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	<title>Comentários em: SOCORRO! - The director&#8217;s cut</title>
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	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 12:19:14 +0000</pubDate>
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		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
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		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2007 20:38:23 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Fernando, faço-te então um convite (manhoso, porque sei que irá dar algum trabalho)- começa a publicar aqui no blogue os exemplos / amostras que possuis para os podermos discutir.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Fernando, faço-te então um convite (manhoso, porque sei que irá dar algum trabalho)- começa a publicar aqui no blogue os exemplos / amostras que possuis para os podermos discutir.</p>
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		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
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		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2007 09:10:28 +0000</pubDate>
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		<description>João Pedro,

Insistes em que as coisas se passam no quase inocente, e decerto erótico (sugestão valupiana), registo oral. Lamento decepcionar-te. Tenho, na imprensa e em literatura, dezenas de amostras contrárias, estatisticamente significativas, de eliminações do acento no pretérito.

De resto: estive uns dias fora de circuito, e agora aparecem-me estas frondosas e inebriantes conversas vossas. Eia sus!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Pedro,</p>
<p>Insistes em que as coisas se passam no quase inocente, e decerto erótico (sugestão valupiana), registo oral. Lamento decepcionar-te. Tenho, na imprensa e em literatura, dezenas de amostras contrárias, estatisticamente significativas, de eliminações do acento no pretérito.</p>
<p>De resto: estive uns dias fora de circuito, e agora aparecem-me estas frondosas e inebriantes conversas vossas. Eia sus!</p>
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		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/socorro-the-directors-cut/#comment-14241</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2007 19:07:34 +0000</pubDate>
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		<description>Anonymous: não estamos a falar do registo escrito, mas oral. (arre!)
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Anonymous: não estamos a falar do registo escrito, mas oral. (arre!)</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/socorro-the-directors-cut/#comment-14240</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2007 19:01:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ele há o caso do dezóóito... e do dezôôito. Esse compreende-se.
A simples dispensa/abandono do acento do pretérito perfeito, só pode ser ignorância. Não há explicação que a salve.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ele há o caso do dezóóito&#8230; e do dezôôito. Esse compreende-se.<br />
A simples dispensa/abandono do acento do pretérito perfeito, só pode ser ignorância. Não há explicação que a salve.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/socorro-the-directors-cut/#comment-14239</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2007 16:05:35 +0000</pubDate>
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		<description>Apanhaste essa subtil e sinuosa alteração. Muito bem. Espero, no seguimento, que saibas a que Delbert presto homenagem.

Quanto à língua, dá sempre muito que falar. Parece-me, assim de ouvido ao te ler, caríssimo TT, que compraste a erística do meu mui estimado primo, o qual quis enfiar na betesga da questão dos tempos verbais o Rossio, a Praça do Comércio e o Campo das Cebolas da problemática dos desvios à norma.

Comeste gato por lebre, e soube-te a pato.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apanhaste essa subtil e sinuosa alteração. Muito bem. Espero, no seguimento, que saibas a que Delbert presto homenagem.</p>
<p>Quanto à língua, dá sempre muito que falar. Parece-me, assim de ouvido ao te ler, caríssimo TT, que compraste a erística do meu mui estimado primo, o qual quis enfiar na betesga da questão dos tempos verbais o Rossio, a Praça do Comércio e o Campo das Cebolas da problemática dos desvios à norma.</p>
<p>Comeste gato por lebre, e soube-te a pato.</p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/socorro-the-directors-cut/#comment-14238</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2007 15:59:34 +0000</pubDate>
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		<description>depois deste comentário do joão pedro, o que eu ia dizer afigura-se-me inútil. assim, evito ser ainda menos elegante do que o TT.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>depois deste comentário do joão pedro, o que eu ia dizer afigura-se-me inútil. assim, evito ser ainda menos elegante do que o TT.</p>
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		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/socorro-the-directors-cut/#comment-14237</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2007 14:27:08 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro TT,

nada há de caótico na evolução de uma língua. Tudo evolui devido a questões que os estudiosos da língua na sua diacronia já identificaram há algum tempo (e cristalizadas no já referido Martinet, ao qual acrescento a sociolinguística de Labov  - ou Lavob, como gostamos de apelidar o rapaz cá no Norte).

A evolução de «João  Pedro da Costa» para «São Cedro da Bosta» é assim uma evolução altamente improvável (eufemismo), pois há nada do ponto de visto fonológico que justificaria  uma evolução do fonemas /j/, /p/ e /k/ para /s/, /s/ e /k/. Ou seja: nada há a temer.

A língua não evolui por uma acumulação de erros, mas devido a fenómenos bem identificáveis que resultam da tensão entre diversos factores como uma  gramática (síncrona), um sistema fonológico (diacrónico) e as motivações de uma comunidade linguística (sejam elas sociais ou até biológicas).

Resumindo: pouco acrescentas à discussão, o que me leva, movido pelo teu exemplo, a pensar um pouco sobre a finalidade do teu texto. Terá sido escrito para «arrancar sorrisos aos tolos e tolas das tolas»? Se for esse o caso, acho muito bem, pois, contrariamente a ti, estou muito longe de considerar essa finalidade um desperdício.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro TT,</p>
<p>nada há de caótico na evolução de uma língua. Tudo evolui devido a questões que os estudiosos da língua na sua diacronia já identificaram há algum tempo (e cristalizadas no já referido Martinet, ao qual acrescento a sociolinguística de Labov  - ou Lavob, como gostamos de apelidar o rapaz cá no Norte).</p>
<p>A evolução de «João  Pedro da Costa» para «São Cedro da Bosta» é assim uma evolução altamente improvável (eufemismo), pois há nada do ponto de visto fonológico que justificaria  uma evolução do fonemas /j/, /p/ e /k/ para /s/, /s/ e /k/. Ou seja: nada há a temer.</p>
<p>A língua não evolui por uma acumulação de erros, mas devido a fenómenos bem identificáveis que resultam da tensão entre diversos factores como uma  gramática (síncrona), um sistema fonológico (diacrónico) e as motivações de uma comunidade linguística (sejam elas sociais ou até biológicas).</p>
<p>Resumindo: pouco acrescentas à discussão, o que me leva, movido pelo teu exemplo, a pensar um pouco sobre a finalidade do teu texto. Terá sido escrito para «arrancar sorrisos aos tolos e tolas das tolas»? Se for esse o caso, acho muito bem, pois, contrariamente a ti, estou muito longe de considerar essa finalidade um desperdício.</p>
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