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	<title>Comentários em: Ambiguidades</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 19:38:44 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Mao</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17760</link>
		<dc:creator>Mao</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2007 10:27:03 +0000</pubDate>
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		<description>ARIANE

Ariane é um navio.
Tem mastros, velas e bandeira à proa,
E chegou num dia branco, frio,
A este rio Tejo de Lisboa.

Carregado de Sonho, fundeou
Dentro da claridade destas grades...
Cisne de todos, que se foi, voltou
Só para os olhos de quem tem saudades...

Foram duas fragatas ver quem era
Um tal milagre assim: era um navio
Que se balança ali à minha espera
Entre as gaivotas que se dão no rio.

Mas eu é que não pude ainda por meus passos
Sair desta prisão em corpo inteiro,
E levantar âncora, e cair nos braços
De Ariane, o veleiro.

Lisboa, Cadeia do Aljube, 1 de Janeiro de 1940

Miguel Torga
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ARIANE</p>
<p>Ariane é um navio.<br />
Tem mastros, velas e bandeira à proa,<br />
E chegou num dia branco, frio,<br />
A este rio Tejo de Lisboa.</p>
<p>Carregado de Sonho, fundeou<br />
Dentro da claridade destas grades&#8230;<br />
Cisne de todos, que se foi, voltou<br />
Só para os olhos de quem tem saudades&#8230;</p>
<p>Foram duas fragatas ver quem era<br />
Um tal milagre assim: era um navio<br />
Que se balança ali à minha espera<br />
Entre as gaivotas que se dão no rio.</p>
<p>Mas eu é que não pude ainda por meus passos<br />
Sair desta prisão em corpo inteiro,<br />
E levantar âncora, e cair nos braços<br />
De Ariane, o veleiro.</p>
<p>Lisboa, Cadeia do Aljube, 1 de Janeiro de 1940</p>
<p>Miguel Torga</p>
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	<item>
		<title>Por: raimundo_LULIO</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17759</link>
		<dc:creator>raimundo_LULIO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 08:15:01 +0000</pubDate>
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		<description>Há homens que estando vivos já morreram.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há homens que estando vivos já morreram.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Rita Barros</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17758</link>
		<dc:creator>Rita Barros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 21:30:45 +0000</pubDate>
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		<description>Nos romance volfrâmio de Aquilino,existiam condições objectivas e elementos aglutinadores como sejam: uma Guerra Mundial,uma Beira rural e analfabeta, ancorada numa sociedade patriarcal que ditava as leis, e umas jazidas de tungsténio.
O regime,esse,passou ao lado da narrativa.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nos romance volfrâmio de Aquilino,existiam condições objectivas e elementos aglutinadores como sejam: uma Guerra Mundial,uma Beira rural e analfabeta, ancorada numa sociedade patriarcal que ditava as leis, e umas jazidas de tungsténio.<br />
O regime,esse,passou ao lado da narrativa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17757</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 18:41:52 +0000</pubDate>
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		<description>quando os lobos uivam
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		<content:encoded><![CDATA[<p>quando os lobos uivam</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17756</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 17:52:34 +0000</pubDate>
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		<description>A entrevista lê-se bem, porque o professor Lourenço fala.
O pior é quando se põe a escrever!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A entrevista lê-se bem, porque o professor Lourenço fala.<br />
O pior é quando se põe a escrever!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: ana cristina leonardo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17755</link>
		<dc:creator>ana cristina leonardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 17:50:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17755</guid>
		<description>para sininho: andamos às voltas. que a vida é muito complicada já todos nós sabemos. o que é que isso tem a ver com o relativismo moral é que me eu gostava de saber. daí a minha pergunta: e daí?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>para sininho: andamos às voltas. que a vida é muito complicada já todos nós sabemos. o que é que isso tem a ver com o relativismo moral é que me eu gostava de saber. daí a minha pergunta: e daí?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17754</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 17:45:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17754</guid>
		<description>Gostos são isso mesmo, a.pacheco! Pessoais.
Aquilino, a pessoa, era demasiado vaidoso para o meu gosto.
Admiro-o como cidadão.
E aprecio-lhe a obra. Mas dizê-lo o maior do séc.XX... é obra!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostos são isso mesmo, a.pacheco! Pessoais.<br />
Aquilino, a pessoa, era demasiado vaidoso para o meu gosto.<br />
Admiro-o como cidadão.<br />
E aprecio-lhe a obra. Mas dizê-lo o maior do séc.XX&#8230; é obra!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: a.pacheco</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17753</link>
		<dc:creator>a.pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 17:34:12 +0000</pubDate>
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		<description>Aquilino foi o MAIOR escritor português do seculo XX.

A sua obra para quem se dá ao prazer de a ler , fala por si.

Romances como o  Quando os Lobos Uivos, foram proibidos pela censura de Salazar e trouxeram problemas ao escritor, o que diz bem da mentalidade do diatador.

Mas a homenagem que todos lhe devemos prestar, é ao homem , ao cidadão ou ao GRANDE ESCRITOR???

Decidam-se, ninguem é perfeito e quantas vezes a obra é maior que o homem...

Lembrem-se do abjeto Louis Ferdinand Celine, e desse inolvidavel

Viagem ao fim da noite.




</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aquilino foi o MAIOR escritor português do seculo XX.</p>
<p>A sua obra para quem se dá ao prazer de a ler , fala por si.</p>
<p>Romances como o  Quando os Lobos Uivos, foram proibidos pela censura de Salazar e trouxeram problemas ao escritor, o que diz bem da mentalidade do diatador.</p>
<p>Mas a homenagem que todos lhe devemos prestar, é ao homem , ao cidadão ou ao GRANDE ESCRITOR???</p>
<p>Decidam-se, ninguem é perfeito e quantas vezes a obra é maior que o homem&#8230;</p>
<p>Lembrem-se do abjeto Louis Ferdinand Celine, e desse inolvidavel</p>
<p>Viagem ao fim da noite.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17752</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 17:24:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17752</guid>
		<description>Daí, Ana, a vida ser muito complicada.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daí, Ana, a vida ser muito complicada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ana cristina leonardo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17751</link>
		<dc:creator>ana cristina leonardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 16:55:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17751</guid>
		<description>para o post anterior: não, claro que não. e daí?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>para o post anterior: não, claro que não. e daí?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17750</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 16:20:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17750</guid>
		<description>Será possível ser-se absolutamente perfeito ou inequivocamente imperfeito?
(Fernando, deixaste-me com saudades do Malhadinhas e do meu colega de liceu, o Aquilino, neto do mesmo)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será possível ser-se absolutamente perfeito ou inequivocamente imperfeito?<br />
(Fernando, deixaste-me com saudades do Malhadinhas e do meu colega de liceu, o Aquilino, neto do mesmo)</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: francisco curate</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17749</link>
		<dc:creator>francisco curate</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 15:05:22 +0000</pubDate>
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		<description>A frase de Salazar inserta na badana dos livros de Aquilino é esta: "É um inimigo do Regime. Dir-lhe-á mal de mim; mas não importa: é um grande escritor." Afirmar que Aquilino é um grande escritor não é exactamente gabar-lhe o estilo. Há uma pequena (grande?) diferença. E parece-me que interessava a Aquilino mostrar o paradoxo que era ser apreciado mesmo sendo um "inimigo". E, na realidade, tanto Aquilino como Torga se opuseram ao regime de Salazar. Isso é um facto. Tentar escamotear isso, partindo de dois exemplos descontextualizados, é uma injustiça que os dois escritores definitivamente não merecem.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A frase de Salazar inserta na badana dos livros de Aquilino é esta: &#8220;É um inimigo do Regime. Dir-lhe-á mal de mim; mas não importa: é um grande escritor.&#8221; Afirmar que Aquilino é um grande escritor não é exactamente gabar-lhe o estilo. Há uma pequena (grande?) diferença. E parece-me que interessava a Aquilino mostrar o paradoxo que era ser apreciado mesmo sendo um &#8220;inimigo&#8221;. E, na realidade, tanto Aquilino como Torga se opuseram ao regime de Salazar. Isso é um facto. Tentar escamotear isso, partindo de dois exemplos descontextualizados, é uma injustiça que os dois escritores definitivamente não merecem.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Mao</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17748</link>
		<dc:creator>Mao</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 14:31:52 +0000</pubDate>
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		<description>
Da criação
Fez o mundo

Da montanha
Fez o homem



</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da criação<br />
Fez o mundo</p>
<p>Da montanha<br />
Fez o homem</p>
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	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17747</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 13:05:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17747</guid>
		<description>Lembrei-me logo do poema que o Leonard Cohen escreveu sobre Hitler. O Torga e o Lourenço estavam à espera de quê? Que o Salazar tivesse garras e deitasse espuma verde pela boca?

Eu admiro muito (a sério) é a «neutralidade» que o Fernando consegue por vezes criar relativamente ao conteúdo dos seus posts. O «merece reflexão», por exemplo, é um prodígio de ambiguidade.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrei-me logo do poema que o Leonard Cohen escreveu sobre Hitler. O Torga e o Lourenço estavam à espera de quê? Que o Salazar tivesse garras e deitasse espuma verde pela boca?</p>
<p>Eu admiro muito (a sério) é a «neutralidade» que o Fernando consegue por vezes criar relativamente ao conteúdo dos seus posts. O «merece reflexão», por exemplo, é um prodígio de ambiguidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17746</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 12:54:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17746</guid>
		<description>ana

Creio que, neste caso da vida, o complicado liquefez-se e escorreu pelos olhos do Torga abaixo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ana</p>
<p>Creio que, neste caso da vida, o complicado liquefez-se e escorreu pelos olhos do Torga abaixo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ana cristina leonardo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17745</link>
		<dc:creator>ana cristina leonardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 12:30:40 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, a vida é muito complicada. Com certeza. E, então? O ditador salazar torna-se numa personagem mais complexa e interessante porque conhecia Torga? É isso? O Hitler gostava de Wagner e do cão, era vegetariano e esteve para ser pintor. E, então? O relativismo moral agora justifica-se com a poesia? Não li o resto da entrevista mas acerca de "compreender" sem cair no lamaçal da "compreensão", o livro de Gitta Sereny "No Mundo das Trevas", sobre Franz Stangl, o comandante de Sobibor e Treblinka, continua imbatível.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, a vida é muito complicada. Com certeza. E, então? O ditador salazar torna-se numa personagem mais complexa e interessante porque conhecia Torga? É isso? O Hitler gostava de Wagner e do cão, era vegetariano e esteve para ser pintor. E, então? O relativismo moral agora justifica-se com a poesia? Não li o resto da entrevista mas acerca de &#8220;compreender&#8221; sem cair no lamaçal da &#8220;compreensão&#8221;, o livro de Gitta Sereny &#8220;No Mundo das Trevas&#8221;, sobre Franz Stangl, o comandante de Sobibor e Treblinka, continua imbatível.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17744</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 09:33:40 +0000</pubDate>
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		<description>Que beleza de anedota. E que beleza de remate, no contexto e vindo de quem vem: "A vida é muito complicada."
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que beleza de anedota. E que beleza de remate, no contexto e vindo de quem vem: &#8220;A vida é muito complicada.&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/ambiguidades/#comment-17743</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 09:16:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/ambiguidades/#comment-17743</guid>
		<description>convém lembrar que um dos filhos de Aquilino foi juiz durante o Estado Novo
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>convém lembrar que um dos filhos de Aquilino foi juiz durante o Estado Novo</p>
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