com trabalho e com sangue.

  2. Este repórter P escreve com as PataS, Valupi.

    Coitadinho, nem se consegue perceber bem o que diz. O André Ventura deve-se aos tempos sombrios do Socratismo, e quem passar ai lado desta evidência não percebe nada do que está à vista ou é desonesto.

  3. “O André Ventura deve-se aos tempos sombrios do Socratismo, e quem passar ai lado desta evidência não percebe nada do que está à vista ou é desonesto.”

    como és reincindente levas com uma segunda via anotada:
    olháki o sócras a parir venturas numa plateia de parteiras do ps.
    https://www.youtube.com/watch?v=83OxOTUSFjo
    se procurares bem ainda encontras alguns ex-camaradas no comité central do chega, portantes:” quem passar ai lado desta evidência não percebe nada do que está à vista ou é desonesto.”

  4. Ó pázinhos, a dita “pomba”, assim com letra pequena, que mais não merece, só vem aqui para tentar picar o pessoal. Quem não o conhecer que o compre, que eu já o topo à muito tempo.
    Que de pomba não tem nada, mais parece um daqueles pombos gordos e sebosos, que se vêem nas esplanadas de restaurantes.

  5. Pois…., era “há muito tempo” que eu queria dizer .
    O meu sincero pedido de desculpas.

  6. Viva o jornalista do Expresso que vai procurar emprego na caixa do Minipreço.
    Viva o DN que faz capa com declarações polémicas do Bolsonaro (so podia; ou ele ou o Trump) como se por cá não houvesse declarações bem mais graves.
    Viva a comunicação social que (ressalvando as raras e honrosas excepções) tudo fez por ignorar o qye o primeiro-ministro disse. A mesma comunicação social que todos os santos dias traz à baila o Trump e o Bolsonaro.
    Viva a liberdade. Coisa mais linda.

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