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	<title>Comentários em: A tempo da praia</title>
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	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 05:53:43 +0000</pubDate>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-tempo-da-praia/#comment-19158</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 09:11:45 +0000</pubDate>
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		<description>Mao, deixo-te aí uma coisa bonita, pela voz do Nick:

“Não, não podia desenrolar a linha da beleza para Catherine, porque a linha da beleza explicava quase tudo, e Catherine vê-la-ia como um logro, uma ilusão trivial, parecer-lhe-ia uma loucura, como ela dizia.”

Pag. 393,  A Linha da Beleza, Alan Hollinghurst, trad. José Vieira de Lima, Asa (2004), 2005


“A emoção era chocante, assustadora. Era uma espécie de terror, feito de emoções  de todas as fases da sua breve vida, o quebrar de elos, saudades de casa, inveja, autocomiseração; mas sentia que a autocomiseração pertencia a uma comiseração mais vasta. Era um amor pelo mundo chocantemente incondicional. Parou de novo a olhar para a casa e, depois, deu meia-volta e prosseguiu a sua lenta deambulação. Contemplou perplexo o número 24, a última casa, com as suas insígnias de festões e arcos de estuque. Não era apenas aquela esquina da rua, mas o facto – por si só – de se tratar de uma esquina de rua, que parecia, à luz do momento, tão belo.

Idem, pag. 555

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Mao, deixo-te aí uma coisa bonita, pela voz do Nick:</p>
<p>“Não, não podia desenrolar a linha da beleza para Catherine, porque a linha da beleza explicava quase tudo, e Catherine vê-la-ia como um logro, uma ilusão trivial, parecer-lhe-ia uma loucura, como ela dizia.”</p>
<p>Pag. 393,  A Linha da Beleza, Alan Hollinghurst, trad. José Vieira de Lima, Asa (2004), 2005</p>
<p>“A emoção era chocante, assustadora. Era uma espécie de terror, feito de emoções  de todas as fases da sua breve vida, o quebrar de elos, saudades de casa, inveja, autocomiseração; mas sentia que a autocomiseração pertencia a uma comiseração mais vasta. Era um amor pelo mundo chocantemente incondicional. Parou de novo a olhar para a casa e, depois, deu meia-volta e prosseguiu a sua lenta deambulação. Contemplou perplexo o número 24, a última casa, com as suas insígnias de festões e arcos de estuque. Não era apenas aquela esquina da rua, mas o facto – por si só – de se tratar de uma esquina de rua, que parecia, à luz do momento, tão belo.</p>
<p>Idem, pag. 555</p>
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		<title>Por: ana cristina leonardo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-tempo-da-praia/#comment-19157</link>
		<dc:creator>ana cristina leonardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 22:15:28 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto deste Mao (não confundir com o outro) que escreve sempre em verso. Sempre a considerá-lo
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto deste Mao (não confundir com o outro) que escreve sempre em verso. Sempre a considerá-lo</p>
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		<title>Por: Sérgio Sousa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-tempo-da-praia/#comment-19156</link>
		<dc:creator>Sérgio Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 20:06:11 +0000</pubDate>
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		<description>Bonitos poemas.Bons Pensamentos e rimas para esta semana...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Bonitos poemas.Bons Pensamentos e rimas para esta semana&#8230;</p>
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		<title>Por: Mao</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-tempo-da-praia/#comment-19155</link>
		<dc:creator>Mao</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 15:30:18 +0000</pubDate>
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		<description>UMA PALAVRA TE PROCURA

Uma palavra te procura
ao nível desta existência suave
dura
uma palavra não para ostentação mas para seguir na estrada
no seu ágil correr de fogo
para te abrir o dia
para te fazer mais pequeno do que o buraco
para te dar um breve crepitar
de um insecto
a fuga precipitada ou o vagaroso pêlo
o imperceptível movimento
da água na vereda
a existência ínfima
de qualquer animal
ou folha
uma partícula de poeira
ou sulco
um estalido
uma palavra como uma chama um pouco mais clara do que o dia
só levemente mais clara do que a tua mão
e escura ou parda como a estrada

António Ramos Rosa
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>UMA PALAVRA TE PROCURA</p>
<p>Uma palavra te procura<br />
ao nível desta existência suave<br />
dura<br />
uma palavra não para ostentação mas para seguir na estrada<br />
no seu ágil correr de fogo<br />
para te abrir o dia<br />
para te fazer mais pequeno do que o buraco<br />
para te dar um breve crepitar<br />
de um insecto<br />
a fuga precipitada ou o vagaroso pêlo<br />
o imperceptível movimento<br />
da água na vereda<br />
a existência ínfima<br />
de qualquer animal<br />
ou folha<br />
uma partícula de poeira<br />
ou sulco<br />
um estalido<br />
uma palavra como uma chama um pouco mais clara do que o dia<br />
só levemente mais clara do que a tua mão<br />
e escura ou parda como a estrada</p>
<p>António Ramos Rosa</p>
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		<title>Por: Mao</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-tempo-da-praia/#comment-19154</link>
		<dc:creator>Mao</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 15:16:30 +0000</pubDate>
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		<description>
E todas as palavras
São apenas deitadas sobre a folha



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		<content:encoded><![CDATA[<p>E todas as palavras<br />
São apenas deitadas sobre a folha</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-tempo-da-praia/#comment-19153</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 13:44:44 +0000</pubDate>
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		<description>(deskulpa lá Fernando, mas tenho que sizer isto)

Ó fundamentalistas da porra, só vos garanto que se vcs fazem explodir uma coisa por cá, durante a presidência portuguesa, e matam compatriotas meus,

eu vos garanto

que vos enfio Allah no cú!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(deskulpa lá Fernando, mas tenho que sizer isto)</p>
<p>Ó fundamentalistas da porra, só vos garanto que se vcs fazem explodir uma coisa por cá, durante a presidência portuguesa, e matam compatriotas meus,</p>
<p>eu vos garanto</p>
<p>que vos enfio Allah no cú!</p>
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