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	<title>Comentários em: Chove en Santiago, meu doce amor</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 16:18:25 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Carta a Marina por causa do galego - 1 at Aspirina B</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28646</link>
		<dc:creator>Carta a Marina por causa do galego - 1 at Aspirina B</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 17:09:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] você de que é galega, e que até passou uns anos numa faculdade em Santiago. Pede-me, depois, que reproduza um texto de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] você de que é galega, e que até passou uns anos numa faculdade em Santiago. Pede-me, depois, que reproduza um texto de [...]</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28640</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 16:23:37 +0000</pubDate>
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		<description>Marina, Fernando e quem mais esteja interessado
Para ajudar à discussão acerca de o Galego ser ou não ser Português, ou o contrário, ou se estas duas línguas estão mais próximas ou mais longe do Castelhano como o estão uma para a outra, deixo aqui a primeira estrofe de um poema de Manuel María, com a tradução à letra que fiz para o Castelhano. Desculpai-me se falhei algum pormenor.

&lt;strong&gt;Balada ós poetas galegos&lt;/strong&gt;

É fermoso utilizar esta lingoa nosa
que se funde e confunde co noso
propio sangue, usar esta ferramenta
luída polos beizos dos devanceiros,
palabras vivas que espresaron
– i espresan – medos, ledicias,
amores, dóres, loitas i arrepíos.
Falar sin pensar é tirar sin apuntar.
É fermoso traballar esta música,
estes soídos que teñen un rumor
de bosco e labradío, un zoar 
de trebós e rimos de onda irada
e mariñeira; arca que pecha toda 
a sabiduría popular, vencello
que nos xungue e defiñe como povo.
Falar sin pensar é tirar sin apuntar.

&lt;strong&gt;Balada a los poetas gallegos&lt;/strong&gt;

Es hermoso utilizar esta lengua nuestra
que se funde y confunde con nuestra 
propia sangre, usar esta herramienta 
gastada por los labios de los antepasados, 
palabras vivas que expresaron 
– y expresan – miedos, alegrías, 
amores, dolores, luchas y calofríos.
Hablar sin pensar es tirar sin apuntar.
Es hermoso trabajar esta música, 
estos sonidos que tienen un rumor  
de bosque y labradío, un sonar fuerte 
de truenos y ritmos de ola airada 
 y marinera; arca que encierra toda 
la sabiduría popular, vínculo 
que nos une y define como pueblo.
Hablar sin pensar es tirar sin apuntar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marina, Fernando e quem mais esteja interessado<br />
Para ajudar à discussão acerca de o Galego ser ou não ser Português, ou o contrário, ou se estas duas línguas estão mais próximas ou mais longe do Castelhano como o estão uma para a outra, deixo aqui a primeira estrofe de um poema de Manuel María, com a tradução à letra que fiz para o Castelhano. Desculpai-me se falhei algum pormenor.</p>
<p><strong>Balada ós poetas galegos</strong></p>
<p>É fermoso utilizar esta lingoa nosa<br />
que se funde e confunde co noso<br />
propio sangue, usar esta ferramenta<br />
luída polos beizos dos devanceiros,<br />
palabras vivas que espresaron<br />
– i espresan – medos, ledicias,<br />
amores, dóres, loitas i arrepíos.<br />
Falar sin pensar é tirar sin apuntar.<br />
É fermoso traballar esta música,<br />
estes soídos que teñen un rumor<br />
de bosco e labradío, un zoar<br />
de trebós e rimos de onda irada<br />
e mariñeira; arca que pecha toda<br />
a sabiduría popular, vencello<br />
que nos xungue e defiñe como povo.<br />
Falar sin pensar é tirar sin apuntar.</p>
<p><strong>Balada a los poetas gallegos</strong></p>
<p>Es hermoso utilizar esta lengua nuestra<br />
que se funde y confunde con nuestra<br />
propia sangre, usar esta herramienta<br />
gastada por los labios de los antepasados,<br />
palabras vivas que expresaron<br />
– y expresan – miedos, alegrías,<br />
amores, dolores, luchas y calofríos.<br />
Hablar sin pensar es tirar sin apuntar.<br />
Es hermoso trabajar esta música,<br />
estos sonidos que tienen un rumor<br />
de bosque y labradío, un sonar fuerte<br />
de truenos y ritmos de ola airada<br />
 y marinera; arca que encierra toda<br />
la sabiduría popular, vínculo<br />
que nos une y define como pueblo.<br />
Hablar sin pensar es tirar sin apuntar.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Zeca Diabo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28625</link>
		<dc:creator>Zeca Diabo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 12:06:33 +0000</pubDate>
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		<description>Dar o braço a torcer é que nem pensar.
Acho que o compreendo: deve ser humilhante ter um ego do tamanho do Mosteiro dos Jerónimos e ter que assistir ao sucesso de vendas de um Miguel Sousa Tavares e a décadas de reconhecimento de um tal poeta Manuel Alegre. 
Ó Portugal! Acorda para o génio de fmv ou isto ainda acaba mal!
O 5º pecado mortal é lixado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dar o braço a torcer é que nem pensar.<br />
Acho que o compreendo: deve ser humilhante ter um ego do tamanho do Mosteiro dos Jerónimos e ter que assistir ao sucesso de vendas de um Miguel Sousa Tavares e a décadas de reconhecimento de um tal poeta Manuel Alegre.<br />
Ó Portugal! Acorda para o génio de fmv ou isto ainda acaba mal!<br />
O 5º pecado mortal é lixado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28623</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 09:30:33 +0000</pubDate>
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		<description>Marina,

Você escreve um português catita. E o seu comentário pede nada menos que um post. 

Está na forja uma «Resposta a Marina por causa do galego».</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marina,</p>
<p>Você escreve um português catita. E o seu comentário pede nada menos que um post. </p>
<p>Está na forja uma «Resposta a Marina por causa do galego».</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: marina</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28619</link>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 00:53:57 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, não fique zangado, mas eu, galega, que até passou uns anos numa faculdade em Santiago, onde, é verdade, chove como o caraças, percebi que o Manel falava do Chile e não da minha terra. Ponha em post "Un ollo de vidro" do Castelao, para que toda a gente perceba que galego não é castelhano, e muito menos, português.

Fico lixada com essa cena do integracionismo. Penso que só pessoas que sabem escrever e falar castelhano e português correctamente estamos avalizadas para falar do assunto. Com essa coisa do integracionismo, já não precisava de dicionário sempre que leio o Rivas, ou o Suso de Toro. O galego de Castelao, do Rivas, da Rosalia, é lindo, esquisito [= refinado, &lt;em&gt;fmv&lt;/em&gt;], rural, e não quero que seja portunhol.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, não fique zangado, mas eu, galega, que até passou uns anos numa faculdade em Santiago, onde, é verdade, chove como o caraças, percebi que o Manel falava do Chile e não da minha terra. Ponha em post &#8220;Un ollo de vidro&#8221; do Castelao, para que toda a gente perceba que galego não é castelhano, e muito menos, português.</p>
<p>Fico lixada com essa cena do integracionismo. Penso que só pessoas que sabem escrever e falar castelhano e português correctamente estamos avalizadas para falar do assunto. Com essa coisa do integracionismo, já não precisava de dicionário sempre que leio o Rivas, ou o Suso de Toro. O galego de Castelao, do Rivas, da Rosalia, é lindo, esquisito [= refinado, <em>fmv</em>], rural, e não quero que seja portunhol.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28607</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 22:04:14 +0000</pubDate>
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		<description>Zeca e FMV, obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zeca e FMV, obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: bastonada</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28602</link>
		<dc:creator>bastonada</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 20:30:24 +0000</pubDate>
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		<description>Nik, Zeca Diabo:

Com algumas pessoas é melhor não empregar muitos esforços.

Língua Rápida não reconhecerá que a sua interpretação é mais uma.

Quem não sabe aprender dos outros, pouco pode ensinar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nik, Zeca Diabo:</p>
<p>Com algumas pessoas é melhor não empregar muitos esforços.</p>
<p>Língua Rápida não reconhecerá que a sua interpretação é mais uma.</p>
<p>Quem não sabe aprender dos outros, pouco pode ensinar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28599</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 19:53:08 +0000</pubDate>
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		<description>Nik, dou uma ajudinha à compreensão:

«valeira» (ou «baleira») = vazia
«laio» = lamento
«soma» = sombra 
«anterga» = antiga, de outrora

Para tua informação: acompanhei hora a hora (com a inquietação que podes imaginar) a queda de Allende. O nome da 'operação' já então era conhecido. Nem a visita do meu pai, nem a desalmada vaga de calor que por esses dias reinava aqui no Norte da Europa, mo impediram. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nik, dou uma ajudinha à compreensão:</p>
<p>«valeira» (ou «baleira») = vazia<br />
«laio» = lamento<br />
«soma» = sombra<br />
«anterga» = antiga, de outrora</p>
<p>Para tua informação: acompanhei hora a hora (com a inquietação que podes imaginar) a queda de Allende. O nome da &#8216;operação&#8217; já então era conhecido. Nem a visita do meu pai, nem a desalmada vaga de calor que por esses dias reinava aqui no Norte da Europa, mo impediram.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zeca Diabo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28598</link>
		<dc:creator>Zeca Diabo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 19:45:08 +0000</pubDate>
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		<description>Nik, acho que não vale a pena insistir. Há teimosos assim. Na minha terra chamam-lhes telhudos.

O poema de Lorca, que não tem nada a ver com o de Alegre, é assim:

MADRIGAL Â CIBDÁ DE SANTIAGO

Chove en Santiago
meu doce amor.
Camelia branca do ar
brila entebrecida ô sol.

Chove en Santiago
na noite escura.
Herbas de prata e de sono
cobren a valeira lúa.

Olla a choiva pol-a rúa,
laio de pedra e cristal.
Olla no vento esvaído
soma e cinza do teu mar.

Soma e cinza do teu mar
Santiago, lonxe do sol.
Ágoa da mañán anterga
trema no meu corazón.

Federico García Lorca, em “Seis poemas gallegos”</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nik, acho que não vale a pena insistir. Há teimosos assim. Na minha terra chamam-lhes telhudos.</p>
<p>O poema de Lorca, que não tem nada a ver com o de Alegre, é assim:</p>
<p>MADRIGAL Â CIBDÁ DE SANTIAGO</p>
<p>Chove en Santiago<br />
meu doce amor.<br />
Camelia branca do ar<br />
brila entebrecida ô sol.</p>
<p>Chove en Santiago<br />
na noite escura.<br />
Herbas de prata e de sono<br />
cobren a valeira lúa.</p>
<p>Olla a choiva pol-a rúa,<br />
laio de pedra e cristal.<br />
Olla no vento esvaído<br />
soma e cinza do teu mar.</p>
<p>Soma e cinza do teu mar<br />
Santiago, lonxe do sol.<br />
Ágoa da mañán anterga<br />
trema no meu corazón.</p>
<p>Federico García Lorca, em “Seis poemas gallegos”</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28590</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 16:55:45 +0000</pubDate>
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		<description>Nem os generais chilenos nem o Alegre conheciam o poema de Lorca. Nem eu o conheço! Queres fazer o favor de o transcrever aqui?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem os generais chilenos nem o Alegre conheciam o poema de Lorca. Nem eu o conheço! Queres fazer o favor de o transcrever aqui?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28588</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 16:49:28 +0000</pubDate>
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		<description>Quem reconhece o erro não rasteja. Só rasteja quem não o reconhece.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem reconhece o erro não rasteja. Só rasteja quem não o reconhece.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28587</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 16:47:48 +0000</pubDate>
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		<description>Entendes agora porque escreveu o vate que não chovia em Santiago?
Nem em Santiago nem na Ilha de Páscoa, mas isso já nem o Lorca tinha previsto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entendes agora porque escreveu o vate que não chovia em Santiago?<br />
Nem em Santiago nem na Ilha de Páscoa, mas isso já nem o Lorca tinha previsto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28586</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 16:41:28 +0000</pubDate>
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		<description>Il pleut sur Santiago, título original do filme de Helvio Soto, Chove sobre Santiago  (e não Llueve sobre Santiago), foi uma co-produção franco-búlgara, sendo um filme francês rodado na Bulgária, falado em francês, com alguns diálogos em castelhano.

Caro FMV, aqui vai a verídica história do Chove em Santiago (do Chile). 
"It's raining on Santiago and Easter Island," the early morning radio proclaimed on September 11, 1973, a perfectly clear day. Over and over this mysterious announcement repeated between peaceful, upbeat music. Although it never rained in Chile on that day, a political storm enveloped the nation as the fascist forces of Augusto Pinochet executed a coup d'etat against the democratically elected socialist government of Salvador Allende. This movie is an attempt to tell the story of that coup.

Esquece o Llorca. Ou não ficarás ainda convencido?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Il pleut sur Santiago, título original do filme de Helvio Soto, Chove sobre Santiago  (e não Llueve sobre Santiago), foi uma co-produção franco-búlgara, sendo um filme francês rodado na Bulgária, falado em francês, com alguns diálogos em castelhano.</p>
<p>Caro FMV, aqui vai a verídica história do Chove em Santiago (do Chile).<br />
&#8220;It&#8217;s raining on Santiago and Easter Island,&#8221; the early morning radio proclaimed on September 11, 1973, a perfectly clear day. Over and over this mysterious announcement repeated between peaceful, upbeat music. Although it never rained in Chile on that day, a political storm enveloped the nation as the fascist forces of Augusto Pinochet executed a coup d&#8217;etat against the democratically elected socialist government of Salvador Allende. This movie is an attempt to tell the story of that coup.</p>
<p>Esquece o Llorca. Ou não ficarás ainda convencido?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AGIL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28585</link>
		<dc:creator>AGIL</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 15:44:14 +0000</pubDate>
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		<description>Dsculpe: Queria dizer Ibarretxe, o chefe do governo basco de Esukádi, está processado, e será julgado depois do 9 de Março, por conversar com ex-dirigentes da ex-Batasuna.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dsculpe: Queria dizer Ibarretxe, o chefe do governo basco de Esukádi, está processado, e será julgado depois do 9 de Março, por conversar com ex-dirigentes da ex-Batasuna.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AGIL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28584</link>
		<dc:creator>AGIL</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 15:41:41 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que em Portugal se idealiza bastante a situação espanhola, mormente, a da "Comunidad Autónoma de Galicia", que é uma Galiza reduzida, no referente à saúde e à educação.
Mas o tema não era esse que eu salientava no meu "chove no reino de espanha".
Sim, em Euskádi governa un tripartido: o PNV, direita, EA, cissão do PNV, e EB, "Izquierda Unida" do País Basco. Já quereria que o partido do asnar e o rajoy fosse como o PNV...
Por outro lado, Atutxa, do PNV, acaba de ser condenado pelo tribunal supremos espanhol a 18 meses de inabilitação para cargos públicos e 3000 euros.
Atutxa está a ponto de ser julgado e acaso seja condenado por "conversar" com gente que foi de Batasuna, partido que foi ilegalizado e portanto não existe, enquanto os que foram seus dirigentes são cidadãos no pleno uso dos seus direitos, enquanto não forem condenados depois de juízo.
É certo que quase todos os dirigentes de Batasuna estão hoje no cárcere, mas em prisão preventiva, sem sentença nem definitiva nem, menos ainda, recorrível.
Para cúmulo o Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo acaba de admitir a trâmite o recurso de Batasuna contra a sua ilegalização no reino de espanha. E, apesar de tudo, o reino acaba de ilegalizar de facto (não de iure: demorará a cousa como uns sete meses ou mais) dous partidos independentistas bascos. Ums deles apresentava-se às eleições do 9 de Março.
É isto democracia? Não tenho razão em dizer que nos chove o que nos chove neste reino bourbónico ou simplesmente bubónico? Não, não nos chove, simplesmente nos "llueve"...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que em Portugal se idealiza bastante a situação espanhola, mormente, a da &#8220;Comunidad Autónoma de Galicia&#8221;, que é uma Galiza reduzida, no referente à saúde e à educação.<br />
Mas o tema não era esse que eu salientava no meu &#8220;chove no reino de espanha&#8221;.<br />
Sim, em Euskádi governa un tripartido: o PNV, direita, EA, cissão do PNV, e EB, &#8220;Izquierda Unida&#8221; do País Basco. Já quereria que o partido do asnar e o rajoy fosse como o PNV&#8230;<br />
Por outro lado, Atutxa, do PNV, acaba de ser condenado pelo tribunal supremos espanhol a 18 meses de inabilitação para cargos públicos e 3000 euros.<br />
Atutxa está a ponto de ser julgado e acaso seja condenado por &#8220;conversar&#8221; com gente que foi de Batasuna, partido que foi ilegalizado e portanto não existe, enquanto os que foram seus dirigentes são cidadãos no pleno uso dos seus direitos, enquanto não forem condenados depois de juízo.<br />
É certo que quase todos os dirigentes de Batasuna estão hoje no cárcere, mas em prisão preventiva, sem sentença nem definitiva nem, menos ainda, recorrível.<br />
Para cúmulo o Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo acaba de admitir a trâmite o recurso de Batasuna contra a sua ilegalização no reino de espanha. E, apesar de tudo, o reino acaba de ilegalizar de facto (não de iure: demorará a cousa como uns sete meses ou mais) dous partidos independentistas bascos. Ums deles apresentava-se às eleições do 9 de Março.<br />
É isto democracia? Não tenho razão em dizer que nos chove o que nos chove neste reino bourbónico ou simplesmente bubónico? Não, não nos chove, simplesmente nos &#8220;llueve&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/chove-en-santiago-meu-doce-amor/#comment-28577</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 11:57:54 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando esta tua última observação é de ter em conta. Eu não duvido de que "Llueve sobre Santiago", de Soto, remete para o poema de Lorca. Parece óbvio. E lançaste-me dúvidas a respeito da hipótese de o Manuel Alegre ter feito confusão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando esta tua última observação é de ter em conta. Eu não duvido de que &#8220;Llueve sobre Santiago&#8221;, de Soto, remete para o poema de Lorca. Parece óbvio. E lançaste-me dúvidas a respeito da hipótese de o Manuel Alegre ter feito confusão.</p>
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		<title>Por: fmv</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 11:27:52 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, JCR, eu não vou confessar uma ignorância que não tinha. Não sou masoquista a esse pronto. 

A coisa é outra: existe um poema (de Alegre) que dribla uma óbvia referência poética (de Lorca).

Mas há um lado da questão nada despiciendo: o de saber se existe, ou não, uma dependência do uso chileno relativamente ao (desculpe o academismo) arquétipo lorquiano. E eu suspeito que realmente existe. Se assim for, mais sentido tem a minha perplexidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, JCR, eu não vou confessar uma ignorância que não tinha. Não sou masoquista a esse pronto. </p>
<p>A coisa é outra: existe um poema (de Alegre) que dribla uma óbvia referência poética (de Lorca).</p>
<p>Mas há um lado da questão nada despiciendo: o de saber se existe, ou não, uma dependência do uso chileno relativamente ao (desculpe o academismo) arquétipo lorquiano. E eu suspeito que realmente existe. Se assim for, mais sentido tem a minha perplexidade.</p>
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		<title>Por: jcr</title>
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		<dc:creator>jcr</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 11:10:51 +0000</pubDate>
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Era mais fácil dizer simplesmente: ok, não conhecia essas merdas de santiago do chile, do allende e dos comunistas e assim. Fiz uma triste figura, típica de alegre, vasco graça moura e tal. Peço desculpa. Da próxima vez que revelar a minha ignorância vou reconhecê-lo, sem mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fmv,</p>
<p>Era mais fácil dizer simplesmente: ok, não conhecia essas merdas de santiago do chile, do allende e dos comunistas e assim. Fiz uma triste figura, típica de alegre, vasco graça moura e tal. Peço desculpa. Da próxima vez que revelar a minha ignorância vou reconhecê-lo, sem mais.</p>
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		<title>Por: fmv</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 09:01:58 +0000</pubDate>
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		<description>Condenar-te? Eu perdoar-te-ia tudo, Daniel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Condenar-te? Eu perdoar-te-ia tudo, Daniel.</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
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		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 02:14:42 +0000</pubDate>
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		<description>Meu Caro Fernando
Vou ver se consigo acertar a pôr aqui um poemeto que fiz há uns meses, por altura do aniversário da morte de Victor Jara. Espero que não me condenes os versos terem como referência o filme de Helvio Soto e não o poema do meu dilecto Federico...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Caro Fernando<br />
Vou ver se consigo acertar a pôr aqui um poemeto que fiz há uns meses, por altura do aniversário da morte de Victor Jara. Espero que não me condenes os versos terem como referência o filme de Helvio Soto e não o poema do meu dilecto Federico&#8230;</p>
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