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	<title>Comentários em: Contas do Embaixador do Irão</title>
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	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 12:17:42 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Nicolau da Romênia</title>
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		<dc:creator>Nicolau da Romênia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 16:26:02 +0000</pubDate>
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		<description>Logo os assassinos e genocidas comunistas que exterminaram 100 milhões de pessoas ao redor do mundo vem a falar do tal de "holocausto"! Na verdade esse "holocausto" é uma mascara para que os Genocídas comunistas esconderem seus crmis bestiais no Gulag da Sibéria! Será que os judeus mortos na Segunda Guerra que dizem são "seis" milhões(?)valem mais do que as 100 milhões de pessoas exterminadas no Gulag comunista? O comunismo foi fundado pelos judeus Marx,Engels,Lenin,Trotsky e outros judeus do Grande Capital Internacional do Comunismo Global!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Logo os assassinos e genocidas comunistas que exterminaram 100 milhões de pessoas ao redor do mundo vem a falar do tal de &#8220;holocausto&#8221;! Na verdade esse &#8220;holocausto&#8221; é uma mascara para que os Genocídas comunistas esconderem seus crmis bestiais no Gulag da Sibéria! Será que os judeus mortos na Segunda Guerra que dizem são &#8220;seis&#8221; milhões(?)valem mais do que as 100 milhões de pessoas exterminadas no Gulag comunista? O comunismo foi fundado pelos judeus Marx,Engels,Lenin,Trotsky e outros judeus do Grande Capital Internacional do Comunismo Global!</p>
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		<title>Por: artur</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5442</link>
		<dc:creator>artur</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2006 19:21:04 +0000</pubDate>
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		<description>nazismo e comunismo foram duas ideologias sanguinárias antropofagicas. o nazismo terminou em 45 graças a intervenção dos estados unidos e, até 1989 debelaram a ameaça expansionista soviética. foram fulcrais na construção da união europeia e na edificação da paz no ocidente, pois sem a America estariamos dizimados enquanto civilização. compreendo muito bem porque odeiam a tanto a America pois ainda julgam que Cuba é um paraiso socialista o reduto da dialetica marxista. Mas curiosamente os cubanos arriscando a vida preferem fugir para o "inferno capitalista" Americano. caros intelectuais preocupa-vos muito mais guantanamo e a prisão delta porque nesse "hotel" estão instalados os vossos aliados para derrotarem o grande "satã". Mais uma vez os estados unidos depois do nazismo e comunismo são chamados a combater a tirania: o islamismo e os seus comparsas.
parabens aos autores do blog. até breve
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		<content:encoded><![CDATA[<p>nazismo e comunismo foram duas ideologias sanguinárias antropofagicas. o nazismo terminou em 45 graças a intervenção dos estados unidos e, até 1989 debelaram a ameaça expansionista soviética. foram fulcrais na construção da união europeia e na edificação da paz no ocidente, pois sem a America estariamos dizimados enquanto civilização. compreendo muito bem porque odeiam a tanto a America pois ainda julgam que Cuba é um paraiso socialista o reduto da dialetica marxista. Mas curiosamente os cubanos arriscando a vida preferem fugir para o &#8220;inferno capitalista&#8221; Americano. caros intelectuais preocupa-vos muito mais guantanamo e a prisão delta porque nesse &#8220;hotel&#8221; estão instalados os vossos aliados para derrotarem o grande &#8220;satã&#8221;. Mais uma vez os estados unidos depois do nazismo e comunismo são chamados a combater a tirania: o islamismo e os seus comparsas.<br />
parabens aos autores do blog. até breve</p>
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		<title>Por: artur</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5441</link>
		<dc:creator>artur</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2006 19:20:21 +0000</pubDate>
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		<description>nazismo e comunismo foram duas ideologias sanguinárias antropofagicas. o nazismo terminou em 45 graças a intervenção dos estados unidos e, até 1989 debelaram a ameaça expansionista soviética. foram fulcrais na construção da união europeia e na edificação da paz no ocidente, pois sem a America estariamos dizimados enquanto civilização. compreendo muito bem porque odeiam a tanto a America pois ainda julgam que Cuba é um paraiso socialista o reduto da dialetica marxista. Mas curiosamente os cubanos arriscando a vida preferem fugir para o "inferno capitalista" Americano. caros intelectuais preocupa-vos muito mais guantanamo e a prisão delta porque nesse "hotel" estão instalados os vossos aliados para derrotarem o grande "satã". Mais uma vez os estados unidos depois do nazismo e comunismo são chamados a combater a tirania: o islamismo e os seus comparsas.
parabens aos autores do blog. até breve
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		<content:encoded><![CDATA[<p>nazismo e comunismo foram duas ideologias sanguinárias antropofagicas. o nazismo terminou em 45 graças a intervenção dos estados unidos e, até 1989 debelaram a ameaça expansionista soviética. foram fulcrais na construção da união europeia e na edificação da paz no ocidente, pois sem a America estariamos dizimados enquanto civilização. compreendo muito bem porque odeiam a tanto a America pois ainda julgam que Cuba é um paraiso socialista o reduto da dialetica marxista. Mas curiosamente os cubanos arriscando a vida preferem fugir para o &#8220;inferno capitalista&#8221; Americano. caros intelectuais preocupa-vos muito mais guantanamo e a prisão delta porque nesse &#8220;hotel&#8221; estão instalados os vossos aliados para derrotarem o grande &#8220;satã&#8221;. Mais uma vez os estados unidos depois do nazismo e comunismo são chamados a combater a tirania: o islamismo e os seus comparsas.<br />
parabens aos autores do blog. até breve</p>
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		<title>Por: ARTUR</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5440</link>
		<dc:creator>ARTUR</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Mar 2006 15:58:12 +0000</pubDate>
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		<description>pela atmosfera intelectual a questão da "solução final" não terminou em em 1945. precedendo o exterminio dos judeus existia um movimento intelectual que lançou as sementes de ódio sobre o povo judaico. o holocausto  foi a apoteose pragmatica. como outrora como no presente existem duas espécies: os autores morais que incitam ao exterminio e os autores materiais que o executam. mas só até ao momento foram julgados os autores materiais.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pela atmosfera intelectual a questão da &#8220;solução final&#8221; não terminou em em 1945. precedendo o exterminio dos judeus existia um movimento intelectual que lançou as sementes de ódio sobre o povo judaico. o holocausto  foi a apoteose pragmatica. como outrora como no presente existem duas espécies: os autores morais que incitam ao exterminio e os autores materiais que o executam. mas só até ao momento foram julgados os autores materiais.</p>
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		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5439</link>
		<dc:creator>EUROLIBERAL</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2006 12:00:59 +0000</pubDate>
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		<description>A nossa expedição ao Afeganistão é demasiado cara para o pouco que faz: apenas mostrar bandeira e coçar os tomates entre bocejos no aquartelamento. Já toda a gente percebeu que a "guerra ao terror" da buxaria é uma cruzada anti-islâmica. E nós, para esse peditório, já demos em Alcácer-Quibir...

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa expedição ao Afeganistão é demasiado cara para o pouco que faz: apenas mostrar bandeira e coçar os tomates entre bocejos no aquartelamento. Já toda a gente percebeu que a &#8220;guerra ao terror&#8221; da buxaria é uma cruzada anti-islâmica. E nós, para esse peditório, já demos em Alcácer-Quibir&#8230;</p>
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		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5438</link>
		<dc:creator>EUROLIBERAL</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2006 07:29:19 +0000</pubDate>
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		<description>Rafeiros riapas da Brigada Bigornas, não se esqueçam da MEDICAÇÃO !

Vocês copiam os "estudos" de uns para os outros, mudando apenas o nome. Se era para ter piada, têm que me vir fazer cócegas... Quanto ao vosso cretinismo compulsivo, não preciso de ser médico para vos receitar o tratamento e posologia adequados:

1) pau de marmeleiro administrado por via anal, 4 vezes ao dia, e

2) bochechos com bicabornato de pirocaína ao deitar e ao levantar.



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		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafeiros riapas da Brigada Bigornas, não se esqueçam da MEDICAÇÃO !</p>
<p>Vocês copiam os &#8220;estudos&#8221; de uns para os outros, mudando apenas o nome. Se era para ter piada, têm que me vir fazer cócegas&#8230; Quanto ao vosso cretinismo compulsivo, não preciso de ser médico para vos receitar o tratamento e posologia adequados:</p>
<p>1) pau de marmeleiro administrado por via anal, 4 vezes ao dia, e</p>
<p>2) bochechos com bicabornato de pirocaína ao deitar e ao levantar.</p>
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		<title>Por: eu</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5437</link>
		<dc:creator>eu</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 20:44:24 +0000</pubDate>
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		<description>Se existissem provas inequívocas de que foram milhões, não existia necessidade de mandar para a PRISÃO ( sim, PRISÃO!!!!!!!! ) aqueles que afirmam que não foram milhões, mas sim, milhares.

P.S. Não tenho nada contra os Judeus; só não gosto é de andar a ser comido por parvo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se existissem provas inequívocas de que foram milhões, não existia necessidade de mandar para a PRISÃO ( sim, PRISÃO!!!!!!!! ) aqueles que afirmam que não foram milhões, mas sim, milhares.</p>
<p>P.S. Não tenho nada contra os Judeus; só não gosto é de andar a ser comido por parvo.</p>
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		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5436</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 19:21:42 +0000</pubDate>
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		<description>Afinal é mesmo nos amigos do Pacheco Pereira que o euroliberal se inspira! E é bom que a malta não se esqueça que todos eles pertencem à tal "esquerda-ciática" de que por cá tivemos uns exemplares curiosos como o Pacheco, o José Manuel Fernandes, o João Carlos Espada, a Teresa de Sousa a Esther, and so on...

Mas já que o euroliberal anda na contagem dos mortos, eu ajudo com este artigo:

Público, 02/05/05, António Vilarigues
Reescrevendo a história

A tentação de reescrever a história ao sabor das ideologias ou dos poderes dominantes, já vem de longe. É tão antiga como a própria história.

Muito do que se diz e escreve a propósito das celebrações dos 60 anos da derrota do nazismo, tem esta chancela – adulteração da história. Já tinha sido assim em relação ao desembarque das tropas aliadas na Normandia em 1945, o chamado dia D. O fenómeno repetiu-se com o 60º aniversário da libertação de Paris.

Duas vertentes dominam as “análises”: por um lado, a referência ao choque entre dois totalitarismos apresentados como de sinal igual – o nazismo e o comunismo. Por outro a tentativa de apresentar o contributo dos EUA e, acessoriamente, da Inglaterra como determinantes no desenrolar da II Guerra Mundial.

Para fazer passar estas duas mensagens recorre-se aos mais variados métodos. Dos filmes de Hollywood às séries de TV. Dos documentários mais ou menos científicos, às análises escritas e faladas. Em todos eles um traço é predominante: a desvalorização, e mesmo o silenciamento quase total, sobre o papel da URSS e das diversas Resistências Patrióticas no esmagamento da máquina de guerra das potências do Eixo.

Toda a realidade, seja ela económica, social ou política, é movimento segundo condições internas de mudança, de transformação. A análise deve ser concreta e em função da realidade concreta. Esta tese marxista, que me parece dever ser consensual, passa, obviamente, ao lado de todos a que nos temos vindo a referir. Seja por ignorância, seja por má fé.

E, no entanto, o que nos mostra a realidade, essa “chata”?

Mostra-nos, por um lado, que em nome do comunismo cometeram-se inúmeros crimes. Mas a matriz dominante desta ideologia é a da construção de uma sociedade sem classes, de homens e mulheres iguais, sem exploradores nem explorados. Onde vigorará o conceito “de cada um segundo as suas possibilidades a cada um segundo as suas necessidades”. Esta concepção de sociedade percorreu um longo caminho desde que começou a ser desenhada por Thomas Moore no seu livro A Utopia. Com Marx, Engels e Lenine ganhou novos e decisivos contornos, aprofundados pelos seus seguidores e que a moldaram até aos nossos dias.

Em nome do comunismo, em quase todos os países onde os seus defensores existem, lutou-se e luta-se pela paz, pela independência, pela liberdade e pela democracia. Em nome dessa luta morreram e morrem milhões de seres humanos.

Comparar esta ideologia com o nazi-fascismo, defensora de uma sociedade de exploração, de superioridade racial, de extermínio físico de povos e raças inteiros, de repressão e opressão, só mesmo por má fé. A política de “solução final” não abrangeu apenas os judeus. Alargou-se aos ciganos e aos eslavos. Em apenas 3 anos (1941-43) 1/3 da população masculina da Bielorússia foi aniquilada. Refira-se um facto, entre inúmeros outros, nunca citado na historiografia dominante: noventa e nove por cento dos quase duzentos campos de concentração nazis foram construídos a LESTE de Berlim!!!

Concorde-se ou não com os comunistas, goste-se ou não deles, a verdade é que foram eles que tiveram o triste privilégio de inaugurar os campos de concentração hitlerianos e de neles serem literalmente quase exterminados. O PC Alemão em 1933 tinha centenas de milhares de membros. Em 1945 eram pouco mais de mil. Nos países ocupados pela Alemanha e pelo Japão desempenharam um papel essencial, muitas vezes decisivo, na condução da Resistência. De 1940 a 1944, setenta e cinco mil comunistas franceses morreram torturados, fuzilados ou em luta directa com o ocupante. A história repetiu-se em Itália, na Checoslováquia, na Polónia, na Albânia, na Jugoslávia (1 milhão de mortos), na Hungria, na Bulgária, nas Repúblicas Bálticas. Na China, no Vietname, nas Filipinas, etc., etc., etc.. No mínimo exige-se dos seus adversários que respeitem a sua memória.

Por outro lado, a realidade mostra-nos com uma clareza cristalina o papel que cada Aliado desempenhou na II Guerra Mundial.

A desproporção quer nos meios envolvidos, quer nos consequentes resultados, é evidente. Na URSS os hitlerianos destruíram 1.710 cidades, 70.000 aldeias, 32.000 empresas industriais, 100.000 empresas agrícolas. Desapareceram 65.000 Km de vias férreas, 16.000 automotoras, 428.000 vagons. As riquezas nacionais da URSS foram reduzidas em mais de 30%. No território dos EUA, excepção feita a Pearl Harbour, não caiu uma só bomba, não se disparou um único tiro.

Até começos de 1944 na frente sovietico-alemã operaram, em permanência, de 153 a 201 divisões nazis. Na frente ocidental, no mesmo período, de 2 a 21. Em 1945 a mesma proporção era de 313 para 118. De Junho a Agosto de 1944, ou seja, desde o início da Operação Overlord, as tropas fascistas perderam, entre mortos, feridos e desaparecidos, 917.000 na frente Leste e 294.000 na frente ocidental.

A Alemanha perdeu na sua guerra contra a URSS o correspondente a 3/4 das suas baixas totais. Na frente soviética o exército japonês perdeu cerca de 677.000 homens (na sua maioria prisioneiros). Morreram, recorde-se, em todos os cenários da II Guerra, 250.000 norte-americanos, 600.000 ingleses, 27.000.000 de soviéticos (3 milhões dos quais membros do PC).

Esta realidade está toda devidamente documentada. Porquê 16 anos depois da queda do Muro de Berlim, 14 anos depois do fim da URSS, continuar a escondê-la, a ignorá-la, a escamoteá-la? Porquê?"

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal é mesmo nos amigos do Pacheco Pereira que o euroliberal se inspira! E é bom que a malta não se esqueça que todos eles pertencem à tal &#8220;esquerda-ciática&#8221; de que por cá tivemos uns exemplares curiosos como o Pacheco, o José Manuel Fernandes, o João Carlos Espada, a Teresa de Sousa a Esther, and so on&#8230;</p>
<p>Mas já que o euroliberal anda na contagem dos mortos, eu ajudo com este artigo:</p>
<p>Público, 02/05/05, António Vilarigues<br />
Reescrevendo a história</p>
<p>A tentação de reescrever a história ao sabor das ideologias ou dos poderes dominantes, já vem de longe. É tão antiga como a própria história.</p>
<p>Muito do que se diz e escreve a propósito das celebrações dos 60 anos da derrota do nazismo, tem esta chancela – adulteração da história. Já tinha sido assim em relação ao desembarque das tropas aliadas na Normandia em 1945, o chamado dia D. O fenómeno repetiu-se com o 60º aniversário da libertação de Paris.</p>
<p>Duas vertentes dominam as “análises”: por um lado, a referência ao choque entre dois totalitarismos apresentados como de sinal igual – o nazismo e o comunismo. Por outro a tentativa de apresentar o contributo dos EUA e, acessoriamente, da Inglaterra como determinantes no desenrolar da II Guerra Mundial.</p>
<p>Para fazer passar estas duas mensagens recorre-se aos mais variados métodos. Dos filmes de Hollywood às séries de TV. Dos documentários mais ou menos científicos, às análises escritas e faladas. Em todos eles um traço é predominante: a desvalorização, e mesmo o silenciamento quase total, sobre o papel da URSS e das diversas Resistências Patrióticas no esmagamento da máquina de guerra das potências do Eixo.</p>
<p>Toda a realidade, seja ela económica, social ou política, é movimento segundo condições internas de mudança, de transformação. A análise deve ser concreta e em função da realidade concreta. Esta tese marxista, que me parece dever ser consensual, passa, obviamente, ao lado de todos a que nos temos vindo a referir. Seja por ignorância, seja por má fé.</p>
<p>E, no entanto, o que nos mostra a realidade, essa “chata”?</p>
<p>Mostra-nos, por um lado, que em nome do comunismo cometeram-se inúmeros crimes. Mas a matriz dominante desta ideologia é a da construção de uma sociedade sem classes, de homens e mulheres iguais, sem exploradores nem explorados. Onde vigorará o conceito “de cada um segundo as suas possibilidades a cada um segundo as suas necessidades”. Esta concepção de sociedade percorreu um longo caminho desde que começou a ser desenhada por Thomas Moore no seu livro A Utopia. Com Marx, Engels e Lenine ganhou novos e decisivos contornos, aprofundados pelos seus seguidores e que a moldaram até aos nossos dias.</p>
<p>Em nome do comunismo, em quase todos os países onde os seus defensores existem, lutou-se e luta-se pela paz, pela independência, pela liberdade e pela democracia. Em nome dessa luta morreram e morrem milhões de seres humanos.</p>
<p>Comparar esta ideologia com o nazi-fascismo, defensora de uma sociedade de exploração, de superioridade racial, de extermínio físico de povos e raças inteiros, de repressão e opressão, só mesmo por má fé. A política de “solução final” não abrangeu apenas os judeus. Alargou-se aos ciganos e aos eslavos. Em apenas 3 anos (1941-43) 1/3 da população masculina da Bielorússia foi aniquilada. Refira-se um facto, entre inúmeros outros, nunca citado na historiografia dominante: noventa e nove por cento dos quase duzentos campos de concentração nazis foram construídos a LESTE de Berlim!!!</p>
<p>Concorde-se ou não com os comunistas, goste-se ou não deles, a verdade é que foram eles que tiveram o triste privilégio de inaugurar os campos de concentração hitlerianos e de neles serem literalmente quase exterminados. O PC Alemão em 1933 tinha centenas de milhares de membros. Em 1945 eram pouco mais de mil. Nos países ocupados pela Alemanha e pelo Japão desempenharam um papel essencial, muitas vezes decisivo, na condução da Resistência. De 1940 a 1944, setenta e cinco mil comunistas franceses morreram torturados, fuzilados ou em luta directa com o ocupante. A história repetiu-se em Itália, na Checoslováquia, na Polónia, na Albânia, na Jugoslávia (1 milhão de mortos), na Hungria, na Bulgária, nas Repúblicas Bálticas. Na China, no Vietname, nas Filipinas, etc., etc., etc.. No mínimo exige-se dos seus adversários que respeitem a sua memória.</p>
<p>Por outro lado, a realidade mostra-nos com uma clareza cristalina o papel que cada Aliado desempenhou na II Guerra Mundial.</p>
<p>A desproporção quer nos meios envolvidos, quer nos consequentes resultados, é evidente. Na URSS os hitlerianos destruíram 1.710 cidades, 70.000 aldeias, 32.000 empresas industriais, 100.000 empresas agrícolas. Desapareceram 65.000 Km de vias férreas, 16.000 automotoras, 428.000 vagons. As riquezas nacionais da URSS foram reduzidas em mais de 30%. No território dos EUA, excepção feita a Pearl Harbour, não caiu uma só bomba, não se disparou um único tiro.</p>
<p>Até começos de 1944 na frente sovietico-alemã operaram, em permanência, de 153 a 201 divisões nazis. Na frente ocidental, no mesmo período, de 2 a 21. Em 1945 a mesma proporção era de 313 para 118. De Junho a Agosto de 1944, ou seja, desde o início da Operação Overlord, as tropas fascistas perderam, entre mortos, feridos e desaparecidos, 917.000 na frente Leste e 294.000 na frente ocidental.</p>
<p>A Alemanha perdeu na sua guerra contra a URSS o correspondente a 3/4 das suas baixas totais. Na frente soviética o exército japonês perdeu cerca de 677.000 homens (na sua maioria prisioneiros). Morreram, recorde-se, em todos os cenários da II Guerra, 250.000 norte-americanos, 600.000 ingleses, 27.000.000 de soviéticos (3 milhões dos quais membros do PC).</p>
<p>Esta realidade está toda devidamente documentada. Porquê 16 anos depois da queda do Muro de Berlim, 14 anos depois do fim da URSS, continuar a escondê-la, a ignorá-la, a escamoteá-la? Porquê?&#8221;</p>
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		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5435</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 18:24:55 +0000</pubDate>
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		<description>Camarada Margarida,

Tenha calma, porque o "livro negro do comunismo" não foi escrito por JPP mas por uma grande equipa de historiadores prestigiados, a maioria de esqerda, aliás, que se basearam en milhares de documentos do KGB e outras instituições do mesmo tipo, cujos arquivos são agora acessíveis. E a conta final a que chegaram é de 85 milhões de mortos pelos vários Grandes Líderes, Pais dos povos, Grandes Timoneiros e Fuziladores Máximos, a tal escumalha que o seu partido continua a venerar. À beira desse Grande Holocausto, o holocaustozinho da raça superior (o tal "povo eleito"), reduzido às suas devidas proporções, parece bem pequenino... Mas é claro que para os marxistas, como o nosso bravo NRA, convém que só se fale do holocaustozinho (proibindo penalmente a contestação da versão oficial, é claro), qual cortina de fumo que afaste das nossas visões o Grande Holocausto comunista... A gente percebe bem a jogada... percebe, mas não aceita !
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<p>Tenha calma, porque o &#8220;livro negro do comunismo&#8221; não foi escrito por JPP mas por uma grande equipa de historiadores prestigiados, a maioria de esqerda, aliás, que se basearam en milhares de documentos do KGB e outras instituições do mesmo tipo, cujos arquivos são agora acessíveis. E a conta final a que chegaram é de 85 milhões de mortos pelos vários Grandes Líderes, Pais dos povos, Grandes Timoneiros e Fuziladores Máximos, a tal escumalha que o seu partido continua a venerar. À beira desse Grande Holocausto, o holocaustozinho da raça superior (o tal &#8220;povo eleito&#8221;), reduzido às suas devidas proporções, parece bem pequenino&#8230; Mas é claro que para os marxistas, como o nosso bravo NRA, convém que só se fale do holocaustozinho (proibindo penalmente a contestação da versão oficial, é claro), qual cortina de fumo que afaste das nossas visões o Grande Holocausto comunista&#8230; A gente percebe bem a jogada&#8230; percebe, mas não aceita !</p>
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	<item>
		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5434</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 17:52:17 +0000</pubDate>
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		<description>Afinal o Euroliberal o que lê são as tretas que o Pacheco Pereira prefacia como o do tal livro negro que pôs uns funcionários do PE a fazer quando andou por lá - ao mesmo tempo que por cá continuava a escrever em tudo quanto era jornal dos grandes grupos e a perorar em tudo quanto era TV e rádios privadas. Grandes vidas as destes "historiadores" e seus seguidores. Foi o euroliberal um escriba de serviço ou limitava-se a servir-lhe de chauffer?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal o Euroliberal o que lê são as tretas que o Pacheco Pereira prefacia como o do tal livro negro que pôs uns funcionários do PE a fazer quando andou por lá - ao mesmo tempo que por cá continuava a escrever em tudo quanto era jornal dos grandes grupos e a perorar em tudo quanto era TV e rádios privadas. Grandes vidas as destes &#8220;historiadores&#8221; e seus seguidores. Foi o euroliberal um escriba de serviço ou limitava-se a servir-lhe de chauffer?</p>
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	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5433</link>
		<dc:creator>EUROLIBERAL</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 16:45:09 +0000</pubDate>
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		<description>Além do mais devemo-nos perguntar se é correcto utilizar sempre a expressão "Holocausto" (com maiúscula) como referida apenas aos judeus vítimas do nazismo. Eu mesmo cometo esse erro... Porque afinal, holocaustos há muitos. Na II Guerra morreram directa ou indirectamente 25/30 milhões de russos, os verdadeiros vencedores do nazismo. Foi de longe o maior sacrifício humano e ninguém utiliza o termo holocausto (mesmo com minúscula) para o referir. Por complexo de culpa, a Europa continua, a propósito de tudo, a praticar a política da "excepção judaica", permitindo a Israel  fazer o que ninguém mais pode fazer (conquistar territórios pela força, roubar terras, casas e água, ter a bomba H e nem sequer ratificar o tratado de não proliferação, manter um sistema de exílio e de apartheid para a maioria não-judaica, com bantustões, com 15.000 presos políticos sem julgamento e milhares de execuções sumarias de opositores, com eleições apenas para 40% da pupulação de jure (e ainda, apesar disso, ser considerado "democrático), etc, etc.

Para russos, polacos, arménios, ciganos,  tutsis e peles-vermelhas não há "holocausto", porque aparentemente não são "povos eleitos" ! Devemos acabar com esta palhaçada. Todos os povos são iguais, não há questões históricas imunes a críticas e novas apreciações e holocausto a sério e com letra grande é o russo (20 milhões de mortos por Estaline e mais 30 por Hitler) ou o chinês (50 milhões de mortos, 30 dos quais no Grande salto em frente do Grande Timoneiro em 59/62). Claro que também houve outros holocaustos como o dos judeus, mas é bem provável que este fosse bastante inferior ao dos propalados 6 milhões. En todo o caso é intolerável que tal não se possa discutir...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Além do mais devemo-nos perguntar se é correcto utilizar sempre a expressão &#8220;Holocausto&#8221; (com maiúscula) como referida apenas aos judeus vítimas do nazismo. Eu mesmo cometo esse erro&#8230; Porque afinal, holocaustos há muitos. Na II Guerra morreram directa ou indirectamente 25/30 milhões de russos, os verdadeiros vencedores do nazismo. Foi de longe o maior sacrifício humano e ninguém utiliza o termo holocausto (mesmo com minúscula) para o referir. Por complexo de culpa, a Europa continua, a propósito de tudo, a praticar a política da &#8220;excepção judaica&#8221;, permitindo a Israel  fazer o que ninguém mais pode fazer (conquistar territórios pela força, roubar terras, casas e água, ter a bomba H e nem sequer ratificar o tratado de não proliferação, manter um sistema de exílio e de apartheid para a maioria não-judaica, com bantustões, com 15.000 presos políticos sem julgamento e milhares de execuções sumarias de opositores, com eleições apenas para 40% da pupulação de jure (e ainda, apesar disso, ser considerado &#8220;democrático), etc, etc.</p>
<p>Para russos, polacos, arménios, ciganos,  tutsis e peles-vermelhas não há &#8220;holocausto&#8221;, porque aparentemente não são &#8220;povos eleitos&#8221; ! Devemos acabar com esta palhaçada. Todos os povos são iguais, não há questões históricas imunes a críticas e novas apreciações e holocausto a sério e com letra grande é o russo (20 milhões de mortos por Estaline e mais 30 por Hitler) ou o chinês (50 milhões de mortos, 30 dos quais no Grande salto em frente do Grande Timoneiro em 59/62). Claro que também houve outros holocaustos como o dos judeus, mas é bem provável que este fosse bastante inferior ao dos propalados 6 milhões. En todo o caso é intolerável que tal não se possa discutir&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5432</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 14:37:09 +0000</pubDate>
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		<description>"defendo [...] que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão"

Ou seja, defende a aplicação de uma pena para quem tem determinado ponto de vista, ainda por cima numa matéria científica. Bonito.

Eu também podia defender a expulsão do país das pessoas que têm ou tiveram os pontos de vista que você tem ou teve. Mas não defendo, porque sou adepto da liberdade.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;defendo [...] que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão&#8221;</p>
<p>Ou seja, defende a aplicação de uma pena para quem tem determinado ponto de vista, ainda por cima numa matéria científica. Bonito.</p>
<p>Eu também podia defender a expulsão do país das pessoas que têm ou tiveram os pontos de vista que você tem ou teve. Mas não defendo, porque sou adepto da liberdade.</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5431</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 14:34:22 +0000</pubDate>
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		<description>"O Sr. Embaixador fez uma declaração política"

Não. Fez uma declaração científica. Colocou em causa que os fornos pudessem ter queimado tantos corpos em tão pouco tempo. Isto não é política, é ciência. Ou os fornos podem queimar, ou não podem. Não se trata de matéria de opinião, trata-se de um facto experimental comprovável. Para avaliar da declaração do embaixador, o que é preciso é avaliar quantos corpos é que, com a tecnologia e com os combustíveis disponíveis pelos nazis, os fornos teriam podido queimar. Depois logo se vê se o embaixador tem razão, ou não.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O Sr. Embaixador fez uma declaração política&#8221;</p>
<p>Não. Fez uma declaração científica. Colocou em causa que os fornos pudessem ter queimado tantos corpos em tão pouco tempo. Isto não é política, é ciência. Ou os fornos podem queimar, ou não podem. Não se trata de matéria de opinião, trata-se de um facto experimental comprovável. Para avaliar da declaração do embaixador, o que é preciso é avaliar quantos corpos é que, com a tecnologia e com os combustíveis disponíveis pelos nazis, os fornos teriam podido queimar. Depois logo se vê se o embaixador tem razão, ou não.</p>
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	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5430</link>
		<dc:creator>EUROLIBERAL</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 13:30:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5430</guid>
		<description>"Não defendo que o Sr. seja preso, mas que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão."

Não há responsabilidade política nenhuma do embaixador. Colocar a hipótese altamente credível de o número de 6 milhões estar empolado e criticar o facto de este ser o único facto histórico não susceptível de discussão é exercício da liberdade de expressão diplomática. Os embaixadores EXISTEM PARA TRANSMITIREM A POSIÇÃO DOS SEUS GOVERNOS E ESSA É A POSIÇÃO DO GOVERNO DO IRÃO E DE TODO O MUNDO MUÇULMANO que não tem lições de moral e de anti-racismo a receber da Europa dos pogroms e do holocausto.

Expulsar o embaixador constituiria um acto intolerável de hostilidade ao Islão e levaria ao corte de relações e à colocação de Portugal na lista negra dos países a boicotar, ao lado da blasfema Dinamarca. Quem defende isso é estalinista ou tolo (ou as duas coisas). Quanto ao M. Vale de Almeida já se sabe que os gays alinham com os sionistas, apenas porque Telavive tem Gay Pride e Gaza não... é uma visão muito redutora da realidade, uma visão anuscêntrica...

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não defendo que o Sr. seja preso, mas que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão.&#8221;</p>
<p>Não há responsabilidade política nenhuma do embaixador. Colocar a hipótese altamente credível de o número de 6 milhões estar empolado e criticar o facto de este ser o único facto histórico não susceptível de discussão é exercício da liberdade de expressão diplomática. Os embaixadores EXISTEM PARA TRANSMITIREM A POSIÇÃO DOS SEUS GOVERNOS E ESSA É A POSIÇÃO DO GOVERNO DO IRÃO E DE TODO O MUNDO MUÇULMANO que não tem lições de moral e de anti-racismo a receber da Europa dos pogroms e do holocausto.</p>
<p>Expulsar o embaixador constituiria um acto intolerável de hostilidade ao Islão e levaria ao corte de relações e à colocação de Portugal na lista negra dos países a boicotar, ao lado da blasfema Dinamarca. Quem defende isso é estalinista ou tolo (ou as duas coisas). Quanto ao M. Vale de Almeida já se sabe que os gays alinham com os sionistas, apenas porque Telavive tem Gay Pride e Gaza não&#8230; é uma visão muito redutora da realidade, uma visão anuscêntrica&#8230;</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5429</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 13:28:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5429</guid>
		<description>A pessoa que ali em cima pôs um comentário a criticar-me assinado com o meu nome, faça o favor de assinar com o seu próprio nome.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A pessoa que ali em cima pôs um comentário a criticar-me assinado com o meu nome, faça o favor de assinar com o seu próprio nome.</p>
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	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5428</link>
		<dc:creator>EUROLIBERAL</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 13:27:07 +0000</pubDate>
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		<description>"Não defendo que o Sr. seja preso, mas que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão."

Não há responsabilidade política nenhuma do embaixador. Colocar a hiopótese altamente credível de o número de 6 milhões estar empolado e criticar o facto de este ser o único facto histórico não susceptível de discussão é exercício da liberdade de expressão diplomática. Os embaixadores EXISTEM PARA TRANSMITIREM A POSIÇÃO DOS SEUS GOVERNOS E ESSA É A POSIÇÃO DO GOVERNO DO IRÃO E DE TODO O MUNDO MUÇULMANO que não tem lições de moral e de anti-racismo a defender da Europa dos pogroms e do holocausto.

Expulsar o embaixador constituiria um acto intolerável de hostilidade ao Islão e levaria ao corte de relações e à colocação de Portugal na lista negra dos países a boicotar, ao lado da blasfema Dinamarca. Quem defende isso é estalinista ou tolo (ou as duas coisas).
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não defendo que o Sr. seja preso, mas que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão.&#8221;</p>
<p>Não há responsabilidade política nenhuma do embaixador. Colocar a hiopótese altamente credível de o número de 6 milhões estar empolado e criticar o facto de este ser o único facto histórico não susceptível de discussão é exercício da liberdade de expressão diplomática. Os embaixadores EXISTEM PARA TRANSMITIREM A POSIÇÃO DOS SEUS GOVERNOS E ESSA É A POSIÇÃO DO GOVERNO DO IRÃO E DE TODO O MUNDO MUÇULMANO que não tem lições de moral e de anti-racismo a defender da Europa dos pogroms e do holocausto.</p>
<p>Expulsar o embaixador constituiria um acto intolerável de hostilidade ao Islão e levaria ao corte de relações e à colocação de Portugal na lista negra dos países a boicotar, ao lado da blasfema Dinamarca. Quem defende isso é estalinista ou tolo (ou as duas coisas).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5427</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 12:58:09 +0000</pubDate>
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		<description>Já que o N.R.A. "censurou" o que disse o Embaixador do Irão deixo aqui o relato completo:

Embaixador do Irão em Lisboa elogia Freitas
Público, 15/02/06
Por Carolina Reis

“Ficámos muito satisfeitos e queria aproveitar a ocasião para agradecer a posição do Governo português, do sr. Sócrates e do ministro Freitas do Amaral”, disse Mohammed Taheri sobre a posição do Executivo português na crise provocada pela publicação das caricaturas de Maomé. Taheri fez questão de sublinhar a atitude do ministro dos Estrangeiros: “O sr. Amaral disse coisas muito boas e muito lógicas.”

O embaixador iraniano está igualmente convicto da origem desta crise: “Nós pensamos que isto é uma conspiração dos sionistas que querem pôr os muçulmanos contra os cristãos na Europa. Mas o nosso líder religioso apelou aos muçulmanos para que respeitem os valores dos cristãos.”

Taheri justificou ainda a revolta dos muçulmanos com a publicação dos cartoons: “O nosso profeta é muito valioso e importante para nós. Como Cristo é para os cristãos e Moisés para os judeus”. Aproveitou a entrevista também para criticar o Governo dinamarquês: ”Lamentamos que o primeiro-ministro da Dinamarca tenha dito apenas que era liberdade de expressão. Mas, não é!” E questionou a liberdade de expressão europeia: “Mas que liberdade de expressão é esta que vocês europeus têm que permite insultar outros tantos de outras religiões?”

O representante do Irão acusou o europeus de serem contraditórios sobre o Holocausto: “Quando o nosso presidente quer falar do Holocausto com historiadores e cientistas todo o mundo fica contra ele. Mesmo quando europeus fizeram investigações acabaram presos. Como é o caso em França de Roger Garaudy. Onde está a liberdade de expressão, quando querem fazer perguntas sobre o Holocausto. Isto é uma dualidade.”

Mohammed Taheri pôs em causa a dimensão do número de vítimas do Holocausto, e invocou para isso a sua experiência diplomática na Polónia. “Quando era embaixador em Varsóvia visitei por duas vezes Auschwitz e Birkenau e fiz as minhas contas. Para se incinerar seis milhões de pessoas são precisos 15 anos. Portanto, é preciso que os historiadores se reúnam e dêem a sua opinião.” E manifestou a vontade do Irão em organizar um seminário internacional com historiadores e peritos para debater o Holocausto, “para que digam a dimensão dessa realidade, para que digam quantos morreram.” (…)


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já que o N.R.A. &#8220;censurou&#8221; o que disse o Embaixador do Irão deixo aqui o relato completo:</p>
<p>Embaixador do Irão em Lisboa elogia Freitas<br />
Público, 15/02/06<br />
Por Carolina Reis</p>
<p>“Ficámos muito satisfeitos e queria aproveitar a ocasião para agradecer a posição do Governo português, do sr. Sócrates e do ministro Freitas do Amaral”, disse Mohammed Taheri sobre a posição do Executivo português na crise provocada pela publicação das caricaturas de Maomé. Taheri fez questão de sublinhar a atitude do ministro dos Estrangeiros: “O sr. Amaral disse coisas muito boas e muito lógicas.”</p>
<p>O embaixador iraniano está igualmente convicto da origem desta crise: “Nós pensamos que isto é uma conspiração dos sionistas que querem pôr os muçulmanos contra os cristãos na Europa. Mas o nosso líder religioso apelou aos muçulmanos para que respeitem os valores dos cristãos.”</p>
<p>Taheri justificou ainda a revolta dos muçulmanos com a publicação dos cartoons: “O nosso profeta é muito valioso e importante para nós. Como Cristo é para os cristãos e Moisés para os judeus”. Aproveitou a entrevista também para criticar o Governo dinamarquês: ”Lamentamos que o primeiro-ministro da Dinamarca tenha dito apenas que era liberdade de expressão. Mas, não é!” E questionou a liberdade de expressão europeia: “Mas que liberdade de expressão é esta que vocês europeus têm que permite insultar outros tantos de outras religiões?”</p>
<p>O representante do Irão acusou o europeus de serem contraditórios sobre o Holocausto: “Quando o nosso presidente quer falar do Holocausto com historiadores e cientistas todo o mundo fica contra ele. Mesmo quando europeus fizeram investigações acabaram presos. Como é o caso em França de Roger Garaudy. Onde está a liberdade de expressão, quando querem fazer perguntas sobre o Holocausto. Isto é uma dualidade.”</p>
<p>Mohammed Taheri pôs em causa a dimensão do número de vítimas do Holocausto, e invocou para isso a sua experiência diplomática na Polónia. “Quando era embaixador em Varsóvia visitei por duas vezes Auschwitz e Birkenau e fiz as minhas contas. Para se incinerar seis milhões de pessoas são precisos 15 anos. Portanto, é preciso que os historiadores se reúnam e dêem a sua opinião.” E manifestou a vontade do Irão em organizar um seminário internacional com historiadores e peritos para debater o Holocausto, “para que digam a dimensão dessa realidade, para que digam quantos morreram.” (…)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5426</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 11:59:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5426</guid>
		<description>Luís Lavoura,
Vamos lá ver se tu percebes:
O Sr. Embaixador fez uma declaração política e tem responsabilidades políticas.
Não defendo que o Sr. seja preso, mas que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão.
Eu sou bastante tolerante, como vês, continuas a comentar cá, apesar de achares que a negação do Holocausto é um ponto de vista, como outro qualquer.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Lavoura,<br />
Vamos lá ver se tu percebes:<br />
O Sr. Embaixador fez uma declaração política e tem responsabilidades políticas.<br />
Não defendo que o Sr. seja preso, mas que o ponto de vista que ele defende tenha resposta política: a sua expulsão.<br />
Eu sou bastante tolerante, como vês, continuas a comentar cá, apesar de achares que a negação do Holocausto é um ponto de vista, como outro qualquer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: EUROLIBERAL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5425</link>
		<dc:creator>EUROLIBERAL</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 11:18:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5425</guid>
		<description>Julgo que mesmo os loucos da Casa Branca não vão ter loucura suficiente para atacar o Irão. É que...

1) Tal ataque aéreo (com ou sem os caniches israelitas) só poderia na melhor das hipóteses atrasar o programa. O Irão e outros países islâmicos terão mesmo a bomba custe o que custar, para pôr fim à arrogância assassina dos gangsters sionistas.

2) mas tal operação poderia muito bem acabar num fiasco humilhante para os EUA, como a tentativa de libertação dos reféns da embaixada em 1979...

2) As consequências sobre o preço do petróleo seriam catastróficas. Facilmente os preços chegariam aos 200 dólares por barril e memsmo mais. O estreito de Ormuz seria minado e todos os terminais do Golfo destruídos (nas zonas petrolíferas da Arábia, Iraque e Bahrein  a maioria é chiita...).

3) Mas, sobretudo as encurraladas tropas americanas no Iraque seriam um alvo demasiado óbvio e fácil para uns milhões de guardas da revolução infiltrados na guerrilha iraquiana, ajudados pelos chiitas locais que entrariam na dança em força. Ora se 5 milhões de sunitas já chegam para derrotar a soldadesca cruzada, então 70 milhões de iranianos, mais 15 mulhões de chiitas iraquianos... fariam desses terroristas ocupantes carne picada...

4) Além disso, a panela de pressão islâmica está prestes a explodir, Uma intervenção no Irão provocaria uma sublevação generalizada nos países islâmicos dirigidos por ditadores fantoches (Egipto, Paquistão, Jordânia, etc.) com a chegada ao poder de regimes islâmicos intervencionistas... A jihad no seu esplendor...

5) Mesmo sem bomba atómica (que não é garantido que não exista já, ou que não possa chegar como presente do Paquistão...), Israel seria fortemente golpeado pelos mísseis iranianos, além dos ataques do Hezbollah e o Hamas (ou ainda de um Egipto e Jordânia com governos islâmicos...).

5) Conclusão. Os EUA tiveram entradas de leão e saídas de sendeiro... estão numa posição de extrema fraqueza, com um exército duramente golpeado, desmoralizado, insuficiente, overstreched e sem reservas, e são abertamente desafiados por um Irão ( e um Islão)seguro de si e da capacidade de infligir golpes demolidores na escumalha nazi-sionista...

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Julgo que mesmo os loucos da Casa Branca não vão ter loucura suficiente para atacar o Irão. É que&#8230;</p>
<p>1) Tal ataque aéreo (com ou sem os caniches israelitas) só poderia na melhor das hipóteses atrasar o programa. O Irão e outros países islâmicos terão mesmo a bomba custe o que custar, para pôr fim à arrogância assassina dos gangsters sionistas.</p>
<p>2) mas tal operação poderia muito bem acabar num fiasco humilhante para os EUA, como a tentativa de libertação dos reféns da embaixada em 1979&#8230;</p>
<p>2) As consequências sobre o preço do petróleo seriam catastróficas. Facilmente os preços chegariam aos 200 dólares por barril e memsmo mais. O estreito de Ormuz seria minado e todos os terminais do Golfo destruídos (nas zonas petrolíferas da Arábia, Iraque e Bahrein  a maioria é chiita&#8230;).</p>
<p>3) Mas, sobretudo as encurraladas tropas americanas no Iraque seriam um alvo demasiado óbvio e fácil para uns milhões de guardas da revolução infiltrados na guerrilha iraquiana, ajudados pelos chiitas locais que entrariam na dança em força. Ora se 5 milhões de sunitas já chegam para derrotar a soldadesca cruzada, então 70 milhões de iranianos, mais 15 mulhões de chiitas iraquianos&#8230; fariam desses terroristas ocupantes carne picada&#8230;</p>
<p>4) Além disso, a panela de pressão islâmica está prestes a explodir, Uma intervenção no Irão provocaria uma sublevação generalizada nos países islâmicos dirigidos por ditadores fantoches (Egipto, Paquistão, Jordânia, etc.) com a chegada ao poder de regimes islâmicos intervencionistas&#8230; A jihad no seu esplendor&#8230;</p>
<p>5) Mesmo sem bomba atómica (que não é garantido que não exista já, ou que não possa chegar como presente do Paquistão&#8230;), Israel seria fortemente golpeado pelos mísseis iranianos, além dos ataques do Hezbollah e o Hamas (ou ainda de um Egipto e Jordânia com governos islâmicos&#8230;).</p>
<p>5) Conclusão. Os EUA tiveram entradas de leão e saídas de sendeiro&#8230; estão numa posição de extrema fraqueza, com um exército duramente golpeado, desmoralizado, insuficiente, overstreched e sem reservas, e são abertamente desafiados por um Irão ( e um Islão)seguro de si e da capacidade de infligir golpes demolidores na escumalha nazi-sionista&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Unreconstructed</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/nuno-ramos-de-almeida/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5424</link>
		<dc:creator>Unreconstructed</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 11:17:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/contas-do-embaixador-do-irao/#comment-5424</guid>
		<description>Incrível é a sua boçalidade,`o Lavoura; os comentários da menina, sobretudo sobre o heróico Exército Vermelho que libertou a Europa da besta nazi-fascista, são justos e razoáveis, ao contrário da sua cassette sobre a cassette.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível é a sua boçalidade,`o Lavoura; os comentários da menina, sobretudo sobre o heróico Exército Vermelho que libertou a Europa da besta nazi-fascista, são justos e razoáveis, ao contrário da sua cassette sobre a cassette.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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