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	<title>Comentários em: Perplexidades de deus</title>
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	<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 04:11:56 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Mao</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/perplexidades-de-deus/#comment-21864</link>
		<dc:creator>Mao</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 16:43:07 +0000</pubDate>
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		<description>
Deus sentou-se à minha beira
E disse

Por acaso não tem horas que me diga

São 17:42
Respondi alegre olhando o canto do monitor
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Deus sentou-se à minha beira<br />
E disse</p>
<p>Por acaso não tem horas que me diga</p>
<p>São 17:42<br />
Respondi alegre olhando o canto do monitor</p>
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		<title>Por: Sofia Bochmann</title>
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		<dc:creator>Sofia Bochmann</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 11:11:18 +0000</pubDate>
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		<description>Então vamos lá ver como é que a NetTv tratou a novela MilleniumBCP/Paulo Teixeira Pinto/Opus Dei


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		<content:encoded><![CDATA[<p>Então vamos lá ver como é que a NetTv tratou a novela MilleniumBCP/Paulo Teixeira Pinto/Opus Dei</p>
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		<title>Por: claudia</title>
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		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 08:21:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ao 7º dia, eu estava lá e sei que Deus ressonava alto e bom som, espantando toda a sua criação.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao 7º dia, eu estava lá e sei que Deus ressonava alto e bom som, espantando toda a sua criação.</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
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		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 01:16:40 +0000</pubDate>
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		<description>Meu Caro Jorge
Talvez Deus e o Diabo já tenham discutido então o que fazer com o padre Júlio, ou o padre Vicente, ou este Abade de Moreira (que não tem nada que ver com a tua Moreira de Rei, mas com a de Cónegos, que é menos nobre.)
Isto é uma cena real de uns jogos de Canas de que fala Frutuoso. Tenho pena de o espaço não convidar a transcrever um conto sobre o episódio, que compus há um par de meses.
"Muitos eram os cavaleiros que usavam mais do que um cavalo, porque a luta lhes exigia um grande esforço. Havia arranques e paragens constantes e corridas com mudança de direcção em ângulos apertados, numa espécie de bailado para fugir ao ataque dos adversários ou para tentar apanhá-los desprotegidos. Nesse jogo de canas houve um episódio que serve para perceber como, por vezes, essa simples diversão poderia tornar-se numa luta perigosa. Esteve ali presente o Abade de Moreira, que viveu alguns anos na Ribeira Grande, exímio na arte de cavalgar e de jogar as canas. Lutador incansável, levou consigo dois cavalos. Um dos adversários com quem lutou foi D. Manuel da Câmara, filho do Capitão, a quem atirou uma cana certeira que o moço defendeu com a adarga. A mãe, D. Filipa Coutinha, exaltou-se muito, considerando que o filho tinha direito a tratamento semelhante ao de El-Rei, a quem as canas não deviam visar o vulto mas ser lançadas por cima da cabeça. E, no seu destempero, gritou que matassem o abade. Este, homem forte e truculento, pegou num dardo e respondeu que viessem matá-lo, mas que antes deixaria ali cinco ou seis caídos para sempre. Mais sensato, Rui Gonçalves da Câmara entendeu que o filho não tinha direito a isenções, e mandou ao abade que lhe atirasse outra cana."
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Caro Jorge<br />
Talvez Deus e o Diabo já tenham discutido então o que fazer com o padre Júlio, ou o padre Vicente, ou este Abade de Moreira (que não tem nada que ver com a tua Moreira de Rei, mas com a de Cónegos, que é menos nobre.)<br />
Isto é uma cena real de uns jogos de Canas de que fala Frutuoso. Tenho pena de o espaço não convidar a transcrever um conto sobre o episódio, que compus há um par de meses.<br />
&#8220;Muitos eram os cavaleiros que usavam mais do que um cavalo, porque a luta lhes exigia um grande esforço. Havia arranques e paragens constantes e corridas com mudança de direcção em ângulos apertados, numa espécie de bailado para fugir ao ataque dos adversários ou para tentar apanhá-los desprotegidos. Nesse jogo de canas houve um episódio que serve para perceber como, por vezes, essa simples diversão poderia tornar-se numa luta perigosa. Esteve ali presente o Abade de Moreira, que viveu alguns anos na Ribeira Grande, exímio na arte de cavalgar e de jogar as canas. Lutador incansável, levou consigo dois cavalos. Um dos adversários com quem lutou foi D. Manuel da Câmara, filho do Capitão, a quem atirou uma cana certeira que o moço defendeu com a adarga. A mãe, D. Filipa Coutinha, exaltou-se muito, considerando que o filho tinha direito a tratamento semelhante ao de El-Rei, a quem as canas não deviam visar o vulto mas ser lançadas por cima da cabeça. E, no seu destempero, gritou que matassem o abade. Este, homem forte e truculento, pegou num dardo e respondeu que viessem matá-lo, mas que antes deixaria ali cinco ou seis caídos para sempre. Mais sensato, Rui Gonçalves da Câmara entendeu que o filho não tinha direito a isenções, e mandou ao abade que lhe atirasse outra cana.&#8221;</p>
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		<title>Por: D. João e a Máscara</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/perplexidades-de-deus/#comment-21860</link>
		<dc:creator>D. João e a Máscara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 19:03:19 +0000</pubDate>
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		<description>Ó pro Casmurro na barra de linques ...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó pro Casmurro na barra de linques &#8230;</p>
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