Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
De joelhos perante o todo-poderoso __ NOTA Sou fã entusiástico do Pedro Marques Lopes. Por isso, quase que me comovo com o malabarismo que tem andado a fazer para não se referir ao Ricardo Costa. Dito isto, quem sabe se o mano Costa vai nesta sexta-feira, e finalmente, reconhecer que existe um atentado contra o … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
«Hoje, a linguagem do esclarecimento volta a ser transformada em instrumento de obscurantismo. Esta dinâmica invertida, ou este fator de apropriação indevida, transforma cada acto de responsabilização em “ataque”, cada crítica em “censura”, cada investigação em “perseguição”. A “segurança” torna-se eufemismo para repressão de minorias e “liberdade” significa direito a incitar violência sem consequências. Como … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
«O “terrorismo estocástico” é um termo cunhado no início deste século e define-se pelo uso de “linguagem hostil por indivíduos influentes que aumenta estatisticamente a probabilidade de violência sem apelos explícitos.” A cartilha de procedimentos é mais ou menos sempre a mesma. Primeiro, define-se um inimigo. Depois, desumaniza-se: já não se trata de pessoas, mas … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
«Ouvimos João Almeida dizer que acabou o tempo em que “nós” tratávamos imigrantes e nacionais da mesma forma (aquela imposição do artigo 15º da Constituição) e ouvimo-lo dizer que o país está a reconfigurar-se, já não o reconhece. Nunca tinha visto no CDS esta pontada súbita de teoria de substituição e parece-me evidente que não … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
“Cidadania ensina masturbação” e “socialista bom é socialista morto”: João Costa ameaçado de morte critica banalização do ódio + “Socialista bom é socialista morto.” A decência também vai a votos no dia 18 de maio NOTA A violência política tem sido ostensivamente cultivada pela direita portuguesa, ao mais alto nível, desde 2008. Ininterruptamente. Ventura nasceu … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
«Segundo ponto, Manuel Pinho. São absolutamente indecentes as tentativas de confundir a situação de Manuel Pinho com a do atual primeiro-ministro. Não, não é a mesma coisa. No caso de Manuel Pinho os pagamentos que recebeu do BES resultam de trabalhos anteriores à sua entrada em funções públicas; no caso do atual primeiro-ministro, os pagamentos … Continuar a lerDuplicidade de critérios explicada às crianças→
Para Ana Catarina Mendes, a segunda “perplexidade” relativa à entrevista desta sexta-feira de Pedro Nuno Santos ao Expresso prende-se com “a ideia de aculturação” que é um discurso normalmente “associado mais à direita”, porque “num Estado de direito, aquilo que acontece é que a lei é igual para todos”. “O artigo 15.º da Constituição diz … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
Que dia monstruoso. Toda a minha solidariedade para com cada uma destas pessoas cuja dignidade foi destruída. Isto é insuportável. Insuportável. pic.twitter.com/vvhhGXyMFr — Isabel Moreira (@IsabelLMMoreira) December 19, 2024 Sobre a operação especial no Martim Moniz. pic.twitter.com/mHKvmgDtvF — Pedro Marques Lopes (@pedroml) December 20, 2024
Isto é uma violação grosseira do Estado de direito. O Governo não pode dar ordens à polícia por causa de “sentimentos de insegurança”. A polícia atua, na sua autonomia, no respeito pelo princípio da necessidade. O que o governo está a fazer é uma operação de propaganda… pic.twitter.com/Bj7a6DAaeZ — Isabel Moreira (@IsabelLMMoreira) November 15, 2024
«O mesmo, ou o que vai dar ao mesmo, ouvimos, em 2018, da boca de um membro do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, Filipe Preces, num Prós e Contras da RTP. Dizendo-se “desconfortável” com a divulgação de imagens de inquirições do Processo Marquês, “por ser crime” e por “contribuir para a vitimização dos … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
«Podem existir dúvidas legítimas sobre se tais escutas deviam ter sido autorizadas e se deviam ter sido transcritas e interpretadas, uma vez que não têm qualquer relevância criminal nem integram qualquer processo de justiça. Porém, não há qualquer dúvida de que não podiam ser divulgadas e que a sua difusão constituiu um crime, uma vez … Continuar a lerNas muralhas da cidade→
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