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	<title>Comentários em: Carta a Marina por causa do galego - 1</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 17:17:29 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Estevo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-35911</link>
		<dc:creator>Estevo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 17:48:26 +0000</pubDate>
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		<description>Alguns apontamentos tangenciais:

Nom sei se "espeja" existe em castelhano, mas difícilmente será visto num jornal. Mais provávelmente, verá "refleja". O mesmo para "con base en"; antes lerá "en base a".

Infelizmente, em Corunha poucos miúdos querem já um "coelhinho". Os mais dos rapaces das cidades galegas dizem "conejito" ou, mais provavelmente, "playstation". O galego aínda é a lingua maioritária no pais, mas o uso é baixo nas cidades, especialmente entre os novos. A excepçom é quiçá a capital Santiago, onde a língua está a ser recuperada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns apontamentos tangenciais:</p>
<p>Nom sei se &#8220;espeja&#8221; existe em castelhano, mas difícilmente será visto num jornal. Mais provávelmente, verá &#8220;refleja&#8221;. O mesmo para &#8220;con base en&#8221;; antes lerá &#8220;en base a&#8221;.</p>
<p>Infelizmente, em Corunha poucos miúdos querem já um &#8220;coelhinho&#8221;. Os mais dos rapaces das cidades galegas dizem &#8220;conejito&#8221; ou, mais provavelmente, &#8220;playstation&#8221;. O galego aínda é a lingua maioritária no pais, mas o uso é baixo nas cidades, especialmente entre os novos. A excepçom é quiçá a capital Santiago, onde a língua está a ser recuperada.</p>
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		<title>Por: fmv</title>
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		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 14:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>Ai, Efe, se soubesse o quanto «teased» um gajo já é aqui!

Mas mande sempre. Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ai, Efe, se soubesse o quanto «teased» um gajo já é aqui!</p>
<p>Mas mande sempre. Abraço.</p>
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		<title>Por: efe</title>
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		<dc:creator>efe</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 13:52:55 +0000</pubDate>
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		<description>ao fmv
"Ah, Efe. Você é um bom fotógrafo, mas um péssimo leitor. A citação completa é:"

Eu li tudo (e tb concordo). Não citei todo o parágrafo, propositadamente. O uso dos teasers não cabe apenas ao mundo da imagem.

;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ao fmv<br />
&#8220;Ah, Efe. Você é um bom fotógrafo, mas um péssimo leitor. A citação completa é:&#8221;</p>
<p>Eu li tudo (e tb concordo). Não citei todo o parágrafo, propositadamente. O uso dos teasers não cabe apenas ao mundo da imagem.</p>
<p>;)</p>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28794</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 12:42:47 +0000</pubDate>
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		<description>Z,

Eu engano-me sempre em ti. Tu escapas-te, por esse vasto mundo. 

Tem calma. Volta bem. E abusa, daqui, o que te apetecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Z,</p>
<p>Eu engano-me sempre em ti. Tu escapas-te, por esse vasto mundo. </p>
<p>Tem calma. Volta bem. E abusa, daqui, o que te apetecer.</p>
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		<title>Por: z</title>
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		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 12:23:15 +0000</pubDate>
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		<description>obrigado amigos. Eu estou com umas horas a menos do que aí na Europa, Fernando, ou és despistado ou andas a assobiar para o lado a querer sacar uma georeferenciação mais exacta aqui de moi. Mas o Daniel já tem a palavra-chave.

eu não resisto a perguntar a quem sabe, mas as respostas são facultativas, sempre

e prometo tentar não abusar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>obrigado amigos. Eu estou com umas horas a menos do que aí na Europa, Fernando, ou és despistado ou andas a assobiar para o lado a querer sacar uma georeferenciação mais exacta aqui de moi. Mas o Daniel já tem a palavra-chave.</p>
<p>eu não resisto a perguntar a quem sabe, mas as respostas são facultativas, sempre</p>
<p>e prometo tentar não abusar</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28775</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 02:38:35 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando, costumo consultar é o segundo "este". Que também não é grande coisa. Mas, pelo preço que no-lo dão, não há razão de queixa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando, costumo consultar é o segundo &#8220;este&#8221;. Que também não é grande coisa. Mas, pelo preço que no-lo dão, não há razão de queixa.</p>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28774</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 02:17:20 +0000</pubDate>
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		<description>Z,

Os galegos dizem, tal como nós, «investimento», «investir». 

Compreendo, meu malandreco, que gozes - e logo tu - com a coisa castelhana. E sim: também «inversión» tem uma acepção sexual, como consta do Diccionario de la Academia Española (RAE), que podes consultar &lt;a href="http://tradu.scig.uniovi.es/busca.html"target="_blank" rel="nofollow"&gt;aqui&lt;/a&gt;.‏

*

Estás a ver? A esta hora da noite, estão duas pessoas a trabalhar para ti. O Daniel, com uma hora menos que tu no relógio. Eu, com uma a mais.

*

Daniel,

Conheço na rede &lt;a href="http://www.edu.xunta.es/diccionarios/index.html"target="_blank" rel="nofollow"&gt;este&lt;/a&gt;‏ dicionário de galego, útil mas fracote. 

O melhor é, ainda na rede, &lt;a href="http://www.agal-gz.org/estraviz/"target="_blank" rel="nofollow"&gt;este&lt;/a&gt;, o de Isaac Estraviz. É ortografado na «Norma Agal» do galego, mas podes procurar também pela ortografia autonómica, e até em padrão português.

 


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Z,</p>
<p>Os galegos dizem, tal como nós, «investimento», «investir». </p>
<p>Compreendo, meu malandreco, que gozes - e logo tu - com a coisa castelhana. E sim: também «inversión» tem uma acepção sexual, como consta do Diccionario de la Academia Española (RAE), que podes consultar <a href="http://tradu.scig.uniovi.es/busca.html"target="_blank" rel="nofollow">aqui</a>.‏</p>
<p>*</p>
<p>Estás a ver? A esta hora da noite, estão duas pessoas a trabalhar para ti. O Daniel, com uma hora menos que tu no relógio. Eu, com uma a mais.</p>
<p>*</p>
<p>Daniel,</p>
<p>Conheço na rede <a href="http://www.edu.xunta.es/diccionarios/index.html"target="_blank" rel="nofollow">este</a>‏ dicionário de galego, útil mas fracote. </p>
<p>O melhor é, ainda na rede, <a href="http://www.agal-gz.org/estraviz/"target="_blank" rel="nofollow">este</a>, o de Isaac Estraviz. É ortografado na «Norma Agal» do galego, mas podes procurar também pela ortografia autonómica, e até em padrão português.</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28773</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 02:07:49 +0000</pubDate>
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		<description>Z
É como em Português. (Não penses que eu sei Galego. Há é um dicionário na rede que podes consultar.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Z<br />
É como em Português. (Não penses que eu sei Galego. Há é um dicionário na rede que podes consultar.)</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28766</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 00:59:30 +0000</pubDate>
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		<description>em castelhano 'investimento' diz-se 'inversion', o que sempre me fez abrir um sorriso. E como é em galego?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>em castelhano &#8216;investimento&#8217; diz-se &#8216;inversion&#8217;, o que sempre me fez abrir um sorriso. E como é em galego?</p>
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		<title>Por: AGIL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28716</link>
		<dc:creator>AGIL</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:20:14 +0000</pubDate>
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		<description>Por sinal: Se no conto ou, antes, relato curto de Castelão ficarmos apenas na face gráfica, então nada entendemos da mensagem que procura dar o escritor e político (acho que mais político do que escritor): o olho de vidro não projeta a mesma realidade -GALEGA- colocado na "calivera" dum esquelete de cidade, urbano (castelhanizado) que colocano na dum esquelete soterrado no adro duma igreja de vila ou rural (galego-utente).
Essa é uma possível leitura... "filológica". Há outras, aparentemente contraditórias, mas não menos retranqueiras: A vila (Rianjo?) está dominada pelo cacique; a cidade não, ou não tanto, ou doutro jeito.
...
Curiosa a referência à causa da morte do amigo: a gripe de 1918... Enfim. Cousas, que diria Castelão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por sinal: Se no conto ou, antes, relato curto de Castelão ficarmos apenas na face gráfica, então nada entendemos da mensagem que procura dar o escritor e político (acho que mais político do que escritor): o olho de vidro não projeta a mesma realidade -GALEGA- colocado na &#8220;calivera&#8221; dum esquelete de cidade, urbano (castelhanizado) que colocano na dum esquelete soterrado no adro duma igreja de vila ou rural (galego-utente).<br />
Essa é uma possível leitura&#8230; &#8220;filológica&#8221;. Há outras, aparentemente contraditórias, mas não menos retranqueiras: A vila (Rianjo?) está dominada pelo cacique; a cidade não, ou não tanto, ou doutro jeito.<br />
&#8230;<br />
Curiosa a referência à causa da morte do amigo: a gripe de 1918&#8230; Enfim. Cousas, que diria Castelão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28715</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:20:11 +0000</pubDate>
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		<description>Ligações a este «post»:

&lt;strong&gt;Pedro Oliveira&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://santamargarida.blogspot.com/2008/02/1200-cada-cavadela-minhoca.html"target="_blank" rel="nofollow"&gt;aqui&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ligações a este «post»:</p>
<p><strong>Pedro Oliveira</strong>, <a href="http://santamargarida.blogspot.com/2008/02/1200-cada-cavadela-minhoca.html"target="_blank" rel="nofollow">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: AGIL</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28714</link>
		<dc:creator>AGIL</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:08:45 +0000</pubDate>
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		<description>Isto dizia "marina" (Fev 11th, 2008 at 0:53):
...
1.- «Bem, não fique zangado, mas eu, galega, que até passou uns anos numa faculdade em Santiago, onde, é verdade, chove como o caraças, percebi que o Manel falava do Chile e não da minha terra.»
COM.- Que a "galega" Marina passasse uns anos numa faculdade da universidade "española" (sic) de Compostela explica o que abaixo diz sobre Castelão e como é que interpreta o "post" castelaniano.
...
2.- «Ponha em post “Un ollo de vidro” do Castelao, para que toda a gente perceba que galego não é castelhano, e muito menos, português.»
COM.- Não vou copiar todo o texto, mas apenas o "post" a UN OLLO DE VIDRO (UM OLHO DE VIDRO):
«Leutor:
»Xa que liches as memorias do esquelete soterrado n'un dimeterio de cibdade e xa que te regalaches deprendendo cousas do Alén que non sabías, bem podes escoitarme un anaquiño á mín e pra rematar axiña.
»Unha cousa que fixen [fiz] con premeditación e nouturnidade podería levarme á cadea habendo testigos [castelhanismos: testemunhas]; mais eu asegúroche que non foi por mal. Atende.
»Co ollo de vidro mercado ô [ao] enterrador de cibdade pillei o camiño da parroquia de Tal e alí, no adro da Eirexa [igreja] e axudado por um home valente, pasada medeanoite, abrín a sepultura onde repousa pra sempre xamais un amigo meu. ¡Medo papeino!
»O meu amigo foi rapz de grande intelixencia e d'un esprito superior á toda loubanza. Estudeamos xuntos na vella Compostela e a gripe escamoteouno da miña vista. Como derradeira proba de fonda amistade quixen faguerlle o regalo [presente] do ollo de vidro. Dispois de todo eu non-o quería pra nada!
»Abrimos a tapa da caixa bem amodiño pra non escangallal-o [sic: e não "escangalla-lo..." como querem os "señores" do "galego" em Compostela...] esquelete. Ou, leutor: meu amigo conservaba o seu traxe e os seus zapatos novos, proba de que o enterrador da aldea é mellor cristiano que o seu colega da cibdade.
»Na cunca direita da sua calivera pousei o ollo de vidro, riba das suas maus [mãos] pousei un bloque de papel máis un lápiz. E arrechegándome ô buraco do ouvido díxenlle así:
»-Querido Pedro: Velahí che deixo un ollo de vidro pra que vexas, papel e lápiz pra qu'escribas. Serás o rey n'iste cimeterio; mais eu p´regoche que non te fagas cacique. Pasados alguns meses virei recoller canto tí escribas. Perdóname, amantiño, que non che dea [dê] un bico [beijo]. Adeus e deica logo.
»Se canto escriba o meu amigo é dino de intrés asegúroche que será publicado pra que compares e vexas que non é o mesmo ser soterrado no adro d'unha Eirexa que n'un cimeterio de cibdade.
»Regálate como poidas, leutor, e non che digo mais.
»Castelao».
Se trás o galego que Castelão utiliza não está a língua que mantém o Português, que venha São Pedro ou Santo António de Lisboa e no-lo esclareça.
Deve ter-se em conta que, quando Castelão escrevia para o Povo (sic: a coleção Céltiga e outras eram caderninhos semanais dirigidos ao Povo), nem o escritor nem sobretudo o Povo galego fora alfabetizado em nenhum galego dos escritos hoje: nem no "galego" que hoje impõe o reino de españa, nem no galego da Associaçom Galega da Língua nem, menos ainda, no Português galego. Apenas eram alfabetizados, os que o eram (mais dum 50% da população era analfabeta, bastante mais; obrigatório era o ensino primário, dos 6 aos 9 anos, mas obrigatório dessa maneira...), só e unicamente no castelhano "normativo".
Eis o motivo da "ortografia" castelhanizada e dos castelhanismos no Galego, tanto de Castelão, quanto do Povo. Onde é que se "escribía"? Apenas nos âmbitos dominados pelo castelhano institucional: Na escola, na Administração... na Igreja. Porque até a Igreja, católica ela (também dessa maneira), foi a "longa manus" do nacionalismo castelhano, primeiro, e do espanhol, a a partir do séc. XIX.
...
3.- «Fico lixada com essa cena do integracionismo. Penso que só pessoas que sabem escrever e falar castelhano e português correctamente estamos avalizadas para falar do assunto. Com essa coisa do integracionismo, já não precisava de dicionário sempre que leio o Rivas, ou o Suso de Toro. O galego de Castelao, do Rivas, da Rosalia, é lindo, esquisito [= refinado, fmv], rural, e não quero que seja portunhol.»
COM.- Deixo a opinião da senhora assim. Mas não dá nenhuma prova do que diz, salvo o uso castelhano de "exquisito", bem diferente do "esquisito" português. Quanto à pretensão de conhecer corretamente as línguas em causa para poder "falar" (eu melhor diria "opinar") do assunto, se for válida à totalidade, exigiria da senhora calar até conhecer bem o que procura o reintegracionismo. Mas esse é outro tema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto dizia &#8220;marina&#8221; (Fev 11th, 2008 at 0:53):<br />
&#8230;<br />
1.- «Bem, não fique zangado, mas eu, galega, que até passou uns anos numa faculdade em Santiago, onde, é verdade, chove como o caraças, percebi que o Manel falava do Chile e não da minha terra.»<br />
COM.- Que a &#8220;galega&#8221; Marina passasse uns anos numa faculdade da universidade &#8220;española&#8221; (sic) de Compostela explica o que abaixo diz sobre Castelão e como é que interpreta o &#8220;post&#8221; castelaniano.<br />
&#8230;<br />
2.- «Ponha em post “Un ollo de vidro” do Castelao, para que toda a gente perceba que galego não é castelhano, e muito menos, português.»<br />
COM.- Não vou copiar todo o texto, mas apenas o &#8220;post&#8221; a UN OLLO DE VIDRO (UM OLHO DE VIDRO):<br />
«Leutor:<br />
»Xa que liches as memorias do esquelete soterrado n&#8217;un dimeterio de cibdade e xa que te regalaches deprendendo cousas do Alén que non sabías, bem podes escoitarme un anaquiño á mín e pra rematar axiña.<br />
»Unha cousa que fixen [fiz] con premeditación e nouturnidade podería levarme á cadea habendo testigos [castelhanismos: testemunhas]; mais eu asegúroche que non foi por mal. Atende.<br />
»Co ollo de vidro mercado ô [ao] enterrador de cibdade pillei o camiño da parroquia de Tal e alí, no adro da Eirexa [igreja] e axudado por um home valente, pasada medeanoite, abrín a sepultura onde repousa pra sempre xamais un amigo meu. ¡Medo papeino!<br />
»O meu amigo foi rapz de grande intelixencia e d&#8217;un esprito superior á toda loubanza. Estudeamos xuntos na vella Compostela e a gripe escamoteouno da miña vista. Como derradeira proba de fonda amistade quixen faguerlle o regalo [presente] do ollo de vidro. Dispois de todo eu non-o quería pra nada!<br />
»Abrimos a tapa da caixa bem amodiño pra non escangallal-o [sic: e não "escangalla-lo..." como querem os "señores" do "galego" em Compostela...] esquelete. Ou, leutor: meu amigo conservaba o seu traxe e os seus zapatos novos, proba de que o enterrador da aldea é mellor cristiano que o seu colega da cibdade.<br />
»Na cunca direita da sua calivera pousei o ollo de vidro, riba das suas maus [mãos] pousei un bloque de papel máis un lápiz. E arrechegándome ô buraco do ouvido díxenlle así:<br />
»-Querido Pedro: Velahí che deixo un ollo de vidro pra que vexas, papel e lápiz pra qu&#8217;escribas. Serás o rey n&#8217;iste cimeterio; mais eu p´regoche que non te fagas cacique. Pasados alguns meses virei recoller canto tí escribas. Perdóname, amantiño, que non che dea [dê] un bico [beijo]. Adeus e deica logo.<br />
»Se canto escriba o meu amigo é dino de intrés asegúroche que será publicado pra que compares e vexas que non é o mesmo ser soterrado no adro d&#8217;unha Eirexa que n&#8217;un cimeterio de cibdade.<br />
»Regálate como poidas, leutor, e non che digo mais.<br />
»Castelao».<br />
Se trás o galego que Castelão utiliza não está a língua que mantém o Português, que venha São Pedro ou Santo António de Lisboa e no-lo esclareça.<br />
Deve ter-se em conta que, quando Castelão escrevia para o Povo (sic: a coleção Céltiga e outras eram caderninhos semanais dirigidos ao Povo), nem o escritor nem sobretudo o Povo galego fora alfabetizado em nenhum galego dos escritos hoje: nem no &#8220;galego&#8221; que hoje impõe o reino de españa, nem no galego da Associaçom Galega da Língua nem, menos ainda, no Português galego. Apenas eram alfabetizados, os que o eram (mais dum 50% da população era analfabeta, bastante mais; obrigatório era o ensino primário, dos 6 aos 9 anos, mas obrigatório dessa maneira&#8230;), só e unicamente no castelhano &#8220;normativo&#8221;.<br />
Eis o motivo da &#8220;ortografia&#8221; castelhanizada e dos castelhanismos no Galego, tanto de Castelão, quanto do Povo. Onde é que se &#8220;escribía&#8221;? Apenas nos âmbitos dominados pelo castelhano institucional: Na escola, na Administração&#8230; na Igreja. Porque até a Igreja, católica ela (também dessa maneira), foi a &#8220;longa manus&#8221; do nacionalismo castelhano, primeiro, e do espanhol, a a partir do séc. XIX.<br />
&#8230;<br />
3.- «Fico lixada com essa cena do integracionismo. Penso que só pessoas que sabem escrever e falar castelhano e português correctamente estamos avalizadas para falar do assunto. Com essa coisa do integracionismo, já não precisava de dicionário sempre que leio o Rivas, ou o Suso de Toro. O galego de Castelao, do Rivas, da Rosalia, é lindo, esquisito [= refinado, fmv], rural, e não quero que seja portunhol.»<br />
COM.- Deixo a opinião da senhora assim. Mas não dá nenhuma prova do que diz, salvo o uso castelhano de &#8220;exquisito&#8221;, bem diferente do &#8220;esquisito&#8221; português. Quanto à pretensão de conhecer corretamente as línguas em causa para poder &#8220;falar&#8221; (eu melhor diria &#8220;opinar&#8221;) do assunto, se for válida à totalidade, exigiria da senhora calar até conhecer bem o que procura o reintegracionismo. Mas esse é outro tema.</p>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28713</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:04:03 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, Efe. Você é um bom fotógrafo, mas um péssimo leitor. A citação completa é:

«&lt;b&gt;La doctrina oficial a día de hoy&lt;/b&gt; es: el gallego es una lengua independiente del portugués, aunque comparte con la "lengua hermana" un origen común.»

E, se lesse mais um bocadinho do artigo, daria com isto:

«Dentro de la corriente clásica de la filología románica, &lt;b&gt;siempre se tuvo muy claro que gallego y portugués eran y son la misma lengua&lt;/b&gt; [...] y cualquiera que sepa un poco la realidad dialectológica del español o del portugués puede comprobar que &lt;b&gt;no hay más diferencias entre el brasileiro y el portugués europeo o entre el argentino y el español que entre el gallego y el portugués&lt;/b&gt;».

Que tal?

Repare: eu não quero valer-me da autoridade de Santiago Alba Rico (o autor do texto, magnífico estilista e comunicador), embora concorde com o que afirma. Prefiro é que você (ou qualquer outro) aprenda a ler. Ou a pensar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, Efe. Você é um bom fotógrafo, mas um péssimo leitor. A citação completa é:</p>
<p>«<b>La doctrina oficial a día de hoy</b> es: el gallego es una lengua independiente del portugués, aunque comparte con la &#8220;lengua hermana&#8221; un origen común.»</p>
<p>E, se lesse mais um bocadinho do artigo, daria com isto:</p>
<p>«Dentro de la corriente clásica de la filología románica, <b>siempre se tuvo muy claro que gallego y portugués eran y son la misma lengua</b> [...] y cualquiera que sepa un poco la realidad dialectológica del español o del portugués puede comprobar que <b>no hay más diferencias entre el brasileiro y el portugués europeo o entre el argentino y el español que entre el gallego y el portugués</b>».</p>
<p>Que tal?</p>
<p>Repare: eu não quero valer-me da autoridade de Santiago Alba Rico (o autor do texto, magnífico estilista e comunicador), embora concorde com o que afirma. Prefiro é que você (ou qualquer outro) aprenda a ler. Ou a pensar.</p>
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		<title>Por: efe</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28712</link>
		<dc:creator>efe</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 13:31:21 +0000</pubDate>
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		<description>el gallego es una lengua independiente del portugués, aunque comparte con la "lengua hermana" un origen común. 

e muito mais sobre o assunto aqui: http://www.lapaginadefinitiva.com/politica/peun/7-2.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>el gallego es una lengua independiente del portugués, aunque comparte con la &#8220;lengua hermana&#8221; un origen común. </p>
<p>e muito mais sobre o assunto aqui: <a href="http://www.lapaginadefinitiva.com/politica/peun/7-2.htm" rel="nofollow">http://www.lapaginadefinitiva.com/politica/peun/7-2.htm</a></p>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28710</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 11:25:15 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Gerardo Uz,

A sua atribuição do artigo é perfeita. De resto, o nome do autor estava ali em cima, não reparou?

E é um facto: nós todos (galegos, portugueses, brasileiros, espanhóis, italianos, franceses, etc., etc.) falamos dialectos do latim. O meu exemplo do chinês tinha a ver com isso: dentro do «chinês» a diversidade, que é grande, não é maior. 

Mas digo mais: um português ou um italiano entendem-se tão bem, ou tão mal, como dois aldeões de fala flamenga vivendo a 50 km de distância. Na moderníssima e rica Bélgica.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gerardo Uz,</p>
<p>A sua atribuição do artigo é perfeita. De resto, o nome do autor estava ali em cima, não reparou?</p>
<p>E é um facto: nós todos (galegos, portugueses, brasileiros, espanhóis, italianos, franceses, etc., etc.) falamos dialectos do latim. O meu exemplo do chinês tinha a ver com isso: dentro do «chinês» a diversidade, que é grande, não é maior. </p>
<p>Mas digo mais: um português ou um italiano entendem-se tão bem, ou tão mal, como dois aldeões de fala flamenga vivendo a 50 km de distância. Na moderníssima e rica Bélgica.</p>
<p>Um abraço.</p>
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		<title>Por: Uz</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28706</link>
		<dc:creator>Uz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 09:31:36 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, no comentário anterior atribuí ao senhor Venâncio o artigo, mas afinal tampouco tenho bem claro quem é o autor... :p

- gerardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, no comentário anterior atribuí ao senhor Venâncio o artigo, mas afinal tampouco tenho bem claro quem é o autor&#8230; :p</p>
<p>- gerardo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Uz</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28705</link>
		<dc:creator>Uz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 09:29:35 +0000</pubDate>
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		<description>Polêmico, é polêmico sempre o senhor Venâncio... mira que pôr em causa no último parágrafo a identidade linguística do português... :D

Como galego, sempre tive a mesma dúvida sobre as línguas, sobretudo após conhecer há uns anos um russo (que viera estudar a Compostela ao abeiro do programa Erasmus) tinha dificuldades para identificar uma pessoa galego-falante de um italo-falante. Como tudo era mais o menos latim, para ele soavam quase à mesma cousa. Decerto para um chinês devem soar igual o francês, o português ou o catalão ;-)

Por outra parte, todo o anterior no seu texto reaviva, reconfirma e reconforta o meu reintegracionismo linguístico. Conhecia a frase da minhoca, mas a outra embora nunca a escuitara não deixa de ter menos razão ;)

- gerardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Polêmico, é polêmico sempre o senhor Venâncio&#8230; mira que pôr em causa no último parágrafo a identidade linguística do português&#8230; :D</p>
<p>Como galego, sempre tive a mesma dúvida sobre as línguas, sobretudo após conhecer há uns anos um russo (que viera estudar a Compostela ao abeiro do programa Erasmus) tinha dificuldades para identificar uma pessoa galego-falante de um italo-falante. Como tudo era mais o menos latim, para ele soavam quase à mesma cousa. Decerto para um chinês devem soar igual o francês, o português ou o catalão ;-)</p>
<p>Por outra parte, todo o anterior no seu texto reaviva, reconfirma e reconforta o meu reintegracionismo linguístico. Conhecia a frase da minhoca, mas a outra embora nunca a escuitara não deixa de ter menos razão ;)</p>
<p>- gerardo</p>
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		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28703</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 08:25:19 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel,

Não, os parênteses são-me úteis. Desconhecia «truenos». E mesmo «airada» tinha-me feito espécie. Sei que o nosso «vida airada» é um castelhanismo (já patrimonial), mas ignorava que «airada» valesse por «irada».

Já o raciocínio da compreensão pela leitura me parece mais tortuoso. O galego, se ortografado de feição tradicional (e não castelhana), é-nos mais perceptível que na actual grafia. Mas isso é conversa seguinte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,</p>
<p>Não, os parênteses são-me úteis. Desconhecia «truenos». E mesmo «airada» tinha-me feito espécie. Sei que o nosso «vida airada» é um castelhanismo (já patrimonial), mas ignorava que «airada» valesse por «irada».</p>
<p>Já o raciocínio da compreensão pela leitura me parece mais tortuoso. O galego, se ortografado de feição tradicional (e não castelhana), é-nos mais perceptível que na actual grafia. Mas isso é conversa seguinte.</p>
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		<title>Por: Tita</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28702</link>
		<dc:creator>Tita</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 07:47:54 +0000</pubDate>
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		<description>“INEM chega mais depressa a Timor do que a Bragança”

Tita dos Pés Sujos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“INEM chega mais depressa a Timor do que a Bragança”</p>
<p>Tita dos Pés Sujos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28685</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 00:06:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/fernando-venancio/carta-a-marina-por-causa-do-galego-1/#comment-28685</guid>
		<description>Fernando
Não traduzi para Poruguês precisamente para que quem lesse o poema descobrisse por si mesmo qual dos dois entendia melhor: se o original galego, se a minha versão  em Castelhano. Claro que usei de uma ou outra pequena velhacaria, como, v. g., optar por "calofrío" em vez de "escalofrío", por julgar aquela forma mais facilmente compreensível.
Que dúvidas poderiam restar a quem não conheça bem o Castelhano? Talvez "tirar" (atirar), "truenos" (trovões) e "ola airada" (onda irada). Os parênteses não se destinam a ti, naturalmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando<br />
Não traduzi para Poruguês precisamente para que quem lesse o poema descobrisse por si mesmo qual dos dois entendia melhor: se o original galego, se a minha versão  em Castelhano. Claro que usei de uma ou outra pequena velhacaria, como, v. g., optar por &#8220;calofrío&#8221; em vez de &#8220;escalofrío&#8221;, por julgar aquela forma mais facilmente compreensível.<br />
Que dúvidas poderiam restar a quem não conheça bem o Castelhano? Talvez &#8220;tirar&#8221; (atirar), &#8220;truenos&#8221; (trovões) e &#8220;ola airada&#8221; (onda irada). Os parênteses não se destinam a ti, naturalmente.</p>
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