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	<title>Comentários em: Sete notas finais</title>
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		<title>Por: Filipe Matos</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3909</link>
		<dc:creator>Filipe Matos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 23:18:01 +0000</pubDate>
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		<description>O melhor é, para a próxima, ir buscar documento reconhecido pelo notário declarando não conhecer o autor criticado. Pode ser que se arranje. É bom não esquecer que o George já criticou livros do Luiz Pacheco e, no entanto, é o seu biógrafo/hagiógrafo. O Pacheco é que não se deixa enganar e, ao JL, definiu o George como um &quot;índio chupista&quot;. Quando o suposto mestre fala assim do aspirante a discípulo...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor é, para a próxima, ir buscar documento reconhecido pelo notário declarando não conhecer o autor criticado. Pode ser que se arranje. É bom não esquecer que o George já criticou livros do Luiz Pacheco e, no entanto, é o seu biógrafo/hagiógrafo. O Pacheco é que não se deixa enganar e, ao JL, definiu o George como um &#8220;índio chupista&#8221;. Quando o suposto mestre fala assim do aspirante a discípulo&#8230;</p>
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		<title>Por: Jorge Morais</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3908</link>
		<dc:creator>Jorge Morais</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 18:06:27 +0000</pubDate>
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		<description>Que confusão, este Jorge anterior sou eu e não o Jorge da Lâmpada Mágica...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Que confusão, este Jorge anterior sou eu e não o Jorge da Lâmpada Mágica&#8230;</p>
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		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3907</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 18:04:06 +0000</pubDate>
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		<description>Agora que reli aquele lençol (desculpa, entusiasmei-me), era só para dizer que quando digo que gostaria &quot;que o João Pedro George voltasse atrás na grave acusação que fez&quot; não se trata de um pedido, apenas de um desejo pessoal meu que tenho certas dúvidas que venha a ser realizado.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que reli aquele lençol (desculpa, entusiasmei-me), era só para dizer que quando digo que gostaria &#8220;que o João Pedro George voltasse atrás na grave acusação que fez&#8221; não se trata de um pedido, apenas de um desejo pessoal meu que tenho certas dúvidas que venha a ser realizado.</p>
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		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3906</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 13:49:42 +0000</pubDate>
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		<description>Com polémicas destas nunca se chegará a discutir realmente o que importa: que há crítica literária honesta, em que o crítico faz o melhor que sabe e pode para discorrer sobre os livros sem se prender em aspectos assessórios como o nome do autor, da casa editora, do tradutor, etc. e que há crítica literária desonesta, em que o crítico faz fretes a torto e a direito. E que saber separar uma da outra faz toda a diferença.

Um crítico honesto deve escrever sobre livros de amigos, sim senhor. Se eu tivesse o tipo de mentalidade do João Pedro George poderia dizer que ao não escrever sobre livros de amigos o crítico honesto está a prejudicar esses livros ao não lhes dar a &quot;visibilidade&quot; que os livros dos não amigos recebem. Como não tenho essa mentalidade, direi apenas que um crítico honesto deve escrever sobre todos os livros que achar que merecem que sobre eles escreva. Ponto final. Parágrafo.

Mas aqui há um mas: há muito pouca crítica literária em Portugal, quer seja honesta quer seja desonesta. Muito menos do que a que devia haver. Numa situação ideal, deveria haver alguém para escrever sobre todos os livros que aparecem no mercado, sem excepção. Nem que fosse meia dúzia de linhas. Fosse para dizer bem, fosse para dizer mal, fose para dizer assim assim.

E claro que como há muito menos crítica literária do que a que devia haver, inevitavelmente quem é ignorado pela crítica - e mais ainda quem é sistematicamente ignorado pela crítica - tem tendência a suspeitar de compadrios. É apenas humano que isso aconteça. Portanto os críticos também têm de estar preparados para apanharem de vez em quando com sovas deste tipo, por mais injustas que elas sejam. Vem com o território.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com polémicas destas nunca se chegará a discutir realmente o que importa: que há crítica literária honesta, em que o crítico faz o melhor que sabe e pode para discorrer sobre os livros sem se prender em aspectos assessórios como o nome do autor, da casa editora, do tradutor, etc. e que há crítica literária desonesta, em que o crítico faz fretes a torto e a direito. E que saber separar uma da outra faz toda a diferença.</p>
<p>Um crítico honesto deve escrever sobre livros de amigos, sim senhor. Se eu tivesse o tipo de mentalidade do João Pedro George poderia dizer que ao não escrever sobre livros de amigos o crítico honesto está a prejudicar esses livros ao não lhes dar a &#8220;visibilidade&#8221; que os livros dos não amigos recebem. Como não tenho essa mentalidade, direi apenas que um crítico honesto deve escrever sobre todos os livros que achar que merecem que sobre eles escreva. Ponto final. Parágrafo.</p>
<p>Mas aqui há um mas: há muito pouca crítica literária em Portugal, quer seja honesta quer seja desonesta. Muito menos do que a que devia haver. Numa situação ideal, deveria haver alguém para escrever sobre todos os livros que aparecem no mercado, sem excepção. Nem que fosse meia dúzia de linhas. Fosse para dizer bem, fosse para dizer mal, fose para dizer assim assim.</p>
<p>E claro que como há muito menos crítica literária do que a que devia haver, inevitavelmente quem é ignorado pela crítica &#8211; e mais ainda quem é sistematicamente ignorado pela crítica &#8211; tem tendência a suspeitar de compadrios. É apenas humano que isso aconteça. Portanto os críticos também têm de estar preparados para apanharem de vez em quando com sovas deste tipo, por mais injustas que elas sejam. Vem com o território.</p>
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		<title>Por: Luis Januário</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3905</link>
		<dc:creator>Luis Januário</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 13:10:27 +0000</pubDate>
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		<description>Zé Mário,
Vista daqui essa polémica é completamente irrelevante. O George constrói assim a sua fama. Tu estás a ser a margarida rebelo pinto de janeiro.
Um abraço

Luís
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé Mário,<br />
Vista daqui essa polémica é completamente irrelevante. O George constrói assim a sua fama. Tu estás a ser a margarida rebelo pinto de janeiro.<br />
Um abraço</p>
<p>Luís</p>
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	<item>
		<title>Por: Jorge Morais</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3904</link>
		<dc:creator>Jorge Morais</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 11:54:37 +0000</pubDate>
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		<description>(desculpem as gralhas, mas estava com pressa)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(desculpem as gralhas, mas estava com pressa)</p>
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		<title>Por: Jorge Morais</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3903</link>
		<dc:creator>Jorge Morais</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 11:51:57 +0000</pubDate>
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		<description>José Mário Silva (e João Pedro George),
como não nos conhecemos, nem conheço o João Pedro George, acho que posso emitir uma opinião, especialmente porque este texto reflecte o que penso.
Concordo com o JPG, quando se insurge contra os amiguismos, quando está subjacente um princípio ético. Não posso de modo algum concordar com a acusação que fez ao JMS, pois foi gratuita e mal fundamentada. Considero que o que o JMS diz aqui que deveria ter tido a prudência de não escrever sobre um amigo também vai ao encontro do que penso. Mas se conseguir abstrair-se da amizade e fazer uma crítica honesta, penso que não há constrangimentos éticos, apenas possibilidade de vir a ser falsamente acusado de favoritismo. Num mundo em globalização, onde as pessoas de um meio praticamente se conhecem todas, seria praticamente impossível.
Eu dou como exemplo o meu caso concreto. Como docente universitário, a doutorar-me na área de inteligência artificial, conheço pessoalmente muitas das pessoas que trabalham na área, talvez praticamente todas as que trabalham na minha área específica, mais algumas no estrangeiro. Chegaremos ao cúmulo de não conseguir formar um júri de doutoramento, pois todos me conhecem, até já almocei ou jantei com alguns. É claro que se algum deles fosse muito próximo (primo, amigo de infância, etc...) pediria imediatamente escusa de fazer parte do júri (o que é até obrigatório por lei). Será que devo partir do pressuposto que todos serão intelectualmente desonestos? Alguns serão, como acontece em todas as áreas. Mas deverá ser esse o princípio de onde devemos partir?
E é nesta presunção que discordo completamente do JPG. E concordo com o que o JMS escreveu neste post, não terá sido prudente, mas está de consciência tranquila quanto à acusação de favoritismo, o que até é fácil de perceber pela crítica que foi feita. E por isso, e só agora, dou os parabéns ao José Mário Sikva pela postura neste post. E gostaria, até porque gosto particularmente de algumas das críticas que faz no seu blog, que o João Pedro George voltasse atrás na grave acusação que fez, pois ultrapassou a linha da cordialidade necessária neste meio. Além disso, e pelo ataque despropositado, impediu que uma discussão interessante sobre os limites éticos da crítica literária e jornalística fosse lançada, pois originou um conjunto de reacções que vão cair, precisamente, no tal amiguismo, enviesando completamente qualquer possibilidade de discussão séria. Por isso mesmo, acabou por prestar um mau serviço à causa.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José Mário Silva (e João Pedro George),<br />
como não nos conhecemos, nem conheço o João Pedro George, acho que posso emitir uma opinião, especialmente porque este texto reflecte o que penso.<br />
Concordo com o JPG, quando se insurge contra os amiguismos, quando está subjacente um princípio ético. Não posso de modo algum concordar com a acusação que fez ao JMS, pois foi gratuita e mal fundamentada. Considero que o que o JMS diz aqui que deveria ter tido a prudência de não escrever sobre um amigo também vai ao encontro do que penso. Mas se conseguir abstrair-se da amizade e fazer uma crítica honesta, penso que não há constrangimentos éticos, apenas possibilidade de vir a ser falsamente acusado de favoritismo. Num mundo em globalização, onde as pessoas de um meio praticamente se conhecem todas, seria praticamente impossível.<br />
Eu dou como exemplo o meu caso concreto. Como docente universitário, a doutorar-me na área de inteligência artificial, conheço pessoalmente muitas das pessoas que trabalham na área, talvez praticamente todas as que trabalham na minha área específica, mais algumas no estrangeiro. Chegaremos ao cúmulo de não conseguir formar um júri de doutoramento, pois todos me conhecem, até já almocei ou jantei com alguns. É claro que se algum deles fosse muito próximo (primo, amigo de infância, etc&#8230;) pediria imediatamente escusa de fazer parte do júri (o que é até obrigatório por lei). Será que devo partir do pressuposto que todos serão intelectualmente desonestos? Alguns serão, como acontece em todas as áreas. Mas deverá ser esse o princípio de onde devemos partir?<br />
E é nesta presunção que discordo completamente do JPG. E concordo com o que o JMS escreveu neste post, não terá sido prudente, mas está de consciência tranquila quanto à acusação de favoritismo, o que até é fácil de perceber pela crítica que foi feita. E por isso, e só agora, dou os parabéns ao José Mário Sikva pela postura neste post. E gostaria, até porque gosto particularmente de algumas das críticas que faz no seu blog, que o João Pedro George voltasse atrás na grave acusação que fez, pois ultrapassou a linha da cordialidade necessária neste meio. Além disso, e pelo ataque despropositado, impediu que uma discussão interessante sobre os limites éticos da crítica literária e jornalística fosse lançada, pois originou um conjunto de reacções que vão cair, precisamente, no tal amiguismo, enviesando completamente qualquer possibilidade de discussão séria. Por isso mesmo, acabou por prestar um mau serviço à causa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Margarida F.</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3902</link>
		<dc:creator>Margarida F.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 10:21:20 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho pena que o banzé tenha queimado a discussão do tema em todas as ramificações que se estendem no meio pequeno, para além do suposto amiguismo. Por este andar (devem ser os últimos passos da polémica, espero), nunca se vai discutir sobre outros limites da escrita no espaço público. Onde acaba um amigo e começa um conhecido é apenas o limite mais evidente e, como se refere a afectos e conversas de café, é aquele que mais nos apetece explorar.

Pergunto-me se, do mesmo modo, se deve escrever sobre um livro de um inimigo (jogando, não no campo dos favores como pretende JPG, mas no das vinganças). Ou se será legítimo escrever no suplemento do Diário de Notícias sobre o que publica a Casa das Letras/Editorial Notícias (não conheço a situação actual, mas há relativamente pouco tempo pertenciam ao mesmo grupo económico). Ou se é aceitável que um crítico escreva acerca de um livro de uma editora onde publica ou com a qual colabora. Ou se podemos pôr lado a lado na ficha técnica os críticos literários que vêm do meio académico e colaboram apenas nessa área com os jornais, revistas e suplementos, e aqueles que são jornalistas e publicam, entre outros textos, recensões críticas.

Ou quantas pessoas em Portugal podem escrever sobre os livros que aqui se publicam.

Imagino que serão questões que nunca se discutirão a sério. O debate fugiu por um dos ramos e por aí se ficou. (Tenho pena que não tenha participado nele o &lt;a href=&quot;http://omeupipi.blogspot.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Pipi&lt;/a&gt;, corrosivo, contudente, irónico, e quase inigualável no uso de todos os níveis de linguagem. Não é discípulo de Pacheco quem quer.)

(Para não haver dúvidas, explicito que o texto da polémica foi escrito pelo meu marido. Partilhamos o computador, mas não as assinaturas - somos casados em comunhão de bens, não de cérebros).





</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pena que o banzé tenha queimado a discussão do tema em todas as ramificações que se estendem no meio pequeno, para além do suposto amiguismo. Por este andar (devem ser os últimos passos da polémica, espero), nunca se vai discutir sobre outros limites da escrita no espaço público. Onde acaba um amigo e começa um conhecido é apenas o limite mais evidente e, como se refere a afectos e conversas de café, é aquele que mais nos apetece explorar.</p>
<p>Pergunto-me se, do mesmo modo, se deve escrever sobre um livro de um inimigo (jogando, não no campo dos favores como pretende JPG, mas no das vinganças). Ou se será legítimo escrever no suplemento do Diário de Notícias sobre o que publica a Casa das Letras/Editorial Notícias (não conheço a situação actual, mas há relativamente pouco tempo pertenciam ao mesmo grupo económico). Ou se é aceitável que um crítico escreva acerca de um livro de uma editora onde publica ou com a qual colabora. Ou se podemos pôr lado a lado na ficha técnica os críticos literários que vêm do meio académico e colaboram apenas nessa área com os jornais, revistas e suplementos, e aqueles que são jornalistas e publicam, entre outros textos, recensões críticas.</p>
<p>Ou quantas pessoas em Portugal podem escrever sobre os livros que aqui se publicam.</p>
<p>Imagino que serão questões que nunca se discutirão a sério. O debate fugiu por um dos ramos e por aí se ficou. (Tenho pena que não tenha participado nele o <a href="http://omeupipi.blogspot.com" rel="nofollow">Pipi</a>, corrosivo, contudente, irónico, e quase inigualável no uso de todos os níveis de linguagem. Não é discípulo de Pacheco quem quer.)</p>
<p>(Para não haver dúvidas, explicito que o texto da polémica foi escrito pelo meu marido. Partilhamos o computador, mas não as assinaturas &#8211; somos casados em comunhão de bens, não de cérebros).</p>
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	<item>
		<title>Por: Victor Lazlo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3901</link>
		<dc:creator>Victor Lazlo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 09:27:21 +0000</pubDate>
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		<description>Este banzé tornou obrigatória a compra do livro do Costa Santos. Pela minha parte, vou hoje à Fnac.

De certeza que isto não foi um golpe publicitário (quiçá do Paixão Martins)?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este banzé tornou obrigatória a compra do livro do Costa Santos. Pela minha parte, vou hoje à Fnac.</p>
<p>De certeza que isto não foi um golpe publicitário (quiçá do Paixão Martins)?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jose-mario-silva/sete-notas-finais/#comment-3900</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2006 07:23:58 +0000</pubDate>
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		<description>Depois deste banzé todo, a crítia literária nunca mais vai voltar a ser a mesma.
Obrigada JPG e JPP, pelos dias raros e incomuns!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois deste banzé todo, a crítia literária nunca mais vai voltar a ser a mesma.<br />
Obrigada JPG e JPP, pelos dias raros e incomuns!</p>
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