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	<title>Comentários em: Carta a Marina por causa do galego - 6 (e última)</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 22:35:49 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Estevo</title>
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		<dc:creator>Estevo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 00:50:03 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Fernando,

Tocante a línguas distintas vs. a mesma língua, acho que este é um bo resumo:

http://www.redesescarlata.org/index.php?art=26

http://www.redesescarlata.org/index.php?art=27

O que é dizer, a distáncia objectiva entre os códigos nom chega para considera-las linguas independentes. Porém, som consideradas linguas distintas porque hai processos normalizadores paralelos e um desconhecemento mútuo entre as culturas.

Concordando no dos processos e no da fenda cultural, eu nom acredito que essas razons abondem para falar de duas línguas. Por essa mesma conta haveria que dizir que agora na Galiza hai duas línguas, o Ilgragiano e o Agaliano, pois na comunidade reintegracionista si há, geralmente, umha maior conciencia da literatura e a música portuguesa e brasileira como próprias.

Eu nom concordo com que o desconhecemento actual seja raçom para fazer diferenças arbitrárias com o galego de além dos oceanos Atlântico e Mínhico. E certamente, nom o é para entregar a língua a umha grafia espanholizante que perpetue os complexos e a dependência cultural de Castela.

Mas acho que afinal, esta é apenas umha discussom sobre o sexo dos anjos, e nom é precisso agardar a resolve-la para concordar numha norma. Agás, por suposto, se o que se quere é adoptar sem mais o português padrom, mas os que querem isso nom tenhem problema, porque o "seu" galego sempre vai existir.

Eu acho que a norma ILG-RAG, sem ser mesmo tam terrível, nom é satisfactória nem considerando o galego língua `a parte. Mesmo acreditando que o português é apenas umha forma de galego, eu acho que é precisso, neste momento, o galego de Minho-para-riba ter umha norma de seu, porque nom espero de Lisboa mais sensibilidade com nós que a que tém com as falas de entre-Minho-e-Douro. E seja lingua ou nom o que temos, quero conserva-lo. Ainda mais, sabendo que a Gallaecia romano-sueva (com o substrato celta e sabe Deus que mais) é o berce do que lá chamam de lusofonia.

Mas acho que essa norma deve ser solidária com a portuguesa, lá até onde for razoável sem trair as particularidades de nosso. Isso por razons de proximidade, filológicas, prácticas, de autoestima (excepto em algúm lusista extremo, nom existe o complexo de inferioridade com Portugal; antes bem o contrário) e de fomento de intercámbio cultural. Nem adianta ter umha escrita castelhanizante quando os castelhanos antes quererám deprender "portugués" que "gallego", e quando toda a povoaçom galega já tém o castelhano como lingua imposta no ensino.

Tárique: se nom ouviu ningúm moço a falar galego em Santiago, tivo bem mala sorte. Na Corunha ou Vigo, nom admira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Fernando,</p>
<p>Tocante a línguas distintas vs. a mesma língua, acho que este é um bo resumo:</p>
<p><a href="http://www.redesescarlata.org/index.php?art=26" rel="nofollow">http://www.redesescarlata.org/index.php?art=26</a></p>
<p><a href="http://www.redesescarlata.org/index.php?art=27" rel="nofollow">http://www.redesescarlata.org/index.php?art=27</a></p>
<p>O que é dizer, a distáncia objectiva entre os códigos nom chega para considera-las linguas independentes. Porém, som consideradas linguas distintas porque hai processos normalizadores paralelos e um desconhecemento mútuo entre as culturas.</p>
<p>Concordando no dos processos e no da fenda cultural, eu nom acredito que essas razons abondem para falar de duas línguas. Por essa mesma conta haveria que dizir que agora na Galiza hai duas línguas, o Ilgragiano e o Agaliano, pois na comunidade reintegracionista si há, geralmente, umha maior conciencia da literatura e a música portuguesa e brasileira como próprias.</p>
<p>Eu nom concordo com que o desconhecemento actual seja raçom para fazer diferenças arbitrárias com o galego de além dos oceanos Atlântico e Mínhico. E certamente, nom o é para entregar a língua a umha grafia espanholizante que perpetue os complexos e a dependência cultural de Castela.</p>
<p>Mas acho que afinal, esta é apenas umha discussom sobre o sexo dos anjos, e nom é precisso agardar a resolve-la para concordar numha norma. Agás, por suposto, se o que se quere é adoptar sem mais o português padrom, mas os que querem isso nom tenhem problema, porque o &#8220;seu&#8221; galego sempre vai existir.</p>
<p>Eu acho que a norma ILG-RAG, sem ser mesmo tam terrível, nom é satisfactória nem considerando o galego língua `a parte. Mesmo acreditando que o português é apenas umha forma de galego, eu acho que é precisso, neste momento, o galego de Minho-para-riba ter umha norma de seu, porque nom espero de Lisboa mais sensibilidade com nós que a que tém com as falas de entre-Minho-e-Douro. E seja lingua ou nom o que temos, quero conserva-lo. Ainda mais, sabendo que a Gallaecia romano-sueva (com o substrato celta e sabe Deus que mais) é o berce do que lá chamam de lusofonia.</p>
<p>Mas acho que essa norma deve ser solidária com a portuguesa, lá até onde for razoável sem trair as particularidades de nosso. Isso por razons de proximidade, filológicas, prácticas, de autoestima (excepto em algúm lusista extremo, nom existe o complexo de inferioridade com Portugal; antes bem o contrário) e de fomento de intercámbio cultural. Nem adianta ter umha escrita castelhanizante quando os castelhanos antes quererám deprender &#8220;portugués&#8221; que &#8220;gallego&#8221;, e quando toda a povoaçom galega já tém o castelhano como lingua imposta no ensino.</p>
<p>Tárique: se nom ouviu ningúm moço a falar galego em Santiago, tivo bem mala sorte. Na Corunha ou Vigo, nom admira.</p>
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		<title>Por: Karin</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30355</link>
		<dc:creator>Karin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 11:50:27 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda bem que temos a Coca-Cola em comum</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda bem que temos a Coca-Cola em comum</p>
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		<title>Por: Tárique</title>
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		<dc:creator>Tárique</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 10:55:46 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda bem, Xosé! Entristeceu-me viajar a Corunha e Santiago e não ouvir nenhum xovem a falá-la.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda bem, Xosé! Entristeceu-me viajar a Corunha e Santiago e não ouvir nenhum xovem a falá-la.</p>
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		<title>Por: Xosé</title>
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		<dc:creator>Xosé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 02:18:31 +0000</pubDate>
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		<description>Pois nada. Não as quere! 
Cópio e colo anúncio da campanha onde está a ligação (debaixo do cabeçalho): 
http://chuza.org/historia/como-ler-portugues-en-25-segundos/

Lamento tanto comentário.

[xosé, já está resolvido ali em baixo.]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois nada. Não as quere!<br />
Cópio e colo anúncio da campanha onde está a ligação (debaixo do cabeçalho):<br />
<a href="http://chuza.org/historia/como-ler-portugues-en-25-segundos/" rel="nofollow">http://chuza.org/historia/como-ler-portugues-en-25-segundos/</a></p>
<p>Lamento tanto comentário.</p>
<p>[xosé, já está resolvido ali em baixo.]</p>
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		<title>Por: Xosé</title>
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		<dc:creator>Xosé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 02:14:11 +0000</pubDate>
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		<description>Vaia! Parece que não é culpa minha. A ligação é a darriba, só que nos 3 ocos em branco de "reverso e anverso marcapáginas.jpg" devería aparecer o símbolo de porcentagem seguido de 20 ( ). Sínto-o.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vaia! Parece que não é culpa minha. A ligação é a darriba, só que nos 3 ocos em branco de &#8220;reverso e anverso marcapáginas.jpg&#8221; devería aparecer o símbolo de porcentagem seguido de 20 ( ). Sínto-o.</p>
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		<title>Por: Xosé</title>
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		<dc:creator>Xosé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 02:09:02 +0000</pubDate>
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		<description>Não copiei ou colei bem a primeira ligação (a da Mesa):
http://www.amesanl.org/fotosimprensa/feb07/reverso%20e%20anverso%20marcapaxinas.jpg</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não copiei ou colei bem a primeira ligação (a da Mesa):<br />
<a href="http://www.amesanl.org/fotosimprensa/feb07/reverso%20e%20anverso%20marcapaxinas.jpg" rel="nofollow">http://www.amesanl.org/fotosimprensa/feb07/reverso%20e%20anverso%20marcapaxinas.jpg</a></p>
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		<title>Por: Xosé</title>
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		<dc:creator>Xosé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 02:06:35 +0000</pubDate>
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		<description>"até hoje, nunca nenhum reintegracionista forneceu (ou arranjou quem lha fornecesse) a demonstração de que sim, de que português e galego são a mesma língua"
Não o quero crer. Aquí vai uma, a minha pessoal: falei galego sempre, como os meus pais e avos. Não som lingüísta. Tenho 28 anos. Fai algo menos dum ano atopei-me com esta campanha da Mesa pola Normalización Lingüística:
http://www.amesanl.org/fotosimprensa/feb07/reverso e anverso marcapaxinas.jpg
[à qual, mais dum galego reintegracionista já converso, lhe tem dedicado algúm post: http://odemo.blogaliza.org/2007/02/06/nova-campanha-do-concelho-de-santiago]

E assim foi. Em 25 segundos aprendim a ler português. Manda caralho!
E como me chamou tanto a atenção o assunto, poucos meses depois convertin-me em sócio da Agal. A cousa não quedou aí já que, primeiro com o YouTube, e agora com o satélite, de vez em cando tambem escuto as televisões portuguesas. Sem dificuldades de comprensão. Mais "familiar" ainda me resulta o brasileiro.
Eis a prova! Como alguém 'de ciências', que como a mairoia dos galegos, viveu de costas a Portugal e ao portugês; é quem, num curto espazo de tempo, de manejar-se numa língua "nova". Ou é que não é tão "nova". Bom, devo admitir que na escrita cometo (vocês poderão certifica-lo) muitas gralhas [o cámbio do "x" por "g", "j" ou "x" máta-me], já que nunca estudei a norma portuguesa e apenas lim a Agal. Nisso, pretendo agora aperfeiçoar-me com o estudo na Escola de Idiomas.
Certamente, as minhas expressões tampouco som as próprias dum lisboeta, suponho. Mas não desexo que o sejam. Opino a este respeito, que existe uma terceira via entre o 'reintegracionismo radical' do que fala Fvm (que eu não considero tal) e o não esquezer os nossos próprios giros, vocabulário, etc, substituíndo-os por outros 'mais portugueses'. Advogo pela 'radicalidade normativa', que se traduz na práctica na adopção dos 'ão', identidade na acentuação, etc. compatível com o uso do galego com normalidade. Tudo isto, dito por um profano (já se sabe que a ignorância é moi atrevida).
  
Concordo com autor do post a respeito de que a aproximação cultural é o primeiro passo. A recepção das televisões portuguesas na Galiza penso que será um shock para muitos galegofalantes que se passarão às filas do reintegracionismo 'ao direito'. O mesmo se pode dizer de que o português passe a ser 2ª língua "estrangeira" no ensino. 


A Tárique: Sim, bonita língua (como a "túa"). Sim, alguém ainda a fala. E os meus filh@s tambem a falarão.

Saúdos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;até hoje, nunca nenhum reintegracionista forneceu (ou arranjou quem lha fornecesse) a demonstração de que sim, de que português e galego são a mesma língua&#8221;<br />
Não o quero crer. Aquí vai uma, a minha pessoal: falei galego sempre, como os meus pais e avos. Não som lingüísta. Tenho 28 anos. Fai algo menos dum ano atopei-me com esta campanha da Mesa pola Normalización Lingüística:<br />
<a href="http://www.amesanl.org/fotosimprensa/feb07/reverso" rel="nofollow">http://www.amesanl.org/fotosimprensa/feb07/reverso</a> e anverso marcapaxinas.jpg<br />
[à qual, mais dum galego reintegracionista já converso, lhe tem dedicado algúm post: <a href="http://odemo.blogaliza.org/2007/02/06/nova-campanha-do-concelho-de-santiago" rel="nofollow">http://odemo.blogaliza.org/2007/02/06/nova-campanha-do-concelho-de-santiago</a></p>
<p>E assim foi. Em 25 segundos aprendim a ler português. Manda caralho!<br />
E como me chamou tanto a atenção o assunto, poucos meses depois convertin-me em sócio da Agal. A cousa não quedou aí já que, primeiro com o YouTube, e agora com o satélite, de vez em cando tambem escuto as televisões portuguesas. Sem dificuldades de comprensão. Mais "familiar" ainda me resulta o brasileiro.<br />
Eis a prova! Como alguém 'de ciências', que como a mairoia dos galegos, viveu de costas a Portugal e ao portugês; é quem, num curto espazo de tempo, de manejar-se numa língua "nova". Ou é que não é tão "nova". Bom, devo admitir que na escrita cometo (vocês poderão certifica-lo) muitas gralhas [o cámbio do "x" por "g", "j" ou "x" máta-me], já que nunca estudei a norma portuguesa e apenas lim a Agal. Nisso, pretendo agora aperfeiçoar-me com o estudo na Escola de Idiomas.<br />
Certamente, as minhas expressões tampouco som as próprias dum lisboeta, suponho. Mas não desexo que o sejam. Opino a este respeito, que existe uma terceira via entre o &#8216;reintegracionismo radical&#8217; do que fala Fvm (que eu não considero tal) e o não esquezer os nossos próprios giros, vocabulário, etc, substituíndo-os por outros &#8216;mais portugueses&#8217;. Advogo pela &#8216;radicalidade normativa&#8217;, que se traduz na práctica na adopção dos &#8216;ão&#8217;, identidade na acentuação, etc. compatível com o uso do galego com normalidade. Tudo isto, dito por um profano (já se sabe que a ignorância é moi atrevida).</p>
<p>Concordo com autor do post a respeito de que a aproximação cultural é o primeiro passo. A recepção das televisões portuguesas na Galiza penso que será um shock para muitos galegofalantes que se passarão às filas do reintegracionismo &#8216;ao direito&#8217;. O mesmo se pode dizer de que o português passe a ser 2ª língua &#8220;estrangeira&#8221; no ensino. </p>
<p>A Tárique: Sim, bonita língua (como a &#8220;túa&#8221;). Sim, alguém ainda a fala. E os meus filh@s tambem a falarão.</p>
<p>Saúdos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tárique</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30269</link>
		<dc:creator>Tárique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 16:06:44 +0000</pubDate>
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		<description>Galego, língua bonita. Alguém ainda a fala? Alguém com menos de 30 anos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galego, língua bonita. Alguém ainda a fala? Alguém com menos de 30 anos?</p>
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		<title>Por: fmv</title>
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		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 10:14:19 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Marina,

Será sempre bem-vinda. Nós estaremos, sempre, aqui em baixo. Que o mesmo é dizer: ao lado.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Marina,</p>
<p>Será sempre bem-vinda. Nós estaremos, sempre, aqui em baixo. Que o mesmo é dizer: ao lado.</p>
<p>Um abraço.</p>
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	<item>
		<title>Por: marina</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30242</link>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 02:40:10 +0000</pubDate>
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		<description>Não me importo com o tal de zero absoluto. Há muita gente que ama o galego como eu , o primeiro deles , aquele que escreveu "O lapiz do carpinteiro" ou a " Lingua das mariposas" , que reflecte a alma dos galegos. Somos ceibes e meigos( em galego) e mais nada. Não posso competir convosco em sapiência , reconheço. Mas lá que não me levam a palma em amor , não levam. E, no fim , é só isso que importa.
E , Fernando , sabendo que eu não fui o objectivo , mas bem o meio de expor o seu pensamento , agradeço na mesma ,pois aprendi "bué".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me importo com o tal de zero absoluto. Há muita gente que ama o galego como eu , o primeiro deles , aquele que escreveu &#8220;O lapiz do carpinteiro&#8221; ou a &#8221; Lingua das mariposas&#8221; , que reflecte a alma dos galegos. Somos ceibes e meigos( em galego) e mais nada. Não posso competir convosco em sapiência , reconheço. Mas lá que não me levam a palma em amor , não levam. E, no fim , é só isso que importa.<br />
E , Fernando , sabendo que eu não fui o objectivo , mas bem o meio de expor o seu pensamento , agradeço na mesma ,pois aprendi &#8220;bué&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MPS</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30179</link>
		<dc:creator>MPS</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 18:34:17 +0000</pubDate>
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		<description>Há também quem leia, que gosta do que leu porque sentiu que esteve a aprender, mas normalmente não se manifesta.

Como o reparo do Daniel de Sá me atingiu certeiro, hoje digo: muito obrigada, Fernando Venâncio, por estas cartas a Marina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há também quem leia, que gosta do que leu porque sentiu que esteve a aprender, mas normalmente não se manifesta.</p>
<p>Como o reparo do Daniel de Sá me atingiu certeiro, hoje digo: muito obrigada, Fernando Venâncio, por estas cartas a Marina</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30108</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 09:37:50 +0000</pubDate>
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		<description>faço coro contigo, fernando. fica-se como o daniel, numa sensação de desperdício, quando um tema tão caro parece ficar na prateleira. coisa boa da net, não é?, facilita a vida a quem é generoso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>faço coro contigo, fernando. fica-se como o daniel, numa sensação de desperdício, quando um tema tão caro parece ficar na prateleira. coisa boa da net, não é?, facilita a vida a quem é generoso.</p>
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	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30103</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 07:52:30 +0000</pubDate>
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		<description>O &lt;strong&gt;PORTAL GALEGO DA LÍNGUA &lt;/strong&gt;disponibiliza esta série na íntegra. &lt;a href="http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=4148"target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;strong&gt;AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.

Sublinhe-se o excelente tratamento jornalístico da notícia.

Estamos muito honrados. O Aspirina e eu próprio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>PORTAL GALEGO DA LÍNGUA </strong>disponibiliza esta série na íntegra. <a href="http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=4148"target="_blank" rel="nofollow"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>Sublinhe-se o excelente tratamento jornalístico da notícia.</p>
<p>Estamos muito honrados. O Aspirina e eu próprio.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30089</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 00:12:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-6-e-ultima/#comment-30089</guid>
		<description>Fernando
Isto nem parece um "blog" cultural. Escreves uma peça destas, importantíssima como as outras cinco da série, e ninguém apareceu ainda a concordar ou não contigo, a dizer ao menos que leu. Metesses aí um "coño" em português, pelo menos, e terias público. 
Creio que te tem faltado a abordagem da história próxima em relação ao galego, para justificar a pouca percentagem de falantes. No tempo de Franco, ele era rigorosamente proibido, e a Guarda Nacional chegou a matar gente só porque o ensinava. Mas não sou tão pessimista quanto ao seu pouco uso. A TV Galicia, que vejo com frequência, tem uma programação de fazer inveja às outras televisões peninsulares, e nela o que quase só se ouve é o galego, e falado por gente de todas as idades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando<br />
Isto nem parece um &#8220;blog&#8221; cultural. Escreves uma peça destas, importantíssima como as outras cinco da série, e ninguém apareceu ainda a concordar ou não contigo, a dizer ao menos que leu. Metesses aí um &#8220;coño&#8221; em português, pelo menos, e terias público.<br />
Creio que te tem faltado a abordagem da história próxima em relação ao galego, para justificar a pouca percentagem de falantes. No tempo de Franco, ele era rigorosamente proibido, e a Guarda Nacional chegou a matar gente só porque o ensinava. Mas não sou tão pessimista quanto ao seu pouco uso. A TV Galicia, que vejo com frequência, tem uma programação de fazer inveja às outras televisões peninsulares, e nela o que quase só se ouve é o galego, e falado por gente de todas as idades.</p>
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