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	<title>Comentários em: O MAL QUE DIVIDE AS ALDEIAS (2)</title>
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	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 11:44:13 +0000</pubDate>
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		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14714</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 17:11:11 +0000</pubDate>
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		<description>TT

Quando és bom és bom quando és mau és melhor.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TT</p>
<p>Quando és bom és bom quando és mau és melhor.</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14713</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 16:29:27 +0000</pubDate>
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		<description>Sininho,


Por favor, não transformes isto num debate entre duas putas sobre a castidade. As leis são feitas para serem respeitadas por todos e aproveitadas por uma minoria. Soa bem, mas é  uma opinião leve só  para consumo exclusivo neste estabelecimento, o que por outras palavras é o mesmo que aconselhar-te  a não perguntares a  um jurista teu amigo para te elucidar, não vá o gajo cobrar-te por isso.  Quanto ao  “resolver” ou “viver” o Espírito,  já fiz essa  escolha há muito tempo. A tua, que me inspirou bastante,   também já a sabemos desde ontem, basta releres aquilo que escreveste.

TT

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sininho,</p>
<p>Por favor, não transformes isto num debate entre duas putas sobre a castidade. As leis são feitas para serem respeitadas por todos e aproveitadas por uma minoria. Soa bem, mas é  uma opinião leve só  para consumo exclusivo neste estabelecimento, o que por outras palavras é o mesmo que aconselhar-te  a não perguntares a  um jurista teu amigo para te elucidar, não vá o gajo cobrar-te por isso.  Quanto ao  “resolver” ou “viver” o Espírito,  já fiz essa  escolha há muito tempo. A tua, que me inspirou bastante,   também já a sabemos desde ontem, basta releres aquilo que escreveste.</p>
<p>TT</p>
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		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14712</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 15:21:05 +0000</pubDate>
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		<description>TT

Se o país é pequeno ou grande, com bola, nata, queque ou duchesse, asnos e/ou mulheres grávidas num processo de decisão ou não, as leis não podem agradar de igual forma a todos.

Será que me estás a tentar convencer que há leis feitas para os bons pelos bons e para os maus pelos maus? Ou para os bons pelos maus e para os maus pelos bons?
Dá-me exemplos, concretos e actuais, só para eu despertar direito.

Para quem são feitas as leis?
Aquelas que não concordas são feitas para ti? Para mim?

Têm um objectivo espiritual? Deviam ter? Como?
Na tua aldeia, que é a da humanidade, resolve-se o espiritual ou vive-se o espiritual?


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TT</p>
<p>Se o país é pequeno ou grande, com bola, nata, queque ou duchesse, asnos e/ou mulheres grávidas num processo de decisão ou não, as leis não podem agradar de igual forma a todos.</p>
<p>Será que me estás a tentar convencer que há leis feitas para os bons pelos bons e para os maus pelos maus? Ou para os bons pelos maus e para os maus pelos bons?<br />
Dá-me exemplos, concretos e actuais, só para eu despertar direito.</p>
<p>Para quem são feitas as leis?<br />
Aquelas que não concordas são feitas para ti? Para mim?</p>
<p>Têm um objectivo espiritual? Deviam ter? Como?<br />
Na tua aldeia, que é a da humanidade, resolve-se o espiritual ou vive-se o espiritual?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14711</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 10:49:11 +0000</pubDate>
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		<description>TT, a história está tão escondida e branqueada que só pode ter algo muito misterioso por detrás. O que é que ouviste dizer ao Sabóia?

PS o Braganza é um diamante maldito...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TT, a história está tão escondida e branqueada que só pode ter algo muito misterioso por detrás. O que é que ouviste dizer ao Sabóia?</p>
<p>PS o Braganza é um diamante maldito&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14710</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 10:41:45 +0000</pubDate>
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		<description>Py,

Mesmo que um dia eles aceitem que o D. José foi o primeiro khan vaidoso a envergar a pedra, no que é que ficamos? Heróis do Mar, nobre povo, nação valente, suponho?




Sinninho,

Deixaste-me banzado com tanta sofistaria. Eu,  confesso, sou  mais simples nos meus critérios. Os homens bons fazem leis boas (às terças e quintas)  e os maus leis más (no resto dos dias úteis da semana) e a maioria delas são copiadas de sebentas ou livros velhos de pessoas que os legisladores admiram ou então acatadas de ordens   ou sugestões novas de certos gabirus da mesma família que controlam os preços do ouro e do bacalhau. Isto nos países pequeninos, onde há  futebol colorido,  pastéis de nata, bons pepinos, etc.. Nos outros não sei, mas se calhar decide-se tudo  à volta duma mesa redonda, sorvendo-se chá ou café, sem cheiros de carne de porco a incomodarem narizes sensíveis. E os asnos não entram neste processo, a não ser em certos casos. aliás raríssimos,  de emergência. E as mulheres grávidas ainda menos. Não vale a pena aumentares  a parada.

Porque as leis se encaixam todas umas nas outras e procedem na sua totalidade de  filosofias  arcanas cujo objectivo é o de fundar  a República Capitalícia do Socialismo Não-Espiritual no contexto da presente  Era da Cabalona, também não vou ligar ao teres esquecido de me dizer se as leis agradam a toda a gente de igual maneira ou se apenas a meia dúzia de ursos polares.

E tens razão, o espiritual não se resolve. Não há meio de resolver-se.  Ou se concentra ou se dissolve.  Ou anda por ai sublimado e coitado  à espera que o agarrem pela cauda e lhe dêem importância. E ficam-te muito bem esses sentimentos que o governo nunca ousará  solucionar.  Também era só o que faltava, depois de andarem a ensinar aos meninos ignorantes que os bébés são o produto do descuido de se deixar a pila dormir demais no orifício da maçã adâmica comida pelo bicharoco,  etc. etc. etc..

TT


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Py,</p>
<p>Mesmo que um dia eles aceitem que o D. José foi o primeiro khan vaidoso a envergar a pedra, no que é que ficamos? Heróis do Mar, nobre povo, nação valente, suponho?</p>
<p>Sinninho,</p>
<p>Deixaste-me banzado com tanta sofistaria. Eu,  confesso, sou  mais simples nos meus critérios. Os homens bons fazem leis boas (às terças e quintas)  e os maus leis más (no resto dos dias úteis da semana) e a maioria delas são copiadas de sebentas ou livros velhos de pessoas que os legisladores admiram ou então acatadas de ordens   ou sugestões novas de certos gabirus da mesma família que controlam os preços do ouro e do bacalhau. Isto nos países pequeninos, onde há  futebol colorido,  pastéis de nata, bons pepinos, etc.. Nos outros não sei, mas se calhar decide-se tudo  à volta duma mesa redonda, sorvendo-se chá ou café, sem cheiros de carne de porco a incomodarem narizes sensíveis. E os asnos não entram neste processo, a não ser em certos casos. aliás raríssimos,  de emergência. E as mulheres grávidas ainda menos. Não vale a pena aumentares  a parada.</p>
<p>Porque as leis se encaixam todas umas nas outras e procedem na sua totalidade de  filosofias  arcanas cujo objectivo é o de fundar  a República Capitalícia do Socialismo Não-Espiritual no contexto da presente  Era da Cabalona, também não vou ligar ao teres esquecido de me dizer se as leis agradam a toda a gente de igual maneira ou se apenas a meia dúzia de ursos polares.</p>
<p>E tens razão, o espiritual não se resolve. Não há meio de resolver-se.  Ou se concentra ou se dissolve.  Ou anda por ai sublimado e coitado  à espera que o agarrem pela cauda e lhe dêem importância. E ficam-te muito bem esses sentimentos que o governo nunca ousará  solucionar.  Também era só o que faltava, depois de andarem a ensinar aos meninos ignorantes que os bébés são o produto do descuido de se deixar a pila dormir demais no orifício da maçã adâmica comida pelo bicharoco,  etc. etc. etc..</p>
<p>TT</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14709</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 22:13:15 +0000</pubDate>
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		<description>TT
É a segunda hipótese.
Também sei que uma grávida não deve montar num burro pois arrisca-se a perder a criança. E o burro não tem culpa, mesmo se promovido a cavalo.

As leis não são feitas para resolver o que está Bem mas sim o que está Mal, a excepção (mesmo que bárbara). Também não são feitas para resolver o espiritual, nem o governo existe para nos explicar e solucionar sentimentos.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TT<br />
É a segunda hipótese.<br />
Também sei que uma grávida não deve montar num burro pois arrisca-se a perder a criança. E o burro não tem culpa, mesmo se promovido a cavalo.</p>
<p>As leis não são feitas para resolver o que está Bem mas sim o que está Mal, a excepção (mesmo que bárbara). Também não são feitas para resolver o espiritual, nem o governo existe para nos explicar e solucionar sentimentos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mota Saraiva</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14708</link>
		<dc:creator>Tiago Mota Saraiva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 16:26:08 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href="http://rb02.blogspot.com/2007/01/fundao-d-pedro-iv.html" rel="nofollow"&gt;http://rb02.blogspot.com/2007/01/fundao-d-pedro-iv.html&lt;/a&gt;

Solicito a divulgação
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rb02.blogspot.com/2007/01/fundao-d-pedro-iv.html" rel="nofollow">http://rb02.blogspot.com/2007/01/fundao-d-pedro-iv.html</a></p>
<p>Solicito a divulgação</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: www.netcara.blogspot.com</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14707</link>
		<dc:creator>www.netcara.blogspot.com</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 16:04:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14707</guid>
		<description>As sociedades não são perfeitas, nem os seus governos, cabe a cada um de nós lutar pelas causas e direitos que lhe parecem justos. É o que faço. Sinto-me bem assim.
Continua o bom trabalho.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As sociedades não são perfeitas, nem os seus governos, cabe a cada um de nós lutar pelas causas e direitos que lhe parecem justos. É o que faço. Sinto-me bem assim.<br />
Continua o bom trabalho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14706</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 15:18:13 +0000</pubDate>
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		<description>Mandei sim pá, e olha que eu devo ser mais velho do que tu, papá!

Vou-te reenviar uma versão reduzida, para ver se passa...

Googla o Portuguese diamond, que está no Smithsonian I. Verás que dizem que não existe evidência de que tenha pertencido à casa real portuguesa, que seria antes uma pedra sul-africana e o nome um equívoco. Ora eu tenho a certeza de que é a pedra que está na pregadeira de D. José, no retrato da aklamação de 1750 que está nas Necessidades. Arranjei maneira de ir lá ver e fotografar. E também acho que não é por acaso que o retrato está lá resguardado em vez de estar num museu.

O que é preokupante (?) é que escrevi cartas para o BdP e mais algumas pessoas, e nem uma respostinha. Falei com o gajo que estava a fazer o inventário das jóias da coroa e tentou vender-me à força que o dito Portuguese diamond era uma pedra sul-africana, etc, e até tinha estado com ela na mão!

Conclusão: acho que o Portuguese diamond é a versão de cerca de 150 cts do Braganza diamond (há outra versão de 1580 cts mas parece que é uma menina, ou seja é a água-marinha que ainda estará (?) na Ajuda), e apareceu fora de Portugal pela primeira vez que eu saiba em 1928 nos joalheiros Black, Starr &#038; Frost, em Londres. Ora estávamos na ressaca do Alves Reis e chegava a ministro Salazar, com as finanças de rastos depois da mamã Inglaterra ter recuperado o padrão-ouro para o esterlino à conta das reservas de Portugal, em nome do empréstimo e dos juros do esforço da Grande Guerra.

Mais tarde ouvi dizer que o grande diamante azul teria sido pago, mas não regressou. Acontece que o Portuguese diamond ainda hoje é o maior diamante azul do mundo, na opinião de muitos, embora não de todos.

(agora tenho de bazar)

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mandei sim pá, e olha que eu devo ser mais velho do que tu, papá!</p>
<p>Vou-te reenviar uma versão reduzida, para ver se passa&#8230;</p>
<p>Googla o Portuguese diamond, que está no Smithsonian I. Verás que dizem que não existe evidência de que tenha pertencido à casa real portuguesa, que seria antes uma pedra sul-africana e o nome um equívoco. Ora eu tenho a certeza de que é a pedra que está na pregadeira de D. José, no retrato da aklamação de 1750 que está nas Necessidades. Arranjei maneira de ir lá ver e fotografar. E também acho que não é por acaso que o retrato está lá resguardado em vez de estar num museu.</p>
<p>O que é preokupante (?) é que escrevi cartas para o BdP e mais algumas pessoas, e nem uma respostinha. Falei com o gajo que estava a fazer o inventário das jóias da coroa e tentou vender-me à força que o dito Portuguese diamond era uma pedra sul-africana, etc, e até tinha estado com ela na mão!</p>
<p>Conclusão: acho que o Portuguese diamond é a versão de cerca de 150 cts do Braganza diamond (há outra versão de 1580 cts mas parece que é uma menina, ou seja é a água-marinha que ainda estará (?) na Ajuda), e apareceu fora de Portugal pela primeira vez que eu saiba em 1928 nos joalheiros Black, Starr &#038; Frost, em Londres. Ora estávamos na ressaca do Alves Reis e chegava a ministro Salazar, com as finanças de rastos depois da mamã Inglaterra ter recuperado o padrão-ouro para o esterlino à conta das reservas de Portugal, em nome do empréstimo e dos juros do esforço da Grande Guerra.</p>
<p>Mais tarde ouvi dizer que o grande diamante azul teria sido pago, mas não regressou. Acontece que o Portuguese diamond ainda hoje é o maior diamante azul do mundo, na opinião de muitos, embora não de todos.</p>
<p>(agora tenho de bazar)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14705</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 14:20:26 +0000</pubDate>
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		<description>Py

Não filho, não apanhei nada do que mandaste, se é que mandaste. Continuo muito interessado, sem ter porra de ideia do que se trata.


Sininho,

Não sei se a tua história tem uma moral à vontade do freguês, ou se servirá apenas para sublinhar  fatalismos a que não podemos fugir.
Seja como for, agradeço, mas prefiro a versão do Somerset Maugham. Como é que a porra  dum burro vai de Bagdad a Samarra num dia com um gajo em cima? De cavalito ainda é como o outro.

Outra coisa, que não sei se saberás:   a engenhosa tropa anti-americana no Iraque anda a utilizar burros para transporte de rocket launchers. Um talento para a  improvisação  que não tem nada de asinino, além de doer  quando resulta.

Bom resto de dia e continua a mandar mais moral das mil e uma noites.

TT

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Py</p>
<p>Não filho, não apanhei nada do que mandaste, se é que mandaste. Continuo muito interessado, sem ter porra de ideia do que se trata.</p>
<p>Sininho,</p>
<p>Não sei se a tua história tem uma moral à vontade do freguês, ou se servirá apenas para sublinhar  fatalismos a que não podemos fugir.<br />
Seja como for, agradeço, mas prefiro a versão do Somerset Maugham. Como é que a porra  dum burro vai de Bagdad a Samarra num dia com um gajo em cima? De cavalito ainda é como o outro.</p>
<p>Outra coisa, que não sei se saberás:   a engenhosa tropa anti-americana no Iraque anda a utilizar burros para transporte de rocket launchers. Um talento para a  improvisação  que não tem nada de asinino, além de doer  quando resulta.</p>
<p>Bom resto de dia e continua a mandar mais moral das mil e uma noites.</p>
<p>TT</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14704</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 11:52:02 +0000</pubDate>
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		<description>(TT, eu TenTei contar-te o que sabia, mas parece que foi interceptado, se recebeste manda um ok )
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(TT, eu TenTei contar-te o que sabia, mas parece que foi interceptado, se recebeste manda um ok )</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14703</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 11:21:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14703</guid>
		<description>Iaumin min al-aiam (num dia dos dias) havia um mercador em Bagdad que tinha um criado.
Numa ocasião mandou o criado ao souk comprar um saco de laranjas.
Quando lá chegou, o criado viu a Morte. A Morte olhou para ele e fez-lhe um gesto ameaçador.
Assustado, voltou para casa e contou o sucedido ao patrão. E acrescentou: "Vou fugir para Samarra. Se partir agora, consigo lá chegar ainda esta noite".
Assim fez. Montou-se no burro e fugiu para Samarra.
Intrigado, o patrão foi ao souk e de facto lá estava a Morte. Acercou-se dela e perguntou-lhe:
"Morte, porque razão fizeste um gesto ameaçador ao meu criado?"
A Morte respondeu-lhe:
"Eu não fiz um gesto ameaçador. Fiz um gesto de surpresa por o ver em Bagdad, porque tenho um encontro com ele esta noite em Samarra".

TT, para ti, um bom dia!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Iaumin min al-aiam (num dia dos dias) havia um mercador em Bagdad que tinha um criado.<br />
Numa ocasião mandou o criado ao souk comprar um saco de laranjas.<br />
Quando lá chegou, o criado viu a Morte. A Morte olhou para ele e fez-lhe um gesto ameaçador.<br />
Assustado, voltou para casa e contou o sucedido ao patrão. E acrescentou: &#8220;Vou fugir para Samarra. Se partir agora, consigo lá chegar ainda esta noite&#8221;.<br />
Assim fez. Montou-se no burro e fugiu para Samarra.<br />
Intrigado, o patrão foi ao souk e de facto lá estava a Morte. Acercou-se dela e perguntou-lhe:<br />
&#8220;Morte, porque razão fizeste um gesto ameaçador ao meu criado?&#8221;<br />
A Morte respondeu-lhe:<br />
&#8220;Eu não fiz um gesto ameaçador. Fiz um gesto de surpresa por o ver em Bagdad, porque tenho um encontro com ele esta noite em Samarra&#8221;.</p>
<p>TT, para ti, um bom dia!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14702</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 09:45:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14702</guid>
		<description>Py,

Obrigado pela reacção. Fizeste bem em não preceber e nem era para perceber. O Mal é uma invenção de certas cabeças, da minha, pelos vistos, também. Só que ao espírito inclinado para  “invenções” desse tipo  não lhe faltam oportunidades para se re-inspirar, mormente nas decisões  arbitrárias dos  mandões do Poder, visível ou invisível,  por esse mundo fora. Mas como deixei explícito, o Amor com coragem para dizer “não” à mentalidade  de rebanho  parto-politiqueira levará a melhor no fim e eles sabem disso, mas esfolam-se para o evitar.

Não me lembro dessa provocação Braganza Diamond, apesar de um dia já ter tido uma conversa muito interessante, mas acidental,  com um dos Saboias  no exílio. Repete-a, pode ser que tenha alguma a dizer sobre isso. Assim a priori, parece-me ser uma daquelas tuas partidas de brincar com as virilhas das pessoas cândidas como eu. Um abraço, seu malthusiano de não se importar de ir na primeira leva.

TT

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Py,</p>
<p>Obrigado pela reacção. Fizeste bem em não preceber e nem era para perceber. O Mal é uma invenção de certas cabeças, da minha, pelos vistos, também. Só que ao espírito inclinado para  “invenções” desse tipo  não lhe faltam oportunidades para se re-inspirar, mormente nas decisões  arbitrárias dos  mandões do Poder, visível ou invisível,  por esse mundo fora. Mas como deixei explícito, o Amor com coragem para dizer “não” à mentalidade  de rebanho  parto-politiqueira levará a melhor no fim e eles sabem disso, mas esfolam-se para o evitar.</p>
<p>Não me lembro dessa provocação Braganza Diamond, apesar de um dia já ter tido uma conversa muito interessante, mas acidental,  com um dos Saboias  no exílio. Repete-a, pode ser que tenha alguma a dizer sobre isso. Assim a priori, parece-me ser uma daquelas tuas partidas de brincar com as virilhas das pessoas cândidas como eu. Um abraço, seu malthusiano de não se importar de ir na primeira leva.</p>
<p>TT</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/o-mal-que-divide-as-aldeias-2/#comment-14701</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 17:41:26 +0000</pubDate>
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		<description>TT, só vim cá comentar para não ficares triste com a falta de eco (será que este eco também vem de oikos?), com excepção do nosso inefável bigornas, mas não sei que dizer, acho que a profundidade do teu texto me transcende, ou por outras palavras: que não percebi!

Queiram os deuses que tenhas razão e que se possa proximar uma época onde prevaleça o Amor &#038; Compreensão.

Eu sou bem disposto em regra, mas trágico - de travejamento neomalthusiano - e acho que primeiro vem aí um flop do caraças e só depois, como isto é às ondas, virá uma nova época de concórdia, para os sobreviventes da desgraça.

Mas pode ser que eu esteja enganado, o que era bem bom, e não o estando prometo-vos quevo u tentar ir na primeira leva, como compete por efeito karmico aos agourentos.

Em qualquer caso acho que é uma pena que não tenhas vindo brinkar comigo de caçar a história escondida do Braganza diamond, que ainda não consegui descortinar por inteiro, para que te convidei noutra altura...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>TT, só vim cá comentar para não ficares triste com a falta de eco (será que este eco também vem de oikos?), com excepção do nosso inefável bigornas, mas não sei que dizer, acho que a profundidade do teu texto me transcende, ou por outras palavras: que não percebi!</p>
<p>Queiram os deuses que tenhas razão e que se possa proximar uma época onde prevaleça o Amor &#038; Compreensão.</p>
<p>Eu sou bem disposto em regra, mas trágico - de travejamento neomalthusiano - e acho que primeiro vem aí um flop do caraças e só depois, como isto é às ondas, virá uma nova época de concórdia, para os sobreviventes da desgraça.</p>
<p>Mas pode ser que eu esteja enganado, o que era bem bom, e não o estando prometo-vos quevo u tentar ir na primeira leva, como compete por efeito karmico aos agourentos.</p>
<p>Em qualquer caso acho que é uma pena que não tenhas vindo brinkar comigo de caçar a história escondida do Braganza diamond, que ainda não consegui descortinar por inteiro, para que te convidei noutra altura&#8230;</p>
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