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	<title>Comentários em: Começou</title>
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	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 02:14:00 +0000</pubDate>
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		<title>Por: afixe</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/gibel/comecou/#comment-14523</link>
		<dc:creator>afixe</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 23:45:50 +0000</pubDate>
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		<description>TT:

Lamentavelmente, só agora vi este teu comentário ao post do Gibel.

Com efeito, este blogue é pequeno demais para as tuas "Bomba"s.

Com um bocadinho mais de esforço ficas com o blogue só para ti. Um "Portugal Corner" na língua de Camões.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>TT:</p>
<p>Lamentavelmente, só agora vi este teu comentário ao post do Gibel.</p>
<p>Com efeito, este blogue é pequeno demais para as tuas &#8220;Bomba&#8221;s.</p>
<p>Com um bocadinho mais de esforço ficas com o blogue só para ti. Um &#8220;Portugal Corner&#8221; na língua de Camões.</p>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/gibel/comecou/#comment-14522</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 11:03:33 +0000</pubDate>
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		<description>(um ano depois era despedido, ilegalmente claro - quem anda à chuva molha-se - não há que queixar, e agora tenho de ir tratar de burocracias todo o dia, talvez com um toque final de javalis que os tapires são muito grandes :)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(um ano depois era despedido, ilegalmente claro - quem anda à chuva molha-se - não há que queixar, e agora tenho de ir tratar de burocracias todo o dia, talvez com um toque final de javalis que os tapires são muito grandes :)</p>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/gibel/comecou/#comment-14521</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 10:38:13 +0000</pubDate>
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		<description>já agora pró pessoal: em 2003 publiquei isso abaixo no Público, depois calei-me, já não me apetecia dizer mais nada sobre a guerra...
---------------------
A sombra do abismo

Se há coisa que me parece que normalmente as pessoas esquecem é que vivemos todos alimentados pela energia do sol - que faz o clima e a fotossíntese e a vida - e é gratuita. Este postulado deveria fazer-nos desconfiar da legitimidade ética das formas de apropriação da energia. Porque é de apropriação de energia que se trata na guerra do Iraque.

Na interpretação do professor Said Barbosa Dib a guerra é antes do mais uma guerra do dólar contra o euro, a partir do momento em que em Novembro de 2000 o ditador Saddam tomou a decisão de indexar as exportações petrolíferas do Iraque ao euro, abandonando o padrão-dólar e assim criando um facto e abrindo um precedente. Se a OPEP adoptasse essa política a desvalorização (já nítida) do dólar criaria um buraco enorme na economia dos EUA  a que se seguiria um período de caos e depressão. Esse é o pânico da administração e da Reserva Federal e o sr. Bush faz o que pode para alimentar um sistema viciado em adrenalina e serotoninas: promete um grandioso espectáculo de guerra onde os EUA serão os maiores. E além disso promete substituir Saddam por outro que revogue aquela decisão, restituindo a soberania do dólar nas transações petrolíferas e na economia do mundo.

Triste civilização esta que afinal não ultrapassou a barbárie. A tecno-barbárie, variando entre o cirúrgico e a mãe de todas as bombas, aí está. Quantos milhares de civis serão vítimas da guerra?

Já faz mais de 20 anos que li a trilogia da Fundação de Isaac Asimov. Relata o livro que, no auge do esplendor do Império, o psico-historiador Hari Seldom descobre que se está à beira do abismo; com as suas projecções matemáticas calcula nuvens de probabilidades que indiciem as sequências prováveis de acontecimentos. E assim conclui que é necessário construir duas fundações secretas que reunam o conhecimento da humanidade, para que pelo menos uma sobreviva ao longo período de trevas que adviria da guerra.
Na decada de sessenta, o professor René Thom lança as bases para um novo paradigma que veio a chamar-se a Teoria das Catástrofes. Nessa teoria, as catástrofes acontecem de súbito, quando ocorre uma dobra no campo potencial. Só na estrita vizinhança do abismo é que se pode vê-lo, para quem esteja dentro do campo. Fora dele, sim, sempre se poderá ver à distância a sombra do abismo.

E é assim que não desculpo a Durão Barroso a miopia política. A partir do momento que é anfitrião dos senhores da guerra tornou-se seu cúmplice e comprometeu-nos a nós, os portugueses que estamos contra a guerra, com a própria guerra.

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		<content:encoded><![CDATA[<p>já agora pró pessoal: em 2003 publiquei isso abaixo no Público, depois calei-me, já não me apetecia dizer mais nada sobre a guerra&#8230;<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
A sombra do abismo</p>
<p>Se há coisa que me parece que normalmente as pessoas esquecem é que vivemos todos alimentados pela energia do sol - que faz o clima e a fotossíntese e a vida - e é gratuita. Este postulado deveria fazer-nos desconfiar da legitimidade ética das formas de apropriação da energia. Porque é de apropriação de energia que se trata na guerra do Iraque.</p>
<p>Na interpretação do professor Said Barbosa Dib a guerra é antes do mais uma guerra do dólar contra o euro, a partir do momento em que em Novembro de 2000 o ditador Saddam tomou a decisão de indexar as exportações petrolíferas do Iraque ao euro, abandonando o padrão-dólar e assim criando um facto e abrindo um precedente. Se a OPEP adoptasse essa política a desvalorização (já nítida) do dólar criaria um buraco enorme na economia dos EUA  a que se seguiria um período de caos e depressão. Esse é o pânico da administração e da Reserva Federal e o sr. Bush faz o que pode para alimentar um sistema viciado em adrenalina e serotoninas: promete um grandioso espectáculo de guerra onde os EUA serão os maiores. E além disso promete substituir Saddam por outro que revogue aquela decisão, restituindo a soberania do dólar nas transações petrolíferas e na economia do mundo.</p>
<p>Triste civilização esta que afinal não ultrapassou a barbárie. A tecno-barbárie, variando entre o cirúrgico e a mãe de todas as bombas, aí está. Quantos milhares de civis serão vítimas da guerra?</p>
<p>Já faz mais de 20 anos que li a trilogia da Fundação de Isaac Asimov. Relata o livro que, no auge do esplendor do Império, o psico-historiador Hari Seldom descobre que se está à beira do abismo; com as suas projecções matemáticas calcula nuvens de probabilidades que indiciem as sequências prováveis de acontecimentos. E assim conclui que é necessário construir duas fundações secretas que reunam o conhecimento da humanidade, para que pelo menos uma sobreviva ao longo período de trevas que adviria da guerra.<br />
Na decada de sessenta, o professor René Thom lança as bases para um novo paradigma que veio a chamar-se a Teoria das Catástrofes. Nessa teoria, as catástrofes acontecem de súbito, quando ocorre uma dobra no campo potencial. Só na estrita vizinhança do abismo é que se pode vê-lo, para quem esteja dentro do campo. Fora dele, sim, sempre se poderá ver à distância a sombra do abismo.</p>
<p>E é assim que não desculpo a Durão Barroso a miopia política. A partir do momento que é anfitrião dos senhores da guerra tornou-se seu cúmplice e comprometeu-nos a nós, os portugueses que estamos contra a guerra, com a própria guerra.</p>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/gibel/comecou/#comment-14520</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 09:55:23 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Anónimo</title>
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		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 09:36:37 +0000</pubDate>
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		<description>Se os neocons soubessem que existes, tenho a certeza que já  teriam posto à tua frente o convite para armirante da esquadra. Gente mal organizada. Minualha,  faz-nos um grande favor.Usa os teus contactos e primos e descobre quantas tonas de urânio enriquecido existem nos arsenais nucleares israelitas e depois diz-nos para podermos todos brincar aos soldadinhos de chumbo ou à batalha nabal...enquanto esperamos pacientemente por um post teu  na língua de Camões.

TT
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Se os neocons soubessem que existes, tenho a certeza que já  teriam posto à tua frente o convite para armirante da esquadra. Gente mal organizada. Minualha,  faz-nos um grande favor.Usa os teus contactos e primos e descobre quantas tonas de urânio enriquecido existem nos arsenais nucleares israelitas e depois diz-nos para podermos todos brincar aos soldadinhos de chumbo ou à batalha nabal&#8230;enquanto esperamos pacientemente por um post teu  na língua de Camões.</p>
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