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	<title>Comentários em: O&#8217;Neill, Pacheco e os universos paralelos</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 23:46:21 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Mariantónia Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/oneill-pacheco-e-os-universos-paralelos/#comment-15632</link>
		<dc:creator>Mariantónia Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2007 14:17:00 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Fernando Venâncio:
O Luís Pacheco foi, de facto, uma pista que eu farejei. Havia uma única referência numa carta do O'Neill a Cesariny, de 1947, referindo que Luís Pacheco se tinha cruzado com ele no Rossio sem lhe falar. Portanto, por alturas do Surrealismo, não se davam. Mas as coisas poderiam ter mudado mais tarde. Certo é que, interrogados vários amigos íntimos do O'Neill, o Luís Pacheco não figurava nas relações dele.
Em 1982, entrevistado por Baptista-Bastos ( Jornal ponto), à pergunta "Que lhe diz o nome de Luís Pacheco?" respondeu O'Neill: "Não conheço". Zangas? Imbirrações de parte a parte? Sem mais informação, e tendo a certeza que nunca foram amigos, não procedi a mais investigações.
Maria Antónia Oliveira
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Fernando Venâncio:<br />
O Luís Pacheco foi, de facto, uma pista que eu farejei. Havia uma única referência numa carta do O&#8217;Neill a Cesariny, de 1947, referindo que Luís Pacheco se tinha cruzado com ele no Rossio sem lhe falar. Portanto, por alturas do Surrealismo, não se davam. Mas as coisas poderiam ter mudado mais tarde. Certo é que, interrogados vários amigos íntimos do O&#8217;Neill, o Luís Pacheco não figurava nas relações dele.<br />
Em 1982, entrevistado por Baptista-Bastos ( Jornal ponto), à pergunta &#8220;Que lhe diz o nome de Luís Pacheco?&#8221; respondeu O&#8217;Neill: &#8220;Não conheço&#8221;. Zangas? Imbirrações de parte a parte? Sem mais informação, e tendo a certeza que nunca foram amigos, não procedi a mais investigações.<br />
Maria Antónia Oliveira</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/oneill-pacheco-e-os-universos-paralelos/#comment-15631</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 21:49:19 +0000</pubDate>
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		<description>A mim também me parece muito estranho. Lembro-me bem de ter começado a escrever em jornais no ano de 1978 e nessa altura o Suplemnento Cultural do Dário Popular era frequentado pelos dois mas através de Jacinto Baptista, um homem bom e competente como jornalista «cultural». Não esquecer que com José Gomes Ferreira Pacheco também teve as suas «coisas».
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mim também me parece muito estranho. Lembro-me bem de ter começado a escrever em jornais no ano de 1978 e nessa altura o Suplemnento Cultural do Dário Popular era frequentado pelos dois mas através de Jacinto Baptista, um homem bom e competente como jornalista «cultural». Não esquecer que com José Gomes Ferreira Pacheco também teve as suas «coisas».</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/oneill-pacheco-e-os-universos-paralelos/#comment-15630</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2007 21:21:10 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, e tendo em conta a Lisboa, o Portugal, desse tempo de espaços tão os mesmos para todos, parece impossível não se terem cruzado em tertúlias comensais (pelo menos!). Outra figura aglutinadora de grupos, e comum aos dois, foi Cardoso Pires.


* * *

&lt;b&gt;Valupi,
Tento, há bem doze horas, colocar o comentário abaixo. O sistema chama-lhe 'spam' e deixa-me lixado... Desculpa fazê-lo, pois, por este deselegante meio&lt;/b&gt;.

Cardoso Pires é de facto - e cada vez mais nitidamente o vejo - a grande figura dinamizadora da sua geração. Ele inspirava, ele convencia, ele arrastava.

Com O'Neill, acabou por ter uma longa, e dolorosa, zanga. A biógrafa refere - com a informação de Almeida Faria - uma viagem ao Brasil, onde Pires e O'Neill, sem se falarem, foram juntos a encontros, conferências e assim. Dois fulanos magníficos - e que o sabiam serem, um do outro.

Teria havido algo do género, e ainda bem cedo, entre O'Neill e Pacheco?

Saberá João Pedro George (olá, &lt;a href="http://esplanar.blogspot.com/" rel="nofollow"&gt;Esplanar&lt;/a&gt;!) alguma coisa esclarecedora?

Fernando
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, e tendo em conta a Lisboa, o Portugal, desse tempo de espaços tão os mesmos para todos, parece impossível não se terem cruzado em tertúlias comensais (pelo menos!). Outra figura aglutinadora de grupos, e comum aos dois, foi Cardoso Pires.</p>
<p>* * *</p>
<p><b>Valupi,<br />
Tento, há bem doze horas, colocar o comentário abaixo. O sistema chama-lhe &#8217;spam&#8217; e deixa-me lixado&#8230; Desculpa fazê-lo, pois, por este deselegante meio</b>.</p>
<p>Cardoso Pires é de facto - e cada vez mais nitidamente o vejo - a grande figura dinamizadora da sua geração. Ele inspirava, ele convencia, ele arrastava.</p>
<p>Com O&#8217;Neill, acabou por ter uma longa, e dolorosa, zanga. A biógrafa refere - com a informação de Almeida Faria - uma viagem ao Brasil, onde Pires e O&#8217;Neill, sem se falarem, foram juntos a encontros, conferências e assim. Dois fulanos magníficos - e que o sabiam serem, um do outro.</p>
<p>Teria havido algo do género, e ainda bem cedo, entre O&#8217;Neill e Pacheco?</p>
<p>Saberá João Pedro George (olá, <a href="http://esplanar.blogspot.com/" rel="nofollow">Esplanar</a>!) alguma coisa esclarecedora?</p>
<p>Fernando</p>
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