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	<title>Comentários em: Português autêntico</title>
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	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 06:15:40 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Nikita Blogoff</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20977</link>
		<dc:creator>Nikita Blogoff</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 17:42:04 +0000</pubDate>
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		<description>Lido num site japonês (não sei se terá tabique):

"I am sitting at work sooooooo damn bored!..."

O "que remédio" é uma expressão tuga que não tem correspondente directo em inglês, julgo eu, pelo que o Cutileiro - o A. B. Kotter dos pedantérrimos Bilhetes de Sintra do velho Semanário -  esquecendo-se que os ingleses também dizem "never better, never worse" e outros desabafos  pusilânimes do género, decidiu descobrir ali a "atitude de vida de um povo inteiro" (o povo tuga, adivinharam).

Caganda xoxiólogo reformado!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lido num site japonês (não sei se terá tabique):</p>
<p>&#8220;I am sitting at work sooooooo damn bored!&#8230;&#8221;</p>
<p>O &#8220;que remédio&#8221; é uma expressão tuga que não tem correspondente directo em inglês, julgo eu, pelo que o Cutileiro - o A. B. Kotter dos pedantérrimos Bilhetes de Sintra do velho Semanário -  esquecendo-se que os ingleses também dizem &#8220;never better, never worse&#8221; e outros desabafos  pusilânimes do género, decidiu descobrir ali a &#8220;atitude de vida de um povo inteiro&#8221; (o povo tuga, adivinharam).</p>
<p>Caganda xoxiólogo reformado!</p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20976</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 14:16:56 +0000</pubDate>
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		<description>não sei que portugueses optimistas vocês conhecem. mas reconheço essa visão de josé cutileiro, sobretudo se comparada a resposta a esse cumprimento de cortesia, o «tudo bem?», com a inglesa. agora não é bem assim, mas em gerações anteriores era preferível lembrar um qualquer problema, pois assentir era de mau agoiro. o ditado popular que mais gosto ilustra isso mesmo: «enquanto mal, nunca pior».
de resto, o facto de a conversa ter sido encontrada numa repartição não obsta a que possa ser retirada desse contexto particular, em que vocês podem ter razão, e ilustrar a atitude de um povo, dando razão a cutileiro.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não sei que portugueses optimistas vocês conhecem. mas reconheço essa visão de josé cutileiro, sobretudo se comparada a resposta a esse cumprimento de cortesia, o «tudo bem?», com a inglesa. agora não é bem assim, mas em gerações anteriores era preferível lembrar um qualquer problema, pois assentir era de mau agoiro. o ditado popular que mais gosto ilustra isso mesmo: «enquanto mal, nunca pior».<br />
de resto, o facto de a conversa ter sido encontrada numa repartição não obsta a que possa ser retirada desse contexto particular, em que vocês podem ter razão, e ilustrar a atitude de um povo, dando razão a cutileiro.</p>
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		<title>Por: Arrebenta</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20975</link>
		<dc:creator>Arrebenta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 13:29:30 +0000</pubDate>
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		<description>A quem convém o linchamento político de Paulo Portas?...

&lt;a href="http://asvicentinasdebraganza.blogspot.com/2007/07/o-crepsculo-do-crepsculo-da-moderna.html#links" rel="nofollow"&gt;http://asvicentinasdebraganza.blogspot.com/2007/07/o-crepsculo-do-crepsculo-da-moderna.html#links&lt;/a&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A quem convém o linchamento político de Paulo Portas?&#8230;</p>
<p><a href="http://asvicentinasdebraganza.blogspot.com/2007/07/o-crepsculo-do-crepsculo-da-moderna.html#links" rel="nofollow">http://asvicentinasdebraganza.blogspot.com/2007/07/o-crepsculo-do-crepsculo-da-moderna.html#links</a></p>
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		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20974</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 13:27:51 +0000</pubDate>
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		<description>Isto é o que se chama resposta rápida.

Tu estás só a ver se me baralhas!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é o que se chama resposta rápida.</p>
<p>Tu estás só a ver se me baralhas!</p>
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		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20973</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 13:23:41 +0000</pubDate>
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		<description>Luisito: a tua pergunta não faz sentido - tu é que falas em juízo de valor. Depois sou eu que o apelido de bronco, não o primito. Depois, a tua última frase prova que, de facto, o Cutileiro é um bronco.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luisito: a tua pergunta não faz sentido - tu é que falas em juízo de valor. Depois sou eu que o apelido de bronco, não o primito. Depois, a tua última frase prova que, de facto, o Cutileiro é um bronco.</p>
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		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20972</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 13:19:40 +0000</pubDate>
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		<description>Primitos:

Eu nem li o artigo completo que o Fernando Venâncio cita, mas onde é que o Cutileiro (que vocês apelidam de bronco) na  citação que aqui está faz um juízo de valor sobre as pessoas para quem o "trabalho rotineiro é sentido como uma tortura mansa"?

Os sentimentos que o "microdiálogo" não podem também ser partilhados por quem tem um trabalho que a priori não seria rotineiro?

Numa coisa eu concordo com a Nikita, isto não é coisa exclusiva do indigena luso.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primitos:</p>
<p>Eu nem li o artigo completo que o Fernando Venâncio cita, mas onde é que o Cutileiro (que vocês apelidam de bronco) na  citação que aqui está faz um juízo de valor sobre as pessoas para quem o &#8220;trabalho rotineiro é sentido como uma tortura mansa&#8221;?</p>
<p>Os sentimentos que o &#8220;microdiálogo&#8221; não podem também ser partilhados por quem tem um trabalho que a priori não seria rotineiro?</p>
<p>Numa coisa eu concordo com a Nikita, isto não é coisa exclusiva do indigena luso.</p>
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		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20971</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 13:02:28 +0000</pubDate>
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		<description>Nikita: apesar de nunca vires a saber nada sobre o meu coração e de eu jamais vir a saber o quão bom é ter-te em meus braços - apesar de tudo isso, devo dizer que me tiraste as palavras da boquinha. Esse Cutileiro é um bronco.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nikita: apesar de nunca vires a saber nada sobre o meu coração e de eu jamais vir a saber o quão bom é ter-te em meus braços - apesar de tudo isso, devo dizer que me tiraste as palavras da boquinha. Esse Cutileiro é um bronco.</p>
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		<title>Por: Nikita Blogoff</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/portugues-autentico/#comment-20970</link>
		<dc:creator>Nikita Blogoff</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 12:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>O diplomata reformado e ex-sociólogo José Cutileiro está senil, mas ele toda a vida se sentiu mais inglês do que português. Quando estudou Vila Velha já era a pensar nos leitores de língua inglesa, sempre curiosos das idiosincrasias do indígena luso. Não me compete a mim defender os tugas, mas o que ele ouviu na tal repartição poderia ter ouvido, com mil variações, em qualquer sítio do mundo onde o trabalho rotineiro é sentido como uma tortura mansa.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O diplomata reformado e ex-sociólogo José Cutileiro está senil, mas ele toda a vida se sentiu mais inglês do que português. Quando estudou Vila Velha já era a pensar nos leitores de língua inglesa, sempre curiosos das idiosincrasias do indígena luso. Não me compete a mim defender os tugas, mas o que ele ouviu na tal repartição poderia ter ouvido, com mil variações, em qualquer sítio do mundo onde o trabalho rotineiro é sentido como uma tortura mansa.</p>
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