Breve resposta ao TT, por causa das “aspirações”

Eu cá nunca aspirei a nada, my friend. Mas falo apenas por mim. Quanto ao resto: ’tá bem abelha, rebebéu pardais ao ninho, caia a cortina, entrem os violinos da retórica e a verve do estardalhaço. Força, força – também é para isso que esta coisa dos blogues serve. Para isso e para o que nos der na real gana. Tens queda para os lençóis de texto carregadinhos de sarcasmo? Então escreve os teus lençóis de texto carregadinhos de sarcasmo. Preferes uns epigramas instantâneos e outros exercícios menores do género? Venham de lá esses epigramas instantâneos e outros exercícios menores do género. Mais os vídeos. E as fotos. E os quadros de grandes mestres em reproduções manhosas. E os poemas. E os excertos de livros. E as indignações com o que se passa no mundo. E tudo o que vier à rede. Até o peixe. Até o silêncio (sem justificações e sem remorsos). Tão simples como isso, pá.
Um abraço

PS – Já agora, a sigla do Clube das Ausências Prolongadas é CAP. E à CAP, seja que CAP for, eu recuso-me a pertencer. Ou seja, com a tua bem urdida provocação já garantiste pelo menos uma coisa: tão depressa não me afastarei do convívio diário com a tal “cambada de ursos” que nos lê.

20 thoughts on “Breve resposta ao TT, por causa das “aspirações””

  1. Zé Mário,

    Folgo muito em saber que voltaste das “férias” cheio de entusiasmo. Se não soubesse que já tens mais de 33, era caso para falar de ressurreição. E, daqui para o futuro, dizes tu, vale tudo – video, vox, voto e o que der na vontade. Mas digo-te: já tenho saudades desses posts trissilábicos a legendarem pinturas de mestres flamengos que provocavam enchentes à porta do outro teatro e te colocaram à cabeça do rancho em termos de diversidade e alegria de viver que nunca esquecestes de autenticar com lacre dum vermelho duvidoso. Benvindo e não faltes à tua palavra, e não fujas quando os ursos se engalfinharem com os camelos.

    Quando tiveres tempo, diz-me por onde é que tem andado essa rapaziada que costumava reunir-se no Jardim de Inverno do São Luís para falar de bons costumes e de Cultura.

    TT

  2. “O BE exige que a antiga tabela de preços do ADSE seja reposta. É na verdade uma vergonha aumentar os preços de uma hidromassagem de 210%, até porque se os 10 cêntimos que custavam já era um exagero, o que dizer destes preços de 31 cêntimos? Coisa para milionários. Informações de que disponho, indicam que o grande pensador do Bloco, Teixeira Lopes, já terá cancelado o próximo banho de algas.” jcd – Blasfémias

  3. Caro Mao,

    se o ridículo matasse, a caixa de comentários deste blogue estaria, finalmente, livre da sua presença; e que bom seria visitar o Aspirina sem ter de o visitar a si.

    Get a life.

  4. Caríssimo

    Continuas obsecado por mim, ok, talvez seja bom sinal, mas interessava mesmo era que contraditasses o que escrevo, continuo à espera…

    Abraço

  5. Whis is collecting my precious comments outside this very prestigious house of debate? The Lusowonkers Overseers of Lisbon Limited?

  6. Your are a talking stiff, Mao. Shut up, or I will call your grandmother to take you home and change your nappy!

    TT

  7. Caro Mao,

    contradizer é, como a própria palavra deixa adivinhar, ir contra algo que foi dito; ora, como facilmente se depreende ao ler-te, se há coisa que manifestamente não fazes é dizer o que quer que seja – limitas-te a debitar alarvidades desprovidas de qualquer substância.

    Aproveito ainda para te informar de que “obsecado” se escreve “obcecado” – erro menor, certamente, para alguém tão letrado como Vossa Excelência.

    Get a life.

    Abraço.

  8. Texto duma mensagem mandada ao Filipe Moura esta manhã:

    “Ó Filipe, eras capaz de vir aqui ao Aspirina para deslindares o caso da identidade dum gajo chamado Mau?”.

  9. Caríssimo

    Quem continua a dizer nada é Vossa Excelência… Quanto ao erro, foi um mero descuido. – Quem nunca errou que atire a primeira pedra!

    Abraço

  10. Afinal, são todos maos, porcos e feios…
    E venho eu, uma rapariga do campo, destacada para Lisboa pela senhora ministra do governo de Portugal, para assistir de perto a óperas destas.
    Deus Nosso Senhor faltou-me com o juízo logo à nascença…

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