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	<title>Comentários em: Mon cher Antoine</title>
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	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 01:37:48 +0000</pubDate>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32590</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 09:41:33 +0000</pubDate>
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		<description>Rui,

Com o pé no estribo, deixei o teu poema, e sua introdução, para ler com outra calma.

Li-o agora. O teu assobio dispensava-se. No melhor sentido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui,</p>
<p>Com o pé no estribo, deixei o teu poema, e sua introdução, para ler com outra calma.</p>
<p>Li-o agora. O teu assobio dispensava-se. No melhor sentido.</p>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32538</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 14:26:41 +0000</pubDate>
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		<description>âncio,
vou ficar sem saber se saltaste o comentário para me poupar o arraso desta minha fantasia juvenil..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>âncio,<br />
vou ficar sem saber se saltaste o comentário para me poupar o arraso desta minha fantasia juvenil..</p>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32460</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 17:12:05 +0000</pubDate>
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		<description>Chico,

Gosto desse cepticismo. Life is fiction, diz-se aí nos teus sítios.

*

Orlando,

Nem mais. Amanhã (não hoje, por motivos técnicos que superam o meu entendimento) corrigirei. 

Fui conferir no site oficial do indivíduo, que não é dos meus deuses do lar. A androginia daqueles requebros até tem graça. É a absoluta falta de convicção que o mata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chico,</p>
<p>Gosto desse cepticismo. Life is fiction, diz-se aí nos teus sítios.</p>
<p>*</p>
<p>Orlando,</p>
<p>Nem mais. Amanhã (não hoje, por motivos técnicos que superam o meu entendimento) corrigirei. </p>
<p>Fui conferir no site oficial do indivíduo, que não é dos meus deuses do lar. A androginia daqueles requebros até tem graça. É a absoluta falta de convicção que o mata.</p>
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		<title>Por: Orlando</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32459</link>
		<dc:creator>Orlando</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 16:02:37 +0000</pubDate>
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		<description>Sabe Deus quem será, se é, Michael Carreira. O cantor chama-se Mickael Carreira, Fernando.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe Deus quem será, se é, Michael Carreira. O cantor chama-se Mickael Carreira, Fernando.</p>
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	<item>
		<title>Por: Chico Estaca</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32455</link>
		<dc:creator>Chico Estaca</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 12:50:00 +0000</pubDate>
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		<description>Que segredo será esse? Só pode ser o de que o avião foi "pescado" aqui há tempo e não apresentava sinais de que tivesse participado em combate. Lá se vai a tese sentimentalista do piloto alemão mais a partidinha de ironia do destino...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que segredo será esse? Só pode ser o de que o avião foi &#8220;pescado&#8221; aqui há tempo e não apresentava sinais de que tivesse participado em combate. Lá se vai a tese sentimentalista do piloto alemão mais a partidinha de ironia do destino&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32447</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 01:34:51 +0000</pubDate>
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		<description>errata:
obcecado e outras</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>errata:<br />
obcecado e outras</p>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32446</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 01:32:32 +0000</pubDate>
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		<description>fernando,
Se o 'petit prince' foi uma das minhas pancadas de adolescente, o seu autor não o foi menos. Um grande amigo e mentor que tive, ele próprio ao tempo praticante de voo à vela, era obsecado pelo mistério da morte de St Exupey, lia tudo e pegava-me o vício, também. Em Sintra, onde ele tirava o brevet nos fins de semana, as conversas dos carolas dos aviões tinham teorias várias e eram habituais, frequentes. Um registo de interesse que me ficou, sempre que ouço alguma coisa de novo arrebito as orelhas. Tudo isto para dizer que desconhecia em absoluto esta reivindicação do senhor Rippert, que lhe garante esta fama de gosto duvidoso. No meu imaginário, até hoje, Exupery despenhou-se no deserto, não chegou a morrer, entrou planando no céus dos pequenos principes. Não sei se me apetece um boche assassino neste filme. 

Já agora calço aqui as pantufas para a confidência: foi para 'O Principezinho' que eu compus o meu primeiro e único tema para banda sonora de uma peça de teatro, há mais de vinte anos, no Teatro Aberto. Foi uma carreira curta, é certo, (e a da peça também, acho que não foi pela música), mas lembro-me que pus todo o meu entusiasmo juvenil na produção, um verdadeiro Loyd Webber, e que me soube ainda melhor escrevê-la do que a paixoneta da altura pela encenadora que quis impressionar.

Deixo-vos o poema, chama-se 'Amigos a valer'. A música vou assobiando enquanto lêem, ok?


Começou pela magia de um encontro
que acontece uma vez cada milhão
ai, é que os olhos
não vêem como vê o coração

Devagar, pintei as cores da minha vida
pouco a pouco deste o tom do teu viver
ai, e o tempo
levou-nos na aventura de crescer
descobrir cada gesto,
amar, esquecer o resto,
e fez de nós
amigos a valer

Muita vez busquei o abrigo dos teus braços
que os fracassos doem mais se estamos sós
ai, e hoje
não passo sem o som da tua voz

E se um dia fores no rasto de uma estrela
ninguém vai notar que outra luz se acendeu
ai, e eu ao vê-la 
serena entre o azul escuro do céu
vou sentir a magia
o encontro e a alegria
que fez de nós
amigos a valer

Vem à minha estrela
ver um palmo só de chão
vem sentar-te nela e ver o mundo
rodar, sofrer, amar, nascer, morrer
e nós ali
amigos a valer</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fernando,<br />
Se o &#8216;petit prince&#8217; foi uma das minhas pancadas de adolescente, o seu autor não o foi menos. Um grande amigo e mentor que tive, ele próprio ao tempo praticante de voo à vela, era obsecado pelo mistério da morte de St Exupey, lia tudo e pegava-me o vício, também. Em Sintra, onde ele tirava o brevet nos fins de semana, as conversas dos carolas dos aviões tinham teorias várias e eram habituais, frequentes. Um registo de interesse que me ficou, sempre que ouço alguma coisa de novo arrebito as orelhas. Tudo isto para dizer que desconhecia em absoluto esta reivindicação do senhor Rippert, que lhe garante esta fama de gosto duvidoso. No meu imaginário, até hoje, Exupery despenhou-se no deserto, não chegou a morrer, entrou planando no céus dos pequenos principes. Não sei se me apetece um boche assassino neste filme. </p>
<p>Já agora calço aqui as pantufas para a confidência: foi para &#8216;O Principezinho&#8217; que eu compus o meu primeiro e único tema para banda sonora de uma peça de teatro, há mais de vinte anos, no Teatro Aberto. Foi uma carreira curta, é certo, (e a da peça também, acho que não foi pela música), mas lembro-me que pus todo o meu entusiasmo juvenil na produção, um verdadeiro Loyd Webber, e que me soube ainda melhor escrevê-la do que a paixoneta da altura pela encenadora que quis impressionar.</p>
<p>Deixo-vos o poema, chama-se &#8216;Amigos a valer&#8217;. A música vou assobiando enquanto lêem, ok?</p>
<p>Começou pela magia de um encontro<br />
que acontece uma vez cada milhão<br />
ai, é que os olhos<br />
não vêem como vê o coração</p>
<p>Devagar, pintei as cores da minha vida<br />
pouco a pouco deste o tom do teu viver<br />
ai, e o tempo<br />
levou-nos na aventura de crescer<br />
descobrir cada gesto,<br />
amar, esquecer o resto,<br />
e fez de nós<br />
amigos a valer</p>
<p>Muita vez busquei o abrigo dos teus braços<br />
que os fracassos doem mais se estamos sós<br />
ai, e hoje<br />
não passo sem o som da tua voz</p>
<p>E se um dia fores no rasto de uma estrela<br />
ninguém vai notar que outra luz se acendeu<br />
ai, e eu ao vê-la<br />
serena entre o azul escuro do céu<br />
vou sentir a magia<br />
o encontro e a alegria<br />
que fez de nós<br />
amigos a valer</p>
<p>Vem à minha estrela<br />
ver um palmo só de chão<br />
vem sentar-te nela e ver o mundo<br />
rodar, sofrer, amar, nascer, morrer<br />
e nós ali<br />
amigos a valer</p>
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	<item>
		<title>Por: Fantômas</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32439</link>
		<dc:creator>Fantômas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 23:33:48 +0000</pubDate>
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		<description>Eu até sou de Espinho, calha bem...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu até sou de Espinho, calha bem&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: padeiradealjubarrota</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32433</link>
		<dc:creator>padeiradealjubarrota</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 22:04:02 +0000</pubDate>
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		<description>Matamos tantos sem querer, todos os dias com meras palavras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Matamos tantos sem querer, todos os dias com meras palavras.</p>
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	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32432</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 21:25:02 +0000</pubDate>
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		<description>LOL</description>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32430</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 21:22:49 +0000</pubDate>
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		<description>(embora eu seja apenas um rafeiro com costela de visconde)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(embora eu seja apenas um rafeiro com costela de visconde)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32429</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 21:15:42 +0000</pubDate>
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		<description>Acabaste de inventar o silogismo do amor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabaste de inventar o silogismo do amor.</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32425</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:57:32 +0000</pubDate>
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		<description>ainda há sim, são é raros, logo valiosos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ainda há sim, são é raros, logo valiosos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32424</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:54:34 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje em dia já não há príncipes que percam tempo com rosas. Mal vêem os espinhos, fogem logo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia já não há príncipes que percam tempo com rosas. Mal vêem os espinhos, fogem logo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32423</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:50:05 +0000</pubDate>
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		<description>e tinha lá uma cobrinha bem esperta
e um cachecol</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e tinha lá uma cobrinha bem esperta<br />
e um cachecol</p>
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	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32421</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:40:24 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpa, FMV, "forçar-te" a isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpa, FMV, &#8220;forçar-te&#8221; a isso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32420</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:25:27 +0000</pubDate>
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		<description>"Dessine-moi un mouton"... E afinal, de um modo ou de outro, o "Zeca Péry" (como era chamado na ilha de Santa Catarina, no Brasil) acabou por ser outro "mouton" no altar dos holocaustos da barbaridade humana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Dessine-moi un mouton&#8221;&#8230; E afinal, de um modo ou de outro, o &#8220;Zeca Péry&#8221; (como era chamado na ilha de Santa Catarina, no Brasil) acabou por ser outro &#8220;mouton&#8221; no altar dos holocaustos da barbaridade humana.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32419</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:08:18 +0000</pubDate>
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		<description>Não, Elypse. Tem mais auto-confiança. 

Toda a gente suporá, e bem, que me advertiste e que eu corrigi.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não, Elypse. Tem mais auto-confiança. </p>
<p>Toda a gente suporá, e bem, que me advertiste e que eu corrigi.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32415</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 18:48:13 +0000</pubDate>
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		<description>Os que chegarem a partir de agora, vão pensar que sou maluco :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os que chegarem a partir de agora, vão pensar que sou maluco :)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/mon-cher-antoine/#comment-32414</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 18:39:32 +0000</pubDate>
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		<description>Esqueça :) (não tinha lido o restante)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueça :) (não tinha lido o restante)</p>
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