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	<title>Comentários em: Primícias  -  2</title>
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	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 03:24:11 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Santos Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/primicias-2/#comment-22785</link>
		<dc:creator>Santos Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 22:15:31 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Jorge
A mãe cadela pariu apressada mais um daqueles cachorros cegos, condenado a andar para aí a fazer figura de cão vadio. Apressada é um modo de dizer, pois o parto foi mais longo do que a cobrição e a cachorra arrastou uma prenhez suspeita – digo eu - pela falsa paternidade de sete ou oito cães vadios que lhe farejaram o traseiro. Brrrr!!!!
Serve este intróito para lhe dizer que, por alguns escaparates (poucos, por decisão minguada e a habitual tacanhez do autor), vai andar mais um livro da minha autoria, talvez como corolário de uma desfaçatez de que não vou abdicar nesta fase da vida.
Donde, então, a perplexidade?
Sequente à pergunta, segue a resposta: trata-se do livro que leva no título “O Padre Costa de Trancoso” e que, antes da sessão de apresentação, já se encontra sob os focos da mediática corporação de jornais e televisões, se bem que, pelas últimas, passou em nota de rodapé.
Para que ninguém chore lamúrias dos dinheiros injectados no livrinho de 168 páginas, saiu do meu bolso todo o custo da empreitada e a responsabilidade de o deixar ao deus-dará, com o sacerdote Varrão agarrado pela sotaina e pela bem avantajada ninhada de chorões ranhosos.
Jorge, se um livro é suposto ser “um filho”, há-de entender que ainda me faltam muitos para conseguir ombrear com o nosso sacerdote de Santa Maria de Guimarães, o qual, por minha escolha, foi transferido de armas e bagagens para a paróquia de S. Tiago.
De resto, o seu exemplar encontra-se guardado; seja a conveniência de ele ser “cego” e não poder conduzir quem o seja também.
Um abraço

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jorge<br />
A mãe cadela pariu apressada mais um daqueles cachorros cegos, condenado a andar para aí a fazer figura de cão vadio. Apressada é um modo de dizer, pois o parto foi mais longo do que a cobrição e a cachorra arrastou uma prenhez suspeita – digo eu - pela falsa paternidade de sete ou oito cães vadios que lhe farejaram o traseiro. Brrrr!!!!<br />
Serve este intróito para lhe dizer que, por alguns escaparates (poucos, por decisão minguada e a habitual tacanhez do autor), vai andar mais um livro da minha autoria, talvez como corolário de uma desfaçatez de que não vou abdicar nesta fase da vida.<br />
Donde, então, a perplexidade?<br />
Sequente à pergunta, segue a resposta: trata-se do livro que leva no título “O Padre Costa de Trancoso” e que, antes da sessão de apresentação, já se encontra sob os focos da mediática corporação de jornais e televisões, se bem que, pelas últimas, passou em nota de rodapé.<br />
Para que ninguém chore lamúrias dos dinheiros injectados no livrinho de 168 páginas, saiu do meu bolso todo o custo da empreitada e a responsabilidade de o deixar ao deus-dará, com o sacerdote Varrão agarrado pela sotaina e pela bem avantajada ninhada de chorões ranhosos.<br />
Jorge, se um livro é suposto ser “um filho”, há-de entender que ainda me faltam muitos para conseguir ombrear com o nosso sacerdote de Santa Maria de Guimarães, o qual, por minha escolha, foi transferido de armas e bagagens para a paróquia de S. Tiago.<br />
De resto, o seu exemplar encontra-se guardado; seja a conveniência de ele ser “cego” e não poder conduzir quem o seja também.<br />
Um abraço</p>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/primicias-2/#comment-22784</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 14:37:32 +0000</pubDate>
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		<description>Os quadros africanos do JC, estou-me a lembrar também da pista dos Bijagós, são únicos e preciosos, porque nos dão, em português depurado e certeiro, cenas vividas, raras e inéditas, cheias de matéria de reflexão para quem não é distraído. Mais problemática borrava o desenho. Não é preciso explicar África (ela está lá!) nem o que veio depois (basta pressenti-lo). Yes sir outra vez!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os quadros africanos do JC, estou-me a lembrar também da pista dos Bijagós, são únicos e preciosos, porque nos dão, em português depurado e certeiro, cenas vividas, raras e inéditas, cheias de matéria de reflexão para quem não é distraído. Mais problemática borrava o desenho. Não é preciso explicar África (ela está lá!) nem o que veio depois (basta pressenti-lo). Yes sir outra vez!</p>
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	</item>
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		<title>Por: Fraterno Amigo com Experiência da Vida como Tu</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/primicias-2/#comment-22783</link>
		<dc:creator>Fraterno Amigo com Experiência da Vida como Tu</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 11:19:52 +0000</pubDate>
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		<description>
Estas teus retratos da África colonialista e dos soldados do empório estão a ficar como o chá ou café. Bebe-se, bebe-se, não nos fartamos, mas fazem-nos esquecer bebidas muito melhores. Actualiza-te, filho, para b em dos escritores de meia-nata como tu. Se queres ensinar a esta gente, fala-nos dos "problemas" que vieram depois e que ajudam a compreender melhor a África e os poderes que a têm mantido em estado muito pior que no tempo do colonialismo. Prosseguires nestas descrições de comportamentos e reflexos caninos é postal sem selo que nunca chegará ao seu destino.

Não considderes isto golpe baixo tipo anti-Daniel e Soledade. Quem te critica bem te quer. Que vergonha um filho perguntar-te daqui a uns anos onde é que tinhas a massa encefálica quando ele era menino.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estas teus retratos da África colonialista e dos soldados do empório estão a ficar como o chá ou café. Bebe-se, bebe-se, não nos fartamos, mas fazem-nos esquecer bebidas muito melhores. Actualiza-te, filho, para b em dos escritores de meia-nata como tu. Se queres ensinar a esta gente, fala-nos dos &#8220;problemas&#8221; que vieram depois e que ajudam a compreender melhor a África e os poderes que a têm mantido em estado muito pior que no tempo do colonialismo. Prosseguires nestas descrições de comportamentos e reflexos caninos é postal sem selo que nunca chegará ao seu destino.</p>
<p>Não considderes isto golpe baixo tipo anti-Daniel e Soledade. Quem te critica bem te quer. Que vergonha um filho perguntar-te daqui a uns anos onde é que tinhas a massa encefálica quando ele era menino.</p>
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	<item>
		<title>Por: N</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/primicias-2/#comment-22782</link>
		<dc:creator>N</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 10:59:34 +0000</pubDate>
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		<description>Yes sir! Belo texto, belo documento.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Yes sir! Belo texto, belo documento.</p>
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