8 thoughts on “A outra América, ainda ela”

  1. Foi um dos primeiros taxistas com quem me relacionei. Homem educado, bom conversador, carro sempre limpo, Manuel Brazuna gosta de «fazer» o aeroporto e alguns hotéis, porque lhe falta paciência para aturar certo tipo de clientela. Transportou meio-mundo e guarda uma lista de clientes «notáveis», alguns já desaparecidos. Sousa Franco, Lucas Pires, Dias da Cunha, João Maria Tudela, Vitorino, Vicente da Câmara, João Braga, Pedro Lamy, Rosa Lobato Faria, Duarte Nuno, Vítor Melícias, Natália Correia, Margarida Sousa Uva, Sophia de Mello Breyner…
    Quando lhe pergunto quais os nomes que mais o marcaram, Brazuna fala-me de Natália Correia e das «corridas» agradáveis até ao (bar) Botequim, na Graça; de Sophia e daquela viagem em que a poetisa se esqueceu do dinheiro, facultando-lhe a morada (também na Graça) para o taxista ir receber no dia seguinte; e de Margarida Sousa Uva, esposa de Durão Barroso: «É muito simpática. Estivemos 20 minutos a falar de política. Zurzi em toda a gente e no final ela estranhou:
    – Ainda não bateu no meu marido!
    – Se esperar mais um bocadinho…»

  2. Boa Postagem! “Olhem para o que eu digo e não para o que eu faço!”- Presidente BUSH

    Desde sempre a America foi um País de Contrastes, aqui fica mais uma prova! Abraços e Parabéns pelo Blog!

  3. os “Human Rights” o raio que os parta!
    desde 1846, data em que invadiram o México, sem qualquer declaração de guerra, ou sequer quaisquer rzões para ela,
    que existe uma coisa chamada Imperialismo, alguém se lembra?

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