
MAIOOferece o canto
O cuco
A quem lhe faz o ninho.
O labor
Das abelhas
Eleva-se das rosas
Imitam as searas
Vénias de mandarim.
Há guizos
De rebanhos
Nas papoilas de Maio
O corpo das cerejas
Cobriu-se de cetim.
Soledade Martinho Costa
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MAIOOferece o canto
O cuco
A quem lhe faz o ninho.
O labor
Das abelhas
Eleva-se das rosas
Imitam as searas
Vénias de mandarim.
Há guizos
De rebanhos
Nas papoilas de Maio
O corpo das cerejas
Cobriu-se de cetim.
Soledade Martinho Costa
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Post maravilhoso.
A conjunção entre o poema e a foto é perfeita. Sente-se o perfume de Maio…
Gosto muito deste lirismo tão à flor da pele.
é mesmo assim. uma destilação da primavera.
Até eu que gosto sobretudo da poesia que desbunda com a sintaxe, acho este texto uma maravilha. Respira-se muito bem.
João Pedro da Costa:
Papoilas, searas e cerejas é o que eu lhe ofereço, neste dia 3 de Maio (simbólico), para fazermos as pazes…
Vamos esperar que “elas” voltem ao trabalho.
Que postal mais bonito, ó Ferdinand.
Já não posso fazer melhor. Logo eu, uma filha de Maio
“;O)
bisou
(sou gamado em cerejas)
Uma vénia, Soledade.
Há momentos que nos salvam.
Belo Maio, o teu, Soledade.
Zazie
És uma tourada ;)
Soledade: mas não nunca nos zangámos, pois não?
(caixa de comentários muito zen)
Bonito Soledade, com as palavras conseguiu-me fazer visões e tilintações, mas o pior é que ainda faltam 15 dias para as cerejas!
Estou f*dido da tola porque a seguir ao debate o sdarkofago subiu nas intenções. Não quero nada aquele bourreau por lá.
uma ginja no Elyseu!
taran
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=274657
sininho:
ehehe
escorpiónica e dracolina, para a tourada ficar completa
“:OP