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	<title>Comentários em: Perguntas sem resposta</title>
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	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 02:42:46 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Nikita</title>
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		<dc:creator>Nikita</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 17:05:29 +0000</pubDate>
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		<description>É o que dá procurar  um país que existe só na memória ou, pior, no ideal. Para entender o mundo, até para o mudar, é preciso começar por aceitá-lo tal como ele é. O difícil equilíbrio está em aceitá-lo sem perder a memória nem trair o ideal. Tenho dito.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o que dá procurar  um país que existe só na memória ou, pior, no ideal. Para entender o mundo, até para o mudar, é preciso começar por aceitá-lo tal como ele é. O difícil equilíbrio está em aceitá-lo sem perder a memória nem trair o ideal. Tenho dito.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
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		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 16:31:13 +0000</pubDate>
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		<description>Jorge, não me sinto pendurado, antes encostado. Encostado a ver um texto passar. Daí a pergunta: e a seguir? Mas não tenho pressa alguma pela resposta. Sei bem que entender o mundo leva o seu, o teu e o nosso tempo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge, não me sinto pendurado, antes encostado. Encostado a ver um texto passar. Daí a pergunta: e a seguir? Mas não tenho pressa alguma pela resposta. Sei bem que entender o mundo leva o seu, o teu e o nosso tempo.</p>
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		<title>Por: Jorge Carvalheira</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/perguntas-sem-resposta/#comment-21379</link>
		<dc:creator>Jorge Carvalheira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 15:49:04 +0000</pubDate>
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		<description>Não posso senão deixar-te assim perplexo, Valupi. Pendurado.
Este é um texto de verão, de circunstância. Excerto de algo mais longo, por força lhe há-de ficar alguma porta no trinco, a janela entreaberta...
E agora me lembro eu duma questão em que já tropeçámos. A subjectividade do leitor não poderá servir de salva-vidas?!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não posso senão deixar-te assim perplexo, Valupi. Pendurado.<br />
Este é um texto de verão, de circunstância. Excerto de algo mais longo, por força lhe há-de ficar alguma porta no trinco, a janela entreaberta&#8230;<br />
E agora me lembro eu duma questão em que já tropeçámos. A subjectividade do leitor não poderá servir de salva-vidas?!</p>
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		<title>Por: Já me falta a paciência!</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/perguntas-sem-resposta/#comment-21378</link>
		<dc:creator>Já me falta a paciência!</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 15:34:17 +0000</pubDate>
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		<description>No post anterior era o "ar de vidro de Janeiro". Hoje temos o "ar de vidro da manhã". Para quando, umas aragens metafóricas a puxarem para o morno não repetitivo?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>No post anterior era o &#8220;ar de vidro de Janeiro&#8221;. Hoje temos o &#8220;ar de vidro da manhã&#8221;. Para quando, umas aragens metafóricas a puxarem para o morno não repetitivo?</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/jorge-carvalheira/perguntas-sem-resposta/#comment-21377</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 13:54:21 +0000</pubDate>
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		<description>Mas foi-se embora para onde?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas foi-se embora para onde?</p>
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