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	<title>Comentários em: A PAVOROSA</title>
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	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 11:36:01 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15595</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 11:46:26 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem, senhor TT. Não é que tenhas Razão, é que tens uma razão.

Contudo, a tua leitura dos acontecimentos implica uma anulação da própria História, numa redução a essa simples causa: a Grande Pavorosa. Ora, posto que estás limitado pelas fontes, como qualquer investigador, terás de admitir para ti próprio a possibilidade de estares enganado.

Caso estivesses, estejas, a delirar, de que outro modo explicarias os acontecimentos? Eis uma curiosidade que não me irás saciar.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem, senhor TT. Não é que tenhas Razão, é que tens uma razão.</p>
<p>Contudo, a tua leitura dos acontecimentos implica uma anulação da própria História, numa redução a essa simples causa: a Grande Pavorosa. Ora, posto que estás limitado pelas fontes, como qualquer investigador, terás de admitir para ti próprio a possibilidade de estares enganado.</p>
<p>Caso estivesses, estejas, a delirar, de que outro modo explicarias os acontecimentos? Eis uma curiosidade que não me irás saciar.</p>
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	<item>
		<title>Por: resistir sempre</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15594</link>
		<dc:creator>resistir sempre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 01:04:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/a-pavorosa/#comment-15594</guid>
		<description>O Partido Nacional Renovador insurge-se contra as operações militares levadas a cabo pelo exército israelita, com o apoio político e logístico dos EUA e a apatia do "ocidente", contra os países do Médio Oriente.


Depois de em 1982 incursões semelhantes no Líbano terem resultado num dos maiores fracassos, e derrames de sangue, dos chamados "ataques preventivos contra o terrorismo", as tropas israelitas continuam a bombardear e a invadir países vizinhos impunemente, sob o guarda chuva da abstenção norte-americana no Conselho de Segurança da ONU, e desta vez com a desculpa do rapto de dois soldados por parte de "movimentos terroristas".

Só em Junho de 2006 foram assassinados 3.000 civis no Iraque e esquecem-se os "democratas do ocidente" - ou talvez não... - dos milhares de raptos e prisioneiros sem culpa formada existentes em Israel e noutras partes do globo, vítimas da chamada "sobrevivência sionista" apoiada internacionalmente pela política externa dos Estados Unidos da América e com a indiferença dos restantes países ditos "ocidentais".

O PNR interroga-se de qual a diferença entre os ataques patrocinados pelos Estados Unidos e Israel e a reacção dos chamados "movimentos terroristas"; será o "terrorismo de Estado", com a indiferença da restante comunidade internacional, legítimo? Será que o "selo da democracia" justifica toda e qualquer agressão, sobretudo quando não é respeitado o direito internacional, quando já foram mortos centenas de milhar de civis, homens, mulheres e crianças?

Os políticos da chamada direita liberal e capitalista apressam-se a tentar justificar esses ataques dizendo que "é necessário observar a origem do problema", sendo que para eles a "origem" desse problema está no facto dos povos do Médio Oriente reagirem à invasão sionista (sionismo: movimento nascido no Séc. XIX com o objectivo de criar o Estado de Israel). Esquecem-se - talvez... - que foram eles, os políticos da gravata, que a partir dos seus gabinetes e munidos de régua e esquadro decidiram ali instalar o Estado de Israel, na ex-colónia britânica, sendo essa a "origem do problema" e não a reacção dos povos que lutam há dezenas de anos pela sua sobrevivência e contra a agressão e ocupação sionista.

Os partidos da chamada esquerda socialista ou revolucionária apressam-se a condenar "o fascismo e o sionismo de Israel", como diz o PCP em comunicado, não porque estejam preocupados ou interessados na sobrevivência de qualquer Povo mas por uma questão meramente política, por fazerem parte da família ideológica dos chamados "movimentos terroristas".

O PNR, que já se tinha insurgido oficialmente contra a guerra no Afeganistão e no Iraque, vem mais uma vez apelar ao fim das ocupações, invasões, e bombardeamentos fora do direito internacional. Não há pior terrorismo que o terrorismo oficial levado a cabo por Estados que se dizem livres e democráticos mas que na realidade demonstram o contrário.

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		<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Nacional Renovador insurge-se contra as operações militares levadas a cabo pelo exército israelita, com o apoio político e logístico dos EUA e a apatia do &#8220;ocidente&#8221;, contra os países do Médio Oriente.</p>
<p>Depois de em 1982 incursões semelhantes no Líbano terem resultado num dos maiores fracassos, e derrames de sangue, dos chamados &#8220;ataques preventivos contra o terrorismo&#8221;, as tropas israelitas continuam a bombardear e a invadir países vizinhos impunemente, sob o guarda chuva da abstenção norte-americana no Conselho de Segurança da ONU, e desta vez com a desculpa do rapto de dois soldados por parte de &#8220;movimentos terroristas&#8221;.</p>
<p>Só em Junho de 2006 foram assassinados 3.000 civis no Iraque e esquecem-se os &#8220;democratas do ocidente&#8221; - ou talvez não&#8230; - dos milhares de raptos e prisioneiros sem culpa formada existentes em Israel e noutras partes do globo, vítimas da chamada &#8220;sobrevivência sionista&#8221; apoiada internacionalmente pela política externa dos Estados Unidos da América e com a indiferença dos restantes países ditos &#8220;ocidentais&#8221;.</p>
<p>O PNR interroga-se de qual a diferença entre os ataques patrocinados pelos Estados Unidos e Israel e a reacção dos chamados &#8220;movimentos terroristas&#8221;; será o &#8220;terrorismo de Estado&#8221;, com a indiferença da restante comunidade internacional, legítimo? Será que o &#8220;selo da democracia&#8221; justifica toda e qualquer agressão, sobretudo quando não é respeitado o direito internacional, quando já foram mortos centenas de milhar de civis, homens, mulheres e crianças?</p>
<p>Os políticos da chamada direita liberal e capitalista apressam-se a tentar justificar esses ataques dizendo que &#8220;é necessário observar a origem do problema&#8221;, sendo que para eles a &#8220;origem&#8221; desse problema está no facto dos povos do Médio Oriente reagirem à invasão sionista (sionismo: movimento nascido no Séc. XIX com o objectivo de criar o Estado de Israel). Esquecem-se - talvez&#8230; - que foram eles, os políticos da gravata, que a partir dos seus gabinetes e munidos de régua e esquadro decidiram ali instalar o Estado de Israel, na ex-colónia britânica, sendo essa a &#8220;origem do problema&#8221; e não a reacção dos povos que lutam há dezenas de anos pela sua sobrevivência e contra a agressão e ocupação sionista.</p>
<p>Os partidos da chamada esquerda socialista ou revolucionária apressam-se a condenar &#8220;o fascismo e o sionismo de Israel&#8221;, como diz o PCP em comunicado, não porque estejam preocupados ou interessados na sobrevivência de qualquer Povo mas por uma questão meramente política, por fazerem parte da família ideológica dos chamados &#8220;movimentos terroristas&#8221;.</p>
<p>O PNR, que já se tinha insurgido oficialmente contra a guerra no Afeganistão e no Iraque, vem mais uma vez apelar ao fim das ocupações, invasões, e bombardeamentos fora do direito internacional. Não há pior terrorismo que o terrorismo oficial levado a cabo por Estados que se dizem livres e democráticos mas que na realidade demonstram o contrário.</p>
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		<title>Por: anti-sionista</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15593</link>
		<dc:creator>anti-sionista</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 15:06:48 +0000</pubDate>
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		<description>«Há que encontrar uma saída para tirar o Ocidente do enorme impasse para onde foi empurrado pela cegueira dos neo-cons-evangélicos-judaicos que estão por detrás de Bush»

Mário Soares, hoje, na Visão
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		<content:encoded><![CDATA[<p>«Há que encontrar uma saída para tirar o Ocidente do enorme impasse para onde foi empurrado pela cegueira dos neo-cons-evangélicos-judaicos que estão por detrás de Bush»</p>
<p>Mário Soares, hoje, na Visão</p>
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	<item>
		<title>Por: resistir sempre</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15592</link>
		<dc:creator>resistir sempre</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 14:37:03 +0000</pubDate>
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		<description>Africanos pretendem Estado independente na região de Lisboa
Denominam-se Nzingalis e dele fazem parte alguns africanos de segunda geração. E porque acreditam que a raça negra será a dominante daqui a 50 anos na área metropolitana de Lisboa, querem um Estado africano independente em Portugal chamado Nzingalis, em honra da rainha angolana Nzinga e em homenagem a Lisboa.

Um site (www.blackmind.com/hosting/nzingalis) é a porta de entrada para as aspirações destes jovens que escolheram a Internet para divulgar as suas ideias. Assumem a criação de um Estado africano na zona de Lisboa como uma inevitabilidade.

Um Estado, cujas fronteiras, a Sul, chegariam a Sesimbra/Setúbal, a Este, a Benavente e Cartaxo e, a Norte, às Caldas da Rainha e Rio Maior. No seu interior ficariam, naturalmente, Lisboa, Cascais, Sintra, Setúbal, Almada e Torres Vedras.

Uma inevitabilidade que assumem por motivos de natalidade. Pelas suas contas, bastarão menos de 50 anos para a região de Lisboa e vale do Tejo se tornar «uma região de maioria negra». E, na lógica dos seus argumentos, Portugal nada poderá fazer para limitar esse crescimento, até porque também «já demonstrou que não consegue controlar a entrada de um numero crescente de imigrantes africanos».

Citando o exemplo de Portugal em relação a Espanha e a determinação de Portugal em conseguir a independência para Timor, os Nzingalis evocam o direito de autodeterminação. Um direito que, para estes, será conseguido a qualquer custo. «Será que os portugueses querem um novo "País Basco" aqui em Portugal?», afirmam.

Mas não só. Os Nzingalis evocam apoios internacionais e lembram que «no Kosovo, a NATO defendeu o direito dos Kosovares a uma pátria própria apesar do território do Kosovo ser historicamente Sérvio».

E, se o mesmo não acontecer em Portugal, «nós temos os milhões de irmãos afro-americanos nos Estados Unidos cuja influência nesta sociedade é cada vez maior (...) que não deixarão de nos vir ajudar, caso seja necessário».

O site tem vários links quer para partidos políticos portugueses, com excepção do PSD e do PP, movimentos cívicos, como a SOS Racismo e a Frente Anti-Racista ou ainda para «lutas irmâs», como é o caso do UÇK e dos Curdos.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Africanos pretendem Estado independente na região de Lisboa<br />
Denominam-se Nzingalis e dele fazem parte alguns africanos de segunda geração. E porque acreditam que a raça negra será a dominante daqui a 50 anos na área metropolitana de Lisboa, querem um Estado africano independente em Portugal chamado Nzingalis, em honra da rainha angolana Nzinga e em homenagem a Lisboa.</p>
<p>Um site (www.blackmind.com/hosting/nzingalis) é a porta de entrada para as aspirações destes jovens que escolheram a Internet para divulgar as suas ideias. Assumem a criação de um Estado africano na zona de Lisboa como uma inevitabilidade.</p>
<p>Um Estado, cujas fronteiras, a Sul, chegariam a Sesimbra/Setúbal, a Este, a Benavente e Cartaxo e, a Norte, às Caldas da Rainha e Rio Maior. No seu interior ficariam, naturalmente, Lisboa, Cascais, Sintra, Setúbal, Almada e Torres Vedras.</p>
<p>Uma inevitabilidade que assumem por motivos de natalidade. Pelas suas contas, bastarão menos de 50 anos para a região de Lisboa e vale do Tejo se tornar «uma região de maioria negra». E, na lógica dos seus argumentos, Portugal nada poderá fazer para limitar esse crescimento, até porque também «já demonstrou que não consegue controlar a entrada de um numero crescente de imigrantes africanos».</p>
<p>Citando o exemplo de Portugal em relação a Espanha e a determinação de Portugal em conseguir a independência para Timor, os Nzingalis evocam o direito de autodeterminação. Um direito que, para estes, será conseguido a qualquer custo. «Será que os portugueses querem um novo &#8220;País Basco&#8221; aqui em Portugal?», afirmam.</p>
<p>Mas não só. Os Nzingalis evocam apoios internacionais e lembram que «no Kosovo, a NATO defendeu o direito dos Kosovares a uma pátria própria apesar do território do Kosovo ser historicamente Sérvio».</p>
<p>E, se o mesmo não acontecer em Portugal, «nós temos os milhões de irmãos afro-americanos nos Estados Unidos cuja influência nesta sociedade é cada vez maior (&#8230;) que não deixarão de nos vir ajudar, caso seja necessário».</p>
<p>O site tem vários links quer para partidos políticos portugueses, com excepção do PSD e do PP, movimentos cívicos, como a SOS Racismo e a Frente Anti-Racista ou ainda para «lutas irmâs», como é o caso do UÇK e dos Curdos.</p>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15591</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 13:02:44 +0000</pubDate>
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		<description>bela posta! Quanto ao fundo fiquei a pensar... Deve ser aquela coisa do Poder, não? A ilusão de eternidade do poder-fazer-acontecer, ou coisa assim...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>bela posta! Quanto ao fundo fiquei a pensar&#8230; Deve ser aquela coisa do Poder, não? A ilusão de eternidade do poder-fazer-acontecer, ou coisa assim&#8230;</p>
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		<title>Por: fv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15590</link>
		<dc:creator>fv</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 12:36:29 +0000</pubDate>
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		<description>TêTêzinho,

Bem atinado. Eu era ignorante dessa contra-informação dos seis meses. (E, por contra-informação, sabes que a queda e morte dos Ceausescus nasceu duma invenção, julgo que da Cia, dum massacre em Timosoara, quando na realidade só morreram lá uns poucos - sempre de mais, mas poucos?).

Fico avisado, pois. Cheira de novo a esturro, queres dizer. E a malta não aprende, está visto.

Mas o que me parece um nadinha assim pró cabalismo e prá conspiração universal é isso de o Roosevelt ter passado os apontamentos atómicos ao Kremlin. Para isto, vale o que vale sempre que há conspirações tão monumentais: por que raio é que foi só o TT a saber da coisa?

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		<content:encoded><![CDATA[<p>TêTêzinho,</p>
<p>Bem atinado. Eu era ignorante dessa contra-informação dos seis meses. (E, por contra-informação, sabes que a queda e morte dos Ceausescus nasceu duma invenção, julgo que da Cia, dum massacre em Timosoara, quando na realidade só morreram lá uns poucos - sempre de mais, mas poucos?).</p>
<p>Fico avisado, pois. Cheira de novo a esturro, queres dizer. E a malta não aprende, está visto.</p>
<p>Mas o que me parece um nadinha assim pró cabalismo e prá conspiração universal é isso de o Roosevelt ter passado os apontamentos atómicos ao Kremlin. Para isto, vale o que vale sempre que há conspirações tão monumentais: por que raio é que foi só o TT a saber da coisa?</p>
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		<title>Por: resistir sempre</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/tt/a-pavorosa/#comment-15589</link>
		<dc:creator>resistir sempre</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 11:49:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/a-pavorosa/#comment-15589</guid>
		<description>Corajosa posta!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corajosa posta!</p>
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