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	<title>Comentários em: Ramón vermelho</title>
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	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 02:36:20 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/ramon-vermelho/#comment-21654</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 12:40:25 +0000</pubDate>
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		<description>No mês de Junho. Mas sim, João, Gaspar e o salto. Pois.
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		<title>Por: Anónimo</title>
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		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 11:32:50 +0000</pubDate>
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		<description>Cheira mesmo a grande romance, Valupi.
Será que as "Primícias" do Carvalheira têm que ver com isso? Não sei se está recordado, no mês de Julho...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Cheira mesmo a grande romance, Valupi.<br />
Será que as &#8220;Primícias&#8221; do Carvalheira têm que ver com isso? Não sei se está recordado, no mês de Julho&#8230;</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/ramon-vermelho/#comment-21652</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 00:10:25 +0000</pubDate>
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		<description>Esse padre Júlio tem cada vez mais que se lhe diga ou para nos dizer. E galegos, em Portugal, fugidos, refugiados ou veteranos da guerra civil espanhola, é terreno tão fértil que até dá fruto sem ser preciso espalhar semente.

Cheira a grande romance, cada um destes passeios do silencioso viajante.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse padre Júlio tem cada vez mais que se lhe diga ou para nos dizer. E galegos, em Portugal, fugidos, refugiados ou veteranos da guerra civil espanhola, é terreno tão fértil que até dá fruto sem ser preciso espalhar semente.</p>
<p>Cheira a grande romance, cada um destes passeios do silencioso viajante.</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/ramon-vermelho/#comment-21651</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2007 14:35:47 +0000</pubDate>
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		<description>Belíssimo este texto. Parabéns ao autor e a todos nós, seus leitores afortunados... A Internet também tem coisas boas; não é só lixo!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Belíssimo este texto. Parabéns ao autor e a todos nós, seus leitores afortunados&#8230; A Internet também tem coisas boas; não é só lixo!</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
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		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2007 14:01:01 +0000</pubDate>
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		<description>Meu Caro, como não hei-de gostar da sua escrita, se até tenho uma personagem semelhante a este Ramón na minha novela mais recente?
Aqui vai um cheirinho:
Ele viera para a aldeia, sozinho e sem aviso, no último mês do primeiro ano da Guerra Civil de Espanha.
Chegou sem calos nem passado. Mas depressa lhe imaginaram um trabalho e uma cor: contrabandista e vermelho. E foram compondo uma biografia heróica e bandalha, que a pouco e pouco cresceu até ao sangue frio do crime sem remorsos. Lutara com os vigilantes da fronteira e do contrabando. Mais do que isso: chegara a matar um guarda fiscal. Não, afinal haviam sido dois, que estavam em patrulha raiana. E assassinara dois nacionalistas... três... cinco... sete!

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Caro, como não hei-de gostar da sua escrita, se até tenho uma personagem semelhante a este Ramón na minha novela mais recente?<br />
Aqui vai um cheirinho:<br />
Ele viera para a aldeia, sozinho e sem aviso, no último mês do primeiro ano da Guerra Civil de Espanha.<br />
Chegou sem calos nem passado. Mas depressa lhe imaginaram um trabalho e uma cor: contrabandista e vermelho. E foram compondo uma biografia heróica e bandalha, que a pouco e pouco cresceu até ao sangue frio do crime sem remorsos. Lutara com os vigilantes da fronteira e do contrabando. Mais do que isso: chegara a matar um guarda fiscal. Não, afinal haviam sido dois, que estavam em patrulha raiana. E assassinara dois nacionalistas&#8230; três&#8230; cinco&#8230; sete!</p>
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