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	<title>Comentários em: Um estranho caso de amnésia</title>
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	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 03:45:30 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/um-estranho-caso-de-amnesia/#comment-14020</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2006 10:51:00 +0000</pubDate>
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		<description>O filme até nem é mau, descontando alguma deficiência na caracterização de espaços e cenários, que às vezes são pouco verosímeis.
Não faz apologias, nem dum lado nem doutro. Mostra apenas, como é da sua função. Nem assume falsas epopeias, nem complexos ou vergonhas. Deixa portas abertas para o entendimento de que tudo aquilo é, ou era, insânia.
Pareceu-me um objecto equilibrado, até na imagem colectiva que dá dos portugueses, figurantes daquilo.
E sai dele um tal Marco Almeida, a reter.
Em suma: de quanto há para dizer sobre o assunto, para lá do pouco que tem sido dito, este filme é um bom contributo.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>O filme até nem é mau, descontando alguma deficiência na caracterização de espaços e cenários, que às vezes são pouco verosímeis.<br />
Não faz apologias, nem dum lado nem doutro. Mostra apenas, como é da sua função. Nem assume falsas epopeias, nem complexos ou vergonhas. Deixa portas abertas para o entendimento de que tudo aquilo é, ou era, insânia.<br />
Pareceu-me um objecto equilibrado, até na imagem colectiva que dá dos portugueses, figurantes daquilo.<br />
E sai dele um tal Marco Almeida, a reter.<br />
Em suma: de quanto há para dizer sobre o assunto, para lá do pouco que tem sido dito, este filme é um bom contributo.</p>
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		<title>Por: Emídio Fernando</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/um-estranho-caso-de-amnesia/#comment-14019</link>
		<dc:creator>Emídio Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2006 09:49:58 +0000</pubDate>
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		<description>O que vale a Portugal é ter (ainda) bons historiadores que compensam os realizadores ignorantes. É o caso de Dalila Cabrita Mateus que lançou recentemente (mais) um livro. O "Memórias do colonialismo e da guerra" deveria ser obrigatório para quem tem pretensões de fazer filmes sobre a guerra colonial.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que vale a Portugal é ter (ainda) bons historiadores que compensam os realizadores ignorantes. É o caso de Dalila Cabrita Mateus que lançou recentemente (mais) um livro. O &#8220;Memórias do colonialismo e da guerra&#8221; deveria ser obrigatório para quem tem pretensões de fazer filmes sobre a guerra colonial.</p>
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		<title>Por: a.pacheco</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/um-estranho-caso-de-amnesia/#comment-14018</link>
		<dc:creator>a.pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2006 19:30:45 +0000</pubDate>
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		<description>Como diz o outro:

Joaquim Leitão fala daquilo que não sabe,
ou não sabe daquilo que fala.

Se para promover o seu filmezinho, o realizador tem necessidade de dizer semelhante atoarda, é porque tem pouca confiança no produto, e pensa que com frases destas poderá levar ex-combatentes e familias ao cinema.

Faz mal.

Tratar a guerra colonial, nos seus PODRES, nos seus CRIMES, já há muito deveria ter sido feito, 30 anos é tempo suficiente para olhar-mos essa pagina da nossa história, sem medos, sem complexos, mas tambem sem iludir, os crimes que fomos capazes de cometer.

Assumir sem medo, será a melhor forma de virar a pagina.

Joaquim Leitão talvez por ser muito jovem , erra ao dizer aquilo que disse, encobrir, ignorar, justificar, glorificar, não é a melhor maneira de se fazer ficção sobres as guerras coloniais.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz o outro:</p>
<p>Joaquim Leitão fala daquilo que não sabe,<br />
ou não sabe daquilo que fala.</p>
<p>Se para promover o seu filmezinho, o realizador tem necessidade de dizer semelhante atoarda, é porque tem pouca confiança no produto, e pensa que com frases destas poderá levar ex-combatentes e familias ao cinema.</p>
<p>Faz mal.</p>
<p>Tratar a guerra colonial, nos seus PODRES, nos seus CRIMES, já há muito deveria ter sido feito, 30 anos é tempo suficiente para olhar-mos essa pagina da nossa história, sem medos, sem complexos, mas tambem sem iludir, os crimes que fomos capazes de cometer.</p>
<p>Assumir sem medo, será a melhor forma de virar a pagina.</p>
<p>Joaquim Leitão talvez por ser muito jovem , erra ao dizer aquilo que disse, encobrir, ignorar, justificar, glorificar, não é a melhor maneira de se fazer ficção sobres as guerras coloniais.</p>
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